Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
DECRETO Nº 8.615, DE 23, DE DEZEMBRO DE 2015
Concede indulto natalino e comutação de penas e dá outras
providências.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no exercício da competência
privativa que lhe confere o art. 84, caput, inciso XII, da Constituição, tendo
em vista a manifestação do Conselho Nacional de Política Criminal e
Penitenciária, acolhida pelo Ministro de Estado da Justiça, e considerando a
tradição, por ocasião das festividades comemorativas do Natal, de conceder
indulto às pessoas condenadas ou submetidas a medida de segurança e de comutar
penas de pessoas condenadas,
DECRETA:
Art. 1º Concede-se o
indulto coletivo às pessoas, nacionais e estrangeiras:
I - condenadas a pena privativa de liberdade não superior a
oito anos, não substituída por restritivas de direitos ou por multa, e não
beneficiadas com a suspensão condicional da pena que, até 25 de dezembro de
2015, tenham cumprido um terço da pena, se não reincidentes, ou metade, se
reincidentes;
II - condenadas a pena privativa de liberdade superior a
oito anos e não superior a doze anos, por crime praticado sem grave ameaça ou
violência a pessoa, que, até 25 de dezembro de 2015, tenham cumprido um terço
da pena, se não reincidentes, ou metade, se reincidentes;
III - condenadas a pena privativa de liberdade superior a
oito anos que, até 25 de dezembro de 2015, tenham completado sessenta anos de
idade e cumprido um terço da pena, se não reincidentes, ou metade, se
reincidentes;
IV - condenadas a pena privativa de liberdade que, até 25 de
dezembro de 2015, tenham completado setenta anos de idade e cumprido um quarto
da pena, se não reincidentes, ou um terço, se reincidentes;
V - condenadas a pena privativa de liberdade que, até 25 de
dezembro de 2015, tenham cumprido, ininterruptamente, quinze anos da pena, se
não reincidentes, ou vinte anos, se reincidentes;
VI - condenadas a pena privativa de liberdade superior a
oito anos que tenham filho ou filha menor de dezoito anos ou com doença crônica
grave ou deficiência que necessite de seus cuidados e que, até 25 de dezembro
de 2015, tenham cumprido:
a) se homem:
1. um terço da pena, se não reincidentes; ou
2. metade da pena, se reincidentes; ou
b) se mulher:
1. um quarto da pena, se não reincidentes; ou
2. um terço da pena, se reincidentes;
VII - condenadas a pena privativa de liberdade não superior
a oito anos, quando mulher, por crime cometido sem violência ou grave ameaça,
que tenham filho ou filha menor de dezoito anos ou com doença crônica grave ou
com deficiência que necessite de seus cuidados, até 25 de dezembro de 2015, e
tenham cumprido um quinto da pena, se não reincidentes, ou um quarto, se
reincidentes;
VIII - condenadas a pena privativa de liberdade não superior
a doze anos, desde que já tenham cumprido um terço da pena, se não
reincidentes, ou metade, se reincidentes, e que estejam cumprindo pena no
regime semiaberto ou aberto e já tenham usufruído, até 25 de dezembro de 2015,
no mínimo, de cinco saídas temporárias previstas no art. 122, combinado com o
art. 124, caput, da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 - Lei de Execução
Penal, ou tenham exercido trabalho externo, no mínimo, por doze meses nos três
anos contados retroativamente a 25 de dezembro de 2015;
IX - condenadas a pena privativa de liberdade não superior a
doze anos, desde que já tenham cumprido um terço da pena, se não reincidentes,
ou metade, se reincidentes, e que estejam cumprindo pena no regime semiaberto
ou aberto ou estejam em livramento condicional e tenham frequentado, ou estejam
frequentando curso de ensino fundamental, médio, superior, profissionalizante
ou de requalificação profissional, na forma do art. 126, caput, da Lei de
Execução Penal, no mínimo por doze meses nos três anos contados retroativamente
a 25 de dezembro de 2015;
X - condenadas a pena privativa de liberdade superior a doze
anos, desde que já tenham cumprido dois quintos da pena, se não reincidentes,
ou três quintos, se reincidentes, e que estejam em regime semiaberto ou aberto
e tenham concluído durante a execução da pena curso de ensino fundamental,
médio, superior ou profissionalizante, certificado por autoridade educacional
local, na forma do art. 126 da Lei de Execução Penal, nos três anos contados
retroativamente a 25 de dezembro de 2015;
XI - condenadas a pena de multa, ainda que não quitada,
independentemente da fase executória ou do juízo em que se encontre, aplicada
cumulativamente com pena privativa de liberdade cumprida até 25 de dezembro de
2015, desde que não supere o valor mínimo para inscrição de débitos na Dívida
Ativa da União, estabelecido em ato do Ministro de Estado da Fazenda, e que não
tenha capacidade econômica de quitá-la;
XII - condenadas:
a) com paraplegia, tetraplegia ou cegueira, desde que tais
condições não sejam anteriores à prática do delito e se comprovem por laudo
médico oficial ou, na falta deste, por médico designado pelo juízo da execução;
b) com paraplegia, tetraplegia ou cegueira, ainda que tais
condições sejam anteriores à prática do delito e se comprovem por laudo médico
oficial ou, na falta deste, por médico designado pelo juízo da execução, caso
resultem em grave limitação de atividade e restrição de participação prevista
na alínea “c”; ou
c) acometidas de doença grave e permanente que apresentem
grave limitação de atividade e restrição de participação ou exijam cuidados
contínuos que não possam ser prestados no estabelecimento penal, desde que
comprovada a hipótese por laudo médico oficial ou, na falta deste, por médico
designado pelo juízo da execução, constando o histórico da doença, caso não
haja oposição da pessoa condenada;
XIII - submetidas a medida de segurança, que, até 25 de
dezembro de 2015, independentemente da cessação de periculosidade, tenham
suportado privação da liberdade, internação ou tratamento ambulatorial por
período igual ou superior ao máximo da pena cominada à infração penal
correspondente à conduta praticada ou, nos casos da substituição prevista no
art. 183 da Lei de Execução Penal, por período igual ao remanescente da
condenação cominada;
XIV - condenadas a pena privativa de liberdade, desde que
substituída por restritiva de direitos, na forma do art. 44 do Decreto-Lei nº
2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, ou ainda beneficiadas com a
suspensão condicional da pena, que, de qualquer forma, tenham cumprido, até 25
de dezembro de 2015, um quarto da pena, se não reincidentes, ou um terço, se
reincidentes;
XV - condenadas a pena privativa de liberdade sob o regime
aberto ou substituída por pena restritiva de direitos, na forma do art. 44 do
Código Penal, ou beneficiadas com a suspensão condicional da pena, que tenham
cumprido, em prisão provisória, até 25 de dezembro de 2015, um sexto da pena,
se não reincidentes, ou um quinto, se reincidentes;
XVI - condenadas a pena privativa de liberdade, que estejam
em livramento condicional ou cumprindo pena em regime aberto, cujas penas
remanescentes, em 25 de dezembro de 2015, não sejam superiores a oito anos, se
não reincidentes, e a seis anos, se reincidentes, desde que tenham cumprido um
quarto da pena, se não reincidentes, ou um terço, se reincidentes;
XVII - condenadas por crime contra o patrimônio cometido sem
grave ameaça ou violência a pessoa, desde que tenham cumprido um sexto da pena,
se não reincidente, ou um quarto, se reincidente, e reparado o dano até 25 de
dezembro de 2015, exceto se houver inocorrência de dano ou incapacidade
econômica de repará-lo;
XVIII - condenadas a pena privativa de liberdade superior a
dezoito meses e não superior a quatro anos, por crime contra o patrimônio,
cometido sem grave ameaça ou violência a pessoa, com prejuízo ao ofendido em
valor estimado não superior a um salário mínimo, desde que tenham, até 25 de
dezembro de 2015, cumprido três meses de pena privativa de liberdade e
comprovem o depósito em juízo do valor correspondente ao prejuízo causado à
vítima, exceto se comprovada incapacidade econômica para fazê-lo; ou
XIX - condenadas a pena privativa de liberdade que, até 25
de dezembro de 2015, tenham sido vítimas de tortura, nos termos da Lei nº
9.455, de 7 de abril de 1997, com decisão transitada em julgado, praticada por
agente público ou investido em função pública no curso do cumprimento da sua
privação de liberdade.
§ 1º O indulto de que
trata este Decreto não se estende às penas acessórias previstas no Decreto-Lei
nº 1.001, de 21 de outubro de 1969 - Código Penal Militar, e aos efeitos da
condenação.
§ 2º O indulto
previsto nos incisos VI e VII do caput não alcança as pessoas condenadas por
crime praticado com violência ou grave ameaça contra o filho ou a filha.
§ 3º As hipóteses
contempladas pelo indulto não dispensam os órgãos de execução penal do
encaminhamento da pessoa beneficiada aos órgãos integrantes do Sistema Único de
Assistência Social - SUAS, a fim de se assegurar a orientação, o apoio e o
atendimento integral ao egresso e aos seus familiares.
Art. 2º Concede-se a
comutação da pena remanescente, aferida em 25 de dezembro de 2015, de um
quarto, se não reincidentes, e de um quinto, se reincidentes, às pessoas
condenadas a pena privativa de liberdade, não beneficiadas com a suspensão
condicional da pena que, até a referida data, tenham cumprido um quarto da
pena, se não reincidentes, ou um terço, se reincidentes, e não preencham os
requisitos deste Decreto para receber o indulto.
§ 1º O cálculo será
feito sobre o período de pena já cumprido até 25 de dezembro de 2015, se o
período de pena já cumprido, descontadas as comutações anteriores, for superior
ao remanescente.
§ 2º A pessoa que
teve a pena anteriormente comutada terá a nova comutação calculada sobre o
remanescente da pena ou sobre o período de pena já cumprido, nos termos do caput
e do § 1º, sem necessidade de novo requisito temporal e sem prejuízo da remição
prevista no art. 126 da Lei de Execução Penal.
§ 3º A comutação será
de dois terços, se não reincidente, e de metade, se reincidente, quando se
tratar de condenada mulher, por crime cometido sem violência ou grave ameaça, e
que tenha filho menor de 18 anos ou com doença crônica grave ou com deficiência
que necessite de seus cuidados, até 25 de dezembro de 2015.
Art. 3º Concede-se
comutação às pessoas condenadas a pena privativa de liberdade que não tenham,
até 25 de dezembro de 2015, obtido as comutações por meio de Decretos
anteriores, independentemente de pedido anterior.
Art. 4º Na declaração
do indulto ou da comutação de penas, deverá ser computada, para efeitos da
integralização do requisito temporal, a detração de que tratam o art. 42 do
Código Penal e o art. 387, § 2º, do Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de
1941 - Código de Processo Penal, e, quando for o caso, o art. 67 do Código
Penal Militar, sem prejuízo da remição prevista no art. 126 da Lei de Execução
Penal.
Parágrafo único. A
aplicação de sanção por falta disciplinar de natureza grave, prevista na Lei de
Execução Penal, não interrompe a contagem do lapso temporal para a obtenção da
declaração do indulto ou da comutação de penas previstos neste Decreto.
Art. 5º A declaração
do indulto e da comutação de penas previstos neste Decreto fica condicionada à
inexistência de aplicação de sanção, reconhecida pelo juízo competente, em
audiência de justificação, garantido o direito aos princípios do contraditório
e da ampla defesa, por falta disciplinar de natureza grave, prevista na Lei de
Execução Penal, cometida nos doze meses de cumprimento da pena, contados
retroativamente a 25 de dezembro de 2015.
§ 1º A notícia da
prática de falta grave ocorrida após a publicação deste Decreto não suspende e
nem impede a obtenção do indulto ou da comutação de penas.
§ 2º As restrições
deste artigo não se aplicam às hipóteses previstas nos incisos XI e XII do caput
do art. 1º.
Art. 6º O indulto e a
comutação de penas de que trata este Decreto são cabíveis, ainda que:
I - a sentença tenha transitado em julgado para a acusação,
sem prejuízo do julgamento de recurso da defesa em instância superior;
II - haja recurso da acusação que não vise a majorar a
quantidade da pena ou as condições exigidas para a declaração do indulto ou da
comutação de penas;
III - a pessoa condenada esteja em livramento condicional;
IV - a pessoa condenada responda a outro processo criminal,
mesmo que tenha por objeto um dos crimes previstos no art. 9º; ou
V - não tenha sido expedida a guia de recolhimento.
Art. 7º O indulto ou
a comutação da pena privativa de liberdade ou restritiva de direitos alcança a
pena de multa aplicada cumulativamente.
Parágrafo único. A
inadimplência da pena de multa cumulada com pena privativa de liberdade ou
restritiva de direitos não impede a declaração do indulto ou da comutação de
penas.
Art. 8º As penas
correspondentes a infrações diversas devem somar-se, para efeito da declaração
do indulto e da comutação de penas, até 25 de dezembro de 2015.
Parágrafo único. Na
hipótese de haver concurso com crime descrito no art. 9º, não será declarado o
indulto ou a comutação da pena correspondente ao crime não impeditivo enquanto
a pessoa condenada não cumprir dois terços da pena correspondente ao crime
impeditivo dos benefícios.
Art. 9º O disposto
neste Decreto não alcança as pessoas condenadas:
I - por crime de tortura ou terrorismo;
II - por crime de tráfico ilícito de droga, nos termos do
caput e do § 1º do art. 33 e dos art. 34 a art. 37 da Lei nº 11.343, de 23 de
agosto de 2006;
III - por crime hediondo praticado após a publicação da Lei
nº 8.072, de 25 de julho de 1990, da Lei nº 8.930, de 6 de setembro de 1994, da
Lei nº 9.695, de 20 de agosto de 1998, da Lei nº 11.464, de 28 de março de
2007, e da Lei nº 12.015, de 7 de agosto de 2009, observadas as suas alterações
posteriores; ou
IV - por crimes definidos no Código Penal Militar que
correspondam aos delitos previstos nos incisos I e II, exceto quando
configurada situação do uso de drogas disposto no art. 290 do Código Penal
Militar.
Parágrafo único. As
restrições deste artigo não se aplicam às hipóteses previstas nos incisos XI,
XII, XIII e XIV do caput do art. 1º.
Art. 10. Para a
declaração do indulto e da comutação das penas, não se exigirá outros
requisitos além dos previstos neste Decreto.
Art. 11. A autoridade
que custodiar a pessoa condenada e os órgãos da execução previstos nos incisos
III a VIII do caput do art. 61 da Lei de Execução Penal encaminharão, de
ofício, ao juízo competente, inclusive por meio digital, na forma da alínea “f”
do inciso I do caput do art. 4º da Lei nº 12.714, de 14 de setembro de 2012, a
lista daqueles que satisfaçam os requisitos necessários para a declaração do
indulto e da comutação de penas previstos neste Decreto.
§ 1º As ouvidorias do
Sistema Penitenciário e a Ordem dos Advogados do Brasil poderão encaminhar ao
juízo competente a lista de que trata o caput.
§ 2º O procedimento
previsto no caput poderá iniciar-se de ofício, a requerimento do interessado,
de quem o represente ou, ainda, de seu cônjuge ou companheiro, de parente ou de
descendente, da Defensoria Pública, da Ordem dos Advogados do Brasil, do
Ministério Público, do Conselho Penitenciário, do Conselho da Comunidade, do
Patronato, da autoridade administrativa, da Ouvidoria do Sistema Penitenciário,
da Corregedoria do Sistema Penitenciário ou do médico que assiste o condenado,
nas situações previstas no inciso XII e XIII do caput do art. 1º.
§ 3º A declaração de
indulto e de comutação das penas terá preferência sobre a decisão de qualquer
outro incidente no curso da execução penal.
§ 4º Para o
atendimento do disposto no § 3º, poderão ser organizados mutirões pelos
Tribunais de Justiça, em cada Estado da Federação.
§ 5º O juízo
competente proferirá decisão após ouvir o Ministério Público e a defesa, no
prazo sucessivo de cinco dias.
§ 6º Fica facultada
ao juiz do processo de conhecimento a declaração do indulto contemplado neste
Decreto, na hipótese de pessoas condenadas primárias, desde que haja o trânsito
em julgado da sentença condenatória para o Ministério Público.
Art. 12. Aplica-se o
disposto neste Decreto, naquilo que for relativo ao regime aberto, às pessoas
presas que cumpram pena em regime aberto domiciliar.
Art. 13. Os órgãos
centrais da administração penitenciária encaminharão, imediatamente, cópia
deste Decreto às unidades penitenciárias e preencherão o quadro estatístico
constante do modelo Anexo e o remeterão ao Departamento Penitenciário Nacional
do Ministério da Justiça no prazo de seis meses, contado da data de publicação
deste Decreto.
§ 1º O Departamento
Penitenciário Nacional manterá publicado, em seu portal eletrônico na internet,
quadro estatístico, discriminado por gênero e unidade federativa, com as
informações sobre a quantidade de pessoas favorecidas por este Decreto.
§ 2º O cumprimento do
disposto no caput será fiscalizado pelo Conselho Nacional de Política Criminal
e Penitenciária e pelo Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da
Justiça, e verificado nas oportunidades de inspeção ou de estudo de projetos
lastreados em recursos do Fundo Penitenciário Nacional - Funpen.
Art. 14. Este Decreto
entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 23 de dezembro de 2015; 194º da Independência e
127º da República.
DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
ANEXO
INDULTO DE NATAL 2015: MOTIVOS DETERMINANTES DA CONDENAÇÃO
BENEFICIADOS PELOS ARTIGOS
CRIMES CONTRA A PESSOA
HOMICÍDIO
LESÕES CORPORAIS
OUTROS
CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO
FURTO
ROUBO
EXTORSÃO
ESTELIONATO
OUTROS
CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL
TODOS
CRIMES CONTRA A PAZ PÚBLICA
TODOS
CRIMES CONTRA A FÉ PÚBLICA
TODOS
CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
TODOS
Desculpem-me pela falta de conhecimento sobre essa questão, mas tenho duas perguntas:
ResponderExcluira) Essa porcaria de indulto natalino existe em algum país civilizado?
b) Qual diferença existe entre escrever todos e escrever a, b, c e outros?
Oi,turma do toma mais uma.
ResponderExcluirTentei desejar feliz natal pra turma do blog ,mas tive problemas com o captcha.
Faz 3 dias que não estou conseguindo comentar aqui no blog.
Esse captcha é um das placas de rua.
Obrigado Ana Paula. Tudo de bom, porque você é das nossas: o que é bom pra você é bom pro Brasil também.
Excluir(argento) ... olá, Ana, antes do botão azul de confirmar tem 3 símbolos; o primeiro deles troca, refuga, substitui o captcha; é só escolher outro ...
ExcluirOi,Turma do Toma mais uma.
ExcluirGostaria de agradecer a Ricardo Froes e Anonimo(argento) pela dica.
Muito obrigada!
O tal captcha tava me dando uma canseira......
Vou lhe dar mais uma dica: Anônimo não é o primeiro nome do Argento.
ExcluirOi turma.
ResponderExcluirComo desta vez consegui postar o comentario vou comentar.
Essa turma dos politicos parecem um bando velha surda(aquela da praça é nossa).
Nós do povão falando para acabar com os indultos e esse bando de canalhas fazem exatamente o contrario,inventam mais indultos.
A velha da praça ouvia um pouco melhor e era menos caduca.
Excluir