sexta-feira, 27 de maio de 2016

Estupro de menor foi barbárie anunciada

A famosa "surra de bunda", comum nos bailes funk
“A menina de 16 anos que foi vítima de um estupro coletivo em uma comunidade...”

Sem medo de errar, comunidade é o cacete, a não ser que uma fábrica de bandidos e degenerados possa atender a essa definição.

Mas é assim que começa a matéria do Globo de hoje sobre a barbaridade que 33 homens - entre eles traficantes armados - fizeram com uma jovem no Morro São José Operário, segundo a própria vítima. E ainda por cima filmaram e botaram nos facebooks e twitters da vida.

A jovem mora na Taquara, bairro da cidade do Rio de Janeiro e é assídua frequentadora dos abomináveis bailes funk no Morro São José e no Morro da Barão, que fica ao lado, ambos próximos à sua residência. É filha de uma professora e pedagoga (tem diferença?) e de um servidor estadual aposentado, que não deram a mínima bola quando ela saiu de casa na sexta-feira e só voltou na terça e se trancou no quarto, tanto que o estupro só foi descoberto pela avó através das imagens e dos vídeos postados pelos facínoras nas redes sociais.

Não bastasse isso, a menina de 16 anos - que tem um filho de três anos(!) - “mais faltava do que ia à escola, mesmo tendo a vigilância da mãe”, segundo o mesmo Globo, capciosamente. Ora pombas, que raio de vigilância é essa? Uma menina que foi mãe aos 13 anos, que falta às aulas sem que nada seja feito e que fica 5 dias sem dar notícias sem ninguém se importar lá pode estar sendo “vigiada”?

Vão lamber sabão e enfiem essa hipocrisia onde mais lhes aprouver! A jovem está literalmente abandonada à sua própria sorte, faz tempo, e neguinho ainda elogia a mãe dela, a “pedagoga”? Que bela carta de apresentação profissional! E cadê o Juizado de Menores que não indicia essa mulher por Abandono Moral (permitir que menor de 18 anos sob sua responsabilidade, guarda ou vigilância - ato de tomar conta -, frequente casa de jogo, espetáculo impróprio, resida ou trabalhe em casa de prostituição, conviva com pessoas viciadas, mendigue ou sirva a mendigo para comover as pessoas pode ser condenado a uma pena de detenção de 1 a 3 meses, ou multa).

Nada justifica o estupro, mas fica claro que o abandono da menor por parte dos pais foi o fator determinante para que isso acontecesse, já que não há o menor indício de que a família tenha lhe transmitido sequer a mais vaga noção de valores morais que a permitam discernir entre o bem e o mal, o certo e o errado, o perigo e a tranquilidade. Daí sua opção de vida por frequentar favelas e bailes funk.

Não há como fugir da realidade.


6 comentários:

  1. (argento) ... pooiZé, "não há como fugir da realidade e das tragédias anunciadas", o que aconteceu tem orçamento seletivamente contingenciado, Desarmamento de Civis Responsáveis e Ordeiros -não se pode mais dar um tiro na cara dum fiho da puta- os nomes se pode listar, são conhecidos, têm RG e CPF, ocupam cargos no Legislativo, Judiciário, Executivo, "Igrejas"; mas não caberiam no postado; grande parte deles está nomeada na LavaJato ...

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    1. (argento) ... o que é uma surra de bunda?:

      https://www.youtube.com/watch?v=KvHXf-4HJvs

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  2. (argento) ... dissolução dos costumes?: - Yuri Alexandrovich Bezmenov ...

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    1. (argento) ... do Estadão:

      http://brasil.estadao.com.br/noticias/rio-de-janeiro,namorado-de-vitima-de-estupro-coletivo-diz-que-crime-e-invencao,10000053813

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  3. (argento) ... tá dando na Globo, direto: segundo laudo IML, Houve estupro - correndo por fora, nas redes sociais, já são 5 os mortos; é, há ética no crime ...

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    1. (argento - retifico) ... a última edição do RJTV deixa claro que o exame de Corpo de Delito, feito após 5 dias do ocorrido, já não foi possível avaliar a ocorrência (prova técnica) do estupro -la prensa tem o mau costume de aumentar o suspense, rende audiência ...

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