sábado, 18 de janeiro de 2014

Boiolândia

Mesmo correndo o risco de o assunto ficar repetitivo, já que Reinaldo Azevedo e Rodrigo Constantino falaram sobre gays hoje – não que eu me compare a eles, mas apenas porque quase todos que me leem os leem também –, eu vou dar meu pitaco e repetir aqui, pela enésima vez, que a morte de um viado, por si só, não pode ser considerada um crime homofóbico.

Como todos nós, há viados que se suicidam, que têm infartos, que têm câncer, que são atropelados... Enfim, eles são tão mortais quanto o resto da população, ou menos, até. Considerando que em 2012, houve 50.108 assassinatos no País e, entre estes, 338 foram classificados como crimes homofóbicos, eu arrisco afirmar que é pouco, muito pouco para os 18 ou 20 milhões de homossexuais que vivem no Brasil.

É claro que os gays também são assassinados por outros motivos, mas aí é que está um dos problemas dessa estatística: motivos. A maioria dos crimes classificados como homofóbicos resultam da pura imprudência de, na ânsia do sexo fácil, admitir como parceiros o primeiro bofe que passar e der mole. Dão o motivo. Aí fica difícil.

Um outro aspecto da análise é a precipitação e distorção das conclusões sobre o que é ou não homofóbico. No caso do garoto que caiu, se jogou ou foi jogado do viaduto (sem trocadilho) em Sampa semana passada, a gayzada se apressou tanto que já fez até passeata em protesto, com todo apoio da pateta que ocupa a cadeira de ministra dos direitos humanos.

A comparação vale: alguém já teve notícia de putas fazendo estatísticas sobre os assassinatos das colegas (e como os há)? Alguém já soube de alguma passeata de putas protestando nesse sentido? Alguém já viu alguma puta reivindicando fazer sexo no meio da rua, como fazem os gays – não todos, óbvio –, querendo nos enfiar goela abaixo que são apenas manifestações de afeto? Quem duvida, eu desafio e vale a cerveja: quem sentar em um dos bares da Farme de Amoedo, em Ipanema, e conseguir ficar meia horinha sem se indignar com tais "manifestações afetivas", eu pago uma carreta carregadinha de Antarctica.

2 comentários:

  1. Antarctica a minha favorita no Brasil, a preta. Hum! Hum!HUm! Eu nao duvido de voce de maneira alguma e tambem nao vou ganhar a minha Antarctica, vou beber uma belga, ahttp://www.ratebeer.com/beer/kasteelbier-donker/5205/

    A Kasteelbier preta me deixa no chao, tomei duas de uma só vez no meu primeiro encontro com as cervejas belgas e depois de 20 minutos tinha chumbo nos pés, no entanto vale a pena …
    Só um por menor que nada tem a ver com o post.
    Aqui na Belgica todos os tipos de cerveja tem um copo,nao se bebe cerveja em qualquer copo.

    Quanto as prostitutas, espere um pouquinho e voce verá passeatas tambem, nao vai demorar muito, depois tambem virao os traficantes, os assassinos os ladroes e quem sabe até os politicos ladroes e corruptos irao para as rua protestar contra aqueles que reclamam da desonestidade deles.

    Eu nao sei, pois naoz vivo aí,, mas imagino que os homosexuais que dao show nas ruas sao os prostitutos que estao a venda ou gente do mais baixo nivel, nao por serem homosexuais, pois ha heteros que sao do mesmo nivel, mas sim porque nao aprenderam a distinguir nada do nada.

    Será um grande festa a Copa do Mundo,Os homosexuais que darao show de manha a noite, quanto aos adeptos do futebol, nao creio que exista uma grande quantidade de homens que sao homosexuais, me parece que os homosexuais nao sao adeptos de esportes, claro que os há,mas nao sao de sentar no sofa tomando cervejas e gritando quando a bola entra no gol, certamente eles tambem gritam quando a bola entra no gol deles. ahahahahha
    Pode ser que vejam futebol para ver alguns belos exemplares masculinos que as vezes vemos nas canchas, como os italianos, alguns ingleses e o belo Ronaldo, o Cristiano, é claro, nao confundir.
    As prostitutas certamente levarao vantagens no mercado do sexo, tratando-se de futebol, a bola bate na baliza da frente.

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    1. Os viados são todos de baixíssimo nível. Viado que se preza não precisa comprar ou se vender e muito menos participar de palhaçadas como esses movimentos gays que proliferam mais que ratos.

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