sábado, 26 de agosto de 2017

Frases de Paulo Freire, o inventor do dilmês

E esse estropício é o guru da Educação dos esquerdofrênicos... Faz sentido.

Frases compiladas por Jenifer Castilho

“É preciso que, pelo contrário, desde os começos do processo, vá ficando cada vez mais claro que, embora diferentes entre si, quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado.”

“Na verdade, não há eu que se constitua sem um não-eu. Por sua vez, o não-eu constituinte do eu se constitui na constituição do eu constituído. Desta forma, o mundo constituinte da consciência se torna mundo da consciência, um percebido objetivo seu, ao qual se intenciona.”

“Esta é a razão pela qual o animal não animaliza seu contorno para animalizar-se, nem tampouco se desanimaliza.”

“Na verdade, seria incompreensível se a consciência de minha presença no mundo não significasse já a impossibilidade de minha ausência na construção de minha presença.”

“Não temo dizer que inexiste validade no ensino de que não resulta um aprendizado em que o aprendiz não se tornou capaz de recriar ou de refazer o ensinado, em que o ensinado que não foi apreendido não pode ser realmente aprendido pelo aprendiz.”

“Ao ser produzido, o conhecimento novo supera outro que antes foi novo e se fez velho e se ‘dispõe’ a ser ultrapassado por outro amanhã. Daí que seja tão fundamental conhecer o conhecimento existente quanto saber que estamos abertos e aptos à produção do conhecimento ainda não existente.”

“Tenho pena e, às vezes, medo, do cientista demasiado seguro da segurança...”

“Somente na medida em que os produtos que resultam da atividade do ser ‘não pertençam a seus corpos físicos’, ainda que recebam o seu selo, darão surgimento à dimensão significativa do contexto que, assim, se faz mundo.”

“Uma unidade epocal se caracteriza pelo conjunto de idéias, de concepções, esperanças, dúvidas, valores, desafios, em interação dialética com seus contrários, buscando plenitude. A representação concreta de muitas destas idéias, destes valores, destas concepções e esperanças, como também os obstáculos ao ser mais dos homens, constituem os temas da época.”

“Sem ele [o diálogo], não há comunicação e sem esta não há verdadeira educação. A que, operando a superação da contradição educador-educandos, se instaura como situação gnosiológica, em que os sujeitos incidem seu ato cognoscente sobre o objeto cognoscível que os mediatiza.”

“O ponto de partida deste movimento está nos homens mesmos. Mas, como não há homens sem mundo, sem realidade, o movimento parte das relações homens-mundo. Dai que este ponto de partida esteja sempre nos homens no seu aqui e no seu agora que constituem a situação em que se encontram ora imersos, ora emersos, ora insertados.”


3 comentários:

  1. pronto... está explicado o dilmês...

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  2. Caracas! É o dilmês castiço...
    E para elevá-lo a expoente da educação nacional é preciso ter cérebro de pombo!

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    1. Santas periquitas! Não convencido, reli. E ante a minha incapacidade interpretativa, logo ocorreu-me que a culpa pode não ser minha, pois há indícios de ser conclusões de uma mente obnubilada por eflúvios do néctar que é produto final da alambicagem do caldo da cana de açucar, um destilado muito apreciado, conforme já o provou outro personagem da História mais recente, um indiciado conhecido como novededos, e que queria, quando presidente, expulsar, à revelia da CF, o repórter estadunidense que denunciou o fato. Este é o brasil, não é mesmo?

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