quinta-feira, 27 de abril de 2017

Quando eu ouço falar em índio, me dá arrepio!


Alguns dados sobre eles:

Item
%
Valores
Un
População do Brasil
100,00%
207.800.000
hab
População indígena
0,35%
715.213
hab
Vivendo em áreas indígenas
0,20%
412.678
hab
Vivendo fora das áreas indígenas
0,15%
302.535
hab
População do resto do Brasil
99,65%
207.084.787
hab


Área do Brasil
100,00%
8.516.000
km2
Área das reservas indígenas
13,77%
1.172.653
km2
Habitantes por km2

0,35
hab
Área reservada ao resto
86,23%
7.343.347
km2
Habitantes por km2

28,30
hab

Ou seja, cada índio é “dono” de um latifúndio de 284 hectares, enquanto ao cidadão que paga seus impostos cabem 3,5 hectares, um “microfúndio” 81 vezes menor.

Não obstante, somos obrigados a aturar frequentemente as investidas de hordas de vagabundos instigados e patrocinados pela igreja e pelos partidos de esquerda, agressivos e reivindicando mais terras e mais direitos além dos que eles já têm (vide Estatuto do Índio), como a algazarra que fizeram anteontem na Esplanada.


É pau neles e cadeia para quem está por trás dessa bandidagem.


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Maria, a Louca (Requião) é da “Comissão Especial do Extrateto”, mas recebe o dobro do teto


O governo do Paraná teve um recurso negado pela Justiça em 2014 e foi obrigado a pagar R$ 453 mil ao senador Roberto Requião (PMDB), referentes à pensão vitalícia de ex-governador da qual ele usufrui. O pagamento se refere ao período entre junho de 2011 a agosto de 2012, durante o qual o benefício esteve suspenso.

Somando a pensão especial referente ao período em que atuou como governador do Paraná, de R$ 30.471,11, com a remuneração relativa ao atual mandato no Senado, de R$ 33.763,00, o valor mensal recebido por Requião (R$ 64.234,11) ultrapassa o teto constitucional, que hoje é de R$ 33.763,00.

O curioso é que Requião integra, junto com outros sete parlamentares, a “Comissão Especial do Extrateto” do Senado.

Aliás, curioso é o cacete! É um escárnio mesmo! Para variar, é mais um caso de raposa tomando conta do galinheiro.


"Excelências" sai do ar por falta de patrocínio. Lamentável!


quarta-feira, 19 de abril de 2017

13 motivos pelos quais Lula merece ser perseguido pelo povo brasileiro

João César de Melo

Lula queixa-se de perseguição. Ele tem razão. Estamos perseguindo-o. É o que todo brasileiro deve fazer: perseguir Lula porque ele é o “comandante máximo da organização criminosa”, como disse Deltan Dallagnol.

Abaixo, listo alguns fatos que ilustram o caráter do homem que ousa se apresentar como a pessoa mais honesta do mundo, a única solução para o Brasil:

1 – Lula mostrou sua índole logo em seus primeiros anos como sindicalista, trabalhando como informante do DOPS, a polícia de repressão política da ditadura. Lula repassava aos militares informações sobre reuniões, movimentações e organização de greves.

2 – Ao mesmo tempo em que dedurava seus companheiros, Lula recebia dinheiro da Odebrecht. Emílio Odebrecht, já naquela época, pagava as despesas pessoais de Lula, antes mesmo dele ingressar na política.

3 – Por todo o tempo, Lula trabalhou contra o Brasil. Em 1988, votou contra o texto final da Constituição Federal; em 1989, fez campanha em favor do calote da dívida externa; em 1993, ignorou o acordo de governabilidade proposto por Itamar Franco depois do impeachment de Fernando Collor; em 1994, foi contra o Plano Real, responsável pela estabilização econômica depois de quase uma década de hiperinflação; em 1998, foi contra a privatização da telefonia, que veio a modernizar o setor; em 1999, foi contra à adoção do câmbio flutuante e metas de inflação; em 2000, foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal; durante todo o governo FHC, foi contra os “programas sociais”; e mesmo durante os seus dois mandatos, não aproveitou sua popularidade e seu poder político para fazer as reformas estruturais na previdência e nas leis trabalhistas que necessitamos até hoje.

4 – Antes de ser eleito presidente, Lula dedicava-se a difamar a imagem do Brasil no exterior. Em todos os eventos em que participava, Lula inflacionava os problemas brasileiros para enaltecer a si mesmo como a única solução para o país, como ele mesmo admitiu.

5 – Lula manifestava publicamente seu apoio aos atos de vandalismo do MST, que chegaram a invadir, depredar e saquear uma fazenda da família de FHC, então presidente.

6 – Em 2001, Lula apoiou a turnê de Jose Bové pelo Brasil, quando o comunista francês liderou a depredação de centros de pesquisas e estabelecimentos comerciais.

7 – Lula não apenas apoiou ditaduras, mas as financiou com o dinheiro dos pagadores de impostos. Foi por meio do BNDES, ou seja, dos pagadores de impostos brasileiros, que as obras da Odebrecht em Cuba e na Venezuela foram financiadas.

8 – Todas as suas candidaturas, tanto para a Câmara quanto para a Presidência da República, foram financiadas com dinheiro ilegal da Odebrecht, como admitiu o próprio Emílio Odebrecht.

9 – Por todo o tempo em que foi presidente, Lula empenhou-se em desqualificar seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, a despeito de sempre sido tratado muito bem por ele. Fez o mesmo com Marina Silva, outrora de seu partido e que a exemplo de FHC, sempre lhe prestou respeito.

10 – Por todo o tempo em que foi presidente, Lula loteou ministérios, estatais, agências reguladores e fundos de pensão entre militantes, políticos e partidos aliados, permitindo e usufruindo do maior esquema de corrupção da história da humanidade, responsável direto pela atual recessão econômica.

11 – Por todo o tempo em que foi presidente, Lula não mediu esforços em incentivar todo tipo de conflito, seja de classes, de raça e/ou de gênero, institucionalizando o discurso de “nós contra eles”, financiando o aparelhamento ideológico nas escolas e universidades estatais e entupindo o estado de militantes.

12 – De volta à oposição, Lula continua trabalhando contra todas as reformas propostas para resolver os problemas criados por ele e por sua criatura, Dilma.

13 – Como se fosse pouco o estrago que ele e sua organização criminosa promoveram à economia e às instituições brasileiras, Lula mais uma vez empenha-se em difamar o Brasil no exterior, desqualificando as instituições brasileiras.

Lula é o maior canalha da política brasileira. Sua biografia extrapola o perfil do político corrupto. Lula é mais. Lula não tem escrúpulos. Lula é capaz de trair quem quer que seja para se preservar. É capaz de inventar qualquer mentira para construir sua versão dos fatos. É capaz de injuriar e desqualificar antigos aliados. É capaz de fazer tudo de novo. Lula é aquele que utiliza do velório da esposa para fazer comício.

Enquanto estiver livre, Lula continuará mentindo, caluniando, desqualificando tudo e todos não alinhados a ele. Não podemos ter pudor em dizer que estamos perseguindo Lula. Temos muitos motivos para isso.


terça-feira, 18 de abril de 2017

Reinaldo Azevedo, coitado, mais chutado que cão sarnento, perdeu até a capacidade de raciocínio

Que zurre a direita xucra: exigência que Moro faz a Lula é ilegal

Juiz se irrita porque defesa de petista arrola 87 testemunhas e decide retaliar: exige que Lula esteja presente a todos os depoimentos. Não faz sentido!

O Brasil, infelizmente, na média, está ficando mais burro. E, bem…, não nasci para puxar a carroça da estupidez. Uma notícia está sendo aplaudida pela direita xucra e execrada pela esquerda também xucra: Sergio Moro autorizou que a defesa do ex-presidente Lula ouça 87 testemunhas num processo em que o petista é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Só que fez uma exigência: o chefão petista terá de estar presente a todos os depoimentos.

A direita bucéfala delira! “Dá-lhe, Moro, juiz sem igual,”

A esquerda abestada vê na decisão o golpe continuado.

Não há um só advogado que ignore que Sergio Moro está cometendo uma arbitrariedade. Entendo que se trata de exercício de obstrução do direito de defesa.

Se o magistrado acha que há testemunhas demais e se, entre estas, há pessoas irrelevantes para o processo, ele que as recuse, então, desde que respeite o número a que tem direito o réu: oito. Vale dizer: até esse número, não pode interferir. Mas não! Moro decidiu falar para Lula: “Ah, é? Oitenta e sete testemunhas? Então você vai ver o que é bom pra tosse! Vou ter de ouvir toda aquela gente, mas você também. Vai provar do seu próprio remédio”.

Bem, é desnecessário eu dizer que um juiz julga, não pratica vingança.

Ah, sei que vai começar aquela gritaria hidrófoba! “Olhe o Reinaldo a defender Lula…” É, vai ver ele me comprou, andou me pagando jantares, me convidou pra dançar… Sabem o que é? Quando o PT era o partido mais poderoso do Ocidente, literalmente, decidi combatê-lo. Agora que está na lona, resolvi aderir. É que sou idiota, e todos os que não gostam de mim são inteligentes, certo? Como sabemos, o que apareceu de direitista valentão depois que o PT caiu em desgraça é uma enormidade! Até o Paulo Henrique Amorim chuta o Lula…

A lei tem de valer para todo mundo. Também para… Lula.

O Código de Processo Penal, que é do Estado Novo, obriga o réu a comparecer a todos os atos do processo, mas isso não foi recepcionado pela Constituição de 1988. Tanto é assim que é comuníssimo pedir-se dispensa da presença do acusado, e isso é deferido, inclusive para audiências em que serão ouvidas testemunhas de acusação, quando, em tese, poderia haver a necessidade de reconhecimento, dependendo dos fatos imputados pela denúncia.

Em se tratando de testemunhas arroladas pela defesa, não faz o menor sentido obrigar o comparecimento do réu. E a lei que alterou o CPP neste ponto prevê que o réu residente fora da comarca em que se dá o processo pode ser interrogado por carta precatória, tendo havido posteriormente a adoção da videoconferência para a realização de audiências em que devam ser ouvidas testemunhas de fora da terra, e também interrogados réus na mesma situação.

Moro está fazendo uma exigência descabida. E, o que é mais impressionante, ele próprio o admite. Queria saber a quem serve transformar Lula numa vítima de atos judiciais de exceção. Quem ganha com isso?

Tendo a achar que é o próprio… Lula!


Reinaldo perdeu até a capacidade de raciocinar. E mais: acha que todo mundo que o lê é trouxa, porque sempre enche linguiça até mais não poder para que os mais apressados desistam no meio, não cheguem aos seus “raciossímios” usualmente absurdos e se fixem apenas nos títulos sempre chamativos.

Contestando o espertinho, se o Código de Processo Penal obriga o réu a comparecer a todos os atos do processo, onde está a ilegalidade no ato de Moro? Se “isso não foi recepcionado pela Constituição de 1988”, como ele diz, também não tem a menor importância, até porque uma Constituição não tem a mínima obrigação de abarcar todos os Códigos. Se ela é omissa nesse ponto, continua valendo o escrito no CPP. A presença ou não do acusado nesse tipo de ato do processo depende exclusivamente do juiz.


Millôr e Lula


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Lista dos apelidos da Odebrecht

 Adão Vilaverde, deputado estadual (PT-RS)- Eva 
 Ademar Traiano, deputado estadual (PSDB-PR)- Praia 
 Adolfo Viana, deputado estadual (PSDB-BA)- Jovem 
 Adrian Mussi, ex-deputado federal (PMDB-RJ) Flamengo 
 Aécio Neves, senador (PSDB-MG)- Mineirinho 
 Agnelo Queiroz, ex-governador (PT-DF) Comprido 
 Alberto Pinto Coelho, ex-governador (PP-MG) Da Casa 
 Alcebíades Sabino, ex-deputado estadual (PSC- RJ) Atravessador 
 Alexandre Passos, ex-presidente da Câmara de Vitória (PT-ES) Sapato 
 Alexandre Postal, deputado estadual (PMDB-RS)- Correios 
 Alexandre Silveira, secretário estadual de saúde (PSD-MG)- Silo 
 Aloizio Mercadante (PT-SP)- Aracaju 
 Aloysio Nunes, ministro (PSDB-SP)- Manaus 
 Ana Amélia Lemos, senadora (PP-RS)- Coluna 
 Ana Paula Lima, deputada estadual (PT-SC)- Musa 
 André Correa, deputado estadual (PSD/RJ)-- Verdinho 
 André Vargas, ex-deputado federal por SC (sem partido)- Parente 
 Andrés Sanchez, deputado federal (PT-SP)- Timão 
 Angela Amin, ex-prefeita (PP-SC) Aspirina 
 Anthony Garotinho, ex-governador (PR-RJ) Bolinha ou Pescador 
 Antonio Anastasia, senador (PMDB-MG)- Dengo 
 Antonio Andrade, vice-governador (PMDB-MG) Wanda 
 Antonio Carlos Magalhães Neto, prefeito (DEM)-- Anão 
 Antônio de Brito, deputado federal (PSD-BA)- Misericórdia 
 Antonio Palocci, ex-ministro (PT-SP) Italiano 
 Arlete Magalhães, deputada estadual (PV-MG)- Navalha 
 Arlindo Chinaglia, deputado (PT-SP)- Grisalho 
 Arnaldo Jardim, secretário estadual (PPS-SP)- Carajás 
 Arselino Tatto, vereador (PT-SP)- Contas 
 Arthur Maia, deputado federal (PPS-BA)- Tuca 
 Artur Virgílio, prefeito (PSDB-AM)- Kimono 
 Audifax Barcelos, prefeito (Rede-ES)- Italiano 
 Ayrton Xerez, ex-deputado federal (DEM-RJ) Persa 
 Barros Munhoz, deputado estadual (PSDB-SP)- Cruzeiro do Sul 
 Bernardo Ariston, ex-deputado federal (PMDB-RJ) Rasputinzinho 
 Bernardo Santana, deputado (PR-MG)- Igreja 
 Beto Albuquerque, deputado federal (PSB-RS)- Trincaferro 
 Beto Mansur, deputado federal (PRB-SP)- BMW ou Manso 
 Beto Richa, governador (PSDB-PR)- Brigão, Piloto 
 Blairo Maggi, ministro (PP-MT)- Caldo 
 Braz Antunes Mattos Neto, vereador (PSD-SP)- Adoniran 
 Bruno Araújo, ministro (PSDB-PE)- Jujuba 
 Bruno Siqueira, prefeito (PMDB-MG)- Fino 
 Campos Machado, deputado estadual (PTB-SP)- Itabuna 
 Carlin Moura, ex-prefeito (PC do B-MG) Barão 
 Carlos Melles, deputado federal (DEM-PR)- Da hora 
 Carlos Todeschini (PT-RS)- Alemão 
 Carlos Zarattini, deputado federal (PT-SP)- Guarulhos 
 Cássio Cunha Lima, senador (PSDB-PB)- Prosador 
 Célio Moreira, deputado estadual (PSDB-MG)- Frances 
 Celso Russomanno, deputado federal (PRB-SP)- Itacaré 
 Cesar Colnago, vice-governador (PSDB-ES) Gripe 
 César Maia, ex-prefeito do Rio (DEM-RJ) Botafogo ou Déspota 
 Cida Borghetti, vice-governadora do PR (PP-PR) Princesa 
 Ciro Nogueira, senador (PP-PI)- Cerrado 
 Colbert Martins Filho, vice-prefeito (PMDB-BA) Médico 
 Dalírio Beber, senador (PSDB-SC), e Napoleão Bernardes, prefeito de Blumenau (PSDB-SC) Conquistador 
 Daniel Almeida, deputado federal (PC do B-BA)- Comuna 
 Delcídio do Amaral, ex-senador (MS)- Ferrari ou Grisalhão 
 Dimas Fabiano Jr., deputado federal (PP-MG)- Filhinho ou Filinho ou Gordo 
 Domingos Sávio, deputado estadual (PSDB-MG)- Sábado 
 Duarte Nogueira, prefeito (PSDB-SP)- Ponta Porã ou Corredor 
 Durval Amaral, presidente do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR)- Amarelou 
 Edinho Bez, ex-deputado federal (PMDB-SC) Mercedes 
 Edinho Silva, prefeito (PT-SP)- Itambé 
 Edison Lobão, senador (PMDB-MA)- Esquálido 
 Edson Aparecido dos Santos (PSDB-SP)- Itumbiara 
 Eduardo Azeredo, ex-governador de MG (PSDB-MG) Padrinho 
 Eduardo Campos, ex-governador (PSB-PE) Neto 
 Eduardo Cunha, ex-deputado federal (PMDB-RJ) Caranguejo 
 Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio (PMDB-RJ) Nervosinho 
 Eduardo Siqueira Campos (DEM-TO)- Acelerado 
 Edvaldo de Brito, vereador (PSD-BA)- Candomblé 
 Elbe Brandão, deputada estadual (PSDB-MG)- Fazendão 
 Eliseu Padilha, ministro (PMDB-RS)- Angorá, Primo, Bicuíra ou Fodão 
 Elismar Prado, deputado estadual (PDT-MG)- Jornalista 
 Esmael de Almeida, deputado estadual (PMDB-ES)- Canário 
 Eunício de Oliveira, presidente do Senado (PMDB-CE)- Índio 
 Fabiano Pereira, ex-deputado (PSB-RS) Carmem 
 Fábio Branco, secretário estadual (PMDB-RS)- Colorido 
 Fabio Faria, deputado (PSD-RN)- Bonitão ou Garanhão 
 Fabio Ramalho, deputado federal (PMDB-MG)- Barrigudo 
 Fernando Bezerra, senador (PSB-PE)- Novilho ou Charada 
 Fernando Capez, deputado estadual (PSDB-SP)- Brasília 
 Fernando Collor, senador (PTC-AL)- Roxinho 
 Fernando Pimentel, governador (PT-MG)- Do reino 
 Francisco Appio, ex-deputado estadual (PPRS) Abelha 
 Francisco Chagas, ex-vereador (PT-SP) Campinas 
 Frederico Antunes, deputado estadual (PP-RS)- Fodinha 
 Garibaldi Alves, senador (PMDB-RN)- Lento 
 Geddel Vieira Lima, ex-ministro (PMDB-BA) Babel 
 Geraldo Alckmin, governador (PSDB-SP)- Belém ou M&M 
 Geraldo Júnior, secretário municipal (SD-BA)- Bico 
 Germano Rigotto, ex-governador (PMDB-RS) Desesperado 
 Gil Pereira, deputado estadual (PP-MG)- Lagarto ou Largato 
 Gilberto Kassab, ministro (PSD-SP)- Chefe Turco, Kibe ou Projeto 
 Gim Argello, ex-senador (PTB-DF) Campari 
 Gleisi Hoffmann, senadora (PT-PR)- Amante ou Coxa 
 Guido Mantega, ex-ministro Pós-italiano ou Pós-Itália
 Guilherme Lacerda (PT-ES)- Magma 
 Gustavo Correa , deputado estadual (DEM-MG)- Dentada 
 Gustavo Fruet, ex-prefeito de Curitiba (PDT-PR) Dentuço 
 Gustavo Valadares, deputado estadual (PSDB-MG)- Tio 
 Helder Barbalho, ministro (PMDB-PA)- Cavanhaque 
 Henrique Carballal, vereador (PV-BA)- Buzu 
 Heráclito Fortes, deputado federal (PSB)-- Boca mole 
 Hudson Braga, secretário de obras do RJ-- Oxigênio 
 Hugo Napoleão, ex-governador (PSD-PI) Diplomata 
 Humberto Costa, senador (PT-PE)- Drácula 
 Ideli Salvatti, ex-ministra (PT-SC) Fantasma 
 Inaldo Leitão (sem partido)-- Todo Feio e Cunhado 
 Iriny Lopes, ex-deputada federal (PT-ES) Masculina 
 Iris Rezende, prefeito (PMDB-GO)- Babão 
 Ivar Pavan, ex-deputado estadual (PT-RS) Pavão 
 Ivo Cassol, senador (PP-RO)- Maçaranduba 
 Jader Barbalho, senador (PMDB-PA)- Jacaré 
 Jaime Martins, deputado federal (PSD-MG)- Asfalto 
 Jaques Wagner, ex-governador (PT-BA) Polo 
 Jarbas Vasconcelos, deputado federal (PMDB-PE)- Viagra 
 João Alves Filho, ex-prefeito (DEM-SE) Louro 
 João Fischer (Fixinha), deputado estadual (PP-RS)- Aquático 
 João Paulo Cunha, ex-deputado (PT-SP) Santo André 
 João Paulo Papa, deputado federal (PSDB-SP)- Benzedor 
 João Paulo Rillo, deputado estadual (PT-SP)- Boiadeiro 
 Jorge Bittar, ex-deputado federal (PT-RJ) Passadão ou Triângulo 
 Jorge Piciani, deputado estadual (PMDB-RJ)- Grego 
 José Agripino, senador (DEM-RN)- Gripado ou Pino 
 José Anibal, ex-senador (PSDB-SP) Navegante 
 José Carlos Aleluia, deputado federal (DEM-BA)- Missa 
 José Chaves, ex-deputado (PTB-PE) Chaveiro 
 José Dirceu, ex-ministro (PT), ou João Vaccari, ex-tesoureiro do PT Guerrilheiro 
 José Fernando de Oliveira, ex-deputado (PV-MG) Azeitona 
 José Genoíno, ex-presidente do PT (PT-SP) Natal 
 José Maria Eymael (PSDC-SP)- Itatiaia 
 José Otávio Germano, deputado federal (PP-RS)- Enteado 
 José Roberto Arruda, ex-governador (ex-DEM) Parreira 
 José Sarney (PMDB), ex-presidente- Escritor 
 José Serra, senador (PSDB-SP)- Vizinho 
 Josenildo Sinésio, ex-vereador de Recife (SD-PE) Padre 
 Juarez Amorim (PPS-MG)- Doutor 
 Juarez Amorim (PPS-MG)- Segundo 
 Júlio Delgado, deputado federal (PSB-MG)- Zagueiro 
 Julio Lopes, deputado federal (PP-RJ)- Bonitão, Pavão, Bonitinho, Velho, Casa de Doido 
 Julio Lopes, secretário de transportes (PP-RJ)- Pavão ou Velhos 
 Jutahy Magalhães, deputado federal (PSDB-BA)- Moleza 
 Kátia Abreu, senadora (PMDB-TO)- Machado 
 Lídice da Mata, senadora (PSB-BA)- Feia 
 Lindbergh Farias, senador (PT-RJ)- Feio ou Lindinho 
 Lorena de Fátima Arrué Dias, candidata (PSDB-RS)- Protegida 
 Luciano Rezende, prefeito (PPS-ES)- Filho do reino 
 Lúcio Vieira Lima, deputado federal (PMDB-BA)- Bitelo 
 Lúdio Cabral, ex-vereador (PT-MT) Ema 
 Luiz Carlos Busato, deputado federal (PTB-RS)- Jangada 
 Luiz Carlos Hauly, deputado federal (PSDB/PR)-- Decodificado 
 Luiz Fernando Faria, deputado federal (PP-MG)- Lima 
 Luiz Fernando Pezão, governador do RJ (PMDB-RJ)- Proximus 
 Luiz Fernando T. Ferreira, deputado estadual (PT-SP)- Lamborghini 
 Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente (PT-SP) Amigo 
 Luiz Paulo Correa da Costa, deputado estadual (PSDB-RJ)- Disco 
 Luiz Paulo Vellozo, ex-prefeito (PSDB-ES) Filhote 
 Manoel Neca (PP)-- Baixada 
 Manuela D'Ávila, deputada federal (Pc do B-RS)- Avião 
 Marcelo Nilo, deputado estadual (PSL-BA)- Rio 
 Márcio França, vice-governador de SP (PSB-SP) Paris 
 Marcio Lacerda, ex-prefeito (PSB-MG) Poste 
 Márcio Reinaldo, prefeito (PP-MG)- Jogador 
 Marco Alba, prefeito (PMDB-RS)- Escuro 
 Marco Maia, deputado federal (PT-RS)- Aliado ou Gremista 
 Marconi Perillo, governador (PSDB-GO)- Patati ou Padeiro 
 Marcos Montes, deputado federal (PSD-MG)- Montanha 
 Maria do Carmo Lara Rezende, ex-prefeita (PT-MG) Bateria 
 Maria do Rosário, deputada federal (PT-RS)- Solução 
 Mário Kertesz, ex-prefeito (PMDB)- Roberval Taylor 
 Marta Suplicy, senadora (PMDB-SP)- Barbie ou Belo Horizonte 
 Mauro Lopes, deputado (PMDB-MG)- Cintinho 
 Max Filho, prefeito de Vila Velha (PSDB-ES)- Novo 
 Mendes Ribeiro Filho, ex-deputado (PMDB-RS) Cérebro 
 Moreira Franco, ministro da secretaria geral da presidência (PMDB-RJ)- Primo 
 Nelson Pellegrino, deputado federal (PT-BA)- Pelé 
 Nilmário Miranda, secretário estadual (PT-MG)- Metalúrgico 
 Osmar Dias, ex-senador (PDT)- Caim 
 Otávio Leite, deputado federal (PSDB-RJ)- Garoto 
 Pablito, ex-vereador (PSDB-MG) Calvo 
 Paes Landim, deputado federal (PTB-PI)- Decrépito 
 Paulinho da Força, deputado (SD-SP)- Boa Vista 
 Paulo Abi Ackel, deputado federal (PSDB-MG)- Diamante 
 Paulo Alexandre Barbosa, prefeito (PSDB-SP)- Babosa 
 Paulo Bernardo, ex-ministro- Filósofo 
 Paulo Bornhausen, ex-deputado (PSB-SC) Filho 
 Paulo Câmara, vereador (PSDB-BA)- Amigo C 
 Paulo Ferreira, ex-tesoureiro do PT (PT-RS) Contador 
 Paulo Hartung, governador (PMDB-ES)- Baianinho 
 Paulo Henrique Lustosa, deputado federal (PP-CE)- Educador 
 Paulo Magalhães Júnior (PV-BA)- Goleiro 
 Paulo Pimenta, deputado federal (PT-RS)- Montanha 
 Paulo Rubem Santiago, ex-deputado (PSOL-PE) Bronca 
 Pedro Eurico, secretário estadual (PSDB-PE)- Chorão 
 Pimenta da Veiga (PSDB-MG) e Antonio Anastasia, senador (PSDB-MG) Gordo 
 Plauto Miró, deputado estadual (DEM-PR)- Grosseiro 
 Raul Jungmann, ministro (PPS-PE)- Bruto 
 Renan Calheiros (PMDB-AL)- Atleta 
 Renan Calheiros, senador (PMDB-AL)- Justiça 
 Renato Casagrande, ex-governador (PSB-ES) Centroavante 
 Ricardo Ferraço, senador (PSDB-ES)- Duro 
 Ricardo Ferraço, senador (PSDB-ES)- Nulo ou Duro 
 Ricardo Montoro, ex-deputado estadual (PSDB-SP) Macapá 
 Roberto Freire, ministro (PPS-SP)- Curitiba 
 Roberto Massafera, deputado estadual (PSDB-SP)- Ribeirão Preto 
 Robinson Faria, governador (PSD-RN)- Bonitinho 
 Robson de Lima Apolinário, ex-deputado suplente (PDT-SP) Crusoé 
 Rodrigo de Castro, deputado federal (PSDB-MG)- Castor 
 Rodrigo Garcia (DEM-SP)- Suíça 
 Rodrigo Maia, presidente da Câmara (PMDB-RJ)- Botafogo 
 Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados (DEM-RJ)- Inca 
 Romero Jucá, senador (PMDB-RR)- Caju 
 Ronaldo Caiado, senador (DEM-GO)- Vaqueiro 
 Ronaldo Santini, deputado estadual (PTB-RS)- Inferno 
 Rosalba Ciarlini, prefeita (PP-RN)- Carrossel 
 Sandro Boka, ex-deputado (PMDB-RS) Bocão 
 Sandro Mabel, ex-deputado federal (PR-GO) Biscoito 
 Sérgio Aquino, candidato a prefeito de Santos (PMDB-SP)- Pequeno 
 Sérgio Borges, ex-deputado (PMDB-ES) Boquinha 
 Sérgio Cabral, ex-governador do RJ (PMDB-RJ) Proximus 
 Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB (PSDB-PE) Batalha ou Chorão 
 Tarcísio Caixeta, vereador (PC do B-MG)- Fósforo 
 Tiago Correia, vereador (PSD-BA)- Alba 
 Tião Viana, senador (PT-AC)- Menino da floresta 
 Tico Lacerda (PDT-SC)- Teco 
 Valdir Andres, ex-prefeito (PP-RS) Grenal 
 Valdir Raupp (PMDB-RO)- Alemão 
 Vicente Candido, deputado (PT-SP)- Palmas 
 Vicentinho, deputado federal (PT-SP)- João Pessoa 
 Waldir Pires, (PT-BA)- Soneca 
 Weliton Prado, deputado federal (PMB-MG)- Fragmentada 
 Wellington Magalhães, vereador (PTN-MG)- Aço 
 Wellington Magalhães, vereador (PTN-MG)- Navalha 
 Wilma de Faria, vereadora (PT do B-RN)- Cobra 
 Yeda Crusius, deputada federal (PSDB-RS)- Balzac 
 Zeca do PT, deputado federal (PT-MS)- Pescador 

Doria é atacado pela Amante

O Antagonista

João Doria tem sorte.

Hoje ele foi atacado por Gleisi Hoffmann, codinomes Coxa e Amante.

Ela disse, segundo O Globo:

“Doria antipolítico? Que fofo isso! É filiado ao PSDB desde 2001 e não não é político? Vai ter a cara de pau de dizer que Lula não pode presidir o Brasil? Em 2018 teremos de um lado os donos do capital e do outro lado o povo brigando pelos seus direitos. Eu estarei ao lado do povo brasileiro lutando por seus direitos”.

Se todos os adversários de João Doria tiverem recebido propina da Odebrecht, será a campanha mais fácil da história.

Simplesmente genial essa chamada do Antagonista!

sexta-feira, 14 de abril de 2017

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Dificuldades na Lava-Jato


Escrevi isso na quarta-feira, 13 de abril de 2005 e nada mudou

Dívidas com o INSS em 2003 já somavam mais de R$ 80 bilhões

Como todo futuro aposentado que se preza, fui dar um passeio no site do INSS para ver a quantas anda minha futura aposentadoria. Faltam 2 anos e lamentavelmente eu tenho que aumentar minha contribuição, para ver se consigo receber alguma coisa que se assemelhe ao que eles prometem. Aliás, alguém já conseguiu entender os cálculos que o INSS faz? E quem descontava sobre 20 salários, como meu pai, que foram transformados na pensão de fantásticos 600 reais para minha mãe? Peça explicações que ninguém vai dar. É o sistema, dizem.

Mas não é isso que quero abordar. Fuçando no site, descobri a lista da dívida ativa do Instituto “atualizada” em 2003. Já começa por aí a bagunça: desnecessário lembrar que 2003 já passou faz 2 anos, e atualizada é o escambau! Indo adiante, deparo-me com a quantia de astronômicos 80 bilhões e trocados devidos por não sei quantas empresas. Eles não divulgam esse número, mas acredito que entre mínimo de R$ 29,00 e o máximo de R$ 449.065.322,83 (que é a dívida da Transbrasil) existam centenas de milhares de devedores. Apurando a pesquisa, verifico que existem 36 devedores acima dos 100 milhões, que somam 10% da dívida total, dos quais 22 são órgãos públicos, como a Câmara Municipal de Campinas, a Caixa Econômica Federal, a Empresa Brasileira de Correios e Telegrafos, a Governadoria do Estado do Rio de Janeiro, etc.. Fazendo uma projeção nas coxas, dá metade da dívida com o INSS, só de órgãos públicos. É de pasmar que permitam dívidas nesse montante a instituições que deveriam dar exemplos de administração. E ainda tem gente que é contra privatizações. Por mim, até a Presidência da República seria privatizada.

Se o Brasil tivesse gente decente em pelo menos um dos três poderes, seria muito fácil. O problema é que a intimidade entre eles é muito grande, e quem não é corrupto já foi ou vai ser. Depois querem corrigir tudo aumentando a contribuição de quem paga. Justiça, cadê você? Além de cega ficou burra? Com perdão da má palavra: vão todos à merda, inclusive eu, que sou burro o suficiente para ainda pagar impostos e contribuir com calhordas.


FHC também está no grampo

PETIÇÃO 6.794 (229)
ORIGEM : pet - 6794 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PROCED. :DISTRITO FEDERAL
RELATOR :MIN. EDSON FACHIN
REQTE.(S) :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

DECISÃO: 1. Trata-se de petição instaurada com lastro nas declarações prestadas pelo colaborador Emílio Alves Odebrecht (Termo de Depoimento n. 3), o qual relata o pagamento de vantagens indevidas, não contabilizadas, no âmbito da campanha eleitoral de Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República, nos anos de 1993 e 1997. Afirmando que não existe menção a crimes praticados por autoridades detentoras de foro por prerrogativa de função nesta Corte, requer o Procurador-Geral da República o reconhecimento da incompetência do Supremo Tribunal Federal para a apuração dos fatos, enviando-se o citado termo à Procuradoria da República em São Paulo. Postula, por fim, “o levantamento do sigilo em relação ao termo de depoimento aqui referido” (fl. 4).

(...)

5. Ante o exposto: (i) determino o levantamento do sigilo dos autos; (ii) defiro o pedido do Procurador-Geral da República para o envio de cópia das declarações prestadas pelo colaborador Emílio Alves Odebrecht (Termo de Depoimento n. 3), e documentos apresentados, à Seção Judiciária de São Paulo, ficando autorizada, por parte do requerente, a remessa de cópia de idêntico material à Procuradoria da República naquele Estado. Registro que a presente declinação não importa em definição de competência, a qual poderá ser reavaliada nas instâncias próprias.

Atendidas essas providências, arquivem-se.
Publique-se. Intime-se.
Brasília, 4 de abril de 2017.
Ministro EDSON FACHIN
Relator


E aí, Mino Carta? Até agora não li nada a respeito no seu pasquim...

PETIÇÃO 6.715 (154)
ORIGEM : pet - 6715 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PROCED. :DISTRITO FEDERAL
RELATOR :MIN. EDSON FACHIN
REQTE.(S) :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

DECISÃO: 1. Cuida-se de petição instaurada com lastro nas declarações prestadas pelos colaboradores Paulo Henyan Yue Cesena (Termo de Depoimento n. 6), Marcelo Bahia Odebrecht (Termo de Depoimento n. 15) e Emílio Alves Odebrecht (Termo de Depoimento n. 22), os quais narram que o ex-Ministro da Fazenda, Guido Mantega, teria solicitado ao colaborador, Marcelo Bahia Odebrecht, apoio financeiro à Revista Carta Capital, pleito também feito ao colaborador Emílio Alves Odebrecht pelo ex- Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido teria sido atendido e o Grupo Odebrecht, a título de empréstimo, efetuou o repasse de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), soma quitada na forma de compensação com espaços publicitários. A operação deu-se por intermédio do Setor de Operações Estruturadas.

Afirmando que não existe menção a autoridade detentora de foro por prerrogativa de função neste Corte, requer o Procurador-Geral da República o reconhecimento da incompetência do Supremo Tribunal Federal para a apuração dos fatos, enviando-se cópia das declarações à Procuradoria da República no Estado de São Paulo. Requer, ainda, o levantamento do sigilo do procedimento.

(...)

5. Ante o exposto: (i) determino o levantamento do sigilo dos autos; (ii) defiro o pedido do Procurador-Geral da República para o envio de cópia dos termos de depoimento dos colaboradores Paulo Henyan Yue Cesena (Termo de Depoimento n. 6), Marcelo Bahia Odebrecht (Termo de Depoimento n. 15) e Emílio Alves Odebrecht (Termo de Depoimento n. 22), além dos documentos apresentados, à Seção Judiciária do Estado de São Paulo, ficando autorizada, por parte do requerente, a remessa de cópia de idêntico material à Procuradoria da República naquele mesmo Estado. Registro que a presente declinação não importa em definição de competência, a qual poderá ser reavaliada nas instâncias próprias.

Oficie-se em após, arquivem-se.
Publique-se. Intime-se.
Brasília, 4 de abril de 2017.
Ministro EDSON FACHIN
Relator
Documento assinado digitalmente