terça-feira, 10 de maio de 2016
Os dois cavaleiros e as duas amazonas do Apocalipse do PT
Querem rir um pouco?
Eles têm um bom “currículo”. Somados, respondem a 23
processos. Só Lindbergh responde a 17!
PAULO ROCHA
- TRF-1 Seção Judiciária do Distrito Federal - Ação Civil Nº 0029741-61.2007.4.01.3400 - É réu em ação civil de improbidade administrativa (dano ao erário) movida pelo Ministério Público Federal. O processo é relacionado ao escândalo do Mensalão.
- TRE-PA - Processo nº 36646.2000.614.0000 - A Justiça Eleitoral desaprovou a prestação de contas relativa ao exercício financeiro de 1999 do diretório municipal de Belém do PT-PA, presidido pelo parlamentar à época. Foram suspensos os repasses de cotas do Fundo Partidário.
LINDBERGH FARIAS
- STF - Inquérito nº 3988/2015 - É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.
- STF - Inquérito nº 3124/2011 - É alvo de inquérito que apura crime contra a Lei de Licitações no período em que foi prefeito de Nova Iguaçu.
- STF - Inquérito nº 3334/2011 - É alvo de inquérito por crimes de responsabilidade e crimes na Lei de Licitações referente à contratação da Companhia Brasileira de Petróleo Ipiranga S/A e da Ipiranga Asfaltos S/A pela Prefeitura de Nova Iguaçu em 2005.
- STF - Inquérito 3390/2011 - É alvo de inquérito penal que apura crime de responsabilidade e crime contra a Lei de Licitações. O processo corre sob segredo de Justiça.
- STF - Inquérito nº 3595/2013 - É alvo de inquérito por crimes contra sistema financeiro nacional, emprego irregular de verbas públicas e formação de quadrilha.
- STF - Inquérito nº 3616/2013 - É alvo de inquérito por improbidade administrativa e corrupção.
- TRF-2 - Seção Judiciária do Rio de Janeiro - Ação civil nº 0022162-35.2015.4.02.5120 - É réu em ação civil de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal. De acordo com a denúncia, que foi recebida, o parlamentar, então prefeito de Nova Iguaçu, deixou de prestar contas referentes a recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
- TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil nº 0004561-02.2010.8.19.0038 - É réu em ação civil de improbidade administrativa e abuso de poder movida pelo Ministério Público referente à distribuição de medicamentos com logotipo da Prefeitura quando prefeito de Nova Iguaçu.
- TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil nº 0044322-79.2006.8.19.0038 - É réu em ação civil pública de improbidade administrativa por dano ao erário que analisa processo licitatório entre o município e empresa de publicidade que participou da campanha eleitoral do então prefeito. Apresentou recurso, mas foi negado seguimento: TJ-RJ - Agravo de Instrumento Nº 0007589-29.2009.8.19.0000 .
- TJ-RJ - Comarca de Mesquita - Ação civil nº 0044377-54.2011.8.19.0038 - É réu em ação civil de improbidade administrativa e dano ao erário movida pelo Ministério Público referente à contratação irregular de empresa quando prefeito de Nova Iguaçu.
- TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil nº 0016201-02.2010.8.19.0038 - É réu em ação civil de improbidade administrativa, movida pelo Ministério Público, por violação aos princípios administrativos. De acordo com a denúncia, durante o seu mandato como prefeito de Nova Iguaçu, foram distribuídos leites acondicionados com o logotipo criado pelo governo do parlamentar e "cadernetas sociais" com o nome 'Prefeito Lindberg Farias', o que caracterizaria promoção pessoal com o uso do dinheiro público.
- TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil nº 0055893-08.2010.8.19.0038 - É réu em ação civil pública por improbidade administrativa e dano ao erário movida pelo Ministério Público Estadual. Lindbergh é acusado de nomear para cargos comissionados no âmbito da prefeitura de Nova Iguaçu, quando era prefeito do município, parentes e correligionários do ex-vereador da cidade José Agostinho de Souza (PSC-RJ), para exercerem funções de natureza privada e de interesse do vereador custeados com dinheiro público.
- TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil nº 0016132-91.2015.8.19.0038 - É réu em ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual.
- TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil pública nº 0056748-21.2009.8.19.0038 - É réu em ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público. De acordo com a denúncia, quando Lindbergh Farias era prefeito de Nova Iguaçu, a prefeitura daquele município contratou a empresa Luxelen Montagens Elétricas Ltda dispensando indevidamente processo licitatório, o que causou dano ao erário e afrontou os princípios da administração pública.
- TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil pública nº 0011915-05.2015.8.19.0038 - É réu em ação movida pelo Ministério Público por improbidade administrativa por irregularidades licitatórias.
- TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil pública nº 0013922-67.2015.8.19.0038 - É réu em ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público.
- TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil pública nº 0020064-63.2010.8.19.0038 - É réu em ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público por dispensa irregular de licitação.
GLEISI HOFFMANN
- TRE-PR - Representação nº 328997.2014.616.0000 - Foi condenada a pagamento de multa por utilização de bens e servidores públicos em benefício da candidatura. A senadora usou órgão público para a gravação de propaganda eleitoral. Multada em R$ 5 mil, entrou com recurso, mas a decisão foi mantida: TSE - Recurso especial eleitoral nº 328997. Ainda recorre no TSE.
- STF- Inquérito nº 3979/2015 - É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.
VANESSA GRAZZIOTIN
- STF - Inquérito nº 3368/2011 - É investigada por compra de votos em inquérito movido pelo Ministério Público Eleitoral.
- TJ-AM - Comarca de Manaus - Ação civil pública nº 0022199-55.2005.8.04.0001 - É alvo em ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual por violação aos princípios administrativos.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Os coitadinhos
“A grande maioria dos meus
conhecidos é formada por gente arejada, progressista, esquerdista ou de
centro-esquerda. (...) Em algumas situações extremas fui obrigada a me afastar,
dolorosamente, de antigos amigos devido às ofensas pessoais dirigidas a mim ou
a pessoas ligadas a mim. Trata-se de personalidades intolerantes que, por
eventuais divergências ideológicas, não medem o grau da rusga, muitas vezes
irreversível.”
Ana de Hollanda, cantora e ex-ministra da Cultura
“Certamente, nenhuma ilusão sobre a
candura brasileira sobreviverá a estes últimos anos de ódio e intolerância.
Temos uma história cheia de canalhices esquecidas ou camufladas, mas está sendo
demais para a nossa hipocrisia este período concentrado de violência entre
brasileiros.”
Luis Fernando Verissimo
“Bolsonaro bradou contra o
comunismo, como se ser militante comunista fosse um crime no Brasil. Não é. A
tortura, sim, é crime.”
Eugênio Bucci é professor de Comunicação da USP
Só para não encompridar muito a lista das “vítimas da
intolerância das forças reacionárias”, vamos ficar nessas três figuras “progressistas”
que escreveram artigos chorando suas mágoas n’O Globo dos dois últimos dias.
Esses três patetas, legítimos representantes dos renitentes
do petralhismo, ao chegar à triste conclusão que suas teorias e argumentos
foram postos abaixo pela debacle das práticas nefastas do projeto de poder
engendrado pelas “esquerdas” tupiniquins, resolveram agora se fazer de vítimas.
Tadinhos, né?... Vamos dar um desconto para eles porque deve ser mesmo muito difícil
para quem foi pedra durante tanto tempo virar vidraça de uma hora para a outra.
É pena que a memória dos patetas seja tão seletiva a ponto
de não lembrar quem começou.
Em maio de 2013, Marilena Chauí (que recebe um salário de
mais de 23 mil, como docente aposentada da USP), no lançamento do livro “10 anos de governos pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma”,
organizado por Emir Sader (por impossibilidade intelectual de escrever ele
mesmo um livro, compilou artigos de admiradores do PT e os publicou), resolveu
explicar conceitos de “classe social” para o seleto auditório e depois concluiu
sua exposição usando sua “habilidade” para agradar grupelhos de vacas de
presépio, vociferando os impropérios que eles tanto gostam de ouvir:
“E porque é que eu defendo esse
ponto de vista? Não é só por razões teóricas e políticas. É porque eu odeio a
classe média (colérica, sob aplausos entusiasmados). A classe média é o atraso de vida. a classe média é a
estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante,
arrogante… (perde-se procurando mais outro adjetivo ofensivo gratuito) terrorista (risos da platéia).
A classe média é a uma abominação política (risos da platéia), porque ela é fascista. Ela é uma abominação ética porque
ela é violenta, e ela é uma abominação cognitiva porque ela é ignorante. Fim.”
Esse tipo de absurdo foi a tônica dos últimos 13 anos, período
em que o País esteve dividido pelo governo do PT e demais penduricalhos entre
as “elites brancas e buguesas” e os “progressistas”.
Em 2006, quando eu participava de debates com a petralhada,
ao comentar sobre o excesso de xingamentos que Miguel do Rosário - figura relativamente importante do PT e dono do
blog “PeTrocinado” “O Cafezinho” - dirigia a todos os que eram contra o partido,
ele me respondeu:
“Prezado
Ricardo Froes, (...) é um artigo que tem lado, posição, eu xingo os que
considero meus adversários políticos e elogio a que apóio, sem tergiversação”.
Outra
figurinha que recebe grana do PT para contar mentiras e dizer impropérios,
Jussara Freitas, em dois artigos, também em 2006, conseguiu a proeza de reunir
uma quantidade de xingamentos nunca vista contra os que se opunham a ela.
Em um deles: “Desesperados, incompetentes, ridículos, dondocas
despirocadas, descarados, histéricos, corja, nocivos, embustes, imorais, não
valem nada, homens sem palavra, corruptos, omissos, negligentes, escandalosos,
sem pés nem cabeças e nefastos”. No outro: “Cretino,
mentiroso, embusteiro, falso, cínico, filhote da ditadura, racista e
preconceituoso”.
Não é nem
preciso dizer que eu também fui xingado até a alma por essa gente.
Mas voltando
aos três coitadinhos:
Quanto a Ana
de Hollanda, que classifica seus amiguinhos “progressistas” como “arejados” e como
“personalidades intolerantes” o “resto” de uns 90% de brasileiros que não fazem
parte da sua panelinha, não é de se espantar, sendo ela filha de quem é -
Sérgio Buarque de Hollanda -, que escreveu em “Raízes do Brasil” sobre o “homem
cordial”, exaltando o poder do povo e deixando claro que só o próprio povo, tomando
a iniciativa, poderia cuidar do seu destino, ao mesmo tempo que destaca o “radicalismo
potencial das classes médias”. Ou seja, a classe média não é povo.
Quanto a Verissimo,
é desnecessária qualquer maior consideração, já que é público e notório que, em
tudo e por tudo, trata-se de um rematado idiota.
Já Eugênio
Bucci, resumindo, afirma que ser comunista militante não é crime no Brasil como
se isso justificasse as impropriedades ditas costumeiramente por Bolsonaro e,
mais especificamente, à menção de Ustra em seu voto no impeachment. Primeiro
que é um assunto já para lá de requentado e desnecessariamente debatido à
exaustão. Depois, esse argumento, embora politicamente correto, é próprio dos
imbecis - aqueles mesmos que têm memória seletiva - que fazem da ignorância
conveniente seu “pedaço de resistência” ao omitir todas as barbaridades que o
comunismo proporcionou ao mundo e, por que não, ao Brasil, quando, tanto provocaram
que conseguiram 21 anos de ditadura militar, como resposta aos seus anseios por
uma ditadura muito pior.
Enfim, fica
claro que quem começou essa troca de animosidades foram os próprios “progressistas”,
que hoje estão se fazendo de vítimas. Lamento informá-los que tudo que é dito
conta eles, por enquanto, ainda é muito pouco, tamanho foi o mal que fizeram ao
País.
AGORA SIM, É GOLPE! WALDIR MARANHÃO ACABA DE ANULAR AS SESSÕES DO IMPEACHMENT NA CÂMARA!
NOTA À IMPRENSA
1. O Presidente
da Comissão Especial do Impeachment do Senado Federal. Senador Raimundo Lira,
no dia 27 de abril do corrente ano. encaminhou à Câmara dos Deputados, oficio
cm que indagava sobre o andamento de recurso apresentado pela Advocacia-Geral
da União contra a decisão que autorizou a instauração de processo de impeachment
contra a Sra. Presidente da República, Dilma Rousseff.
2. Ao tomar
conhecimento desse oficio, tomei ciência da existência de petição dirigida pela
Sra. Presidente da República, por meio da Advocacia-Geral da União, em que
pleiteava a anulação da Sessão realizada pela Câmara dos Deputados, nos dias
15, 16 e 17 de abril. Nessa sessão, como todos sabem, o Plenário desta Casa
aprovou parecer encaminhado pela Comissão Especial que propunha fosse
encaminhada ao Senado Federal para a eventual abertura de processo contra a
Sra. Presidente da República, Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade.
3. Como a
petição não havia ainda sido decidida, eu a examinei e decidi acolher em parte
as ponderações nela contidas. Desacolhi a arguição de nulidade feita em relação
aos motivos apresentados pelos Srs. Deputados no momento de votação, por
entender que não ocorreram quaisquer vícios naquelas declarações de votos.
Todavia, acolhi as demais arguições, por entender que efetivamente ocorreram
vícios que tornaram nula de pleno direito a sessão cm questão. Não poderiam os
partidos políticos ter fechado questão ou firmado orientação para que os
parlamentares votassem de um modo ou de outro, uma vez que, no caso deveriam
votar de acordo com as suas convicções pessoais e livremente. Não poderiam os
senhores parlamentares antes da conclusão da votação terem anunciado
publicamente os seus votos, na medida em que isso caracteriza prejulgamento e
clara ofensa ao amplo direito de defesa que está consagrado na Constituição. Do
mesmo modo, não poderia a defesa da Sra. Presidente da República ter deixado de
falar por último no momento da votação, como acabou ocorrendo.
4. Também
considero que o resultado da votação deveria ter sido formalizado por
Resolução, por ser o que dispõe o Regimento Interno da Câmara dos Deputados e o
que estava originalmente previsto no processamento do impeachment do Presidente
Collor, tomado como paradigma pelo STF para o processamento do presente pedido
de impeachment.
5. Por estas
razões, anulei a sessão realizada nos dias 15. 16 e 17 e determinei que uma
nova sessão seja realizada para deliberar sobre a matéria no prazo de 5 sessões
contados da data em que o processo for devolvido pelo Senado à Câmara dos
Deputados.
6. Para
cumprimento da minha decisão, encaminhei oficio ao Presidente do Senado para
que os autos do processo de impeachment sejam devolvidos à Câmara dos
Deputados.
domingo, 8 de maio de 2016
Novos tempos, velhos palavrões
“Para Lula, Dilma queria entrar para a história como a
presidente do combate à corrupção – mesmo que, para isso, tivesse de sacrificar
o próprio criador. Não logrou êxito, e é isso que emputece Lula.”
Débora Bergamasco, na revista IstoÉ
É estranho ler um palavrão em uma reportagem formal em uma
revista séria. Mas nada contra. Fica até mais leve.
sábado, 7 de maio de 2016
De onde saíram os 180 dias que Dilma vai ter que ficar “de molho” caso seja condenada?
Vejam só o que diz a Lei 1079, a Lei do Impeachment:
(...)
CAPÍTULO III - DO JULGAMENTO
Art. 24. Recebido no Senado o decreto de acusação com o
processo enviado pela Câmara dos Deputados e apresentado o libelo pela comissão
acusadora, remeterá o Presidente cópia de tudo ao acusado, que, na mesma
ocasião e nos termos dos parágrafos 2º e 3º do art. 23, será notificado para
comparecer em dia prefixado perante o Senado.
Parágrafo único. Ao Presidente do Supremo Tribunal Federal
enviar-se-á o processo em original, com a comunicação do dia designado para o
julgamento.
Art. 25. O acusado comparecerá, por si ou pelos seus
advogados, podendo, ainda, oferecer novos meios de prova.
Art. 26. No caso de revelia, marcará o Presidente novo dia
para o julgamento e nomeará para a defesa do acusado um advogado, a quem se
facultará o exame de todas as peças de acusação.
Art. 27. No dia aprazado para o julgamento, presentes o
acusado, seus advogados, ou o defensor nomeado a sua revelia, e a comissão
acusadora, O PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, ABRINDO A SESSÃO, mandará
ler o processo preparatório o libelo e os artigos de defesa; em seguida
inquirirá as testemunhas, que deverão depor publicamente e fora da presença
umas das outras.
Art. 28. Qualquer membro da Comissão acusadora ou do Senado,
e bem assim o acusado ou seus advogados, poderão requerer que se façam às testemunhas
perguntas que julgarem necessárias.
Parágrafo único. A Comissão acusadora, ou o acusado ou seus
advogados, poderão contestar ou argüir as testemunhas sem contudo
interrompê-las e requerer a acareação.
Art. 29. Realizar-se-á a seguir o debate verbal entre a
comissão acusadora e o acusado ou os seus advogados pelo prazo que o Presidente
fixar e que não poderá exceder de duas horas.
Art. 30. Findos os debates orais e retiradas as partes,
abrir-se-á discussão sobre o objeto da acusação.
Art. 31. Encerrada a discussão O PRESIDENTE DO SUPREMO
TRIBUNAL FEDERAL FARÁ RELATÓRIO RESUMIDO DA DENÚNCIA E DAS PROVAS DA ACUSAÇÃO E
DA DEFESA E SUBMETERÁ A VOTAÇÃO NOMINAL DOS SENADORES O JULGAMENTO.
Art. 32. Se o julgamento for absolutório produzirá desde
logo, todos os efeitos a favor do acusado.
Art. 33. No caso de condenação, o Senado por iniciativa do
presidente fixará o prazo de inabilitação do condenado para o exercício de
qualquer função pública; e no caso de haver crime comum deliberará ainda sobre
se o Presidente o deverá submeter à justiça ordinária, independentemente da
ação de qualquer interessado.
Art. 34. PROFERIDA A SENTENÇA CONDENATÓRIA, O ACUSADO
ESTARÁ, IPSO FACTO DESTITUÍDO DO CARGO.
(...)
Pergunto: De onde saíram os 180 dias que Dilma vai ter que
ficar “de molho” caso seja condenada se o Art.34 é claríssimo?
Outra: Pelo que se dá a entender, será que o Presidente do
Supremo vai ser ignorado, já que aparentemente quem está dando as cartas é
Renan, que já disse até que vai optar pela votação eletronica, infringindo o
Art.31.?
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Confusão no galinheiro: Estadão e Globo divergem sobre o motivo da decisão de Zavaski
Eliane Cantanhêde, do Estadão, diz que Zavascki desfez um
golpe tramado por Lewandowski e Marco Aurélio para impedir o impeachment; Carolina
Brígido, em O Globo, diz que o Supremo ia manter Cunha na presidência da Câmara
e Zavascki quis impedir, com apoio de Lewandowski.
Mutuamente excludentes, pode ser que alguma das duas seja a
versão correta, mas, como diria Caetano, ou não... Quem sabe surja uma terceira
ou uma quarta? A atual avacalhação jurídica nos permite admitir tudo de ruim.
Eis as duas versões. Vocês decidem.
Eliane Cantanhêde do Estadão
A decisão do ministro Teori Zavascki de afastar o deputado
Eduardo Cunha foi amadurecida durante a madrugada e teve o objetivo de
desativar uma bomba preparada pelos ministros Ricardo Lewandowski e Marco
Aurélio Mello que, segundo análises de juristas, poderia implodir o processo de impeachment da
presidente Dilma Rousseff e a posse do vice Michel Temer.
Lewandowski e Mello puseram para votação hoje à tarde a ADPF
(Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), de autoria da Rede de
Sustentabilidade, que, além de pedir o afastamento de Eduardo Cunha,
determinava simultaneamente, segundo interpretação de outros ministros, a
anulação de todos os seus atos no cargo – e, por conseguinte, o acatamento do
pedido de impeachment de Dilma.
Zavascki se irritou e outros ministros estranharam que Mello
tenha aceitado relatar a ADPF da Rede, quando o natural seria que a enviasse
para ele, que relata o caso Cunha desde dezembro. E as suspeitas pioraram
quando Mello acertou com o presidente Lewandowski para suspender toda a pauta
de hoje no plenário para se concentrar nessa ação.
Ao perceberem a manobra – ou “golpe”, segundo um deles –,
ministros do Supremo se mobilizaram para neutralizar a aprovação da ADPF hoje à
tarde pelo plenário. Decidindo o afastamento de Cunha com base no processo
aberto pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, Zavascki esvazia
horas antes a ação da Rede, que deixa de ter um “objeto”. Se Cunha não é mais
deputado, não há como julgá-lo como tal.
O fato é que, com a proximidade do impeachment de Dilma, os
nervos estão à flor da pele e o próprio Supremo está em pé de guerra.
A sessão de hoje à tarde transcorre num nível máximo de
tensão. Marco Aurélio Mello disse que “é preciso analisar” se o seu relatório
sobre a ação da Rede está ou não prejudicado e tentou até brincar, dizendo do
que Zavaski “poupou metade do seu trabalho”.
Conforme fontes consultadas pelo Estado, o “jabuti”
identificado na ADPF da Rede está no sétimo parágrafo, sobre “os atos
impugnados” na ação e sobre “uma prática institucional incompatível com o
regime constitucional da presidência da Câmara dos Deputados”.
São citados, em seguida, dois tipos de atos: 1) o “grave ato
omissivo” da Câmara, que deveria ter
afastado o seu presidente depois que se tornou inabilitado para o cargo;
2) os “atos comissivos que foram praticados cotidianamente por um agente
político que não poderia prosseguir na função de presidente da Câmara”.
Nesse segundo caso, dos atos de Cunha, está dito: “Embora
não se cogite de nulidade dos atos praticados até o reconhecimento da
inconstitucionalidade ora questionada, impõe-se o exame célere da matéria para
que promova o restabelecimento da normalidade institucional”.
Na leitura de ministros e assessores do próprio Supremo, só
não se cogita da nulidade desses atos até que a denúncia contra Cunha seja
recebida. A partir de reconhecida a inabilitação dele, estaria aberta a brecha
para que seus atos fossem revistos para resguardar a “normalidade
institucional”.
Carolina Brígido de O
Globo
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal
(STF), planejava afastar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por
liminar, nos próximos dias. Ele é o relator do pedido feito pelo
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em dezembro. Teori antecipou a
decisão para a madrugada desta quinta-feira depois que o presidente da corte,
ministro Ricardo Lewandowski, convocou para hoje o julgamento de uma outra ação
no mesmo sentido, de autoria da Rede e relatada pelo ministro Marco Aurélio
Mello. Segundo Teori, não se pode aceitar o fato de Marco Aurélio ter pedido
uma vaga na pauta em caráter de urgência, sabendo que ele também era relator de
um pedido parecido. Teori viu que crescia no tribunal a tendência de retirar
Cunha apenas da linha sucessória da Presidência da República, sem afastá-lo da
Presidência da Câmara. Na visão do ministro, essa decisão seria, no mínimo,
estranha juridicamente.
Depois que o plenário tomasse essa decisão, ficaria
complicado diplomaticamente para Teori afastar Cunha do cargo, por liminar. Por
isso, o ministro resolveu antecipar sua decisão, atropelando o plenário. Agora,
ficará diplomaticamente complicado para o plenário do STF derrubar a liminar de
Teori e aplicar a fórmula fatiada — ou seja, manter Cunha no cargo, retirando-o
da linha sucessória do Palácio do Planalto. A tendência, portanto, é de que o
plenário mantenha a liminar concedida nesta madrugada.
Antes de conceder a liminar, Teori anunciou sua medida
apenas a Lewandowski e a assessores mais próximos. O presidente do STF aprovou
a iniciativa.
A sessão deve entrar pela noite, com o plenário do tribunal
julgando se mantém ou não a liminar. Também está prevista na pauta a ação da
Rede, que pede para Cunha ser afastado apenas da Presidência da Câmara, não do
mandato parlamentar.
“Tio Rei”, o enganador de trouxas, defende “bispo” na Ciência
Agora vocês vejam só. Reinaldo Azevedo - sempre ele, a mala
sem alça - advertiu em um artigo: “Querem criticar a eventual indicação de
Pereira porque ele não tem experiência na área? Vá lá. Ser contra o seu nome
porque é evangélico é preconceito antirreligioso da pior qualidade”.
E mais: “Ademais, a título de ironia, cumpre não descartar,
assim, sem mais nem aquela, o espírito inquieto de religiosos, não é mesmo? Ou
teríamos de jogar no lixo as contribuições de certo monge chamado Gregor Johann
Mendel e tudo o que nos ensinou sobre genética e hereditariedade”.
Então tá, vamos começar por Mendel, o monge agostiniano das
ervilhas.
Usando os mesmos artifícios de todo enganador de trouxas ao
citar Mendel, Reinaldo omite convenientemente os fatos que inviabilizam sua
argumentação. Para começo de conversa, no Século XIX - Mendel nasceu em 1822 -
boa parte de toda a pesquisa científica ainda era feita pelo clero, e isso é
fácil de explicar: eles ainda tinham muita grana.
Em segundo lugar, Mendel era de uma família de camponeses que,
embora humildes, encorajaram-no a seguir estudos superiores por, desde criança,
ter demonstrado uma inteligência acima da média e ter sido um estudante
brilhante nos primeiros anos escolares. Como a família não tinha dinheiro para
suportar o custo dos estudos superiores, a solução foi convencer Mendel a
ingressar no mosteiro da Ordem de Santo Agostinho em Brno, aos 21 anos, como
forma de não interromper seu aprendizado. E assim Gregor Johann Mendel
tornou-se monge, para o bem da Ciência.
Ou seja, se Mendel não se tornou monge por acaso, também não
o foi por inclinação religiosa. Também caberia aqui comentar sobre hábito que
durou até o século passado, quando os pais sempre costumavam “reservar” um
filho para o clero, mesmo contra a vontade do dito cujo. Daí, provavelmente, saiu
tanta barbaridade da igreja.
Agora, dizer que ser contra um “bispo” da Universal é “preconceito
antirreligioso da pior qualidade” é querer ser mais real que o rei (aliás as
reinaldetes chamam seu mestre de “Tio Rei”, é mole?). Primeiro que a Universal
não é uma religião, mas sim uma seita dissidente do protestantismo abominada
pelos verdadeiros protestantes. Depois, ser contra um advogado sectário em um
Ministério da Ciência não é um preconceito e sim um conceito estabelecido que
atende à lógica.
De mais a mais, não há vida inteligente entre os seguidores
da espelunca do Macedo.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Os ciúmes de Zavaski
Deixa eu entender:
Ricardo Lewandowski, presidente do STF, pautou para hoje o exame da ação
da Rede que pede o afastamento de Eduardo Cunha do cargo de presidente da
Câmara.
Teori Zavaski, relator da Operação Lava Jato no STF, ao se
sentir “atropelado” por Lewandowski ,porque já tinha sinalizado, na semana
passada, que levaria a plenário em breve outro pedido de afastamento de Cunha,
feito pela Procuradoria-Geral da República, resolveu se antecipar e concedeu
uma liminar afastando o deputado para tirar de si qualquer suspeita por retardar a
decisão, permitindo que Cunha comandasse o processo de impeachment de Dilma
Rousseff e, segundo a PGR, usasse o cargo em benefício próprio, interferindo
diretamente no processo de sua própria cassação, em análise na Câmara dos
Deputados.
O problema é que essas suspeitas de retardamento não são
infundadas, já que Zavaski analisa desde o fim do ano passado o pedido do
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que Cunha seja afastado de
suas funções.
Ficar mais de quatro meses examinando se Cunha deve ou não
ser afastado é palhaçada! E diga-se de passagem, se o STF e a Justiça de uma
maneira geral, não fosse tão lerda e ineficiente, Cunha não poderia nem sequer
ter assumido como deputado. Agora, com a liminar, o enciumado Zavaski retomou
as rédeas do assunto e deve submeter hoje sua decisão liminar ao plenário do
STF.
Resumindo, em quatro dias o ciumento decidiu o que levou
mais de quatro meses para não decidir.
Aí eu pergunto: é isso o que chamam de Justiça? Tem
cabimento o órgão máximo do Judiciário ter como ministros criaturas tão incapazes
e tão suscetíveis a picuinhas tolas?
Mais de Temer e suas temerárias indicações
Pasmem, senhores: Michel Temer convidou o deputado Leonardo
Picciani (RJ), líder do PMDB na Câmara, para ser o ministro do Esporte. Os dois
se reuniram na noite de terça-feira e, de novo, nesta quarta-feira, no Palácio
do Jaburu.
Quiuspariu! Cadê o tal ministério de notáveis? Ou será que
essa notabilidade mencionada por Temer se refere apenas à quantidade de crimes
perpetrados?
Temer também convidou o cirurgião paulista Raul Cutait para
assumir o Ministério da Saúde. O médico, um dos maiores nomes da cirurgia
brasileira, foi indicação do PP para o cargo. O presidente do partido, o
senador Ciro Nogueira, foi o responsável por negociar a indicação.
Até aí, tudo bem. Só que, ao saber que Ciro Nogueira
condicionou a nomeação à ocupação dos segundo e terceiro escalões do Ministério
pelo PP, Raul Cutait tratou de pular fora.
Pelamordedeus! Se essa baderna for confirmada é melhor que
Dilma fique. Dá menos trabalho. Trocar seis por meia dúzia é sacanagem!
E agora, Verissimo? Como é que você vai escrever suas gracinhas com o afastamento do seu muso inspirador?
O abominável Veríssimo não se emenda: continua apostando
sempre no pior. Ganhou algumas vezes, com a valorosa contribuição de um povo
que, emprenhado pelos ouvidos por idiotas como ele mesmo, elegeu Lula e Dilma,
por exemplo. Mas, para sua tristeza, ultimamente a “sorte” não tem bafejado
suas escolhas nojentas. Suas apostas na probidade e competência de Lula e
Dilma, só para ficar no mesmo exemplo, deram no que deram. Perdeu.
Hoje, em seu artigo n’O Globo, “Aposta tétrica”, ele aposta
na eternidade de Cunha como presidente da Câmara e virtual Vice-Presidente da
República após a queda de Dilma. Pois é, não é que o mané perdeu de novo? Com o
afastamento do seu muso inspirador exatamente no dia que efetiva sua aposta por
escrito, o que era para ser mais uma gracinha do Verissimo, transformou-se em
duas, sendo que a gracinha mais engraçada é, sem dúvida, a cara de babaca do
próprio, que infelizmente não vamos ver, mas, imaginamos.
Como Verissimo quase sempre não se limita a uma besteira só
em seus textos, a outra, nesse caso, é a parte onde ele fala que o julgamento
do impeachment no Senado é um “seminário sobre como ser eleito sem precisar de
votos”, quando simplesmente omite que Temer também é dono dos 54 milhões de
votos que são capciosa e convenientemente atribuídos somente a Dilma.
Mas vamos à parte final do besteirol do gracioso:
Verissimo: Aposta tétrica
(...) Aposta tétrica: quem está mais perto da Presidência do
seu país, Donald Trump ou Eduardo Cunha? Para Hillary vencer, basta derrotar
Trump no voto e esperar que a Corte Suprema não se meta. Para Eduardo Cunha
botar a República no bolso, depende de condições que vão do improvável ao Deus
nos acuda. Temer precisa estar impedido, legalmente ou de outro jeito, e Cunha
precisa ainda estar na presidência da Câmara e na linha de sucessão. Conhecendo-se
a habilidade de Cunha de continuar onde está com todos à sua volta pedindo sua
queda, esta parece a condição mais fácil de acontecer.
Enquanto isso, no Senado, onde julgam a Dilma, continua o
seminário sobre como ser eleito sem precisar de votos. No julgamento, todos os
membros do júri já tinham seu veredito pronto antes de começar. O que
certamente apressou a pantomima.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Temer nomeará ministros em “agrado” a aliados e redução de Ministérios vai pras cucuias - Vai começar mal!
“É impossível agradar
a todos. Cortarei no máximo uns três ministérios”, diz Temer em relação às
nomeações dos ministros.
Michel Temer imaginava ter como cartão de visitas a redução
do número de Ministérios dos atuais 31 para algo em torno de 20, mas ontem capitulou:
“Não sei se terei condições de diminuir o número de ministérios. Veja o
Ministério da Cultura. Minha ideia era fundi-lo com a Educação, mas o pessoal
do setor reclamou muito. Acho que cortarei no máximo uns três ministérios.
Queria juntar o Desenvolvimento Agrário com a Agricultura, mas os setores não
se conformaram. Pretendia também pôr dentro da Justiça o Ministério das
Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, mas não será possível’’.
Agora eu pergunto: Não será possível por que, se o Artigo 84,
Item I da Constituição diz que “compete privativamente
ao Presidente da República nomear e exonerar os Ministros de Estado”?
E tem mais. O item II do mesmo Artigo 84 diz que também
compete privativamente ao Presidente
da República “exercer, com o auxílio dos Ministros de Estado, a direção
superior da administração federal”.
Ora, se Temer admite publicamente que não vai conseguir
nomear os ministros que quer, e que, em consequência disso, vai ter que abrir
mão da sua privatividade para governar de acordo com os interesses dos partidos,
desde já ele confessa que vai violar solenemente a Constituição, que determina
exatamente o contrário.
Por certo que a prática dos “agrados” ministeriais não é
nova e nem Temer vai sofrer algum impeachment baseado nela. O problema é que em
um País em estado de emergência, à beira do caos absoluto, não há lugar para
troca de favores desse tipo, sob o risco - quase certeza - de piorar ainda mais
a situação.
Tomara que eu queime a minha língua, mas do jeito que a
coisa se configura, vai ser mais um governo que vai pro saco.
terça-feira, 3 de maio de 2016
O que faltou ser visto e ouvido no discurso da Ostra no Dia do Trabalho.
Além do pajé desregulado por falta de assistência técnica, Dilma "comprimenta" o prefeito (trouxe fita métrica?) e promete aumentar a receita dos ânus próximos. Ou seja, se ela continuar, para variar quem vai entrar como o ânus somos nós.
Com legendas, para facilitar a compreensão do dilmês castiço.
Com legendas, para facilitar a compreensão do dilmês castiço.
Bispo da Universal é cotado para Ciência e Tecnologia - Fala sério, Temer!
O presidente nacional do PRB, o bispo licenciado da Igreja
Universal Marcos Pereira está cotado para chefiar o Ministério da Ciência e
Tecnologia de Michel Temer. Os dois reuniram-se ontem à noite no Palácio do
Jaburu. A pasta foi oferecida ao partido esta semana, após naufragarem as
tentativas de uma negociação em cima da Agricultura e da Secretaria Especial de
Portos.
Sob Dilma Rousseff, o PRB comandou o Ministério do Esporte
até as vésperas da aprovação do impeachment na Câmara. O titular da pasta nessa
fase era o pastor George Hilton.
Se Temer começar com essa palhaçada de distribuição de
cargos supostamente a troco de sustentação parlamentar é melhor nem desfazer as
malas porque não vai demorar muito no cargo. Será que não passa pela cabeça dele
e dos jumentos que o (des)orientam que agora é a hora de escolher o melhor
entre os melhores em cada área, para que o País saia o mais rápido possível do
atoleiro em que está? Será que não passa pela cabeça deles que a essas alturas
do campeonato, com a Justiça nos calcanhares e até por causa da pressão popular,
não vai haver parlamentar que vá contra o que for bem feito - à exceção, é claro,
daquela meia dúzia de Jandiras, Wyllys, etc., que a gente já conhece bem?
O pior disso tudo é o absurdo dessa possibilidade específica: um bispo
da Universal assumir a pasta da Ciência e Tecnologia, já que os crentes negam sistematicamente
a Ciência por (de)formação e obrigação religiosas.
Que me desculpem os crentes, mas essa é a verdade.
O banho de bola que Júlio Marcelo de Oliveira deu nos senadores
O banho de bola que o Procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo de Oliveira deu nos senadores - em todos - foi uma covardia!
Quem dera as ilustres Vossas Excelências do Senado chegassem aos pés da clareza, competência e determinação de Júlio Marcelo.
A doença do Olavo é contagiosa!
Você compra um jornal conceituado e dá de cara com isso. É um escárnio! O pior é que O Globo, a Folha e até a Veja estão no mesmo "padrão Fábio Porchat", coalhados de débeis mentais do mesmo nível e até piores.
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Sobrou pão com mortadela!
Juntando as mulheres de grelo duro, as cagonas e mijonas, os
cuspidores, o Titica Santa Cruz Credo e os Detonados, Dilma e seu séquito, os
pelegos da CUT e os bandidos do MST, as manifestações de 1º de maio pelo país mal
deram para encher uma Kombi.
As razões para monarquia de Bertrand vão de lojas de roupas infantis a Pelé
“Se alguém fosse abrir uma loja de roupas infantis, qual dos
nomes escolheria: A Princesinha ou A Filhinha da Primeira-Dama?”
Bertrand de Orléans e Bragança
“O Pelé não é o presidente do futebol. É o rei do futebol.
Isso não acontece só no Brasil, mas no mundo inteiro. As pessoas gostam do
título.”
Bertrand de Orléans e Bragança
A julgar pelo cidadão que falou em nome da Família Imperial
Brasileira, Bertrand Maria José Pio Januário Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de
Orléans e Bragança, um dos trinetos de Dom Pedro II - que seria o atual príncipe
imperial do Brasil pelo Ramo de Vassouras desde 5 de julho de 1981, quando seu
irmão mais velho, D. Luís Gastão, que não tem filhos, assumiu o posto de Chefe
da Casa Imperial Brasileira, herdado do pai - é melhor nem pensar em restauração
da monarquia por aqui. Se é que alguém pensa nisso. É preferível essa bagunça
que um rei com ideias de jerico.
Dom Pedro II deve estar se revirando no túmulo.
Entrevista à Veja
O senhor defende a monarquia a sério mesmo?
Sim, seria a solução. Os brasileiros se perguntam: valeu a
pena a República para dar nisso? O regime atual divide a nação. Compare-o com a
história no Segundo Reinado: foram 49 anos de estabilidade política, progresso
e união nacional. E o maior exemplo é a Inglaterra. A rainha fez 90 anos, tem
64 de reinado, e a nação inteira festeja.
Seria o caso, então, de copiar a Inglaterra?
Seria uma monarquia parlamentar. Mas não podemos repetir o
erro cometido durante a proclamação da República. Copiou-se o sistema
americano, e deu no que deu. As pessoas não percebem o efeito psicológico da
monarquia.
Que efeito é esse?
Uma nação, antes de tudo, deve ser uma grande família com um
destino comum a realizar. O chefe de Estado é como um pai. Ele tem de estimular
as qualidades do seu povo, assim como um bom pai faz com seus filhos. O
primeiro-ministro inglês comentou algo extraordinário um dia desses: “O que
sustenta a Inglaterra é a presença da rainha”. Deixe-me fazer uma pergunta: se
alguém fosse abrir uma loja de roupas infantis, qual dos nomes escolheria: A
Princesinha ou A Filhinha da Primeira-Dama?
A Princesinha venderia mais. É isso?
Claro. O sonho de toda mãe de família é que sua filha seja
uma princesa. O Pelé não é o presidente do futebol. É o rei do futebol. Isso
não acontece só no Brasil, mas no mundo inteiro. As pessoas gostam do título.
Digamos que o senhor seja sagrado monarca do Brasil. Qual o
próximo passo?
Uma Constituinte para debater as aspirações do povo. O
brasileiro tem dado uma demonstração de sanidade e esperança no futuro
extraordinária. Basta ver as manifestações com o povo unido para passar uma
régua na nação, com repúdio a um partido que tem uma agenda socialista. Era o
projeto de poder de trinta anos deles. Os brasileiros não querem isso.
Onde seria o palácio?
Não vejo razão para mudar a capital do país novamente. A despesa
seria muito alta.
Como as pessoas o abordam nas ruas?
Sou muito abordado em aeroportos e hotéis. O pessoal me
reconhece e faz fila para tirar selfies. Estou acostumado. Os mais próximos me
chamam de senhor. E há os mais tradicionais, que me chamam simplesmente de alteza.
Tudo de uma forma natural.
sábado, 30 de abril de 2016
Jô tenta explicar a Lei Rouanet e depois chora ao dizer que Chico Merda de Hollanda não merece ser “molestado”
“A reação dele foi levantar e dar uma cusparada no casal, que também é uma reação que é movida por um ‘não aguentar mais'”. (Jô Soares, nesta quarta-feira, ao justificar a estupidez de José de Abreu, autorizando a plateia a disparar jatos de saliva quando não aguentar mais as besteiras ditas pelo apresentador do programa).
Bom, eu até admito que possa ter havido exageros em uma ou
outra abordagem por parte das pessoas de bem aos cretinos que defendem o
governo, já que nunca se sabe como o fato específico começa. Mas é bom não
esquecer que quem começou as provocações foram exatamente esses mesmos cretinos
que hoje posam de vítimas, quando encamparam a absurda segregação proposta pelo
governo, que “empobreceu” quem era situação e “elitizou” quem era oposição, em um
maniqueísmo só visto nos tempos da URSS de Stalin, quando dividiu seu povo em “inimigos”
e “vaquinhas de presépio”. O resultado todos sabem: 43 milhões de “inimigos” mortos.
Situaçãozinha esdrúxula essa onde quem normalmente é considerado
como elite intelectual e econômica se faz de coitadinho insistindo em trocar os
papéis com uma classe média cada vez mais oprimida e justamente revoltada.
Quanto à “explicação” do Jô sobre a Lei Rouanet, ele nega,
mas é evidente que a sua aplicação tem pouco ou nada que se possa associar como
um auxílio à Cultura, já que ele mesmo, riquíssimo e portanto perfeitamente
capaz de bancar seus espetáculos, é freguês assíduo das benesses da lei, assim
como tantos e tantos outros apaniguados do sistema, em prejuízo de milhares de
artistas de valor que têm dificuldades em divulgar seus trabalhos.
Agora, Jô: vá chorar na cama, que é lugar quente. Guarde suas
lágrimas de crocodilo para exibir a quem não lhe conhece e venda-se para estes.
Quem sabe quem você é não lhe compra mais.
Sérios temores sobre o ‘gran finale’ da ostra
“Há um temor, na oposição, de que Dilma articule um ‘gran finale’
para o processo de impeachment e para seus anos de governo. Algo como se
acorrentar à mesa presidencial e forçar uma retirada à força do palácio. Algo
teatral e dramático para ilustrar sua indignação, gerar imagens fortes e
corroborar a narrativa do golpe.”
Eliane Cantanhede, do Estadão.
Será que ela vai “getulizar”?...
Cai a máscara de Pepe Mujica, o enganador que encantou até os isentões
Quem simpatiza com esse velho tupamaro babaca e populista é
bom que leia essa matéria. Pau que nasce torto morre torto.
O Globo
Há uma semana, diante de uma plateia de produtores de leite
de Puerto Varas, no Sul do Chile, o ex-presidente do Uruguai, José Mujica,
assegurou que “pelo fato de ter sido presidente de uma Nação e continuar
vivendo como um homem do povo” as pessoas achavam que ele era fenômeno. O atual
senador e homem forte da governista Frente Ampla foi aplaudido euforicamente,
como cada vez que se apresenta em palcos estrangeiros e é elogiado por seu
perfil austero e pelas conquistas sociais de vanguarda — como as leis de
legalização da maconha, aborto e casamento gay. Dentro do Uruguai, porém, as
opiniões e sentimentos em relação a Mujica, principalmente à sua gestão como
presidente entre 2010 e 2015, são cada vez mais negativas. E o governo do
ex-presidente está na mira da Justiça por uma denúncia penal apresentada
recentemente pelos três principais partidos de oposição, sobre supostas
irregularidades na companhia petrolífera estatal Ancap e poderia enfrentar,
ainda, uma ofensiva para abertura de uma comissão de investigação no Congresso
sobre negócios fechados com a Venezuela durante seu mandato.
A denúncia contra a Ancap, que também envolve o primeiro
governo do presidente Tabaré Vázquez (2005-2010), é um fato inédito no Uruguai
e chegou ao Juizado do Crime Organizado poucos meses depois de o Parlamento ter
aprovado, por lei, uma capitalização de US$ 800 milhões para a maior empresa do
país, que tem o monopólio do mercado de combustíveis. Na opinião de economistas
e analistas locais ouvidos pelo GLOBO, a acusação de má administração é
delicada e o rombo financeiro deixado por Mujica a seu sucessor poderia superar
US$ 1 bilhão.
Os erros cometidos pelo ex-presidente da Ancap, o atual
vice-presidente Raúl Fernando Sendic — filho do líder tupamaro Raúl Sendic —
tiveram consequências graves para os uruguaios, entre elas, a de pagar uma das
gasolinas mais caras do mundo (US$ 1,5 por litro). Mais uma razão que alimenta
as críticas ao governo Mujica, em momentos de paralisia econômica. Pesquisa da
empresa de consultoria Factum mostrou, este ano, que 72% dos uruguaios
desaprovam a gestão de Sendic na companhia estatal.
— A Justiça determinará se foram cometidos delitos ou não,
mas a magnitude da capitalização representa 2% do nosso PIB. Paralelamente,
através do preço da gasolina, todos nós, uruguaios, colaboramos com a
recuperação financeira da empresa — afirmou o economista Ignacio Munyo, que
dedicou os últimos anos a estudar o funcionamento das companhias estatais
uruguaias.
Poucas reformas na área de educação
Para ele, em termos de proporção do PIB, o escândalo da
Ancap é pior que o da Petrobras.
— Essa crise, consequência dos resultados ruins que todas as
empresas estatais tiveram durante o governo Mujica, afeta toda nossa economia.
Gabriel Oddone, da consultora CPA Ferrere, diz que, em
momentos de forte expansão da economia, Mujica não fez as reformas esperadas,
como na educação, e deixou um déficit fiscal recorde, de 3,5% do PIB.
— Foi um governo bagunçado nas finanças.
Na opinião de Munyo, uma das falhas foi deixar que a Ancap,
controlada na época pela ala mais radical da Frente Ampla, adotasse decisões
sobre investimentos, sem consultar o Ministério da Economia, gerenciado pelo
setor mais moderado.
A denúncia penal inclui mais de 50 pessoas, entre
funcionários e sócios externos. Mas a figura chave é, sem dúvida, Sendic,
apontado muitas vezes como eventual sucessor de Mujica. Os escândalos na
companhia estatal praticamente derrubaram qualquer possibilidade de lançar uma
candidatura presidencial no futuro, o que coloca a Frente Ampla numa situação
difícil, já que o partido, fundado em 1971, não construiu novas lideranças.
— Em nossa denúncia mencionamos, um por um, os erros de
gestão e as normas que foram violadas. Temos a suspeita de que foram cometidos
delitos. A Ancap perdeu muito dinheiro pagando sobrepreços e dando concessões
sem licitação prévia, até mesmo a empresas brasileiras, entre elas a Eletrobras
— apontou o senador opositor Alvaro Delgado, que diz que a Justiça poderia
solicitar o depoimento de representantes de empresas brasileiras que fizeram
negócios com a Ancap. — Pedimos a intimação de representantes da Eletrobras.
O documento cita investimentos que teriam sido
superfaturados, irregularidades na distribuição de publicidade da empresa e
obras mal acabadas. Para Delgado, o governo Mujica desperdiçou oportunidades,
num momento de forte crescimento (média de 5%). Já o deputado da Frente Ampla
Gonzalo Mujica, que se distanciou do ex-presidente nos últimos tempos,
reconhece que “foram cometidos erros importantes”, mas elogia o governo:
— Foram aprovadas leis históricas sobre liberdades públicas.
Mas nem mesmo integrantes do partido negam o atual clima de
insatisfação em relação à gestão.
— À medida em que vão aparecendo problemas como esse, a
imagem de Mujica fica mais deteriorada. Acho que as suspeitas sobre a Venezuela
são ainda mais complicadas.
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Os excretores
“Eu sou casada há treze anos, mas tenho uma relação aberta e
namorava um ator ao mesmo tempo. Para mim, falar “amor livre” é pleonasmo. Eu e
esse ator fizemos uma performance chamada Amor [sem título]. O objetivo era
falar que o amor não é propriedade. Realizamos a obra na Casa das Caldeiras,
que é uma antiga fábrica, porque tem essa metáfora do corpo da mulher como uma
fábrica, e utilizado para “linha de produção”. A gente pintava uma tela com os
nossos corpos e fazíamos gestos de uma relação sexual. Em vez de ele introduzir
o pênis, ele inseria uma lata de tinta dentro de mim. Quando eu liberava [sic]
a tinta na tela, era como se o meu útero pintasse e mandasse a mensagem. O meu
namorado se cansou da liberdade que existia na nossa relação e terminamos.”
Priscila Toscano, aquela mesmo que mijou e cagou na sua própria
dignidade (será que ela já teve isso?), evidenciando junto a Jean Wyllys, Zé de
Abreu e todos os outros mequetrefes que a esquerda do País adotou
definitivamente as funções fisiológicas excretoras como forma de raciossímio.
O que ela faz e o que ela diz não pode nem ser chamado de vulgaridade. Está em um outro patamar. Tão baixo que os animais irracionais jamais ousaram pisar.
Dilmantras
“É difícil falar tudo que nós fazemos, mas vou tentar.
Primeiro, eu queria dizer uma coisa: para nós, toda conquista, toda e qualquer
conquista, é sempre apenas um começo. Você conquista e depois você tem que
continuar conquistando. Então, toda conquista é apenas um começo. Nós sabemos
que a luta é uma luta contínua, quando a gente fala de direitos. A conquista é
só o começo”.
Dilma Rousseff
É uma ostra! Cada vez que abre a boca sai uma pérola!
Democracia comunista, um engodo universal
Assistindo a uma propaganda do PCdoB começar com uma voz em off dizendo que o “golpe” está nos
roubando “o que temos de mais precioso: a democracia”, voltou-me à cabeça a
vontade que tenho de perguntar às Feghalis da vida o que é democracia para um
comunista e por que eles falam tanto na sua importância se nunca a praticaram.
Claro que eu sei a resposta que as Feghalis nunca vão dar: é para enganar os
trouxas.
Por coincidência, hoje dei de cara com um artigo no blog “Dúvidas
Universais”, de Duda Teixeira, intitulado “Por que ditaduras
gostam de ter ‘Democrática’ no nome oficial?”. O autor não responde à
própria pergunta do título, mas nos dá mais subsídios para classificar esse
paradoxo como um engodo universal.
Nove países trazem a palavra “Democrática” no nome oficial.
A maioria deles é de ditaduras.
Quem inventou essa moda foi Ho Chi Minh ao proclamar a
República Democrática do Vietnã, em 1945. Na declaração de independência do
Vietnã, “Tio Ho” citou o início da Declaração de Independência Americana,
aquela que fundamenta a mais antiga e estável democracia do mundo: “Todos os homens foram criados iguais,
dotados pelo criador de certos direitos inalienáveis, que, entre estes, estão a
vida, a liberdade e a busca da felicidade”.
Na reforma agrária ordenada por Ho Chi Minh anos depois,
seus comandados foram ao campo e executaram 172000 pessoas, considerados, sem
qualquer julgamento, como ricos fazendeiros. As estimativas de mortos pelo seu
Partido Comunista Vietnamita beiram 1 milhão.
Em 1948, nasceu a República Popular Democrática da Coreia, a
Coreia do Norte. “O Partido dos Trabalhadores (da Coreia do Norte) achava que o
regime comunista servia ao povo, embora o conceito de democracia deles não
permitisse disputas entre partidos“, diz o historiador americano Charles
Armstrong, da Universidade Columbia e especialista nas Coreias. Em 1949 nasceu
a República Democrática Alemã, ou Alemanha Oriental.
A República Democrática do Vietnã trocou o adjetivo
“democrática” por “socialista” em 1976. A República Democrática Alemã deixou de
existir em 1990, com a reunificação do país.
Além da Coreia do Norte, hoje ainda trazem o adjetivo
“Democrática” aos seus nomes oficiais os países: Argélia, Congo, Etiópia, Laos,
Nepal, São Tomé e Príncipe, Sri Lanka e Timor-Leste.
Todos enfrentaram problemas parecidos. Os comunistas perseguiram
os que se opunham a eles, fecharam jornais, eliminaram partidos políticos e
confiscaram propriedades. Eles concentraram o poder econômico e político
enquanto fantasiavam que faziam isso em nome do povo e para o bem geral.
A China, ou República Popular da China, não tem a palavra
“democrática” no seu nome oficial, mas traz o conceito de uma “ditadura
democrática” no Artigo 1 da Constituição : “A
República Popular da China é um Estado socialista sob a ditadura democrática do
povo, liderada pela classe trabalhadora e baseada na aliança entre operários e
camponeses”.
A hipocrisia também é de praxe no Irã. Ao comentar as
eleições parlamentares em março de 2016, o aiatolá Ali Khamenei agradeceu o
apoio à “democracia religiosa”. Detalhe: 60% dos candidatos foram reprovados
por não serem fieis à ideologia do regime.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Mais um idiota na Veja
Sérgio Praça assina uma coluna chamada “Política com Ciência”
na Veja.
Política com Ciência... É muita pretensão para um sujeito que critica
Temer por, até agora, ter escolhido 18 homens, só brancos, como seus ministeriáveis.
Sem negros ou mulheres.
Trata-se de um idiota - mais um - a vomitar absurdos sem
sentido em nome do “politicamente correto” e da “modernidade”.
Aliás, se ele quisesse ser justo mesmo, diria que falta
também um viado, uma sapatão, um índio, um deficiente físico (seria um
paraministro?) e a mãe dele, afinal, mães também se devem fazer representar...
Os 18 homens brancos de Michel Temer
O vice-presidente Michel Temer tem expectativa de até o fim
de maio ser presidente da República. Para isso, basta que o Senado Federal
aprove, por maioria simples (41 de 81 senadores), a admissão do processo de
impeachment já perpetrado pelos deputados federais. É natural, portanto, que
comece a montar sua equipe de governo. Não há nada de golpista nisso.
Algo no processo de seleção de Temer, até agora, espanta: o
vice-presidente, até onde consegui apurar, só cogita homens brancos nascidos
antes de 1962 – ou seja, acima de 53 anos. Não encontrei nenhuma notícia de que
o talvez futuro presidente pense em uma mulher para sua equipe, ou mesmo um
homem negro. É óbvio que o acesso à educação e a desigualdade socioeconômica no
Brasil não serão resolvidos por um ministério. Mas é estranho que em 2016
alguém esteja prestes a assumir a presidência sem se preocupar com isso.
(...)
Está na hora de atualizar essa lista dos anos trinta para o
século vinte e um, vice-presidente.
Constatação
“Eu sou bissexual e daí? Posso escolher quem eu beijo?
Quando quero beijar uma pessoa não peço atestado de preferência sexual, só
depende dela querer. Não posso obriga-la a me beijar. Pouquíssimos gays se
atreveriam a fazer que eu fiz em 1975: Viver com minha mulher [na época, a
professora Nara Keiserman] e dois filhos [de 2 e 3 anos] e com um casal gay que
viviam maritalmente durante dois anos.”
Zé de Abreu
Pois é. Depois de lembrar dessa declaração do papagaio de
pirata, cheguei à conclusão que gays não engolem, cospem...
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Essa matéria vem do Facebook de um evangélico que luta para moralizar as igrejas denunciando pastores canalhas.
Muitos de vocês, jovens leitores, têm pais e parentes
evangélicos. Pessoas boas, que não concordam com a corrupção e com o roubo e
desvio do dinheiro dos fiéis para enriquecimento ilícito de pastores mal
intencionados. Você, leitor, tem uma missão: Enviar este post para a maior
quantidade de evangélicos que você conhecer. Se estes amigos e parentes forem
pessoas honestas, eles ajudarão a limpar esse lixo infectado da política que se
alojou no seio das Igrejas de dentro para fora! Começamos a campanha “Evangélico
não vota em pastor corrupto”.
Dados do Transparência Brasil indicam que:
1) Da bancada evangélica, todos os deputados que a compõe
respondem processos judiciais;
2) 95% da referida bancada estão entre os mais faltosos;
3) 87% da referida bancada estão entre os mais inexpressivos
do DIAP;
4) Na última década não houve um só projeto de expressão, ou
capaz de mudar a realidade do país, encabeçado por um parlamentar evangélico.
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