A comparação é inevitável: que tal votar para presidente em um cara que, pelo menos, sabe se expressar?
quarta-feira, 26 de março de 2014
O antissemitismo de uma tal “Revolução Quilombolivariana do Brasil”
A “Organização Negra Nacional Quilombo” e a “Revolução
Quilombolivariana do Brasil”, na pessoa de Jama Libya Taryk Al Jamahiriya,
resolveram fazer uma visita, ontem, ao TMU. E que visita! Jama acusa praticamente
todos os judeus do Rio de discriminação racial contra os negros, em dois comentários
pra lá de confusos e absurdos que reproduzo abaixo.
Aliás, “revolução quilombolivariana”
é o cacete e palhaçada tem limites! O que se vê no texto é um paranoico arvorando-se
em defensor dos negros, vitimizando-os, querendo achar pelo em ovo e sendo, ele
sim, um racista antissemita dos diabos!
Vai pousar em outro canto, seu
Jama! E fica aqui a minha denúncia do seu racismo.
Jama Libya 25 de março de 2014 21:09
1]Conspiração judaica tupiniquim contra os negros
afro-brasileiros
O GLOBO ditadura vandalista da comunicação, leviana ardilosa
e racista inimiga do povo brasileiro. No Brasil os judeus monopolizam a TV
discriminam e humilham as mulheres negras? A MEGALOBO RACISMO? A violência do
preconceito racial no Brasil personagem (Uma negra boçal degradada pedinte com
imagem horrenda destorcida é a Adelaide
http://globotv.zorra-total/v/adelaide-e-briti-pedem-dinheiro-no-metro/, do
Programa Zorra Total, TV Globo do ator Rodrigo Sant’Anna? Ele para a Globo e
aos judeus é engraçado, mas é desgraça para nós negros afros indígenas
descendentes, se nossas crianças não tivessem sendo chamadas de Adelaidinha ou
filha, neta e sobrinha da ADELAIDE no pior dos sentidos, é BULLIYING infeliz e
cruel criado nos laboratórios racistas do PROJAC (abrev. de Projeto Jacarepaguá
da Central Globo de Produção) da Rede Globo é dominado por judeus diretores,
produtores e apresentadores ( OBS. além destes judeus e judias citados existem
centenas de outros e mais de 200 atores, atrizes, comediantes, artistas e
apresentadores judeus e judias e milhares de empregados e colaboradores da “
Rede Globo Judaica Midiática Brasileira” ) como Arnaldo Jabor, Carlos
Sanderberg, Luciano Huck, Jairo Bauer, Alan Fiterman, Luis Erlanger, Marcos
Losekann, Marcius Melhem e Leandro Hassum, Vladimir Brichta, Tiago Leifert,
Pedro Bassan, Pedro Bial, Jitman Vibranovski, William Waack, William Bonner
& Fátima Bernardes, Ernesto Paglial & Sandra Annenberg, Pedro Doria
& Leila Sterenberg, Mateus Solano & Paula Braun, Yvonne Maggie, Mônica
Waldvogel, Renata Malkes, Sandra Passarinho, Amora Mautner, Lillian W. Fibe,
Esther Jablonski, Patrícia Taufer, Glenda Kozlowski Fernanda Grael, Leila
Neubarth,Beatriz Thielmann,Gilberto Braga,Wolf Maya, Mauro Halfeld, Mário
Cohen, Ricardo Waddington, Max Gehringer, Maurício Kubrusly, Mauro Molchansky,
Maurício Sirotsky, Marcelo Rosenbaum, Michel Bercovitch, Luiz Gleiser, Fábio
Steinberg, Carlos de Lannoy, Roberto Kovalick, Guilherme Weber, Régis Rösing,
Caio Blinder, Daniel Filho, Gilberto Braga, Gilberto Leifert, Gilberto
Dimenstein , Walcyr Carrasco, Carlos H. Schroder e o poderoso Ali Kamel diretor
chefe responsável e autor do livro Best seller o manual segregador (A Bíblia do
racismo,que irônico tem por titulo NÃO SOMOS RACISTA baseado e num monte de
inverdades e teses racistas contra os negros afrodescendentes brasileiros) E
por Maurício Sherman Nisenbaum (que Grande Otelo, Jamelão , Luis Carlos da Vila
e Geraldo Filme chamavam o de racista porque este e o Judeu sionista racista
Adolfo Bloch dono da Manchete discriminavam os negros)responsável dirige o
humorístico Zorra Total. Foi dono da criação de programas e dos programas
infantis apresentados por Xuxa(Luciano Szafir)e Angélica(Luciano Hulk) ambas
tendo seus filhos com judeus,apresentadoras descobertas e lançadas por ele no
seu pré-conceitos de padrão de beleza e qualidade da Manchete TV dominada por
judeus sionistas,este BULLYING NEGLIGENTE PERVERSO da Globo.
Jama Libya 25 de março de 2014 21:10
2] BULLYING NEGLIGENTE PERVERSO da Globo.
Humilhante absurdo e desumano que nem ADOLF HITLER fez aos
judeus, mas os judeus sionistas da TV GLOBO faz para a população negra
afro-descendente brasileira isto ocorre em todo lugar do Brasil para nós não
tem graça, esta desgraça de humor racista criminoso, que humilha crianças é
desumano para qualquer sexo, cor, raça, religião, nacionalidade etc. o pior de
tudo esta degradação racista constrangedora cruel é patrocinada e apoiada por o
S.R. Ali KAMEL fascista sionista (marido da judia Patrícia Kogut jornalista do
GLOBO que liderou dezenas de judeus artistas intelectuais e empresários dos 113
nomes (Manifesto Contra as contra raciais) defendida pela radical advogada
Procuradora judia Roberta Kaufmann do DEM e PSDB e o Senador Demóstenes Torres
que foi cassado por corrupção) TV Globo esta mesma que fez anúncios constantes
do programa (27ª C.E. arrecada mais de R$ 10, milhões reais de CENTARROS para
esmola da farsa e iludir enganando escondendo a divida ao BNDES de mais de três
bilhões dólares dinheiro publico do Brasil) que tem com o título ‘A Esperança é
o que nos Move’, show da “Criança Esperança” de 2012 celebrará a formação da
identidade brasileira a partir da mistura de diferentes etnias) e comete o
genocídio racista imoral contra a maior parte do povo brasileiro é lamentável
que os judeus se divirtam com humor e debochem do verdadeiro holocausto
afro-indigenas brasileiro o Judeu Sergio Groisman em seu Programa Altas Horas e
assim no Programa Encontro com a judia Fátima Bernardes riem e se divertem. (A
atriz judia Samantha Schmütz em papel de criança um estereótipo desleal e cruel
se amedronta diante aquela mulher extremamente feia) para nós negros afros
brasileiros a Rede GLOBO promove incentiva patrocínio (O soció,olopata Demétrio
Magnoli e os jornalopata$$$tas Luiz Carlos Azenha, Diogo Mainardi, Reinaldo
Azevedo arautos das elites conservadores patrocinados da Casa Grande contrários
a empenhos positivos a favor da sociedade dos afrodescendentes. ) preconceitos
raciais que humilha e choca o povo brasileiro.
Organização Negra Nacional Quilombo ONNQ 20/11/1970 – REQBRA
Revolução Quilombolivariana do Brasil - quilombonnq@bol.com.br
Apenas como curiosidade: Manifesto pede Abertura de Processo de Impeachment contra Dilma Rousseff
Apenas como curiosidade mesmo.
Não há quem seja mais contra o PT do que eu, mas não acho
correto que se pense que à hora que bem se entenda possamos depor um presidente
da República eleito democraticamente, a não ser que haja fortes motivos para
tal. E não os há.
Está certo quem afirma que Collor foi deposto por muito
menos - perto dos petralhas ele foi um poço de probidade. O problema é que
Collor pecou pela soberba, achando que poderia governar sozinho, e deu no que
deu, mas um erro não justifica outro. Da próxima vez - no fim do ano -, que em
vez de pedirem impeachment, votem melhor, que sejam mais políticos, que deem
maior importância às eleições e que sejam convincentes o suficiente para
conseguir mais votos em favor das suas causas.
Abertura de Processo de Impeachment contra Dilma Rousseff
Para: Deputados e Senadores da República
Iniciando-se em janeiro o décimo primeiro ano de Governo
Petista no Brasil, já não há mais termos, já não encontramos mais adjetivos suficientes
para descrever a vergonha que é, hoje em dia, apresentar-se como brasileiro.
Sangram os joelhos da nossa Nação, senhores! Sangram porque ela rasteja como
aqueles que, lesados em sua espinha dorsal, já não podem mais caminhar como
homens e mulheres de bem. É a nossa moral, a nossa dignidade que esse Partido
Criminoso, escândalo após escândalo, insiste em retirar nos reduzindo à
condição de escravos de um governo totalitário e de seu delírio bolivariano.
Entendemos que caracteriza-se como crime de responsabilidade, dessa
ex-assaltante de bancos e terrorista dos anos 60, hoje desgraçadamente
Presidente da República, aquilo que foi feito com a PETROBRÁS. Bradamos que é
censura clássica aquilo que hoje foi votado em relação à internet e definimos
como traição os empréstimos feitos à Cuba e países cujo nome a maioria da nossa
população pobre, doente, e analfabeta, sequer sabe pronunciar. Apelamos àquilo
que lhes resta de dignidade pois, para que tenham, senão consciência cívica, um
mínimo de vergonha na cara como homens que tem a obrigação de encarar seus
filhos e netos: Abram o processo de cassação de mandato dessa criminosa: o país
já não aguenta mais! Os senhores tem obrigação conosco, consigo mesmos, e com a
nossa História !
Atenciosamente,
Cidadãos Brasileiros.
link para assinar -
http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR70638
Maconha e bolivarianismo: uma mistura explosiva na UFSC
O campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC),
em Florianópolis, virou um verdadeiro campo de guerra na tarde desta
terça-feira. Uma ação da Polícia Federal, que deveria coibir o uso de
entorpecentes e o tráfico de drogas na universidade, resultou em um confronto
entre 300 estudantes e policiais.
A Tropa de Choque foi acionada e gás lacrimogêneo e bombas
de efeito moral foram jogadas contra os estudantes. Cinco alunos foram presos e
dois policiais ficaram levemente feridos. De acordo com o delegado Júnior, os
cinco alunos foram conduzidos para a Superintendência da PF em SC, onde
assinariam um termo circunstanciado por uso de maconha e depois seriam
liberados.
Eles chegaram na PF por volta de 18h40min em uma viatura da
Tropa de Choque da Polícia Militar. Um representante da UFSC e a presidente da
comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, deputada Luciane
Carminatti os acompanharam.
Os manifestantes invadiram a reitoria e pretendem ficar lá
até que um documento que proíba a ação da força policial no campus seja
assinado.
A deputada Luciane Carminatti é aquela que Ana
Campagnolo reduziu a pó de traque no vídeo postado ontem.
terça-feira, 25 de março de 2014
Será que Jandira Feghali vai reduzir a jornada de trabalho dos funcionários do seu restaurante?
Segundo o Claudio Humberto, a líder do PCdoB, Jandira Feghali (RJ), uma das muitas sem
vergonhas que ficam lambendo o saco dos petralhas e que prega a censura explícita e punição ao SBT
por exibir uma jornalista que não tem medo de cara feia, quer espaço na
campanha de Dilma para discutir reforma política e redução da jornada de
trabalho.
Então tá, Jandira, reduza a jornada de trabalho dos funcionários do seu restaurante
para ver se dá certo e depois me conta...
Duas perguntas, dona cara-de-pau: como é que uma comunista
pode ser dona de um restaurante? E no seu capitalismo não vai nada?
Pimenta no furifunfas dos outros é refresco...
A merda é tanta que mandam um músico para avaliar o sistema de defesa antiaérea do Brasil
Por Otavio Cabral, da Veja:
![]() |
| São Jorge e o Dragão, ou, como queiram, Jeferson e Ideli. |
Marido da ministra Ideli Salvatti, o subtenente músico do
Exército Jeferson da Silva Figueiredo participou em janeiro de sua primeira
missão internacional. Passou duas semanas na Rússia como integrante de uma
comissão técnica de compras. Mas o militar músico não desembarcou em Moscou
para renovar os instrumentos do Exército. Ele foi escalado pelo ministro Celso Amorim para avaliar o
sistema de defesa antiaérea que o Brasil pretende comprar da Rússia.
O Pantsir-S1, a escolha de Amorim, custa quase o triplo dos modelos preferidos pelos militares brasileiros que, ao contrário do marido de Ideli, realmente entendem do assunto.
P.S.: Quanto é que o nanoministro do Celso Amorim está levando nessa?
O Pantsir-S1, a escolha de Amorim, custa quase o triplo dos modelos preferidos pelos militares brasileiros que, ao contrário do marido de Ideli, realmente entendem do assunto.
P.S.: Quanto é que o nanoministro do Celso Amorim está levando nessa?
Cabral, o emplacador de porcarias
Deu no Radar OnLine que Sérgio Cabral articula para botar o seu braço-direito,
Wilson Carlos, no Tribunal de Contas do Estado. Só que Wilson é personagem
central de um escândalo sobre pagamento de propina na obra do metrô no Rio.
Inquérito da Polícia Federal apura se a propina teria sido paga depois que a
Opportrans, controladora da Metrô Rio até 2008, quitou dívida do governo do Rio
junto à Camargo Corrêa.
Muito embora Wilson Carlos negue que vá assumir uma vaga no
TCE, o que importa é que o próprio Cabral não nega.
Wilson é dessa turminha de Paris, em que secretários do
estado e Fernando Cavendish apareciam dançando com guardanapos na cabeça.
Aliás, Cabral é mestre em emplacar porcarias em tribunais.
Uma delas foi seu pai, protagonista de um episódio nada ortodoxo. Numa sexta-feira,
quando tomava chope com amigos, Serjão teve seu carro oficial - privilégio de
conselheiro do Tribunal de Contas do Município - roubado na Rua Bolívar, em
Copacabana.
Petrobras - Como é que essa josta ainda não explodiu?
Dora Kramer diz hoje que “a ideia de usar a Petrobrás para
fins políticos já podia ser identificada claramente no primeiro grande encontro
do PT logo após a eleição de Luiz Inácio da Silva, no Hotel Nacional, em São
Paulo. Nos bastidores travava-se uma batalha pela presidência da empresa e os
interessados comentavam o quanto o posto lhes seria útil para os planos futuros
de eleições a governos de Estados”.
Eu pergunto: que fins políticos são esses em que se justifica
o roubo de dinheiro público e dos acionistas? Que diabo de política é
essa, inventada pelo partido que foi criado se dizendo o guardião da moralidade
e decência? Chamar isso de política é chamar urubu de meu louro - é caso de polícia. Aliás, chamar
PT de partido também - aquilo é uma quadrilha.
O artigo abaixo dá mais nomes aos bois da Petrobras. Vejam como
é enrolada essa teia:
José Casado: Estranhas transações
A Petrobras amplia seu espaço no noticiário policial. Nas
próximas horas o Ministério Público decide se pede a prisão preventiva do
ex-diretor da empresa Paulo Roberto Costa. Ele foi detido em casa, quinta-feira
passada, sob acusações de lavagem de dinheiro. A prisão preventiva (mínimo de
30 dias) costuma ser usada para induzir à colaboração no inquérito.
Costa foi diretor de Abastecimento da estatal durante oito
anos. Chegou à diretoria em 2004 na esteira dos acordos de Lula e José Dirceu
com líderes de partidos aliados, que resultaram no mensalão. Foi apadrinhado
por José Janene, então líder do PP na Câmara, que recebeu US$ 2 milhões, via
corretoras como a Bônus-Banval, operada por Enivaldo Quadrado, condenado no
mensalão, em ligação com o doleiro paranaense Alberto Yussef.
Janene morreu em 2010, antes do julgamento, com o mandato de
deputado que a Câmara se recusou a cassar. Com o desgaste do padrinho, Costa
passou à órbita de um consórcio integrado por frações de PR, PT e PMDB.
Dilma Rousseff e Graça Foster, presidente da estatal,
gastaram dois anos em negociações - com o PT e o PMDB - para demitir Costa e os
diretores Renato Duque, de serviços de engenharia, e Jorge Zelada, da área
internacional.
Duque era o mais antigo do trio na diretoria. Assumiu em
2003 sob o patrocínio de José Dirceu, chefe da Casa Civil. Dirceu passou um mês
(de 1º de janeiro a 2 de fevereiro) no Conselho de Administração da Petrobras.
Saiu ao perceber riscos no acúmulo dessa posição com o mandato de deputado
federal. Duque permaneceu, com a credencial de militante do PT, via núcleo Novo
Brasil.
Jorge Zelada ascendeu à área internacional em 2008, no lugar
de Nestor Cerveró indicado por PT e PMDB. Lula e o então presidente da estatal,
José Gabrielli, negociaram a troca de guarda com núcleos do PMDB do Rio e de
Minas Gerais. Desde a demissão de Zelada em 2012, a função é acumulada por
Graça Foster, presidente da empresa. Cerveró foi levado ao caixa da BR
Distribuidora, e expurgado na semana passada.
Sob Cerveró e Zelada e Gabrielli, o conselho da Petrobras
presidido por Dilma sancionou a compra com prejuízos da refinaria de Pasadena
(Texas) e negociou ativos na Argentina com um dos financistas da família
Kirchner, Cristóbal López, concessionário de cassinos.
A transação teria sido intermediada no Brasil à taxa de 20%.
O “destravamento” do negócio custou US$ 10 milhões a López, como divulgou o
repórter Hugo Alconada Mon no “La Nación”, de Buenos Aires, em agosto do ano
passado. Na mesma época, um ex-funcionário da Petrobras, João Augusto Rezende
Henriques, contou ao repórter Diego Escosteguy, da revista “Época”, que não
havia negócio internacional sem pagamento de “pedágio”, com 60% a 70% do
dinheiro “repassado ao PMDB”.
Dilma enfrenta críticas do PT pela tentativa de “limpeza” na
Petrobras - “disciplina na utilização dos recursos financeiros da companhia”,
como definiu Graça Foster.
Ela tem a chance de iluminar obscuros negócios realizados na
estatal. O detergente institucional é sempre o melhor remédio. A omissão
significa assumir riscos, como o de assistir à “delação premiada” de escândalos
em plena luta pela reeleição.
Maria da Conceição Tavares deveria chorar de vergonha
Maria da Conceição Tavares, aquela economista petralha que chorou de emoção no
lançamento do Plano Cruzado, em 1986, hoje, em entrevista publicada no Globo,
mostra que continua a mesma. Leiam algumas pérolas extraídas da entrevista:
Só voltamos a crescer com Lula.
Estamos investindo em infraestrutura basicamente.
Ninguém come PIB, come alimentos.
O governo [Dilma] está combatendo a inflação da melhor forma
que pode.
Não vejo pressão inflacionária.
Estou moderadamente otimista.
Não leio mais economia para não me aborrecer. É um festival
de besteiras.
Concordo apenas com a última linha, principalmente quando é a
Maria da Conceição que as diz.
Só para lembrar, o Plano Cruzado foi “tão bom” que
esculhambou a balança de pagamentos de tal maneira que acabou com as nossas
reservas internacionais, o que levou o nefasto Zé Sarney a decretar a moratória
da dívida externa em 1987 por falta de condições para honrar os compromissos
externos.
O Plano Cruzado não só fracassou, mas também se tornou
inesquecível por causa das ações judiciais até hoje em curso, na qual cidadãos
comuns exigem de bancos e governos a reparação das perdas monetárias então
sofridas.
Hoje, Maria deveria chorar de vergonha, mas como todo bom
petralha, essa palavra não consta do seu vocabulário.
Rabo preso de Eduardo Campos não deixa PSB apoiar CPI da Petralhobras
Eduardo Campos recomendou ao PSB cautela na condução do caso
Petrobras. Por ora, a ordem é não assinar o pedido de CPI. A sigla vai defender
depoimento conjunto do ministro Edson Lobão (Minas e Energia) e da presidente
da empresa, Graça Foster, em sessão conjunta no plenário do Congresso.
O prejuízo da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco - aquela que Hugo Chavez
disse que ia rachar as despesas, mas saiu de banda -, saltou de U$ 2,3 bilhões
para U$ 20 bilhões, mas é claro que o rabo preso recomenda cautela, porque a refinaria foi um dos presentinhos que Lula deu a Eduardo
Campos, enquanto alimentava a ideia do governador ser sucessor de Dilma em
2018.
Aliás e a propósito: por que será que José Serra não apoia a
CPI da Petrobras? Sei não, mas algo me diz que esse nosferatu paulista ainda
vai aprontar alguma...
Professora Ana Campagnolo bota deputada comunista e doutrinação escolar em seus devidos lugares: lixo!
Há alguns dias eu postei um vídeo feito na Câmara dos
Deputados de Santa Catarina, onde o deputado Kennedy Nunes (PSD) mostra a
professora Ana Campagnolo denunciando a doutrinação marxista em salas de aula. O
vídeo mostra também a indignação da deputada estadual comunista Luciana
Carminatti (PT), ardorosa defensora da doutrinação escolar gramsci-freireana em salas
de aula.
Pois bem, no vídeo abaixo, a professora Ana Campagnolo refuta
passo a passo, de maneira simples e cabal, a torrente de asneiras da deputada
na ocasião.
Assistam:
segunda-feira, 24 de março de 2014
A pantomima das UPPs de Cabral só fez aumentar o tráfico de drogas
Carlos Newton, da Tribuna, diz o seguinte:
Era como se os traficantes
subitamente tivessem desistido da criminalidade. E o governador se jactava,
dizendo: “Dei o prazo de 24 horas para que os traficantes abandonassem as
favelas do Cantagalo, Pavão e Pavaõzinho”. E eles, tremendo de medo,
obedeceram. Era o que os jornais noticiavam, sem perguntar como Sérgio Cabral
teria feito esse ultimado aos traficantes: se fora pessoalmente ou através de
quem?
Na época, comentei com Helio
Fernandes que essa situação era muito estranha, porque em todas as favelas o
fenômeno se repetia, monotonamente, com os traficantes se retirando sem dar um
só tiro. Helio Fernandes então saiu em campo, colheu informações e escreveu uma
série de artigos na Tribuna, denunciando que Cabral havia feito um acordo com
os traficantes, nos seguintes termos:
1) A PM ocuparia sem resistência as
favelas.
2) Os traficantes desmobilizariam
suas milícias, não haveria mais “soldados do tráfico” com suas máscaras ninjas
(eles são precursores dos black blocs, digamos assim), não exibiriam fuzis e metralhadoras, não haveria
disparos e balas perdidas, os moradores das comunidades não seriam aterrorizados,
a paz reinaria em cada favela.
3) Em troca, os traficantes poderiam
seguir suas atividades sem repressão, desde que o fizessem discretamente,
através do sistema de entrega a domicílio (droga delivery).
Lamentavelmente é a mais pura verdade. Tenho amigos e
conhecidos que moram na Rocinha, Vidigal, Cantagalo, Pavão, Pavaõzinho e
Manguinhos que confirmam isso. Os traficantes continuam traficando livres leves
e soltos nas favelas, só que, simplesmente, eles não andam mais armados, para
poder desempenhar seus papéis a contento na pantomima inventada por Cabral e
Beltrame, sabe-se lá com a conivência de quem mais.
Muito embora os crimes com armas de fogo tenham realmente
diminuído por causa desse “acordo de cavalheiros”, o custo da brincadeira é
muito alto, primeiro porque os marginais não foram desarmados e, a qualquer
hora, podem lançar mão dos seus arsenais contra tudo e todos, depois, porque essa
liberdade dos traficantes funciona como atrativo aos consumidores, já que
muitos dos que não arriscavam a uma visitinha às bocas por causa do aparato
bélico que os bandidos ostentavam, hoje vão lá, tranquilos. É lógico que com
essa palhaçada, o consumo só tende a subir.
Quando a Lei só serve para alguns, não serve para ninguém
Enio Mainardi: Brasil perdeu a guerra
Os bandidos-mixos ficam jogados em celas imundas,
superlotadas, comem comida que até porco ia refugar, são violentados
fisicamente e podem ver que só eles se dão mal. Chamam esses refugos humanos de
re-educandos... Re-educandos, no sentido que só aprendem mais sobre crime, nas
penitenciárias. Hipocrisia. O sistema faliu. A cultura dos pobres então é de
ódio contra a polícia, contra tudo. Pega o caso da Petrobrás, você acha que
aqueles diretores sacanas, ladrões, vão puxar cana? A Dilma, o Lula, o
Gabrielli etc., serão duramente julgados e condenados? Vão para a cadeia? Nem
pensar. E todos sabem disso. A classe política mafiosa espertamente se cobre,
uns aos outros e os advogados repartem o lucro dos apliques, usando recursos
processuais que, no fim, vão deixar tudo parado...os bandidos de
terno-e-gravata com montões de dólares fora do país, eles tranquilos, em paraísos
fiscais. Talvez essa seja a maior desgraça de tudo, neste país: a consciência
assumida coletivamente de que a lei serve só para massacrar os pobres. Os
ricos, os influentes, os corruptos poderosos ficam sempre na melhor. Então a
garotada marginal pensa: vou botar a mão num 38 e buscar o meu. Se eles podem,
por que eu não posso? Eles vão de caneta, eu vou de revolver. É assim que uma
sociedade se desmancha, perdendo seus valores, virando terra de ninguém.
Quando a Lei só serve para alguns, não serve para ninguém.
domingo, 23 de março de 2014
Meu parabéns, Dilma! Não foi só Pasadena. No Japão já foram mais de US$ 200 milhões pro ralo (ou pro seu bolso)!
Como roubam os petralhas! Ou será que alguém acredita mesmo que
neguinho fez negócio sem ler, pelo menos o que ia ganhar de comissão nas
paradas?
Do Globo de hoje:
Além da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), a Petrobras
fechou outro polêmico negócio com os japoneses. A refinaria Nansei, em Okinawa,
foi comprada em abril de 2008 por US$ 71 milhões, mas a estatal já gastou o
triplo desse valor para resolver problemas ambientais e fazer melhorias
operacionais na unidade, que é antiga e processa 100 mil barris diários.
Segundo uma fonte, a companhia teria investido mais de US$ 200 milhões na
refinaria desde a aquisição.
O negócio foi fechado na gestão de José Sérgio Gabrielli e
dos então diretores de Abastecimento Paulo Roberto Costa (preso pela Polícia
Federal na por suspeita de lavagem de dinheiro) e de Internacional Nestor
Cerveró, que foi exonerado da BR Distribuidora na sexta-feira, após a presidente
Dilma Rousseff ter revelado que aprovou a compra de Pasadena com base em
documento de sua autoria que não contemplava cláusulas controversas. Entre elas
a “put option”, que prevê que o sócio compre a parte do outro em caso de
divergência.
A Petrobras tentou vender a refinaria do Japão nos últimos
anos. Uma das últimas ofertas teria sido de US$ 150 milhões, e a estatal não
aceitou. Hoje, a refinaria opera com carga mínima. Segundo a fonte, o Japão não
tem interesse em comprá-la. Procurada, a Petrobras não comentou.
Em nota divulgada ontem, a Secretaria de Comunicação da
Presidência da República confirmou que no resumo executivo elaborado pela
diretoria Internacional da Petrobras, e apresentado ao Conselho de Administração
da empresa, continha a “existência de cláusulas contratuais que materializavam
a Put Option”, no caso da refinaria Nansei, como revelado ontem pelo “Estado de
S. Paulo".
O governo afirmou que a aquisição era um bom negócio, pois a
unidade tinha um grande terminal de petróleo e derivados.
Meus parabéns ao governo do PT! No ranking das 40 cidades mais violentas do mundo eles contribuem com 14!
Dos 14 municípios do Brasil no ranking das cidades mais
violentas do mundo, cinco vão receber jogos da Copa do Mundo: Fortaleza, Natal,
Salvador, Manaus e Recife. Veja as cidades, com informações de O Globo:
Maceió (5ª colocada) - 79,76 homicídios por 100 mil
habitantes
Fortaleza (7ª) - 72,81 homicídios por 100 mil
João Pessoa (9ª) - 66,92 homicídios por 100 mil
Natal (12ª) - 57,62 homicídios por 100 mil
Salvador (13ª) - 57,51 homicídios por 100 mil
Vitória (14ª) - 57,39 homicídios por 100 mil
São Luís (15ª) - 57,04 homicídios por 100 mil
Belém (16ª) - 48,23 homicídios por 100 mil
Campina Grande (25ª) - 46 homicídios por 100 mil
Goiânia (28ª) - 44,56 homicídios por 100 mil
Cuiabá (29ª) - 43,95 homicídios por 100 mil
Manaus (31ª) - 42,53 homicídios por 100 mil
Recife (39ª) - 36,82 homicídios por 100 mil
Macapá (40ª) - 36,59 homicídios por 100 mil
O Brasil é o país com mais municípios no ranking de 40
cidades: 14. O México aparece em segundo, com nove. Apenas sete cidades da
lista não estão na América Latina: quatro dos Estados Unidos (Detroit, Nova
Orleans, Baltimore e Saint Louis) e três da África do Sul. O levantamento leva
em conta a taxa de homicídios por grupo de 100 mil habitantes no ano passado.
De acordo com a ONG, foram levantados dados disponibilizados pelos governos em
suas páginas na internet e consideradas só cidades com mais de 300 mil. Essa
foi a quarta edição do ranking.
Em relação ao levantamento de 2012, Brasília e Curitiba
deixaram a lista. Por outro lado, três cidades brasileiras ingressaram no
grupo: Campina Grande (PB), Natal (RN) e Aracaju (SE). As duas maiores
metrópoles do país, São Paulo e Rio de Janeiro, não estão no ranking. Segundo
especialistas, há 10 anos o país vê os homicídios migrarem para os municípios
de médio porte. - A violência deixa de ocorrer nos polos tradicionais a partir
da virada do século - afirma Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador do Mapa do
Violência do Brasil.
Julio cita como fatores que provocaram o fenômeno a mudança
do modelo econômico, com o fim da migração para as principais capitais do
Sudeste, além dos investimentos federais nas cidades que tinham grandes taxas
de assassinato. - O crime organizado se nacionaliza e encontra nessas capitais
de estados menores um sistema de segurança precário - diz o pesquisador. No
caso de Maceió, a cidade brasileira mais violenta, o problema ainda foi
agravado por que o estado de Alagoas enfrentou seguidas greves de policiais nos
anos 2000.
sábado, 22 de março de 2014
Jandira Feghali, comunista, fala em liberdade e democracia para pedir censura ao SBT
PT e censura II: PCdoB quer suspender verba estatal para o
SBT por declarações de Sheherazade
Segundo o site Congresso em Foco, o PT e o PCdoB
(cachorrinho de estimação do primeiro) estão tentando executar outra instância
de “soft censorship” contra o SBT. O
discurso é a mesma farofa de sempre: rancor absoluto pela âncora Rachel
Sheherazade por ela ter achado compreensível a reação do cidadão civil contra
criminosos.
Alguns pontos da matéria são bastante pertinentes, como este
abaixo:
O governo federal estuda suspender a verba publicitária que
repassa à terceira maior emissora de TV do país, o Sistema Brasileiro de
Televisão (SBT). O caso é examinado pela equipe do ministro Thomas Traumann, da
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, a pedido da líder
do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ).
Esta é a confissão do crime: ameaça de retirada de verba
publicitária (dinheiro público, diga-se, de passagem, para quem não percebeu)
para forçar com que emissoras de TV e jornais deixem de publicar conteúdo que
os desagrade. Não há como negar mais. Oficialmente, os amigos do PT reconhecem
a prática de censura, ou, ao menos, sua ameaça. O que já é uma forma de coagir
a imprensa livre.
A deputada acusa a emissora de ter praticado apologia e
incitação ao crime, à tortura e ao linchamento ao exibir comentários da
apresentadora Rachel Sheherazade que, segundo a parlamentar, exaltavam a ação
de chamados “justiceiros” no Rio de Janeiro contra um jovem de 16 anos, acusado
de furto. “A Secom me deu um primeiro retorno dizendo que concorda com o
conteúdo do nosso pedido e que estuda quais providências tomar”, disse Jandira
Feghali ao Congresso em Foco.
Como de costume, Jandira Feghali pratica difamações e
denunciações caluniosas, usando o mesmo recurso do PSOL (o que prova o
alinhamento entre o PT e o PSOL). Isso não é novidade alguma. O importante é
ela afirmar que o Secom (parte do aparelho petista) concordou com esse tipo de
estratégia.
Em 2012, o SBT recebeu R$ 153,5 milhões em publicidade de
verba publicitária do governo federal. Ficou atrás apenas da Globo (R$ 495
milhões) e da Record (R$ 174 milhões). O valor destinado à TV de Silvio Santos
corresponde a 13,64% do bolo publicitário das emissoras. “Como o governo pode
subsidiar um canal que tem uma editorialista que incita à violência e à justiça
com as próprias mãos?”, questiona Jandira Feghali.
O que Jandira quer dizer é o seguinte: aquele que disser
qualquer opinião que desagrade os criminosos violentos deve parar de receber
dinheiro estatal. Alias, já passou do momento de tentarmos entender qual o motivo
pelo qual apoiar os criminosos violentos é tão vital para PT, PCdoB e PSOL.
A explicação é simples até demais. O fato é que o apoio ao
criminoso violento é apenas uma crença de suporte para ajudar a manter
enraizada no sistema límbico profundo de uma boa parte da opinião pública a
noção de que o criminoso violento é sempre uma “vítima” da sociedade. Portanto,
a sociedade deve financiar inchaços estatais, que seguirão dando a promessa de
“corrigir a sociedade”. Assim, a crença que leva a sustentação do apoio ao
criminoso violento, criada pela esquerda, é sustentáculo para um baita de um
negócio.
Em síntese: apoiar criminosos violentos ajuda a manter um
grande negócio (inchar o estado). E para manter esse negócio em alta, basta
usar o próprio estado inchado para promover censura contra aqueles que ataquem
esse sustentáculo. Simples assim.
A líder do PCdoB na Câmara trabalha em duas frentes contra o
SBT. Além do ofício enviado diretamente à Secom, no dia 20 de fevereiro, ela
também apresentou um requerimento à Procuradoria-Geral da República (PGR) em
que pede a abertura de inquérito contra a TV e Rachel Sheherazade e o corte da
verba enquanto durarem as investigações. Como mostrou o Congresso em Foco, em
caso de condenação, Jandira solicita que o SBT perca até o direito à concessão
pública. Caberá ao procurador-geral, Rodrigo Janot, dar andamento ou não aos
pedidos.
É claro que o SBT não vai perder concessão pública. E
dificilmente perderá a verba federal. Tudo iria ficar muito ridículo e
acintoso. O que importa é a propaganda gerada.
Neste sentido, a principal técnica usada pelos governistas e seus
aliados é o método de influência chamado “porta na cara”, onde se pede uma
proposta acintosa, para que posteriormente o senso comum aceite como normal
propostas de menor escala.
E falando em propaganda, até mesmo a abertura de inquérito
já é uma instância da tradicional guerra de processos, onde o lançamento de um
processo, por si só, já serve como propaganda para a causa. Mesmo que não dê em
nada.
Em artigo publicado em 11 de fevereiro, na Folha de S. Paulo,
a apresentadora diz que apenas expressou sua opinião e que não defendeu os
chamados “justiceiros”. “Em meu espaço de opinião no jornal SBT Brasil, afirmei
compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos
justiceiros do Rio”, escreveu Rachel. Em nota divulgada à época, o SBT alegou
que a opinião da apresentadora era de responsabilidade dela, e não da emissora.
Jandira não concorda. Para ela, como concessão pública, a TV
tem total responsabilidade em relação ao que leva ao ar. “A emissora vai ter de
assumir. Não estamos provocando a Rachel Sheherazade, é o SBT que está em
questão. Não é uma questão dela especificamente, mas dela vinculada ao canal. A
gente espera que isso sirva de parâmetro para outras TVs”, disse a deputada.
Em 2000, o SBT chegou a ficar com 20% do “bolo” publicitário
do governo entre as emissoras de TV. Naquele ano, ainda na gestão Fernando
Henrique Cardoso (PSDB), a emissora recebeu R$ 135 milhões para divulgar ações
do governo federal. Na época, era vice-líder de audiência, posto que perdeu, de
lá para cá, para a Record, de Edir Macedo.
Note que Jandira disse que a ação deve “servir de parâmetro”
para as outras TVs. Isto é, ela diz que nenhuma expressão de repreensão ao
criminoso violento, ou até mesmo a compreensão da dura situação das vítimas do
crime, será tolerada.
O recurso da extrema-esquerda é tradicional: lançar a ameaça
não contra Rachel Sheherazade, mas contra o contratante dela. O intuito é
tentar forçar sua demissão. Outro objetivo é lançar uma mensagem clara ao SBT,
dizendo que opiniões que desagradam a extrema-esquerda não serão toleradas.
Enfim, existem vários métodos para a guerra política que
defendo como úteis para a direita: a arte da guerra política, de Horowitz, a
contra-estratégia gramsciana, as regras para radicais (de Saul Alinsky) e o
controle de frame lakoffiano. Nada menos que um combo. Mas também uso um método
pouco tradicional: o template neo-ateu. (Usar este template significa usar a
mesma assertividade que autores como Richard Dawkins e Sam Harris usam contra a
religião, mas agora contra a religião política, ou seja, o esquerdismo)
Por exemplo: imagine que um grupo religioso decidisse banir
da televisão um comediante por este criticar a crença em Deus. Como reagiriam
os neo-ateus? Será que eles ficariam apenas tristes? Se limitariam a resmungar,
conformados? Será que diriam “ó ceus, ó vida, que censura ruim”? Ou será que
eles denunciariam em público (e em larga escala), nos termos mais fortes
possíveis, o quanto é nociva a crença do oponente por tentarem censurar o seu
lado?
Com certeza, eles tentariam essa última opção, pois
capitalizariam em cima da tentativa de censura do outro lado. É o momento da
direita fazer exatamente o mesmo com os cães de guarda do PT. Eu não sou
otimista como o Percival Puggina no vídeo abaixo, mas com certeza devemos agir
nas redes sociais como um exército, nos moldes do que ele afirma. Assista:
É imperativo criarmos uma consciência pública mostrando o
quanto é abjeto o comportamento da extrema-esquerda na tentativa de censurar
seus opositores apenas por nós discordarmos de ideias tão torpes quanto a
apologia de criminosos. A reação à tentativa de aplicação do “soft censorship”
contra o SBT deve ser tratada de forma assertiva, no mesmo nível que tratamos
casos de pedofilia e crises de tomada de reféns.
Ademais, também podemos aprender com Gene Sharp. Uma das
formas com que devemos tratar a situação é o lançamento de uma campanha de
larga escala propondo boicote aos anunciantes do SBT caso eles cedam ao jogo
governista. Se os esquerdistas querem atacar Rachel ameaçando o SBT podemos
ameaçar os anunciantes do SBT caso a emissora resolva ceder às suas ameaças.
Enfim, se não formos
capaz de expor eficientemente mais essa baixeza governista, eles vencerão.
Joaquim Barbosa denuncia Noblat por crimes de injúria, difamação e preconceito. Segue o texto em questão.
Sei não, mas acho que Ricardo Noblat pisou na bola ao querer tomar o
partido errado e de forma mais errada ainda, em mais uma das inúmeras discussões
entre Barbosa e Lewandowski ocorrida em agosto do ano passado durante o
julgamento do mensalão.
Quem o ministro Joaquim Barbosa pensa que é?
Que poderes acredita dispor só por estar sentado na cadeira
de presidente do Supremo Tribunal Federal?
Imagina que o país lhe será grato para sempre pelo modo como
procedeu no Caso do Mensalão?
Ora, se foi honesto e agiu orientado unicamente por sua
consciência, nada mais fez do que deveria. A maioria dos brasileiros o admira
por isso. Mas é só, ministro.
Em geral, admiração costuma ser um sentimento de vida curta.
Apaga-se com a passagem do tempo.
Mas enquanto sobrevive não autoriza ninguém a tratar mal
seus semelhantes, a debochar deles, a humilhá-los, a agir como se a efêmera
superioridade que o cargo lhe confere não fosse de fato efêmera. E não
decorresse tão somente do cargo que se ocupa por obra e graça do sistema de
revezamento.
Joaquim preside a mais alta corte de justiça do país porque
chegara sua hora de presidi-la. Porque antes dele outros dos atuais ministros a
presidiram. E porque depois dele outros tantos a presidirão.
O mandato é de dois anos. No momento em que uma estrela do
mundo jurídico é nomeada ministro de tribunal superior, passa a ter suas
virtudes e conhecimentos exaltados para muito além da conta. Ou do razoável.
Compreensível, pois não.
Quem podendo se aproximar de um juiz e conquistar-lhe a
simpatia, prefere se distanciar dele?
Por mais inocente que seja quem não receia ser alvo um dia
de uma falsa acusação? Ao fim e ao cabo, quem não teme o que emana da
autoridade da toga?
Joaquim faz questão de exercê-la na fronteira do
autoritarismo. E por causa disso, vez por outra derrapa e ultrapassa a
fronteira, provocando barulho.
Não é uma questão de maus modos. Ou da educação que o berço
lhe negou, pois não lhe negou. No caso dele, tem a ver com o entendimento
jurássico de que para fazer justiça não se pode fazer qualquer concessão à
afabilidade.
Para entender melhor
Joaquim acrescente-se a cor – sua cor. Há negros que padecem do complexo de
inferioridade. Outros assumem uma postura radicalmente oposta para enfrentar a
discriminação.
Joaquim é assim se lhe parece. Sua promoção a ministro do
STF em nada serviu para suavizar-lhe a soberba. Pelo contrário.
Joaquim foi
descoberto por um caça talentos de Lula, incumbido de caçar um jurista
talentoso e... negro.
“Jurista é pessoa versada nas ciências jurídicas, com grande
conhecimento de assuntos de direito”, segundo o Dicionário Priberam da Língua
Portuguesa.
Falta a Joaquim “grande conhecimento de assuntos de
direito”, atesta a opinião quase unânime de juristas de primeira linha que
preferem não se identificar. Mas ele é negro.
Havia poucos negros que
atendessem às exigências requeridas para vestir a toga de maior prestígio. E
entre eles, disparado, Joaquim era o que tinha o melhor currículo.
Não entrou no STF enganado. E não se incomodou por ter
entrado como entrou.
Quando Lula bateu o
martelo em torno do nome dele, falou meio de brincadeira, meio a sério: “Não vá
sair por aí dizendo que deve sua promoção aos seus vastos conhecimentos. Você
deve à sua cor”.
Joaquim não se sentiu ofendido. Orgulha-se de sua cor. E
sentia-se apto a cumprir a nova função. Não faz um tipo ao destacar-se por sua
independência. É um ministro independente. Ninguém ousa cabalar seu voto.
Que não perca a vida por excesso de elegância. (Esse perigo
ele não corre.) Mas que também não ponha a perder tudo o que conseguiu até aqui.
Julgue e deixe os outros julgarem.
Senador Delcídio Amaral também entrou no rachuncho de Pasadena
Segundo Claudio Humberto
O operador da compra superfaturada da refinaria americana,
Nestor Cerveró, é mesmo ligado ao senador Delcídio Amaral (PT-MS). São amigos e
trabalharam juntos. Cerveró era diretor Internacional quando a Petrobras pagou
US$ 1,180 bilhão pela refinaria, avaliada em US$ 42,5 milhões (28 vezes menos).
Em março de 2008, foi substituído por Jorge Zelada, indicação coletiva de
deputados federais do PMDB mineiro.
Além da ligação a Cerveró, Delcídio tem intimidade com a
própria Petrobras, onde foi diretor de Gás e Energia durante o governo FHC.
A área de Delcídio na Petrobras foi acusada de elaborar
contratos com termelétricas que causaram prejuízo de R$ 2 bilhões à estatal. Os
contratos da era Delcídio teriam favorecido as termelétricas Eletrobolt e Macaé
Merchant, controladas pelas americanas Enron e El Paso. Pelas mãos do senador
Delcídio, Cerveró virou diretor da Petrobras no início do governo Lula, quando
José Eduardo Dutra presidia a estatal.
PeTrobras? É tudo mentira e fofoca das elites capitaneadas por FHC!
A PeTrobras
perdeu mais de 80 bilhões de dólares em valor de mercado.
A PeTrobras
caiu do 12º para o 120º lugar entre as maiores empresas do mundo.
A PeTrobras
assinou sete novos contratos com ONGs no DF, sem divulgar quanto será roubado
dos bolsos do acionistas majoritários: nós.
A PeTrobras
tem ex-diretor preso com mais de um milhão em casa. Imagina no banco da Suiça.
A PeTrobras,
nas pessoas dos seus conselheiros, não costuma ler relatórios - talvez por eles
não saberem ler - e, por isso, compra sagu por caviar.
A PeTrobras
foi lesada em mais de um bilhão de dólares em 2006, e neguinho só se deu conta
oito anos depois.
Mas nada disso tem a menor importância, porque segundo o
Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores em sua resolução política de
anteontem, o problema é que:
“Mais uma vez estamos presenciando a oposição e os setores
conservadores da nossa sociedade fazer ataques para atingir a imagem da
Petrobras. É importante relembrarmos que a nossa maior empresa pública foi alvo
da política de privatizações no governo liderado pelo PSDB, apoiado pela elite
nacional, representado por FHC.
A Petrobras é a mais sólida das empresas brasileiras com um
lucro superior a 23 bilhões de Reais, e a sétima empresa de energia do mundo,
tornando-se competitiva no mercado internacional e simbolizando o arrojo do
nosso projeto de Nação. A tentativa da oposição e do conservadorismo nacional
em atacar a Petrobras é mais uma iniciativa daqueles que sucatearam o Estado
brasileiro e aprofundaram as desigualdades sociais.
A defesa intransigente da Petrobras é a defesa do nosso
projeto de Nação que tem resultado no crescimento econômico e na justiça
social. Um projeto que colocou o Brasil ‘em pé’ perante o mundo.”
Entenderam? O que eu disse acima é tudo mentira.
sexta-feira, 21 de março de 2014
O assalto que Dilma ajudou a planejar
Relendo alguns arquivos meus, dei de cara com um que conta a
tal história do assalto que a quadrilha de Dilma fez na casa de Ana Benchimol Capriglione,
amante do ex-governador paulista Adhemar de Barros. Vou reproduzir aqui porque,
além do texto ser histórico e além do fato ser uma séria ameaça à própria
Dilma, caso vingue o intento da ministra Maria do Rosário de acabar com a Lei
da Anistia, Gustavo Schiller, sobrinho de Ana Benchimol, meu colega de
classe durante uns dois ou três anos, foi o informante da VAR-Palmares que
possibilitou o assalto.
O assalto que Dilma ajudou a planejar, por Domitila Becker
A noite estava chegando quando as duas camionetes
estacionaram numa ladeira do bairro de Santa Tereza, no Rio. Armados de
revólveres e granadas, 11 homens e duas jovens desembarcaram e, em movimentos
rápidos, invadiram o casarão onde morava Ana Benchimol Capriglione, amante do
ex-governador paulista Adhemar de Barros, famoso pelo bordão “rouba, mas faz”.
Na hora do crepúsculo de 18 de julho de 1969, começava o maior assalto
praticado durante a ditadura militar por grupos partidários da luta armada.
Disfarçados de policiais à caça de documentos considerados
subversivos, os invasores se espalharam pela mansão. Enquanto alguns subiam ao
segundo andar para localizar o cofre, outros imobilizaram moradores e
empregados, furaram os pneus dos carros estacionados na garagem e cortaram as
linhas telefônicas. A operação durou exatamente 28 minutos. E enriqueceu em US$
2,4 milhões (cerca de R$ 30 milhões em valores atuais) a VAR-Palmares,
organização comunista que tinha entre seus mais ativos militantes a
universitária mineira Dilma Rousseff. “A gente achava que o golpe ia ser
grande, mas não tinha noção do tamanho”, disse Dilma numa entrevista publicada
em 2006.
O cofre de mais de 200 quilos rolou pela escadaria de
mármore, foi colocado numa das camionetes e levado até um “aparelho” ─ termo
que identifica os endereços onde moravam ou se reuniam os partidários da luta
armada ─ em Jacarepaguá. Ali, com o uso de maçaricos, consumou-se o
arrombamento do cofre que fora previamente inundado para evitar que o dinheiro
se queimasse. As cédulas secaram depois de estendidas em varais e expostas a
ventiladores. Eram parte da fortuna do ex-governador de São Paulo. A informação
de que estavam sob a guarda da amante foi transmitida à VAR-Palmares por
Gustavo Buarque Schiller, um sobrinho de Ana Benchimol que acabara de filiar-se
à organização.
Entre os participantes da ação estavam Carlos Minc, deputado
estadual e ex-ministro do Meio Ambiente do governo Lula, e Carlos Franklin
Paixão de Araújo, segundo marido e pai da única filha de Dilma Vana Rousseff
Linhares, ou Estela, ou Wanda, ou Marina, ou Maria Lúcia, ou Luiza. Embora
tenha ajudado a planejar todos os assaltos do grupo, Dilma não figurou entre os
invasores do casarão. Providenciou o armamento, guardou o dinheiro e ajudou a
distribuir o produto do roubo.
O assalto foi concebido para evitar a falência financeira da
VAR-Palmares, fruto da fusão da
Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), liderada por Carlos Lamarca, com
o Comando de Libertação Nacional (Colina), onde Dilma debutou na luta armada
aos 20 anos, a convite do primeiro marido, o jornalista Galeno Magalhães
Linhares. “O Colina foi uma das poucas organizações a fazer a pregação
explícita do terrorismo”, escreveu o historiador Jacob Gorender, que esteve
preso com Dilma no presídio Tiradentes, em São Paulo.
O destino dos US$ 2,4 milhões permanece envolto em mistério.
Uma das versões mais difundidas garante que vários militantes receberam US$ 800
cada um “para emergências” e cerca de US$ 1 milhão foi consumido na aquisição
de armas e carros, no pagamento do aluguel dos aparelhos e na compra de áreas
para adestramento de guerrilheiros. O embaixador da Argélia no Brasil, Hafif
Keramane, foi contemplado com mais US$ 1 milhão para continuar fazendo a ponta
com os militantes exilados. Outros US$ 250 mil foram depositados em contas
secretas da Suíça e, posteriormente, divididos entre os remanescentes da
VAR-Palmares. No livro “A Ditadura Escancarada”, o jornalista Elio Gaspari
informa que o cofre do Adhemar permitiu que parte da cúpula da VAR-Palmares
deixasse de vagar por pequenas casas de subúrbio e se instalasse numa chácara
em Jacarepaguá, equipada com carro estrangeiro e falso motorista.
A fortuna precipitou a desunião. Três meses depois da mais
lucrativa ação desde o início da luta armada, a VAR-Palmares foi rachada ao
meio. Carlos Araújo e Dilma se juntaram aos companheiros da Vanguarda Armada
Revolucionária (VAR), liderada por Antonio Espinosa. Os militantes fieis a
Lamarca ressuscitaram a VPR. Consumada a ruptura, Dilma foi encarregada de
encontrar em São Paulo um abrigo seguro para o arsenal da VAR. Nesse tempo, a
mulher de Carlos Araújo dividiu um quarto de pensão com Maria Celeste Martins
na Avenida Celso Garcia, na Zona Leste. O banheiro era coletivo e as
acomodações bastante precárias.
“Eu e a Celeste entramos com um balde”, contou Dilma numa
entrevista à revista Piauí de abril de 2009. “Eu me lembro bem do balde porque
tinha munição. As armas, nós enrolamos em um cobertor. Levamos tudo para a
pensão e colocamos embaixo da cama. Era tanta coisa que a cama ficava alta. Era
uma dificuldade para nós duas dormirmos ali. Muito desconfortável”. A
ex-ministra continua: “Os fuzis automáticos leves, que tinham sobrado para nós,
estavam todos lá. Tinha metralhadora, tinha bomba plástica. Contando isso hoje,
parece que nem foi comigo”. Presa no início de 1970 com documentos falsos e
armas de fogo, Dilma ficou três anos na cadeia.
A história de outros participantes do roubo foi resgatada
pelo Grupo Tortura Nunca Mais: João Domingos da Silva morreu em setembro de
1969, depois de submetido a sucessivas sessões de tortura. Em abril do ano
seguinte, quando o carro que dirigia foi cercado pela polícia, Juarez Guimarães
de Brito matou-se com um tiro na cabeça. Gustavo Buarque Schiller atirou-se de
um edifício em Copacabana em 22 de setembro de 1985.
Ana Capriglione e os herdeiros do governador nunca
reivindicaram os milhões furtados. Os descendentes da guardiã da fortuna
continuam jurando que o cofre estava vazio.
Alvíssaras: NET presta serviço de Primeiro Mundo
Hoje eu estou bonzinho e vou elogiar um serviço que até bem
pouco tempo era digno de Procon.
Trata-se da NET, minha TV a cabo. Como o sinal das TVs daqui
de casa estivessem com problemas, ajeitei o saco e liguei, preparado para uma
meia hora entre esperas e procedimentos, mas fui imediatamente atendido por um
robô que ia fazendo perguntas e eu, por meio das teclas do telefone,
selecionando as opções e, na quinta, quando eu pedi uma vista técnica, a
máquina me deu os horários disponíveis. Fiquei surpreso com a disponibilidade
de uma visita entre oito e onze horas de hoje, porque já eram nove horas.
Desconfiado, fiz essa opção, e não é que vinte minutos depois o cara já estava
aqui?
Mas a coisa não termina por aí. Ainda na porta de casa, o
técnico me cumprimentou e - pasmem - calçou, por cima dos sapatos, aquelas
meias descartáveis que os médicos usam em cirurgias. Feito isso, entrou, verificou o
sinal dos quatro pontos, identificou o problema, trocou todas as conexões da
casa e deixou as TVs nos trinques. Sem contar que, durante a visita, a NET me
ligou para saber sobre o atendimento e, logo depois do técnico sair, ligou
novamente para saber se tudo tinha sido resolvido a contento.
Talvez em outras partes mais civilizadas do mundo esse seja
o padrão, mas em se tratando de Brasil, principalmente do Rio de Janeiro, isso
é novidade e merece elogios sim!
Foi-se o capitão de 1958.
Aecio Neves, segundo o The Economist
Bom, vou dar uma de cabo eleitoral do Aecio, já que ele é
virtualmente a nossa única opção de voto para a Presidência da República, e reproduzir
uma matéria do The Economist de março de 2013 que fala sobre o excelente
governo que ele fez em Minas Gerais.
Brazil’s
opposition - The Minas medicine
Aécio Neves
ran his state well. But he may struggle to convince voters that his formula is
right for the presidency
IN 2002,
when Aécio Neves was elected governor of Minas Gerais, Brazil’s
second-most-populous state was close to bankruptcy. It had an annual deficit of
940m reais ($270m at the time); three years earlier it had briefly defaulted on
its debt, a move which inadvertently triggered a devaluation of Brazil’s
currency.
Mr Neves
set a team of public-management experts under Antonio Anastasia, an academic,
to work. They boosted tax revenues, streamlined procurement and cut costs in
what they called a “management shock”. The state government’s 21 secretariats
were merged into 15 (they have since crept back up to 19). Mr Neves took a 45%
cut in salary, capped public-sector pay and left 3,000 jobs unfilled, rather
than using them in the traditional way to reward political allies.
With the
deficit gone, Mr Neves won a second term before stepping down in 2010 to run
for Brazil’s Senate. Such was his electoral pulling-power in his state that his
stand-in, Mr Anastasia, was elected governor that year with almost twice as
many votes as the runner-up, who had been in politics for a quarter of a
century.
Businessmen
rate Minas as the country’s best-managed state, according to a recent poll by
Macroplan, a consultancy. The state spends over 8% of its budget on public
investment, down from 13.2% before the world financial crisis in 2008 but up
from 5.1% in 2003. Poverty has fallen faster than in Brazil as a whole. Minas
has the best-performing schools and comes fourth in health care. Its
performance-related pay system for state employees, which rewards teams rather
than individuals, is held up as a model by the World Bank.
Over the
past decade mineiros, as residents of Minas are known, have become used to the
notion that they deserve good services in return for their taxes. All the
state’s schools must display their results in national tests by the front door
and hold open days to tell parents how they intend to improve.
Thanks
partly to his success in governing Minas, Mr Neves is close to becoming the
candidate of the Party of Brazilian Social Democracy (PSDB), the main
opposition, in next year’s presidential election. The PSDB’s Minas branch sums
up the management shock as “spending less on government and more on citizens”.
That message could appeal at a national level. Greater prosperity means that
non-economic issues, such as poor public schools and health care, have moved to
the top of the list of Brazilians’ concerns.
The
slimming of Minas under Mr Neves stands in contrast to the bloating of the
federal government since the centre-left Workers’ Party (PT) dislodged the PSDB
from power in 2002. Since then, the number of federal ministries has risen from
26 to 40. The federal payroll grew relentlessly until Dilma Rousseff, the
president since 2011, called a halt last year.
But the
PSDB has failed to put across the message from Minas effectively. That has
allowed the PT to misrepresent it. Last year Luiz Inácio Lula da Silva, Ms
Rousseff’s predecessor, said that a “management shock” meant lay-offs, pay cuts
and neglecting the poor. It put him in mind of torture and military
dictatorship, he added.
Mr Neves is
likely to struggle against Ms Rousseff, who is preparing to run for a second
term. In opposition the PSDB has often sounded petulant and elitist. It
complained this month when the government lifted federal taxes from staple
foods, on the grounds that it had the idea first. Mr Neves argued against
slashing electricity bills, saying it would stifle investment. That is true,
but it allowed Ms Rousseff to reply that her party cared more for ordinary
voters than for business interests.
When she
increased federal handouts for the poorest Brazilians last month, Mr Neves said
she was merely “administering poverty”, not working to end it. That looked like
a misstep. The lives of tens of millions of poorer Brazilians have improved
under the PT, and they are grateful. On the national stage, Mr Neves has shown
little sign of being the leader whom Mr Anastasia describes as “revolutionary,
extraordinary, heroic”. Mr Neves’s allies say he is waiting for the right
moment to start campaigning flat-out (he did not respond to The Economist’s
requests for an interview).
In 2002,
with their state in a mess, mineiros welcomed Mr Neves’s strong medicine.
Brazil’s economy has also looked frail recently. GDP grew by just 0.9% last
year, after 2.7% in 2011. Inflation hovers around 6% a year. Although Ms
Rousseff promised to boost growth by squeezing current spending and increasing
public investment, she has managed neither. At present, though, wages are
rising and unemployment is low. Household spending remains robust. The
president is very popular: a poll this month found that 78% approved of her. A
dose of the Minas medicine might do Brazil good. But unless the symptoms worsen
fast, Mr Neves will struggle to convince the patient to give it a try.
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