sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Milton Valdameri: Desconstruindo Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho é um polêmico jornalista, famoso pelo uso de palavrões, astrólogo, autor de vários livros e criador de um curso chamado Seminário de Filosofia. Considerado filósofo por uns, mas por outros não, ficará ao critério do leitor considerá-lo ou não um filósofo.

A desconstrução não deve ser confundida com agressão, não visa desconstruir o Olavo ou sua obra, mas o mito, apresentar algumas graves falhas que o colocam mais próximo de um mistificador do que de um filósofo. Existem muitos méritos para serem reconhecidos na obra do Olavo, a desconstrução do mito é apenas um estímulo às análises mais criteriosas, colabora com a divulgação da obra e se contrapõe aos opositores que ao invés de contestá-lo, fingem ignorá-lo e tentam escondê-lo.

O ônus da prova

A primeira parte da desconstrução não poderia abordar outra questão, pois é um critério científico, filosófico e lógico, que aquele que afirma tem a responsabilidade de apresentar as evidências daquilo que foi afirmado. É possível encontrar na internet, o Guia de Falácias, onde encontra-se a Falácia da Inversão do Ônus da Prova, que consiste em alegar que algo é verdadeiro por que não foi provado falso.

Em um dos programas True Outspeak, Olavo argumentou o seguinte: “acreditar na existência da realidade, acreditar na identidade das coisas, é uma coisa espontânea do ser humano. Se você contesta, você é quem tem que provar a sua contestação. O fato de que os primeiros princípios da lógica não podem em si mesmos, serem jamais provados e que deles dependem a prova de tudo o mais, já se demonstra com máxima clareza que não é possível o ônus da prova ser de quem afirma”.

Em primeiro lugar, o Olavo não citou qualquer um dos primeiros princípios da lógica, portanto trata-se apenas de palavras jogadas ao vento com falsa erudição, uma vez que não há como saber o que o Olavo considera como primeiros princípios da lógica, nem avaliar se os mesmos podem ou não serem provados em si mesmos.

Os primeiros princípios da lógica são os lógicos absolutos, que são chamados assim justamente por que são provados em si mesmos. Lógico absoluto é tudo aquilo que é verdadeiro por sua própria definição, como por exemplo o círculo. Uma vez definido o círculo, sendo uma linha curva regular, cujas pontas se encontram (minha definição), é possível dizer que o arco-íris não é um circulo:
-       o arco-íris é uma linha em curva regular;
-       as pontas do arco-íris não se encontram;
-       logo, o arco-íris não é um círculo.

Para mostrar por que o círculo é um lógico absoluto, basta utilizar a definição apresentada, traçar uma linha curva regular, cujas pontas se encontram, para resultar num circulo. O princípio da falseabilidade (refutabilidade) de Karl Popper, um dos princípio do método científico, está devidamente respeitado, pois basta traçar uma linha curva regular, cujas pontas se encontram, mas que NÃO resulte num círculo, para que a definição seja refutada.

Um mistificador poderia facilmente recorrer ao Pirronismo, alegando que não foram apresentadas as definições de linha, de curva ou de ponta. No entanto trata-se de outros lógicos absolutos, onde pressupõe-se que o interlocutor tenha conhecimento do que é uma linha, uma curva ou a ponta de uma linha. Desta forma, ficou demonstrado que todo e qualquer argumento, quando retrocedido sucessivamente, encontrará em algum momento uma sequência de lógicos absolutos que sustentam toda a lógica, sendo necessário retroceder mais ou menos, dependendo do conhecimento ou da ignorância do interlocutor.

Olavo de Carvalho afirma no vídeo, que é imperdoável para Richard Dawkins e Daniel Dennett (que se diz filósofo), não saber que o ônus da prova NÃO é de quem afirma. A falácia do Olavo de Carvalho não ficou limitada à inversão do ônus da prova, mas também apelou para a inversão de toda a lógica, onde de alguma forma, a lógica prova tudo com base em algo que não pode ser provado. A falha poderia ser considerada irrelevante para alguém sem preparo técnico, como diria o próprio Olavo, mas é imperdoável para o Olavo de Carvalho (que se diz filósofo).


O que é uma ciência

No mesmo vídeo onde Olavo de Carvalho inverte o princípio do ônus da prova, também explica para o interlocutor e demais ouvintes, o que é uma ciência: “ciência é o seguinte, você faz uma hipótese que um certo campo de fenômenos tem uma certa homogeneidade e que esta homogeneidade é definida por certas constantes, em seguida você vai investigar estas constantes. Isso quer dizer que em primeiro lugar, nenhuma ciência pode estudar uma realidade concreta, ciência só pode estudar recortes feitos hipoteticamente, tudo o que ela diz só vale dentro deste recorte feito hipoteticamente, nenhuma ciência pode dizer “A” sobre a realidade concreta, por que a realidade concreta não existe para a ciência”.

Olavo de Carvalho consegue mostrar uma enorme confusão mental, confundido a ciência propriamente dita com uma ramificação da ciência, chamada por ele de “uma ciência”. O simples fato de dizer que existe “uma ciência” sugere a existência de “outras ciências”, não deixando dúvidas sobre a incapacidade de entender que existe apenas UMA ciência com diversas ramificações, tornando-o completamente incompetente para pronunciar-se sobre qualquer questão científica.

Olavo consegue mostrar uma confusão mental muito maior, quando afirma que a ciência (uma ciência) não pode ser pronunciar sobre a realidade concreta. Por dedução óbvia, a bomba atômica, o desenvolvimento tecnológico e o descobrimento da cura de uma grande quantidade de doenças, não fazem parte da realidade concreta para o polêmico jornalista (que se diz filósofo).

O vídeo em questão refere-se à uma explicação sobre a existência de Deus, que o Olavo deu para um ouvinte do programa True Outspeak, chamado Tiago, que ligou para o Olavo durante a transmissão do programa. Além de explicar para o Tiago, que o ônus da prova não cabe a quem afirma, que a ciência (uma ciência) não pode se pronunciar sobre a realidade concreta, também explicou que Deus é transcendente, que Deus só pode existir como realidade concreta e que a existência de Deus é uma questão de ordem metafísica.

Ao afirmar que a investigação da existência de Deus é uma questão de ordem metafísica e que Deus só pode existir como realidade concreta, Olavo afirma implicitamente que a realidade concreta é uma questão de ordem metafísica. Sendo a metafísica a realidade concreta, uma questão de ordem física só poderia ser uma realidade abstrata, mas como o Olavo afirmou que a ciência (uma ciência) só pode se pronunciar sobre um “recorte feito hipoteticamente”, resta a possibilidade de existir (na mente do Olavo) uma realidade hipotética.

O fim da ciência moderna

Olavo de Carvalho participou do vídeo de divulgação do livro O Enigma Quântico, onde afirma que a época da modernidade científica está encerrada, não sobrevive aos exames feitos pelo autor do livro, não sobrevive à pesquisa histórica dos últimos trinta anos, que tem revelado uma imensidão de falsidades na história das origens e da constituição da ciência moderna.

Olavo citou uma carta de um cientista, que afirma que não existe a menor prova do sistema heliocêntrico, depois citou um suposto experimento realizado por dois cientistas, Michelson e Morley, descrito pelo Olavo da seguinte maneira: “se de fato a Terra se move em volta do Sol, então deve haver diferenças na velocidade da luz em vários pontos da Terra, conforme as várias estações do ano. Eles mediram isso milhares e milhares de vezes, e viram que não mudava nada, então das duas uma, ou a Terra não se move, ou é preciso modificar a física inteira. Então um cidadão chamado Albert Einstein viu isso e achou que era preferível modificar a física inteira, só para não admitir que não havia provas do heliocentrismo”.

Antes de qualquer comentário, é necessário esclarecer alguns detalhes sobre o experimento dos dois cientistas. O objetivo do experimento era verificar a existência do éter luminescente, que sofreria perturbações devido ao movimento da Terra ao redor do Sol, causando uma diferença nas medições da velocidade da luz em diferentes lugares do planeta. Os cientistas obtiveram diferentes medições e reivindicaram a comprovação da existência do éter. A comunidade científica entendeu que as diferenças nas medições não eram significativas o suficiente para demonstrar a existência de éter.

Também é necessário esclarecer que Albert Einstein não tinha a intenção de mudar toda a física (e não mudou), na verdade os resultados da Teoria da Relatividade contrariaram o desejo de Einstein, que era justamente compreender o cosmo através dos princípios newtonianos, mas descobriu que estes princípios não se aplicavam em situações astronômicas. A Teoria da Relatividade de Einstein sepultou definitivamente a hipótese da existência do éter.

Olavo de Carvalho deturpou o objetivo do experimento, as premissas do experimento e o resultado do experimento, utilizando sua própria falsificação para acusar a ciência de falsificações históricas e científicas. Não satisfeito com a nobreza da deturpação do experimento de  Michelson e Morley, Olavo acusa Einstein de modificar toda a física, apenas para não admitir que não havia provas do movimento da Terra em volta do Sol.

O movimento da Terra ao redor do Sol pode ser observado facilmente, bastando estar na Linha do Equador e observar as constelações nos solstícios e equinócios, sem necessitar sequer de um telescópio. Um ensaio de minha autoria está disponível no seguinte endereço:


O progresso da cultura

Olavo de Carvalho ministra um curso, com duração de cinco anos, chamado de Seminário de Filosofia. A introdução ao curso está disponível em um vídeo com uma hora e quarenta e cinco minutos, onde é possível identificar vários absurdos, mas comentar todos seria cansativo e desnecessário, pois se algo é absurdo em seus princípios, então todo o restante é absurdo por sua essência.

Mostrando uma suposta erudição, Olavo ensina que é possível progredir culturalmente, mas não é possível regredir, por que o tempo só vai para frente, nunca vai para trás, portanto regressão não pode ser o contrário de progresso, no entanto a cultura se deteriora. Olavo também ensina que progresso é uma unidade de medida que deve ser aplicada aos acontecimentos históricos, para saber aonde ele se realizou e aonde ele não se realizou, fazendo também uma relação entre progredir e melhorar.

É simplesmente impossível saber se o Olavo fala sobre cultura, sobre progresso ou sobre o tempo, tudo é usado conjuntamente para mostrar erudição, mas em nenhum momento algo é especificado, muito menos definido, não há qualquer definição que permita identificar se o tema trata da cultura de pepinos ou de abóboras. Para elucidar o “enigma olavético” é necessário analisar separadamente cada um dos temas entrelaçados pelo Olavo, tempo, progresso e cultura.

O tempo não progride, não regride e não se deteriora, é uma dimensão onde os eventos acontecem e que não interfere em nada. Quando não há mais tempo para alterar o placar de uma partida de futebol, o tempo não deixa de existir, o que deixa de existir é a partida de futebol, não há qualquer registro de que o tempo tenha feito ou evitado um gol. É necessário que haja tempo para que algo aconteça, seja como progresso ou como regresso, mas também é possível que algo permaneça estável (ou estagnado) durante algum tempo, mas não há relação de causa e efeito entre tempo e acontecimento, o tempo nada causa, apenas permite que aconteça.

O progresso é relativo, portanto não é possível falar em progresso de forma generalizada. O progresso na construção de uma casa não pode ser avaliado da mesma forma como o progresso no tratamento de uma doença. Um tumor pode progredir (aumentar de tamanho) durante algum tempo e regredir (diminuir de tamanho) depois de iniciado o tratamento, no entanto o tumor não melhorou (não se tornava um tumor melhor) enquanto progredia aumentando de tamanho, nem se deteriorava enquanto diminuía de tamanho.

Considerar o progresso uma unidade de medida, é tão descabido como considerar o espaço uma unidade de medida. Basta uma instrução mínima para entender que o espaço necessita de uma unidade de medida para ser medido, não é possível usar o espaço para medir alguma coisa, acontecendo o mesmo com o progresso. Seria realmente interessante se o Olavo de Carvalho nos dissesse quantos progressos media a cultura egípcia e quantos progressos media a cultura babilônica.

Cultura é um termo muito abrangente, podendo expressar costumes, expressões artísticas, crenças ou até mesmo quantidade de conhecimento. Olavo de Carvalho não especifica em que sentido a palavra cultura está sendo usada, trata   de todos os sentidos ao mesmo tempo para aparentar erudição.

Dizer que a cultura musical de uma sociedade progrediu com o aumento da quantidade de músicas, é equivocado por que a quantidade de músicas que são ouvidas por aquela sociedade não é necessariamente a mesma quantidade de músicas existentes. Também é equivocado dizer que foi progresso, quando o costume de ouvir um estilo de música foi substituído por outro, pois substituir é diferente de progredir.

Considerando a cultura como quantidade de conhecimentos, permite dizer que a cultura progride quando a quantidade aumenta e regride quando a quantidade diminui, para que a cultura se deteriore, é necessário que o conhecimento existente desapareça enquanto ainda é necessário.

O conhecimento sobre conduzir uma charrete foi substituído pelo conhecimento de como conduzir um automóvel, mas a cultura não deteriorou por que conduzir uma charrete tornou-se dispensável. Se o conhecimento sobre como conduzir o automóvel desaparecer neste momento, a cultura irá tanto se deteriorar como regredir, pois passará para um estágio cultural anterior ao estágio onde o conhecimento para conduzir o automóvel existia.

Olavo também ensina que não existe uma cultura atrasada em relação à outra, que atraso cultural não existe. Como não é especificado o sentido em que está sendo usado o termo cultura, nenhuma forma de avaliação pode ser feita. No exemplo da cultura musical, é impossível uma cultura estar ou não atrasada em relação à outra, elas podem ser apenas diferentes, mas quando considerada uma cultura medicinal, qualquer cultura que tenha alcançado uma quantidade menor de curas, estará atrasada em relação às outras que curam uma quantidade maior de doenças.

Como não existe uma unidade de medida que permita medir a confusão mental ou intelectual de alguém, fica difícil avaliar se no decorrer do Seminário de Filosofia a confusão progride, regride, se deteriora ou se está atrasada em relação ao objetivo desejado. Alguém com um pouco de compreensão da cultura atual, sabe que dizer que uma cultura está atrasada em relação à outra, é uma “força de expressão”, não é uma afirmação técnica, mas tudo indica que isso não será aprendido em cinco anos de Seminário de Filosofia.


A essência do método científico

Para encerrar esta série de artigos é indispensável abordar o ponto principal do
Seminário de Filosofia, que segundo o próprio Olavo de Carvalho é investigar a realidade, conhecer as coisas como efetivamente se passaram. O Olavo explica o que é realidade da seguinte forma: “Realidade é aquilo que todo mundo conhece, aquilo que já está dado para você no conjunto da sua experiência externa e interna, desde que você nasceu. A realidade é onde você vive, onde você se move, é onde você se alegra, chora, tem esperança, luta, tem vitórias e derrotas, isto é a realidade”.

Em nenhum momento foi mencionado se a realidade que será investigada no Seminário de Filosofia, é a realidade concreta, a realidade não concreta ou ambas as realidade, mas é mostrada a essência do método científico que será utilizado na investigação: “[...] imaginar as alternativas, imaginar as perspectivas possíveis, ir cruzando até que você encontre o limite da realidade, isto aí é a essência do método científico”.

Antes que alguém pergunte para que serve investigar a realidade, se a realidade é aquilo que todo mundo conhece, é aconselhável interpretar essa afirmação como “o conjunto dos conhecimentos de todo o mundo”, ou seja, não é algo conhecido por todos, mas a reunião de todos os conhecimentos. No entanto a investigação da realidade será a investigação de algo que já é conhecido por alguém em algum lugar.

A questão é: como saber se algo já é conhecido por alguém, para saber se faz parte da realidade e, portanto, pode ser investigado? Olavo de Carvalho estabelece um raciocínio circular, onde investigar a realidade é investigar aquilo que já está reconhecido como realidade, não é investigar algo para descobrir se é ou não é real. Substituindo a realidade por um cachorro, investigar o cachorro é investigar algo que já é reconhecido como cachorro, para então descobrir o que é um cachorro.

Felizmente o Olavo consegue romper barreiras e faz as estruturas da ciência modera estremecerem. Com um método científico capaz de investigar qualquer coisa de forma infalível, Olavo usa o imaginário para investigar a realidade. Aplicando o método do Olavo, investiga-se a realidade, com base naquilo que já é reconhecido como realidade, cruzando imaginários até que sejam limitados pela realidade, mostrando assim o que é realidade. Substituindo a realidade por um cachorro... deixa pra lá.


Pablo Capilé (que não se diz filósofo) costuma tratar tudo como uma questão de dissertativa, mas não afirma que tudo é uma questão de dissertativa. Olavo de Carvalho (que se diz filósofo) afirma que a essência do método científico é imaginar alternativas e perspectivas, portanto afirma que tudo é uma questão de imaginação. Qual é a diferença entre afirmar que tudo é questão de dissertativa ou tudo é questão de imaginação? Qual é a diferença entre a filosofia do Olavo de Carvalho e a filosofia do Pablo Capilé?

93 comentários:

  1. Obrigado por publicar o artigo, eu gostaria muito se você apresentar um comentário.

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  2. DEIXEI DE COMPANHAR TEU BLOG. Postares um artigo desses com um invejoso se manifestando, destruindo o Olavo que é um dos únicos que ainda se esforça em mostrar onde estamos metidos, e apresentando soluções, foi uma falta de visão incrível.
    Fica com esses Milton´s da vida e sucesso,

    atenciosamente,
    déia

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    1. Cara, olha o delírio de senhor sobre ciência... Isso é ridículo! Acorde e viva a realidade (concreta).

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    2. Esse babaca é a prova do dano mental que olavo produz em suas vítimas.

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  3. Ciência modera? Não seria moderna? Desculpa mas se o senhor possui dificuldades de escrever um texto de 50 linhas sem cometer erro, seria correto tentar desqualifica-lo por conta de um erro desses? Toda obra vasta do Olavo, você tenta desqualificar por partes isoladas do seu discurso, ainda mais de um programa de rádio? Quantos livros dele o senhor leu?Por favor ne.

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Parabéns, você encontrou um erro de ortografia numa palavra que foi escrita corretamente em outros lugares, portanto é NOTÓRIO que trata-se de uma falha de digitação.

      Talvez agora a Terra tenha deixado de se mover ao redor do Sol, em homenagem a sua gloriosa descoberta.

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    3. "Existem muitos méritos para serem reconhecidos na obra do Olavo, a desconstrução do mito é apenas um estímulo às análises mais criteriosas"

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  4. Esse texto é só uma coletânea de preconceitos. O autor demonstra desconhecimento total da obra do Olavo, e critica apenas um reflexo da própria ignorância.

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    1. E no entanto a Terra se move ao redor do Sol.

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    2. Como você é ridículo, só sabe falar isso?
      Típico de homens baixos... Vai ver é inveja do Olavo porque ele com sua personalidade forte e decidida conseguiu juntar milhares de fãs, enquanto você.. Bem, é melhor falar a frase de efeito "A Terra se move ao redor do Sol", do que admitir a superioridade do Olavo.
      haha

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    3. Esta deve ser a postagem mais longa deste blog, no entanto você argumentou que eu só sei dizer que a Terra se move ao redor do Sol. Ao todo foram CINCO tópicos analisados, mas parece que você não consegue contar além de UM.

      Quem admite superioridade de alguém que deturpou descaradamente um fato histórico e científico para fazer uma afirmação imbecil, é com certeza inferior a qualquer imbecil.

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    4. Caramba!!! Povinho cego esse!!! O Cara ainda acredita em heliocentrismo, não se deve defender isso! Nem se meu pai falasse algo assim eu deixaria passar. Idolatram um ser humano como se fosse um deus. Que pena.

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    5. Vai lá e desafia o professor Olavo pra um debate. Vamos ver teu conhecimento em confronto direto. Não precisa ser um gênio nem prever o futuro pra saber que tu vai arregar, antes mesmo de terminar de ler esse post, teu cérebro já vai ter montado mil desculpas pra evitar o debate. Cagão.

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    6. Mas olha só o retrato de um imbecil! "Vai lá e desafia o 'professor' Olavo pra um debate"... "Cagão".

      É isso que o "professor" Olavo produz? Vai se criar, moleque! Esquece esse negócio de filosofia e se filia ao PT que é o teu lugar!

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    7. (argento) ... ih!, mais um "vô-falá-ka-minha mãe, ..., seu fêeio" ...

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  5. Tudo o que você escreveu aqui se baseia apenas em sua completa incapacidade e inaptidão para compreender o que diz e escreve o Olavo de Carvalho. Ao descrever certas idéias que seriam defendidas por ele, você chega ao absurdo de o atribuir o exato oposto do que ele defende. É o que ocorre quando você diz que ele utiliza o "progresso" como padrão de medida, por exemplo.

    Sobre o ônus da prova e sobre "o que é uma ciência" você também não foi capaz de compreender o que ele disse. No tópico "A essência do método científico" você mostra que não tem nem mesmo a capacidade sub-ginasiana de compreender uma frase simples enunciada de uma forma alternativa.

    O único tópico que não sou capaz de apontar se você cometeu erros ou não é sobre "o fim da ciência moderna". Mas dado o histórico de burrice e total incapacidade de compreensão de frases simples...

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    1. Deixa eu ver se AGORA eu entendi: quando Olavo diz que Einstein mudou toda a física apenas para não admitir que a Terra NÃO se move ao redor do Sol, ele está dizendo outra coisa.
      Apenas ajude este pobre ignorante e diga, qual é a outra coisa que o Olavo está dizendo, cuja extrema inteligência da qual você desfruta é capaz de perceber.

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    2. LIVROS... Programas de 5 minutos não configuram o pensamento de um filósofo autêntico, e goste você ou não, o Olavo o é.
      Leia um dos livros dele de filosofia e venha aqui fazer o desconstrucionismo... Só vejo pessoas criticando ele por causa de 3 minutos de programa de rádio e não pelo que ele escreveu de substantivo..
      É uma lástima, pena que seu comentário será provavelmente "Nossa, e me diz porque então a Terra se move ao redor do Sol".. Típico de palhaços incapazes!

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    3. Alguém que expressa em programas de 5 minutos, ideias que contrariam o pensamento autêntico, não é um filósofo, é um retardado. Portanto, Olavo é retardado ou aquilo que expressou em programas de 5 minutos configuram o pensamento autêntico dele.

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    4. Existem homens como Olavo de Carvalho que já marcaram seu nome na História. Olavo já é um gigante cujos os sábios do futuro subirão nos ombros. E existem aqueles que passarão, como o... qual é mesmo o nome do cara que escreveu o artigo desconstrutivo?

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    5. Gente só, só quero uma informação: Onde (e em que área) o Olavo fez o Doutorado dele?

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    6. Na Escola Superior das Letras Apagadas.

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  6. Exemplo de princípio da lógica:

    Se p -> q = -q -> -p

    E não confunda círculo com circunferência

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    1. Deixarei de confundir círculo com circunferência, imediatamente após você apresentar um círculo sem circunferência ou uma circunferência que não forme um círculo.

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    2. Nossa, mas agora você se superou. Vamos lá: não existe uma mãe sem um filho, nem um filho sem uma mãe. Mãe e filho NÃO SÃO equivalentes. Você precisa MUITO estudar.

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    3. Fazer referência ao filho não permite identificar a mãe e vice versa, inclusive uma mãe pode ter vários filhos e filhas (mas não conta para ninguém, é segredo), no entanto, uma circunferência não se relaciona com mais de um círculo, nem um círculo se relaciona com mais de uma circunferência, tampouco é possível evitar a relação entre um e outro, é impossível não saber a qual circulo pertence uma circunferência e vice versa. Portanto, círculo e circunferência confundem-se naturalmente, são diferenciados tecnicamente, mas inexistem separadamente.

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  7. Acompanho a Deia. Olavo de Carvalho é um símbolo aglutinador. Conclamo a todos que nos sigam.

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    1. Todas as seitas mistificadoras orbitam um símbolo aglutinador.

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  8. Milton, você me deixou mal com as olavetes... Teve uma até que disse que não leria mais meu blog e o Razu foi com ela.

    Mas eu notei uma coisa: essa gente que não dá um peido sem consultar o "mestre dos mestres" em vez de se explicar, limita-se a babar o ovo de Olavo com o argumento idiota que não há ninguém que esteja no nível intelectual do astrólogo, sendo ele, portanto, "incriticável".

    Astrólogo sim - ele realizava consultas astrológicas -, porque esse tipo de enganação não exige formação acadêmica, coisa que até hoje lhe faz muita falta, já que ele não a tem em nada (talvez em jornalismo?). Essa disciplina seria necessária até por questões de aprendizado sobre coisas banais, como ser bem educado. Aliás, não só filósofos, mas qualquer profissional que se preza tem o dever de se submeter a umas aulinhas de reciclagem, periodicamente. Todos menos Olavo, o autodidata que não erra, não depende de ninguém e se julga deus.

    Vai estudar, Olavo!

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  9. Cada vez que aparece um texto desse tipo, eu sinceramente penso: bom, será que vamos ver alguém realmente capaz de contestar o Olavo? Não em um deslize, porque isso ele sim comete aqui ou ali, e quem não? Mas em algo significativo. Eu não li o post todo, tenho mais o que fazer, mas pelos primeiros 4 ou 5 parágrafos você já percebe pelas construções das frases, pela falta de estilo, que o rapaz ai é uma pessoa ordinária (no sentido de normalidade). Sobre a questão das provas, o Olavo já falou e escreveu tanto sobre isso, em um nível tão mais complexo que esse rapaz não tem noção do mico que tá pagando. Enfim, vai estudar de verdade rapaz!

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    1. Deixa eu ver se entendi. Você não leu todo o texto, leu no máximo 5 parágrafos, mas julgou o autor e o próprio texto, então você ficou sem argumentos logo no início e fugiu imediatamente. Quanto as questões das provas, não faz a menor diferença quantas vezes o Olavo escreveu ou falou, da mesma forma como falar em nível mais complexo não torna uma asneira em verdade.

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    2. Acreditar no heliocentrismo é pouco?

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    3. Um padrão comum entre as olavetes é o seguinte:
      1 - o guru deles fala uma merda qualquer, pepsi, newton, geocentrismo, einstein, etc
      2 - alguém expõe ao ridículo o que ele disse
      3 - vem a olavete e fala que o cara só pegou um pedaço isolado da filosofia de OdC e não refutou toda a magnífica obra filosófica de OdC.

      Ora bolas, não refutou por que ninguém liga pra isso. Tirando os idiotas da seite dele, ninguém liga pra 'filosofia' do OdC. Se é que alguém devia ligar pra isso, devia ser a academia, ambiente do qual o astrólogo não faz parte.
      O cara largou a escola na quarta série, se duvidar não sabe nem fazer uma regra de três e fica se metendo a falar de Einstein...isso diz muito sobre quem o segue.

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  10. Perdi 15 minutos de minha preciosa vida.

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  11. Milton, o texto é interessante mas acho que você está cometendo alguns pecados por ignorância.
    Veja, o programa do Olavo teve uma certa longevidade e ajuntou algum conhecimento comum, ou seja, o Olavo disse muita coisa, repetiu algumas e deu outras por encerrada. No fim, quando o Olavo falava um termo como, "princípios de lógica", o ouvinte usual não teria nenhuma dificuldade em pensar na lógica clássica, como no Órganon, pois era recorrente ele se referir à esta. Quando Olavo fala sobre "ter que acreditar" nos termos básicos de lógica clássica, ele se refere à impossibilidade de se utilizar métodos lógicos para se explicar os próprios princípios lógicos (como "não", "sim", "igual", etc). Seria como uma microfonia de raciocínio, entende? Não vou me alongar sobre isso pois existe um bom material sobre isso por aí, principalmente em livros sobre lógica clássica, que vale a pena ser visto. Procure um e divirta-se.

    Sobre o Olavo ter sido astrólogo, apesar de ser verdade, é uma informação que é frequentemente usada com caráter puramente ad hominem. O fato do Olavo ter se tornado astrólogo foi consequência de um longo e proveitoso período de estudos acerca da filosofia medieval e médio-oriental. Não é muito fácil, nem aconselhável, que se estude a filosofia de um período sem se conteporanizar com as pessoas que teceram o dito conhecimento, por isso, sendo a astrologia um dos aspectos essenciais para se entender a cosmovisão de então, o Olavo acabou se enveredando pela mesma. Junta-se a qualidade do estudo histórico e filosófico diferenciada do Olavo com o modismo dos anos 70 e 80 quanto à astrologia e outros lances New Age e teremos o Olavo fazendo alguns mapas astrais (ou carta natal, como ele mesmo já disse) por aí, mas ele nunca deixou de ser jornalista (e dos bons) e nem filósofo. O "astrólogo" que podemos acusar o Olavo é no sentido de estudioso ("logista") do assunto, não há comparações honestas entre ele e João Bidu (que aliás não tem um décimo do conhecimento do Olavo na área e no entanto vive a séculos desta bobeira).

    Sobre o Olavo dizer "uma ciência" e você dizer que "só existe UMA ciência", bem, estão ambos certos e errados dependendo do referencial. Veja, a palavra "ciência" não foi inventada para descrever esta que nós todos conhecemos e amamos hoje em dia. O uso da palavra "ciência" tinha, e tem, dependendo do discurso, um sentido de atividade metodológica intrincada que, para o desenvolvimento da mesma, é necessária a adesão, estudo e devoção à certos princípios. Quando um filósofo fala "uma ciência", creia-me, ele melhor que ninguém sabe sobre o que está falando pois toda a ciência moderna só pode se realizar a partir de um debate filosófico, ao contrário do que muitos pensam, como a epistemologia, por exemplo. Eu, que sou um artista marcial, por exemplo, acho que o termo, "ciência combativa corporal" cairia melhor sobre minhas atividades (well, faz uns 3 anos que não treino, justiça seja feita), mas o termo, "arte" tem aqui uma conotação de conhecimento amplo sobre algo que só pode ser adiquirido através de entendimento subjetivo, muito treino e disciplina (como na "arte da corda bamba"). Resumindo, o discurso de um filósofo pode muito bem dizer "uma ciência" enquanto o de um biólogo, não, a menos que ele esteja falando sobre outra coisa fora da ciência como a conhecemos hoje. Hervé This, físico e químico francês, por exemplo, refere-se diversas vezes à culinária como "uma ciência" e claramente mostra uma separação de sentidos nisso uma vez que já escreveu alguns livros e artigos sobre a aplicação da ciência dentro "da ciência culinária". Ou seja, "uma ciência" e "A ciência", tudo isso é legítimo.

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    1. Como pode ver, acabo de escrever sobre duas coisinhas mínimas e já escrevi pra caramba, é que apagar um erro (ou o que eu acho ser um erro) frequentemente requer a apresentação de conhecimentos faltantes ou de pontos de vistas dísparos, porém racionais, sobre uma questão. Dado a falta de tempo e o fato de que eu perdi completamente o viço da vontade de debater na internet (prefiro o um tête-à-tête) vou tentar ser super rápido quanto ao restante do texto (mas não vá pensar que cometi a indignidade de não lê-lo todo).

      A questão de realidade concreta e ordem metafísica é realmente complicada e, falando em história da filosofia, relativamente nova. Há que se entender aonde a coisa degringolou sobre este debate para entender melhor. Uma das virtudes do Olavo é a sua irreverência quanto à "autoridade filosófica" e ele jamais se curvou à fama de nenhum monstro sagrado da área, chegando à leviandades de dizer que Nietzsche tinha ótimas sacadas mas que no geral era um filósofo para adolescentes, e quer saber, ele tem razão, para o horror dos ortodóxos. Se você tiver algum tempo e interesse, em um ou dois dos programas do Olavo e explica sobre em que condições se partiu para o pensamento moderno e que fraquezas, em sua opinião e na opinião de uma miríade de bons filósofos, esses sujeitos erraram (Decartes, Ockham, Bacon, Kant, Heggel, etc). Há bons textos desse tipo na obra de Eric Voegelin, Karen Armstrong (que não é filósofa), Mário Ferreira dos Santos, etc. Leia, mesmo que não concorde, é sempre indispensável entender o pensamento do interlocutor como forma de "cortar caminho" e evoluir verdadeiramente o debate.

      Sobre o fim da ciência e como o Olavo parece se colocar acima da bem aventurada Ciência, não é bem assim. Mais uma vez, falta o tempo de convívio para entender suas afirmações. Eu ouvi absolutamente todos seus programas e tenho pouco problema quanto a estas afirmações e enxergo honestidade nelas, apesar de não necessariamente concordar. Veja, para o Olavo (e não somente ele, mas chego a isso depois) a ciência lida menos com o concreto do que gostam de pensar seus praticantes. Por exemplo, certa vez ele perguntou como se podem separar algumas coisas e querer manter a sanidade das afirmações? Ele se questionou isso quando falou do "tempo" no conceito físico da forma como é levado em conta em uma equação. Ora, o tempo é algo ao qual só temos acesso a medida que enxergamos (figurativamente falando) o desenrolar de eventos, ou seja, o tempo puro, sem eventos, é, filosoficamente, uma aberração. Quando ele fala sobre essas coisas, estava justamente discursando sobre os pontos improváveis da ciência, passou por lógica clássica (que é largamente usada em computação, por exemplo) e matemática para demonstrar, com bastante eficiência devo dizer, que há uma enorme quantidade de pontos cruciais na ciência que são matéria de, por falta de palavra melhor, fé cega e isso é um assuntinho sujo que se evita tocar para não ferir a perfeição do quadro geral (bem ao gosto do heliocentrísmo de órbitas perfeitamente circulares de Copérnico). Sobre esse assunto, e falando de todas essas heresias que o Olavo falou, vale muito à pena ler, "O Enigma Quántico" de Wolfgang Smith, um sujeito com credenciais impecáveis no mundo da ciência, que vai certamente te ajudar a entender o que o Olavo quer dizer quando fala essas sandices.

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    2. Sobre o progresso da cultura "olavístico", por favor, leia o livro do antigo professor de Harvard, Christopher Dawson: Religião e progresso. Lendo esse livro você terá um melhor conceito do que diabos realmente é o "progresso" o que já será de grande ajuda para começar a entender sobre o que Olavo está dizendo. Longe de querer mostrar erudição, como você mencionou, o Olavo costuma "matar a cobra e mostrar o pau" e, tenho sido testemunha disso, se você o interpelasse sobre essa aparente mixórdia, ele teria todo o prazer do mundo em analisá-la de modo a não sobrar dúvida quanto às suas relações. Muitas dessas confusões, senão todas, são sanadas no decorrer do curso. O Olavo diz frequentemente que a filosofia deve ser ensinada a partir da pergunta e não a partir da resposta, de maneiras que eu acho que ao questionar isso tudo você está em um excelente caminho, só me parece que não está procurando as respostas no lugar certo.

      Sobre a ciência e o estudo do real, achei seu ponto de vista válido, mas é importante salientar que o Olavo não é tão imbecil assim quanto o seu texto talvez queira demonstrar. Quando o Olavo diz que a ciência serve para estudar o que é já é conhecido, isso é um treco filosófico muito cabeludo. Para se entender essa afirmação, vais ter que passar por todo um estudo sobre do que se trata a realidade nas várias épocas e povos e como ela é hoje.

      Eu comecei a escrever algo sobre o parágrafo assim, mas deu minha hora, vou deixar assim mas não quero que pense que te chamei de ignorante ou que empinei o nariz e coloquei um monóculo de aristocrata. Tudo que quero dizer é que a afirmação dele não é tão ruim quanto você crê, mas você tem que ver a coisa de outra forma. Você não está totalmente errado e até concordo que possa haver uma interpretação circular sobre o raciocínio dele, mas o mesmo, na verdade, é mais intrincado e bem acabado do que o discurso que você ouviu fez parecer. Mereceria da sua parte procurar saber se há compatibilidade da sua interpretação com o pensamento do Olavo nesse caso. Um aluno do Olavo que tem um ótimo conhecimento desta área e do que pensa o Olavo nesse âmbito é o Raphael de Paola (formado, mestrado e doutorado em física) que inclusive fez a tradução (ou revisão, não me lembro) do livro, "Enigma Quantico".

      Para terminar, gosto de me lembrar de que há uns 9 anos atrás, o Olavo não existia para o grande público. Eu, que não sou um sujeito ignorante, já tinha topado com um livro dele, "O imbecil coletivo", sem nunca ter tido o interesse de lê-lo. Foi em entrevistas dele com o Yuri Vieira que acabei por conhecê-lo e me encantei com a qualidade de sua erudição e o quão honesto ele era por SEMPRE dizer a bibliografia ligadas ao seu discurso. Algo tão pop e ao mesmo tempo tão alto nível foi totalmente novo para mim. Por conta desse velho boca suja eu conheci livros que até hoje 99% das pessoas de minha relação jamais ouviram falar e que são, verdade seja dita, autores da maior importância para a literatura ocidental. Digam o que quiserem, até hoje não pintou algo tão bom quanto o Olavo quando o assunto é filosofia e cultura para nós, reles mortais.

      Quer fazer a prova dos nove? Leia "Aristóteles sob nova perspectiva", do Olavo, "Convite à Filosofia", do Mário Ferreira dos Santos (indicado por Olavo e ninguém mais) e "História da literatura ocidental", de Otto Maria Carpeaux (também dica eterna do Olavo). Depois que ler isso, tente pegar um livro dos próceres da filosofia nacional, como por exemplo, Marilena Chauí, e veja se consegue engolir aquilo. Veja se depois disso consegue considerar Luís Fernando Veríssimo mais que uma tirinha de fim de revistinha da Mônica. E por aí vai.

      O Olavo é histriônico? Às vezes, mas também é inteligente pra chuchu além de ser uma pessoa, e eu detesto esse termo mas vou usar mesmo assim, "do bem".

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    3. Esse curso de Olavetologia que ele ministra vai criar vários "trotiskistas de direita". Um bando de pseudo-seres-vivos.

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    4. 'O fato do Olavo ter se tornado astrólogo foi consequência de um longo e proveitoso período de estudos acerca da filosofia medieval '

      Se fosse por motivos históricos ele não teria entrado no negócio de cobrar pra fazer mapa astral.

      'O Olavo é histriônico? Às vezes, mas também é inteligente pra chuchu além de ser uma pessoa, e eu detesto esse termo mas vou usar mesmo assim, "do bem".'

      Qualquer lesma com arteriosclerose sabe que astrologia é só um jeito de arrancar dinheiro de gente burra. Se o seu guru é inteligente ele deve ter notado isso, logo não é 'do bem' coisa nenhuma.

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  12. Tristeza em saber que há pessoas que ainda vivem na idade média e pessoas que as seguem...parabéns ao autor do artigo

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  14. Meu pitaco sobre ciência e filosofia:
    A Ciência comporta-se como um círculo, em um plano, cujo centro é a ideia; a Filosofia como espiral, destra ou sinistra, podendo abarcar outros planos.

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  15. O Olavo é um prestidigitador de marca maior. Qualquer texto que se preste a desmascará-lo merece ser lido com atenção.

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  16. (argento) o que é um filósofo? - é alguém que pensa pra cacete; a maior dificuldade neste processo é colocar (traduzir pensamento) isso no papel; se ler muito(s) amplia seu vocabulário mas corre sério risco de não ser entendido, nem pela massa nem pelo "erudito" - filósofo é pra ser lido (ou não), nem entendido, nem refutado, crivo: "gosto-não-gosto", na mecânica, passa-não-passa" ... (argento)

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    1. (argento) ... o diabo é quando querem ser "fazedores de cabeça" ... aí Fudeu!

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    2. É curioso que quanto mais eu leio os adversários de Olavo, mais me interesso pelos seus escritos. No fim, os detratores acabam fazendo um grande favor ao Olavo, e suspeito que ele saiba disso.

      Uma coisa muito comum que já vi em outros posts quando vc coloca no google "desconstruindo olavo de carvalho" é que os adversários se negam a lê-lo. Normalmente as criticas são baseadas em vídeos ou programas de rádio. E também é comum ouvir que não é necessário, pois a amostra já prova a qualidade do pseudo filósofo, já que ele não em a chancela da academia, sendo portanto, um charlatão.

      E aí passa-se sempre pela história dele ter sido astrólogo. Tem até mesmo uma entrevista dele ao Heródo Barbeiro, de quem gosto muito, onde é bastante perceptível o preconceito do entrevistador em relação ao entrevistado.

      No fim, julga-se a obra (que obra? é um lixo!) do autor (que autor? é um charlatão) pelo autor, e não pela obra em si.

      Neste ano um amigo do partido me expulsou do Facebook dele, pois eu ousei questionar algumas verdades absolutas da sua ideologia. Citei um artigo da Veja e ele respondeu que não lia aquele lixo. Eu argumentei que lia Carta Capital, mas foi em vão. Ou seja, é o medo de descobrir que pode estar errado. Tenho uma tia que não lê nem assiste Código Da Vinci por medo de perder a fé...

      É curioso notar como o preconceito contra Olavo, além dele supostamente representar a direita reacionária, é o fato dele não ter formação tradicional. E isso é imperdoável para um suposto intelelectual, mas não para um ex presidente da república.

      E por que isso se dá? Porque vivemos uma sociedade cartorial, não meritocrácita. Não importa o quão bom você seja, o que importa é ter títulos. E se você não os tiver, tudo o que você faz não tem valor, não importa a qualidade dos seus feitos, nem quem o apoiá, ou o sucesso que você tenha tido na vida.

      Porém, é curioso que várias personalidades públicas, bem mais “ilustres” do que os contraditórios de plantão, como Reinaldo de Azevedo ( ah, esse não conta, é um reaça! ), Padre Paulo Ricardo ( Arrgghh! Opus Dei ), Miguel Reale, Jorge Amado, Herberto Sales, Josué Montello, Carlos Heitor Cony, Bruno Tolentino, José Mário Pereira, Romano Galeffi, Alexandre Costa Leite, Jacob Klintowitz, Itamar Franco, Ciro Gomes, Leonel Brizola, Ariano Suassuna, Jerônimo Moscardo, Carlos Guilherme Mota, Paulo Mercadante, Mendo Castro Henriques, etc ( https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10151933400587192 ).

      Agora, triste que citar isso, né? Ter que apelar para mostrar que tem gente de visibilidade que parece respeitar o tal prestidigitador, Edir Macedo da filosofia, como acabo de ler.



      E sobre sua definição de circulo, desculpe minha ignorância, mas “Uma vez definido o círculo, sendo uma linha curva regular, cujas pontas se encontram (minha definição)”. Pela sua definição, uma elipse não poderia ser um circulo? Ou uma oval? Acho esse definição mais precisa: Na Matemática e na Geometria, um círculo ou disco é o conjunto dos pontos internos de uma circunferência. Por vezes, também se chama círculo ao conjunto de pontos cuja distância ao centro é menor ou igual a um dado valor (ao qual chamamos raio) https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADrculo

      Mesmo assim, não invalida seu texto, em especial a critica sobre o heliocentrismo e a velocidade inscontante da luz. Mas dado o absurdo das afirmações do Olavo, eu suspeito que ele quisesse dizer outra coisa ou estava mesmo curtindo com nossa cara.

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  17. Cara, impressionei-me pela absoluta falta de educação e de argumentos de uma seguidora desse senil e achei teu blog falando algo sobre ele... o cara quis ser um mito, e foi alavancado pela mídia, já que compartilham da mesma posição política. Que grande imbecil presunçoso é este velho olavo, e quão cegos e idiotas os seus seguidores... seita de abobalhados...

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  18. Me corrija se eu estiver errado, autor, mas o Olavo no vídeo não disse que alguém falar que o ônus da prova é de quem afirma é um absurdo? Já que para isto ele teria que provar que ônus da prova é de quem o afirma? E como sou leigo nos princípios da lógica, pode me explicar porque o ônus da prova é de quem o afirma e não o contrário?

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    1. O Olavo de Carvalho diz que o ônus da prova é de quem contesta e que não é possível o ônus da prova ser de quem afirma. Mas uma afirmação contrária não é uma contestação, é apenas MAIS UMA afirmação, podendo existir várias afirmações sobre uma só questão. Ex: 2+2=3; 2+2=5; 2+2=7, e assim por diante. Portanto o raciocínio do Olavo é tão imbecil que ELIMINA o ônus da prova.

      O ônus da prova não pode ser de quem contesta porque contestar não é afirmar o contrário, é simplesmente mostrar que o que foi afirmado é inválido ou inconsistente. Portanto só é possível haver contestação se houverem “provas” para serem contestadas. O ônus da prova significa a responsabilidade de apresentar os argumentos ou evidências que demonstram ser verdadeiro o que foi afirmado, uma vez que provar no sentido estrito não é possível na maioria das vezes.

      Caso minha explicação não tenha sido suficiente, tente refletir sobre o seguinte: o ônus da prova deve ser de quem acusa (afirma) ou de quem é acusado de ter feito alguma coisa?

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  19. Acredito que a melhor e mais honesta forma de se desconstruir a obra/imagem de alguém, seja construindo um legado que a torne irrelevante. Boa sorte meu caro!

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    1. Então você acredita que para destruir o nazismo é necessário construir uma obra que torne o nazismo irrelevante?

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    2. Apenas por curiosidade. Esse é seu melhor argumento, ou é o único?

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  20. Teoria nefasta.
    Hitler disse:
    "Quando eu acabar com os judeus, o genocidio armenio parecerá irrelevante."
    Não foi e não é irrelevante, embora seja negado pelo governo turco actual, o assunto continua vivo, bem vivo e relevante causando desagrados aos turcos.
    Portanto o Hitler também conhecia a teoria, enganou-se quanto a relevância em numero de vitimas, conseguiu ir mais longe que os otomanos que dizimaram aproximadamente 1,5 milhoes de armênios.

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  23. Quando um texto apresenta o Olavo como astrólogo já sei que vem M... Vai fazer COF depois a gente fala... ok?
    http://www.seminariodefilosofia.org/cursovideo

    Ele não é um mito seu tolo, Olavo é verdadeiramente amado e respeitado senão não estaria fazendo tanto efeito. Deal with it!

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    1. Quando um texto apresenta o Olavo como astrólogo significa que aquele que escreveu sabe que ele é astrólogo. Quando alguém tenta desqualificar o texto por mencionar um fato é por que não tem caráter.

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    2. Eu sinto uma profunda vergonha alheia de quem se orgulha de ter tido aula com o astrólogo embusteiro. Só um completo imbecil mesmo para cair na conversa mole desse vigarista que até a filha já desmascarou. Tudo que não presta o brasileiro gosta de reverenciar e idolatrar. Um sujeito desses é a vergonha do Brasil. O cara simplesmente conseguiu destruir o que existia de neurônio na mente dos idiotas úteis que passaram a segui-lo e acreditar piamente nas teorias da conspiração que ele cria. Coxinha me diga uma coisa, você deixou de tomar Pepsi com medo dos fetos abortados hahahaha Para quem não sabe, o charlatão do Olavo afirmou certa feita que a Pepsi usava células de fetos abortados para adoçar o refrigerante. Aquele velho senil nunca falou de onde foi que ele obteve essa informação sem fundamento. Os coxas são tão burros que o Olavo mente para eles descaradamente. Os livros que ele citou sobre nazismo e comunismo e que segundo ele afirmam que "nazismo e comunismo são gêmeos heterozigotos" é pura balela! Os livros do Richard J. Evans e do Richard Overy em nenhum momento afirmam que nazismo "era de esquerda e marxista". Muito pelo contrário, o livro do Richard J. Evans diz o tempo todo que o nazismo era uma doutrina de extrema-direita. Entenderam? O livro que o charlatão afirma que diz que o nazismo "foi de esquerda" na verdade fala o tempo todo que o nazismo foi de extrema-direita. O Olavo muda o que foi dito no livro porque ele sabe que poucos coxas sabem inglês. Se não me engano não existe versão em português desse livro do Richard J. Evans. E é capaz que se tiver, os coxas irão alegar que os tradutores do livro eram "esquerdistas". E os coxas que sabem inglês fazem de conta que é verdade, porque para eles convém dizer que o nazismo foi de esquerda, assim isso encobre as semelhanças deles com os nazistas. Eu já fui da extrema-direita e posso desmentir a história de que "a direita não tem nada de nazi". Balela, eu tinha uma página no twitter e conversava em off com um sujeito que me dizia admirar o Bolsonaro e o Hitler. E ele entendeu que a direita precisa inventar muita coisa que é justamente para conter o avanço dos direitos sociais de minorias assim como evitar a "miscigenação da raça branca". Sim esse sujeito era nazi mesmo e supremacista. Mas os bolsonaretes e olavetes não podem dizer isso no twitter que é para a direita continuar mantendo influência sem queimar o filme. Pronto falei!!

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  24. É como eu digo: Olavo não tem críticos, apenas uns detratores histéricos.

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    1. É como eu digo, o histérico Olavo não tem alunos, tem vítimas.

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    2. Onde está a histeria no texto apresentado, olavete débil-mental?

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  25. Sempre assim: " ah ele é astrologo", "fala palavrão".... Vai crescer rapaz!

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    1. É sempre assim, os "alunos" (vítimas) do Olavo se agarram no fato de Olavo ser astrólogo e dizer palavrões para fugir daquilo que foi argumentado.

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  26. Escrever sobre Olavo e Seus Fanáticos é total perda de tempo. Olavo criou uma crença, uma espécie de religião. E não, não sou petista nem comunista. Nem por isso, deixo de perceber como o brasileiro se contenta com pouco.

    O pobre e ignorante tem bolsa família -- enquanto os fanáticos que buscam desesperadamente por heróis (fora os falsos amigos e as falsas carolas) possuem o Olavo. Hilário.

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    1. Concordo, o olavismo é uma seita que cultua a irracionalidades.

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  27. Não se trata de uma "desconstrução" do Olavo, é a desconstrução de uma miragem feita a partir da pobre interpetração do Valdemeri. O mais engraçado é que em alguns pontos ele está certo! Mas justamente porque CONCORDA com o que o Olavo diz (como no caso do progresso) e nem percebe rs.

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  28. Existem homens como Olavo de Carvalho que já marcaram seu nome na História. Olavo já é um gigante cujos os sábios do futuro subirão nos ombros. E existem aqueles que passarão, como o... qual é mesmo o nome do cara que escreveu o artigo desconstrutivo?

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    1. Típico de um "aluno" (vítima) do Olavo, não conseguem raciocinar nem lembrar o nome do autor do texto que acabou de ler. Qualquer semelhança com Dilma Rousseff, que não lembra o nome do livro que "acabou de ler" NÃO é mera coincidência.

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  29. Esta é a auto-desconstrução mais pueril que já li. Para quem se diz um "desconstrutor", mostra mais a imensa confusão mental do autor. Se ficares parado no Equador não vai ter prova de nada, como o Einstein disse, tudo depende do ponto de vista do observador, portanto para a ciência moderna tanto uma como outra hipótese são aceitáveis. Somente um observador, fixo no espaço, poderia realmente dizer o qur roda em torno do que. Como não há referências no espaço....

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    1. Quando foi que Einstein disse essa asneira? Em ciência não há lugar para "ponto de vista". Mas vou aproveitar sua imensa inteligência e perguntar o seguinte:

      Por que é necessário um observador fixo no espaço? Se a Terra não se move, então qualquer observador que fique parado na Terra estará fixo no espaço, ou o observador parado na Terra se move no espaço sem que a Terra se mova?

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    2. Milton, veja bem... Se, como diz nosso sujeito, é necessário um observador fixo no espaço, ele está fixo com relação ao quê? Essa afirmação é equivalente a dizer que todo o resto do Universo se movimenta com relação a esse observador. Ora, mas como posso garantir que não é esse observador que se move com relação a todo o resto do Universo? Um caso claríssimo de alguém que não entende a questão da relatividade do observador. E com "tudo", o sujeito quer dizer o quê? Vamos colocar aqui em termos corretos: Não há como distinguir entre referenciais inerciais quais estão parados e quais estão em movimento, isto é, referenciais inerciais são indistinguíveis. É claro que é necessário salientar que quem primeiro trabalhou com esse conceito foi Aristóteles... No Renascimento Galileu deixou essas coisas mais às claras. Não é atributo de Einstein. Saliento contigo que, na Ciência, os pontos de vista são testados pelos experimentos. Aquele "ponto de vista" mais adequado para a explicação dos fenômenos é tornado paradigma. Outros pontos de vista que não se adequam são descartados. Portanto, de fato, os pontos de vista são escutados, mas não interessa o quão fervorosamente se acredite em um. Somente o experimento é capaz de escolher entre uns e outros.

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    3. Resumindo, Olavo e os Olavettes não são capazes de saber quando algo está ou não se movendo, não são capazes de saber se eles próprios estão se movendo. Só falta o "perito em teoria da relatividade" afirmar que não são os veículos que se movem, mas a estrada, os postes, as árvores e as montanhas.

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  30. Conheçam o professor de física do Olavo de Carvalho:

    https://www.youtube.com/watch?v=cBxknghdOEQ

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  31. Porto do Céu - Como a Astrologia contribuiu para a sua formação?

    Olavo de Carvalho - Muito. Não existe possibilidade alguma de entendimento de qualquer civilização antiga sem o conhecimento da Astrologia. O modelo de visão do mundo baseado nos ciclos planetários e nas esferas esteve em vigor durante milênios e isto continua a estar, de certo modo, no "inconsciente" das pessoas. Apesar de algumas deficiências no modelo astrológico, foi ele quem estruturou a humanidade pelo menos a partir do império egípcio-babilônico, o que significa, no mínimo, cinco mil anos de história. A Astrologia é um elemento obrigatório, por isto quem não a estudou, não estudou nada, é um analfabeto, um estúpido. O trabalho mais vigoroso nas ciências humanas do século XX, por exemplo, só aconteceu depois da existência do Instituto Warburg, fundado em Londres por um milionário judeu fugido da Alemanha, que juntou, durante 20 anos, as melhores cabeças do século em torno de uma coleção de manuscritos astrológicos e alquímicos. Sem este estudo, a comunidade acadêmica nunca teria qualquer possibilidade de compreensão real das civilizações antigas.

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  32. O retardado que escreveu esta merda não sabe nem usar vírgula e quer definir quem é ou não filósofo?
    ANALFABETO FUNCIONAL.

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  33. É muito recalque e coceira no cu pra um blog só kkkkkk

    Lidem com o seguinte fato: Xingar ou zombar o Olavo é cuspir pra cima. Vocês, projetos de filósofos, não tem a MÍNIMA capacidade e maturidade pra entender o todo da obra desse velhinho fumante e boca suja.
    O Olavo tá a milhas de distância a frente no progresso filosófico e investigativo.

    Chorem, chorem mais, chorem sem parar. #OlavoTemRazão

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    1. "O todo da obra", é seu melhor argumento, ou é o único?

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    2. Felipe Franco, cópia fiel do seu idiota predileto, é aquele que teve sua mão identificada na recente radiografia da pelve a que foi submetido Olavo de Carvalho.

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  34. Moral dá história...

    Existe gente muito idiota no mundo.

    - Não importa o cara dizer que Pepsi é feita com feto

    -Não importa o cara achar que corrigiu o tio Albert

    -Não importa o cara ter praticado astrologia

    - Não importa o cara errar o básico sobre Platão, afirmando que teatro era tido pelo grego como algo proveitoso

    Tudo o que importa é dizer: Meu idolatrado mestre não pode ser comparado ao seu argumento, pois você é um imbecil, sem capacidade intelectual para entender a grande, enorme, mega genialidade do homem que disse que existe petróleo na galáxia.

    Olavetes nunca estudaram, vem um cara falando complicado, mas falando mal do PT e já vira Deus.

    Não perca seu tempo amigo com Olavo.

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  35. Aqui você consegue ver claramente uma linha do tempo do desenvolvimento das olavetes de 2013 a 2017. E o que se nota? Absolutamente nada! Elas insistem nas mesmas frugalidades tão típicas da sua seita,e só!

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    1. As olavetes não querem encarar a verdade dos fatos que cercam o Olavo. Até a filha dele já o desmascarou, só os olavetes que acham que é tudo mentira e que a filha dele é "feminista". Olavete nunca dá o braço a torcer, o profexô está sempre certo, errados estão os outros. O que o Olavo criou de fato é uma seita de fanáticos doentes e psicopatas que querem a todo custo "destruir o comunismo" imaginário que eles enxergam em todos os cantos. Por causa do pensamento doentio do Olavo, o Brasil hoje se encontra cheio de pessoas com ódio, preconceitos arcaicos e intolerância. A direita quer a todo custo relativizar assédio sexual, bullying e racismo. E para eles quem reclama que sofre bullying ou racismo é "esquerdista vitimista que sofreu lavagem cerebral marxista". Ou seja, são zumbis que não aceitam a pluralidade de idéias e a diversidade. Querem que todo mundo pense igual a eles. O Olavismo cultural sim existe, agora o tal "marxismo cultural" foi invenção da cabeça do Olavo e dos teóricos da conspiração.

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    2. Pode passar dez, quinze anos e esses imbecis continuarão a pensar da mesma forma sabe porque? Porque o Olavo domina a técnica da neurolinguística, ele sabe quais frases e formas de se expressar para conseguir fazer lavagem cerebral nas pessoas. Os que o levam a sério, dificilmente conseguirão sair desse "encantamento" no qual o Olavo os condenou. As frases dele ficam ecoando na cabeça dos idiotas úteis como um mantra. Eles sentem medo e pavor de saírem fora dessa forma de pensar e parecerem "comunistas" se questionarem o astrólogo. Ele é um psicopata o Olavo. E é visto como um "filósofo" e intelectual. Quando na verdade ele é um CHARLATÃO de marca maior. A filha dele mesmo falou que o pai é histérico e quando surta e tem as crises dele, xinga todo mundo e culpa a tudo e todos por seus problemas pessoais. Está explicado o porque dessa besta do Olavo xingar até gente que é da direita como o Reinaldo Azevedo, o Tognolli, até o bobão do Constantino ele já brigou uma época.

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  36. A "ESPECIALIDADE" DO OLAVO É EM CU E PIROCA. AQUELE IMBECIL NÃO TIRA OS CUS E AS PIROCAS DA BOCA. ATÉ A FILHA DELE DESMASCAROU ESSE VIGARISTA DO OLAVO, SÓ OS COXAS CONTINUAM LAMBENDO OS BAGOS DESSE ARROMBADO. E O OLAVO QUER QUE TODO MUNDO ACREDITE QUE ELE FOI EMBORA DO BRASIL POR CAUSA DA "DITADURA DO PT" QUANDO NA VERDADE ELE FUGIU DO BRASIL POR CAUSA DOS PROCESSOS QUE ELE TOMOU QUANDO ERA ASTRÓLOGO E LUDIBRIOU E ENGANOU CENTENAS DE PESSOAS. É UM CHARLATÃO E MAU-CARÁTER QUE JÁ APONTOU ARMA ATÉ PARA OS FILHOS. E DEZ DESCASO COM A FILHA QUE SOFREU ABUSO NA INFÂNCIA. "BELO" PAIZÃO O OLAVO HEIN?

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  37. Tão legal e divertido quanto zuar o Olavo é ver os alunos fanáticos desse imbecil sendo esculhambados e desmascarados. Não é Nando Moura o Luís Boça da extrema-direita. Esse bobão nunca leu um livro na vida. Bom, só lê os livros do idiota do Olavo e os tais guias "Politicamente Incorretos". Essa guria aqui esculachou legal o Cheirando Rola e sua afirmação de uma suposta frase do livro do Richard Overy em relação ao nazismo e o comunismo. Toma trouxa!!
    OLHA O LINK:
    https://www.youtube.com/watch?v=6PlhYLvPeiM

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  38. Esse Nando Moura é possívelmente um dos caras mais toscos do país(e olha que o páreo é difícil).
    Impressionante da quantidade de brazucas que gostam de idiota falando em tom agressivo. O pais acabou mesmo.

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