domingo, 24 de julho de 2016

A triste e única verdade sobre o islã

Vale à pena assistir aos 15 minutos do vídeo.

sábado, 23 de julho de 2016

Como bater na sua mulher - da série “muçulmano é bonzinho”


Paulo Nogueira, sem mesada oficial, chora

“Estamos condenados a suportar Temer até 2018?
Temo que sim. Algum tempo atrás, estava convencido de que o golpe não vingaria. Escrevi sobre isso mais de uma vez. (...)Meu otimismo antigolpe se esvaiu quando Zavascki deixou Eduardo Cunha massacrar 54 milhões de votos. (...) Consumado o golpe no Senado, as ruas teriam que se manifestar intensamente para derrubá-lo. (...) Temer deu vários motivos para que a esquerda se inflamasse. É um governo corrupto, com uma plataforma de direita para a qual não teve e não tem votos. (...) Mas o fato é que a mobilização não se concretizou. Houve ações de “guerrilha”, como os esculachos em aeroportos, mas nada além disso. (...) Como entender o torpor da esquerda? O dado mais forte é o enfraquecimento, com os anos, da outrora reconhecida e temida militância petista. O petismo envelheceu. Numa conversa criminosamente gravada com Dilma, Lula lamentou a ausência das “mulheres de grelo duro” do PT para combater o golpe. Mas também os “homens de saco roxo”, para seguir no mesmo tipo de imagem, não compareceram.”

Paulo Nogueira, fundador e diretor editorial do Diário do Centro do Mundo, site da esgotosfera petralha que tem, entre outros anunciantes, a Prefeitura de São Paulo e a Prefeitura de Maricá (ambas as administradas pelo PT), além de ter recebido em 2015 R$ 668 mil do governo federal e teria a receber R$ 1,1 milhão em 2016.

Teria, porque Temer lhe cortou a mesada.

Que ingrato esse Temer, não é mesmo? Cortou a mesada de quem fez tanto para elegê-lo vice-presidente duas vezes... Eu só não entendi essa chiadeira do Paulo Nogueira entregando os pontos e esbravejando sobre a falta de legitimidade de um governo que ele mesmo fez de tudo - duas vezes - para eleger.


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Por muito menos que o islã faz, os Estados Unidos destruíram duas cidades no Japão

Como dois animais - Jararaca e Anta - conseguiram esculhambar o Brasil em 13 anos

Como Lula e Dilma conseguiram dilapidar as estatais
IstoÉ Dinheiro

No comando da administração federal desde 2003, o PT deixou vários legados danosos às estatais. Dos escândalos bilionários de corrupção ao aparelhamento político, quase nada escapou das garras do fisiologismo. Fruto da barganha política, a máquina pública inchou e ficou ainda mais ineficiente, inclusive nas companhias com capital aberto. Apesar de a quantidade de estatais praticamente não ter aumentado – passou de 131 ao término do governo FHC para 135 no fim de 2014, último dado disponível –, o número de funcionários cresceu 49%.

Significa que, durante os oito anos de mandato do presidente Luiz Inacio Lula da Silva e os cinco anos da gestão Dilma Rousseff, as empresas públicas incorporaram 182 mil pessoas aos seus quadros. No total, há quase 553 mil trabalhadores, segundo dados levantados no site do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Dest), órgão ligado ao Ministério do Planejamento. “Esse inchaço nas estatais não tem nenhuma lógica econômica”, afirma Gilberto Guimarães, especialista em liderança e gestão de pessoas e professor do Grupo Laureate. “A máquina pública vai na contramão dos ganhos de produtividade”.

Se a quantidade excessiva de funcionários é um peso para o caixa das estatais, a presença de apadrinhados políticos no topo hierárquico dessas companhias torna-se um problema ainda maior para a sua sustentabilidade. Na linguagem dos funcionários concursados, os diretores, vice-presidentes e CEOs que assumem o cargo sem um currículo compatível são chamados de “paraquedistas”. “É o aparelhamento pelo qual uma pessoa é indicada por algum político sem entender nada do assunto”, diz Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset Management, que trabalhou vários anos nos Estados Unidos.

No presidencialismo americano, salienta Vieira, a ingerência política é muito menor. “Se os ocupantes de cargos públicos cumprem as metas, eles podem permanecer mesmo quando troca-se um presidente democrata por um republicano”, diz o economista. “Aqui, no Brasil, a utilização do Estado como instrumento político leva à derrocada das estatais.”

É imperioso notar que todas as cifras negativas envolvendo as estatais administradas pelo PT e seus partidos aliados giram na casa dos bilhões de reais, incluindo os desvios investigados pela Polícia Federal, que já prendeu caciques do partido como o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu.

Alguns exemplos: Prejuízo dos Correios em 2015: R$ 2,1 bilhões; Necessidade atual de aporte na Caixa: R$ 40 bilhões; Prejuízo da Petrobras em 2015: R$ 34,8 bilhões; Rombo dos quatro maiores fundos de pensão estatais em 2015: R$ 60 bilhões; Custo das operações do BNDES aos cofres públicos em 2015: R$ 30,5 bilhões; Prejuízo da Eletrobras nos últimos quatro anos: R$ 31 bilhões; e pedaladas no Banco do Brasil: R$ 14,8 bilhões. Sem falar na corrupção que, apenas na Petrobras, gerou desvios de R$ 42 bilhões, segundo estimativa da Polícia Federal.

“Nem mesmo as estatais com capital aberto escaparam”, diz Walter Machado de Barros, membro do conselho consultivo do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-SP). “Ignoraram-se as melhores práticas de governança corporativa.” Para avaliar todos esses números negativos, a DINHEIRO ouviu duas dezenas de especialistas e apresenta nas próximas páginas um resumo didático – no formato dossiê – do quadro preocupante em que se encontram as principais estatais.

A ingerência política nas empresas chegou ao ápice em 2014, ano eleitoral, quando a presidente Dilma determinou o congelamento de tarifas de energia elétrica e de preços de gasolina para controlar a inflação, gerando um passivo bilionário no caixa das companhias. Tudo foi feito para ganhar a eleição. A intervenção excessiva do PT também emperrou os projetos de infraestrutura, simbolizados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Na campanha de 2010, o presidente Lula apresentou sua candidata, Dilma Rousseff, como a “mãe do PAC”, mas o “filho” não se desenvolveu. “Na área de transportes, por exemplo, perdeu-se a característica de planejar para o médio e longo prazos”, diz Mauricio Endo, sócio da KPMG para a América Latina. “Os ministérios responsáveis por infraestrutura começaram a trabalhar em cima de agendas muito politizadas, sem o devido critério técnico, e o resultado eram iniciativas díspares, que levam do nada a lugar nenhum.”

Um exemplo foi a transposição do Rio São Francisco, um plano ambicioso e complexo, que acabou sendo realizado parcialmente. Ao diminuir de tamanho, o projeto perdeu grande parte de sua lógica e deixou de atingir os benefícios projetados. Além disso, muitas licitações acabaram sendo apressadas e realizadas sem planejamento. O resultado foram leilões esvaziados e problemas que só eram percebidos depois de iniciadas as obras. Dessa forma, as empresas pediam mais dinheiro e o governo federal decidia parar as obras.

Quando houve concessões maiores à iniciativa privada, aconteceram alguns avanços, como nos aeroportos. Porém, diante da atual crise econômica, as concessionárias estão pedindo um prazo maior para pagar a parcela da outorga deste ano. Nas concessões de rodovias feitas no governo Dilma, o cenário é parecido. Os vencedores tentam renegociar os contratos em vigor diante de um estrangulamento financeiro. Trata-se de uma situação, no mínimo, curiosa, pois o governo petista tentou ao máximo limitar os ganhos do capital privado.

A estratégia do período Lula também fracassou. Ao impor uma tarifa muito baixa ao usuário final, o governo sufocou as concessionárias de rodovias que não tinham caixa para cumprir as metas de investimentos estabelecidas nos editais. “Existia uma questão ideológica muito forte, defendendo que o setor privado não poderia ter lucro na prestação de serviços públicos, o que prejudicava muito a atração de investidores”, diz o consultor Endo, da KPMG.

Dessa forma, o governo tentava adivinhar o ponto ótimo de lucro da empresa que venceria a concessão, em vez de deixar o mercado, por meio de competição e de estudos de viabilidade econômica, chegar à melhor proposta. Com isso, poucos competidores entravam na disputa, e quem ganhava descobria depois que não tinha condição de entregar um bom serviço.

Até mesmo a forma de tentar agilizar as contratações era equivocada. O governo Dilma instituiu o Regime Diferenciado de Contratações, em 2011, que permitia contratar obras sem um projeto definitivo. Mas o que devia ser um modelo especial, adotado para alguns projetos pontuais, virou a regra em obras do PAC, da Olimpíada e da Copa do Mundo, dentre outras. Isso escancarava a falta de planejamento que permeava a administração federal.

Talvez não exista símbolo melhor dessa dificuldade de planejar do que o projeto de trem-bala, que ligaria os dois principais polos produtivos e consumidores do Brasil: Rio de Janeiro e São Paulo, com parada final em Campinas. Obsessão de Dilma, ele jamais saiu da fase de planejamento até ser finalmente descartado, em 2015, sem nunca ter recebido um estudo detalhado que fosse referendado como realista pela iniciativa privada.

Em 2012, o governo inclusive criou a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), uma estatal que tinha a missão de viabilizar o trem-bala e outros projetos ferroviários de alta velocidade. Financiada totalmente pelo Tesouro Nacional, a EPL foi fundada com 65 funcionários e chegou a 181 trabalhadores em 2014, último dado disponível. Na lista de ideias despropositadas dos governos do PT, inclui-se a recriação, em 2010, da Telebras, que remunera 257 funcionários para cuidar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) – eram 126 no ano da refundação.

Primeiro ocupante do cargo, o engenheiro Rogério Santanna foi demitido após um ano pelo então ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que recentemente foi preso pela Polícia Federal no âmbito da Operação Custo Brasil. “O PNBL acabou”, afirmou Santanna, que se desfiliou do PT em 2013, após 26 anos de militância. De fato, o plano não cumpriu a meta de levar internet rápida a 40 milhões de domicílios até 2014, mas os custos da Telebras continuaram onerando os cofres públicos – é a herança da gestão pública petista.

Perguntar não ofende, ilustre magistrada Daniela Barbosa Assumpção de Souza

Se na Lava Jato se conseguiu interceptar os WhatsApp dos ladrões e se na prisão dos terroristas idem, por que a meritíssima, em vez de prejudicar meio Brasil, não procurou se inteirar dos métodos utilizados pela PF, pelo MP e pelos juízes envolvidos?

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Com lucro de apenas R$ 4,47 bilhões no 2º trimestre de 2016, Bradesco não tem como bancar a Árvore de Natal da Lagoa sozinho


A prefeitura do Rio foi avisada anteontem oficialmente pela Bradesco Seguros: a empresa não patrocinará a Árvore de Natal da Lagoa, como vem fazendo há 19 anos, alegando que não teria como bancar o evento sozinho.

Tadinhos né? Tão pobres...

Apenas um detalhe: parte da grana gasta com a traquitanda monstruosa vinha através da Lei Rouanet.

Sacanagem tem limites, pombas! Dá outra desculpa. Pega mal...

Em todo caso fico na torcida para que ninguém mais se interesse em bancar aquele troço horrendo.


Ataque das milícias fascistas petralhas tira páginas do ar no Facebook

Um ataque massivo de queixas dos nojentos do PT e simpatizantes fizeram o não menos nojento comando Facebook excluir as páginas tidas como “de direita”. Eis algumas delas que foram excluídas:

Faca na Caveira - Quase 2 milhões de seguidores
Bolsonaro Opressor - Quase 1 milhão de seguidores
Sargento Fahur - Mais de um milhão de seguidores
Moça não sou obrigada a ser feminista - 600 mil seguidores
Desquebrando Tabu - Quase 400 mil seguidores
Loira Opressora - Mais de 200 mil seguidores

A maioria já voltou à ativa, ou através de recursos judiciais ou simplesmente alterando o nome (Bolsonaro Opressor está como Bolsonaro Opressor 2).

Eu, que já tive minha página suspensa e vários vídeos e fotos censurados por violarem absurdos “direitos de propriedade”, não entendo quais são os critérios usados pelo Face, se é que os há. Pelo visto, basta uma queixa mal (ou bem, sei lá) intencionada e sua página vai pras cucuias. Do jeito que está dá a entender que Seu Mark Zuckerberg e sua trupe são simpatizantes da opressão esquerdopata.


Desculpem: a notícia sobre Suzane Von Richthofen era falsa

É terrível ter que me desculpar por um erro tão grotesco e indesculpável, mas é o que me resta.

O encontro de Suzane Von Richthofen com ONGs de direitos humanos é criação de Joselito Muller, notório inventor de absurdos, e a foto com Maria do Rosário é uma montagem, talvez do próprio site onde li a matéria. 

É claro que se eu soubesse a origem - Joselito - não teria divulgado, a não ser como piada.

Mais uma vez, mil desculpas e obrigado "Anonymous", pelo alerta.

P.S.: Apesar disso, Maria do Rosário continua sendo escrota.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Cuba quer aumento para seus escravos do “Mais Médicos”. Só faltava essa!

E aí Temer, vai vetar?

O Globo

País que mais destina profissionais ao programa Mais Médicos, Cuba está pleiteando um reajuste dos valores pagos pelo governo brasileiro. Atualmente, um médico recebe R$ 10.513 por mês para atuar no programa. No caso dos cubanos, o governo da ilha embolsa a maior parte do dinheiro, o que representa uma importante fonte de receita. Porém, segundo o Ministério da Saúde brasileiro, não há definição ainda sobre aumento nos repasses para Cuba.

Na semana passada, a vice-ministra de Saúde Pública de Cuba, Marcia Cobas Ruiz, esteve em Brasília para tratar do tema. Ele se encontrou com representantes do Ministério da Saúde do Brasil; da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que faz a intermediação entre os governos dos dois países; do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems); e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), que congrega as secretarias estaduais.

Segundo o Conasems, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, disse que reajustes precisarão ser analisados em função do orçamento da pasta. De acordo com o presidente do Conselho, Mauro Junqueira, secretário de Saúde de São Lourenço (MG), foi criado um grupo de trabalho para tratar da questão do reajuste.

De acordo com o Conasems, a vice-ministra cubana reiterou a intenção de continuar com a cooperação com o Brasil, mas fez reivindicações. Entre elas, o reajuste dos valores pagos por profissional, em especial aqueles que trabalham em áreas isoladas e de maior risco.


O Mais Médicos foi lançado em julho de 2013, pagando R$ 10 mil por cada médico. Desde então, houve pequenos reajustes, chegando-se aos atuais R$ 10.513. No começo, o programa sofreu boicote de parte da classe médica brasileira. Assim, predominaram os profissionais estrangeiros, principalmente cubanos. Nos editais mais recentes, aumentou o interesse dos brasileiros, mas os médicos de Cuba ainda são maioria. Os últimos números do Ministério da Saúde indicam que eles são 11.400, de um total de 18.240 profissionais

Justiça, em vez de prender, faz mutirão para libertar mil presos até fim do mês

A Justiça do Brasil é um caso sério mesmo. Especializou-se em tirar o sofá da sala, como naquela velha piada do português que pegou a filha transando com o namorado em cima de um.

Neste caso, uma das desculpas é que a superlotação aumenta a tensão nos presídios, o que quer dizer que nos presídios não pode haver tensão, mas nas ruas pode, com mil marginais a mais soltos por aí.

Quiuspariu!

O Globo
A Vara de Execuções Penais (VEP) do Rio está realizando um mutirão para libertar, até o fim do mês, cerca de mil presos. Segundo o juiz Eduardo Oberg, titular da VEP, o objetivo é reduzir o número de internos nas duas maiores penitenciárias do estado, que estão com mais que o dobro de sua capacidade: a Vicente Piragibe e a Plácido de Sá Carvalho, ambas dentro do Complexo de Gericinó. Ainda de acordo com Oberg, o pedido foi da Defensoria Pública do Rio e teve o aval do Ministério Público.

- São presos que já tiveram o requisito temporal implementado, ou seja, que têm o requisito objetivo para poder progredir de regime. Aqueles que estão no regime semiaberto e poderão ir para o aberto, para a prisão domiciliar, para o livramento condicional. Ou aqueles que podem receber indulto e, no caso do término da pena, que eu não posso manter presos em hipótese alguma - explicou Oberg.

Segundo o juiz, só serão beneficiados detentos considerados sem periculosidade e após manifestação do Ministério Público.

- Além de o preso atender ao quesito objetivo, que é ter o direito ao benefício, o juiz analisa se ele atende ao quesito subjetivo, ou seja, se tem periculosidade. Se ele não é perigoso, então tem direito à liberdade. Seria inconstitucional manter na prisão uma pessoa que pode ir para a rua, isso contraria a Lei de Execução Penal. Nós temos que trabalhar com o sistema de freios e contrapesos. O preso perigoso, que é líder de facção, deve ir para fora do estado, ficar no isolamento. Mas, se eu mantiver preso aquele que já pode ser solto, estarei aumentando a possibilidade de uma rebelião, deixando a cadeia num estado de tensão enorme - afirmou Oberg.

O juiz frisou que, além de a liberdade provisória ser um direito do preso, o sistema penitenciário do Rio está com problemas graves de superlotação:

- A capacidade é para 27 mil presos e, no entanto, há 50 mil. Por isso, o mutirão está começando nos dois maiores presídios. Também vamos fazer na Casa do Albergado. Estamos trabalhando para libertar entre 70 e 90 presos por dia. Para alcançar os mil, vamos trabalhar todos os dias, incluindo os fins de semana, até o fim do mês - disse o magistrado.

Ele lembrou que a libertação de presos é papel da Vara de Execuções Penais.

- Não soltar é exceção. A regra é que, se o quesito subjetivo também permitir, o preso receba o benefício antes do fim da pena.

De acordo com o juiz, como a estrutura da VEP é menor do que a necessária para atender à demanda, muitos presos que já teriam o direito à liberdade continuam na cadeia, aumentando ainda mais a tensão nos presídios.

- Em razão da penúria do estado, perdemos 60 servidores que trabalhavam duas horas além do seu horário para agilizar os processos - disse. - Por isso, estamos fazendo o mutirão.


Capitão Cueca ataca novamente

“O PT está trabalhando silenciosamente, que é a melhor estratégia. Dialogando, conversando. Todas as indicações que temos é que o impeachment tem grandes possibilidades de reversão. Aliado a isso, há fatos relevantes, como o parecer do Ministério Público, recente, que é uma água nos golpistas. Do ponto de vista técnico, nós já vencemos a batalha. A batalha agora é política. Na busca de voto e, principalmente, nas mobilizações sociais. Dia 31 de julho, todos nas ruas. Se as ruas se mobilizarem, a gente consegue reverter definitivamente este impeachment no Senado”.
José Guimarães (PT-CE), ex-líder de Dilma, atual líder da minoria e conhecido nacionalmente como o deputado dos dólares na cueca, contando a piada do dia. Só de olhar para as fuças desse sujeito me dá engulhos!

P.S.: O nome completo do cara é José Nobre Guimarães, por paradoxal que seja...


Deputado Nelson Marchesan diz o que a gente queria dizer às “autoridades”

Jararaca ataca em Caruaru

“Para mim, eu outra vez abriria a linha de crédito para os pobres, querem comprar um carro vão comprar, querem comprar televisão vão comprar. Eu colocaria dinheiro na mão do povo pobre, porque se a gente colocar uma política de financiamento de crédito de R$ 500 para cada pessoa, esse dinheiro vai virar comércio e vai gerar emprego e vai girar a economia brasileira, porque não dá para economia andar sem dinheiro circulando.”

Lula, explicando em Caruaru, para uma platéia apinhada de lugares vazios, o que faria para levar o Brasil definitivamente ao fundo do poço sem passagem de volta.

Depois do bom humor matinal a gente acorda para a realidade e dá de cara com Lindbergh e Jandira. É dose!

Keké, Kiki de Kokô, três patetas em um tal de “Tribunal Internacional pela Democracia”, que fará o “julgamento” do impeachment da presidenta Dilma.

A simples visão desses três terrores me fez lembrar de tomar o remedinho para o meu distúrbio (síndrome) do pânico, que uso diariamente há 13 anos. Como diria Bob Jeff, esses calhordas me despertam os instintos mais primitivos.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Assassina, Suzane Von Richtofen, é glorificada pela escrota Maria do Rosário


WhatsApp na “republiqueta” do Brasil

Antagonista
A juíza que determinou o bloqueio do WhatsApp em todo o Brasil ficou irada porque o Facebook respondeu a uma de suas decisões com um e-mail em inglês — e pediu que futuros questionamentos seguissem no idioma.
Em seu despacho, publicado pelo Jota, Daniela Barbosa Assumpção de Souza diz que, ao agir assim, o Facebook trata “o país como uma ‘republiqueta’”.
A meritíssima pode até ter razão nesse ponto.
Mas bloquear o aplicativo em todo o país não é tratar o país como republiqueta?

Parente acha que a sociedade precisa “amadurecer” para que problemas sejam resolvidos - assim o País para!

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirma que não haverá “dogmas” na venda de ativos da estatal e admite estudar o controle compartilhado com o setor privado de algumas subsidiárias, como a BR Distribuidora ou a Transpetro. “Na hipótese de a gente abrir a maior parte do controle, é com cocontrole.”

Dogma, para Parente, é apenas a privatização da estatal, que está descartada. “Não acho que a sociedade brasileira esteja madura para sequer discutir, isso sim é dogma, a privatização da Petrobras”, afirma.

O site do PT , em setembro de 2015, divulgou uma pesquisa do Instituto Paraná sobre a privatização da Petrobrás revelando que 58,3% dos brasileiros, à época, eram contra e 35,8% a favor.

Em Janeiro deste ano o mesmo Instituto Paraná, a pedido do Antagonista, perguntou aos brasileiros se a Petrobras deveria ou não ser privatizada e deu que 47,4% ainda eram contra. A queda percentual de 10,9% foi quase igual à reversão das opiniões, e a diferença diminuiu em 18,1%, o que se verificou pelos 43% a favor da privatização (9,6% não deram opinião).

Seria bem vinda uma nova pesquisa hoje, com o pessoal mais inteirado sobre a Lava Jato e, portanto, mais consciente dos prós e contras de uma privatização da Petrossauro, para que Pedro Parente ou até mesmo seu sucessor desfaça essa ideia de que a sociedade brasileira ainda não está madura para discutir.

Aliás, se formos esperar pela “maturidade” da sociedade para resolver este ou outro assunto qualquer, não se governa, não é mesmo, seu Pedro Parente?


Um louco a serviço do PT

“Quando ia começar a Guerra, todo o mundo que era contra Hitler foi para o Brasil, para pular. Depois da guerra, os fascistas que não foram mortos foram para América do Sul, que era a mesma coisa que ir para fora do mundo. O Brasil está entupido de Hitlers, de fascistas. Lá, essa penada que você ouve é Hitler falando no Brasil, Hitler está vivo no Brasil. São os que estão no poder.”
Tom Zé, mistura de nada com coisa nenhuma que insistem em chamar de artista e deveria estar internado em um manicômio, é petralha declarado, claro.


Deputado Paulo Pimenta incita Maduro contra governo do Brasil


Esse canalha deveria ser preso!

E não sei como ainda não está, já que é alvo de inquérito que apura crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores e foi condenado por improbidade administrativa em ação movida pelo Ministério Público Estadual (recebimento de despesas irregulares), condenação esta que foi mantida na segunda instância (segundo o STF a condenação em segunda instância já bastaria para justificar sua prisão).

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Toma Mais Uma chegou a 1.000.000 de acessos!


Meus sinceros agradecimentos a todos, especialmente ao Milton, ao Argento e ao Magu, por me apoiarem e prestigiarem nesses 1.143 dias, se bem que o blog tem bem mais que isso de idade, já que fui obrigado a trocar o endereço por uma falha do Blogspot.

Claro que uma média de 875 acessos por dia nos três últimos anos não é nada perto dos medalhões da mídia, mas é uma vitória da qual me orgulho.

Errei e acertei como todo mundo, mas nunca tive vergonha de admitir os erros. Tampouco não medi palavras e nem esforços para sempre tentar me aprimorar nos acertos sem medo de dizer a verdade ou de expressar minha opinião. 

Jamais vou esquecer de um comentário da minha querida amiga bracarense de Juiz de Fora, Maria Manuela Carneiro Pereira Gonçalves, de 2 de maio de 2007, ainda na versão antiga do Toma Mais Uma, que diz o seguinte:

“A Sofia é uma das poetisas, mais queridas de Portugal. Este poema é pra você Ricardo e pra sua família.

Manuela”

Porque os outros se mascaram, mas tu não

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

Sophia de Mello Breyner Andresen

Os lamentáveis vereadores do Rio e seus abjetos projetos

Em apenas um mês (junho) os vereadores do Rio conseguiram cometer as seguintes aberrações (há muitas outras, como trocentas mudanças de nomes de logradouros, mas ia encher o saco):

Dispõe Sobre A Proibição De Fumar Ao Conduzir Crianças - Vereador Dr. Jairinho

Considera Bem Cultural Para Fins De Tombamento De Natureza Imaterial Da Cidade Do Rio De Janeiro A Enciclopédia Do Funk - Volume 1 - Movimento Black Rio - Vereador Renato Moura

Inclui Na Lei Nº 5.919/2015 A Cidade De Taizhou, Na China, Como Cidade-Irmã Da Cidade Do Rio De Janeiro - Vereador Renato Moura

Inclui O Dia Da Fundação Da Igreja Assembleia De Deus Ministério De Caetés No Calendário Oficial Da Cidade - Vereador João Mendes De Jesus

Inclui O Dia Do Avivamento Da Rua Azusa No Calendário Oficial Da Cidade - Vereador João Mendes De Jesus

Inclui O Dia Do Prêmio Plumas E Paetês Cultural No Calendário Oficial Da Cidade Do Rio De Janeiro - Vereador Marcelino D'almeida

Inclui O Dia Municipal Do Pão No Calendário Oficial Da Cidade - Vereador Prof. Célio Lupparelli

Inclui O Dia Do Combate Ao Preconceito A Pessoa Com Nanismo No Calendário Oficial Da Cidade - Vereador Thiago K.Ribeiro

Inclui O Dia Do Guardador De Automóveis No Calendário Oficial Da Cidade - Vereador Jimmy Pereira

Dá O Nome De Buquê De Noiva, Bromélia Imperial, Orquídeas, Flor De Laranjeira E Flor De Lótus Às Atuais Ruas Projetadas A, B, C, D E E, Na Estrada Dos Caboclos Nº 237 Loteamento Nova Jerusalém, Em Campo Grande. - Vereador Professor Rogério Rocal

E a gente ainda tem que pagar o salário dessa matula...


Mais uma lei estúpida de autoria dos deputados Rafael Picciani e Jorge Picciani homologada pelo decrépito governador do Rio de Janeiro

Como sou síndico, acabei de receber:

Estado RJ-Lei Nº 7.326 DE 07/07/2016

Art. 1º As edificações públicas e privadas situadas no Estado do Rio de Janeiro ficam obrigadas a afixar na parte externa dos elevadores, em local visível, cartaz informativo, com o seguinte dizer:

“AVISO AOS PASSAGEIROS: ANTES DE ENTRAR NO ELEVADOR, VERIFIQUE SE O MESMO ENCONTRA-SE PARADO NESTE ANDAR “.

Agora me digam: uma pessoa distraída o suficiente para não ver que a cabine do elevador está na sua frente vai reparar em um simples cartaz? O que fazer com os analfabetos e os deficientes visuais?

domingo, 17 de julho de 2016

Piada do dia: irmão do assassino de Nice afirma que os 84 mil euros que ele enviou à família são fruto de trabalho

Mohamed Lahouaiej Bouhlel, o autor do massacre em Nice, dias antes da barbaridade enviou 84.000 euros para sua família na Tunísia. “Ele trabalhou por oito anos e este era o dinheiro que ele tinha guardado”, afirmou Jaber Bouhlel, irmão do terrorista, segundo as agências de notícias.

Agora fala sério: um ladrão de bicicletas, viciado e vagabundo lá consegue juntar um tostão que seja?


Unesco reconhece Trambolho da Pampulha como Patrimônio Mundial da Humanidade

O Conjunto Arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte, se tornou Patrimônio Mundial da Humanidade, com o título de Paisagem Cultural do Patrimônio Moderno, na manhã deste domingo. A resolução foi oficializada, em Istanbul, na Turquia, após a reunião da Unesco com o ministro da cultura Marcelo Calero, que postou em sua conta no Twitter: “Viva! Pampulha Patrimônio Mundial!”

Em comunicado oficial, o Governo Brasileiro, declarou que “A Unesco, ao reconhecer o valor universal excepcional da Pampulha, considerou o conjunto como símbolo de uma arquitetura moderna distante da rigidez do construtivismo e adaptada de forma orgânica às tradições locais e às condicionantes ambientais brasileiras.” e continua descrevendo o projeto de Oscar Niemeyer, Roberto Burle Marx e Candido Portinari: “criou uma nova linguagem arquitetônica fluida e integrada às artes plásticas, ao design e à paisagem.”

A presidente do Iphan, Kátia Bogéa, completa, em nota oficial: “O título de Paisagem Cultural do Patrimônio Moderno implica reconhecimento internacional do Conjunto como um bem que possui três características fundamentais. Primeiro, é uma obra-prima do gênio criativo humano. Segundo, é o testemunho de um considerável intercâmbio de influências do desenvolvimento da arquitetura. E, terceiro, constitui um exemplo excepcional do conjunto arquitetônico de um período significativo da história, no caso, o movimento moderno.”

Nada mais importante para o momento que o ministro da Cultura Marcelo Calero viajar com seu séquito para a Turquia - de primeira classe, comme il faut - para reivindicar e receber esse laurel da Unesco, que, com certeza, vai transformar o Brasil em uma potência cultural. Aliás o ministro deve ter ficado apertadinho com a sua participação como testemunha ocular do golpe na Turquia.

A Unesco ao conceder esse título ao Trambolho da Pampulha demonstra mais uma vez ser composta de aspones e porraloucas ao considerar “o conjunto como símbolo de uma arquitetura moderna distante da rigidez do construtivismo e adaptada de forma orgânica às tradições locais e às condicionantes ambientais brasileiras”, e o Brasil atual, mais uma vez, mostra sua forte tendência a desconstruir a Cultura ao limitá-la a figurinhas carimbadas que tenham ou tiveram posições políticas necessariamente de esquerda, como o abominável - lato sensu - Oscar Niemeyer.

O tal “Conjunto Arquitetônico da Pampulha”, em Belo Horizonte, que por fora parece um banheiro de botequim e por dentro é um claustro sufocante é um exemplo disso. Juntaram três porraloucas - Oscar Niemeyer, Roberto Burle Marx e Candido Portinari - e deu no que deu. Horrível!


Um pequeno alento de Ruy Castro para os cariocas

Um novo Carnaval - Ruy Castro

O Rio está habituado a apanhar, e dos seus filhos mais queridos. Para Millôr Fernandes, a cidade teve o seu apogeu nos anos 60 e então decaiu para sempre. Para Paulo Francis, o Rio morreu justamente em 1960, quando a capital se mudou para Brasília. E, para Ivan Lessa, o Rio só foi bom até 1949, quando ele tinha 14 anos. Devia ter razão — não havia uma semana nos anos 50 sem uma reportagem da revista “Manchete” detonando a cidade. O incrível é que, aos olhos de hoje, aqueles eram “os anos dourados”. E não só. Para Di Cavalcanti, o Rio acabara nos anos 30, quando as pessoas começaram a ir morar em Copacabana. Já para Lima Barreto, acabara muito antes, em 1903, quando Pereira Passos demoliu a velha cidade colonial e fez uma nova, com ares de Paris.

Aliás, mal a poeta francesa Jeanne Catulle-Mendès chamou o Rio de “la ville merveilleuse”, em 1912, e já se começou a falar aqui da “ex-cidade maravilhosa”. O pessoal é assim mesmo, adora reclamar. De volta a 2016 — nada mudou. O Rio tem vivido dias luminosos e deslumbrantes, as ruas estão tomadas de jovens de mochila, bermuda e bicicleta, a todo instante se inaugura uma obra e, em breve, será preciso fazer reserva até nos quiosques e botequins.

O Rio pode produzir uma grande Olimpíada, mas, por enquanto, só se ouvem os espíritos de porco, os profetas da derrota e os que, exercitando o complexo de vira-lata, já decretaram o seu fracasso. Foi assim também às vésperas da Rio-92, em 1992, da Jornada Mundial da Juventude, em 2013, e da Copa do Mundo, em 2014. Até hoje há gringos por aqui que vieram para esses eventos e nunca mais voltaram para casa. Sim, eu sei, o Estado do Rio está falido, o Brasil, nem se fala, e o mundo em geral está um horror. A cidade do Rio de Janeiro pede apenas licença para fazer de sua Olimpíada um novo Carnaval.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Deputados Federais torram mais de R$ 1 bilhão por ano, fora as despesas administrativas da Câmara

Na brincadeira cada um bota mais de R$ 2 milhões no bolso. E nós pagamos...


Dados de Fevereiro de 2016 do Congresso em Foco

Salário de R$ 33.763, auxílio-moradia de R$ 4.253 ou apartamento de graça para morar, verba de R$ 92 mil para contratar até 25 funcionários, de R$ 30.416,80 a R$ 45.240,67 por mês para gastar com alimentação, aluguel de veículo e escritório, divulgação do mandato, entre outras despesas. Dois salários no primeiro e no último mês da legislatura como ajuda de custo, ressarcimento de gastos com médicos. Esses são os principais benefícios de um deputado federal brasileiro, que somam R$ 168,6 mil por mês. Juntos, os 513 custam, em média, R$ 86 milhões ao contribuinte todo mês. Ou R$ 1 bilhão por ano. Os dados são de levantamento do Congresso em Foco com base nos valores atualizados dos benefícios dos parlamentares na Câmara (veja a lista abaixo).

Em decisão administrativa, a Mesa Diretora decidiu diminuir os gastos com assinatura de veículos de imprensa e, por outro lado, aumentar em R$ 2,3 milhões o valor anual da verba destinada à cota parlamentar – verba pública que deputados usam com gastos como alimentação, combustível e passagens aéreas. Os valores de ambas as despesas são semelhantes, o que sugere uma escolha na aplicação orçamentária – no ano passado, R$ 1,96 milhão foi consumido com a compra de jornais e revistas. Como foi uma deliberação interna, a medida não precisa passar pela análise dos 513 deputados.

O aumento na verba de mandato vai custar aos cofres públicos mais R$ 371,86 por mês para cada um dos 513 deputados – que, a depender dos estados que representam, recebem entre R$ 30 mil e R$ 45 mil a título de cota parlamentar. A decisão foi da Mesa Diretora da Câmara, encabeçada pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que alega não haver aumento de gastos, mas redistribuição de valores.

Além de jornais e revistas, a Casa resolveu cortar o fornecimento de materiais de escritório para os gabinetes (papel-ofício, etiquetas, envelopes etc). No comunicado aos deputados, a Câmara diz que a medida vai ter positivo impacto ambiental devido à redução de papéis utilizados, e lembra que os parlamentares podem usar a cota para repor as assinaturas.

Veja a tabela de benefícios (até fevereiro de 2016):
Benefício                                                      Média mensal                                      Por ano
Salário             33.763,00             438.919,00
Ajuda de custo (1)               1.406,79               16.881,50
Cotão (2)             39.884,31             478.611,67
Auxílio-moradia (3)               1.608,34               19.300,16
Verba de gabinete para até 25 funcionários             92.000,00          1.104.000,00
Total de um deputado           168.662,44          2.023.949,28
Total dos 513 deputados       86.523.831,72    1.038.285.980,64

Carros oficiais.  São 11 carros para uso dos seguintes deputados: o presidente da Câmara; os outros 6 integrantes da Mesa (vice e secretários, mas não os suplentes); o procurador parlamentar; a procuradora da Mulher; o ouvidor da Casa; e o presidente do Conselho de Ética.

OBSERVAÇÕES

(1) Ajuda de custo. O 14º e o 15º salários foram extintos em 2013, restando apenas a ajuda de custo. O valor remanescente se refere à média anual do valor dessa ajuda de custo, que é paga apenas duas vezes em 4 anos.

(2) Cotão. Valor se refere à média dos 513 deputados, consideradas as diferenças entre estados. A média não computa adicional de R$ 1.353,04 devido a líderes e vice-líderes partidários. O Cotão inclui passagens aéreas, fretamento de aeronaves, alimentação do parlamentar, cota postal e telefônica, combustíveis e lubrificantes, consultorias, divulgação do mandato, aluguel e demais despesas de escritórios políticos, assinatura de publicações e serviços de TV e internet, contratação de serviços de segurança. O telefone dos imóveis funcionais está fora do cotão: é de uso livre, sem franquia. O cotão varia, de estado para estado, de R$ 30,4 mil a R$ 45,2 mil, conforme a relação abaixo (valores em R$):

AC       44.260,60
AL       40.572,24
AM      43.198,26
AP       43.002,92
BA       38.638,99
CE       42.079,91
DF       30.416,80
ES        37.052,05
GO      35.135,20
MA      41.779,83
MG      35.720,85
MS       40.170,98
MT      39.056,17
PA       41.855,59
PB       41.660,70
PE        41.304,94
PI         40.599,91
PR       38.500,00
RJ        35.388,11
RN       42.360,13
RO       43.300,63
RR       45.240,67
RS       40.504,04
SC       39.505,92
SE        39.767,40
SP        36.671,67
TO       39.131,75

(3) Auxílio-moradia. O valor indicado representa a média de gastos de acordo com o uso do benefício em cada época. Atualmente, o valor é de R$ 4.253,00. Mas só quem não usa apartamento funcional tem direito ao benefício. Atualmente, 319 deputados ocupam os apartamentos localizados na Asa Sul e na Asa Norte.

(4) Saúde. Os deputados só são ressarcidos em serviços médicos que não puderem ser prestados no Departamento Médico (Demed) da Câmara, em Brasília.


Marx tenta inocentar Dilma de pedaladas, mas complica mais a situação: foi improbidade

Karl, Grouxo e Ivan
Um procurador chamado Marx “inocenta” Dilma, mas agrava as penas dela
Carlos Newton

Os sites da grande mídia divulgam com estardalhaço um instigante parecer do procurador da República Ivan Cláudio Marx, apresentado em inquérito aberto para apurar as pedaladas fiscais. Na semana passada, Marx já havia decidido arquivar parte das investigações, referentes à “pedalada” com o BNDES, mas nesta quinta-feira ele se empolgou e propôs logo o arquivamento de todo o inquérito, com base em argumentos altamente contraditórios e polêmicos.

O parecer do procurador, que é da nova geração do Ministério Público, vem dar seguimento à curiosa perícia recentemente executada por três técnicos do Senado, que levantaram a escalafobética tese de que a presidente Dilma Rousseff não poderia levar a culpa das “pedaladas”, simplesmente porque não assinara nenhum documento oficial autorizando a maquiagem das contas.

Repetindo: esses peritos concluíram que houve “pedaladas”, mas Dilma não poderia ser incriminada, pois não existiu autorização por escrito, vejam o grau de criatividade burocrática desses diligentes servidores subordinados ao senador Renan Calheiros. Certamente, esperavam encontrar um decreto que tivesse instituído a maquiagem das contas públicas…

Agora, surge o procurador Ivan Cláudio Marx, que envereda pelo mesmo caminho tortuoso e também utiliza argumentos jurídico-contábeis verdadeiramente revolucionários, digamos assim.

A justificativa dele é de que não houve crime, porque o objetivo das “pedaladas” era apenas a manipulação das contas fiscais: “Todos os atos seguiram o único objetivo de maquiar as estatísticas fiscais, utilizando-se para tanto do abuso do poder controlador por parte da União e do ‘drible’ nas estatísticas do Banco Central“, disse candidamente Marx, no pedido de arquivamento da gravíssima denúncia.

Para provar sua inovadora tese, o procurador argumentou que não teria havido crime de responsabilidade, mas ato de improbidade administrativa. Na prática jurídica, isso significa apenas trocar seis por meia dúzia, até porque a pena a que Dilma estaria sujeita por improbidade é muito mais grave do que o crime de responsabilidade, que só acarreta impeachment. Ou seja, no afã de inocentar, o criativo Marx acabou complicando a situação de Dilma.

Ao enquadrar a presidente Dilma na Lei Nº 8.429, de 2 de junho de 1992, sobre Improbidade Administrativa, o distraído procurador não percebeu que estava agravando as penas que podem ser aplicadas à chefe do governo pelas pedaladas. O artigo 10, item IX, estabelece ser improbidade “ordenar ou permitir a realização de despesas não autorizadas em lei ou regulamento”.

E o artigo 12, inciso III, determina que esse ato ilícito deve ser punido com “ressarcimento integral do dano, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano (…)”.

Ou seja, antes de apresentar seu insólito parecer, o procurador deveria ter feito a seguinte pergunta à presidente afastada Dilma Rousseff: “Vossa Excelência prefere o impeachment ou essa pena mais grave por improbidade?”

Acontece que o procurador Ivan Cláudio Marx não é nenhum estranho ao PT. Pelo contrário. O ex-presidente Lula do Silva mostra confiar totalmente nele. Como se sabe, o juiz Moro causa pavor a Lula, que desesperadamente tenta escapar dele. Para colher depoimento do ex-presidente, Moro já teve de autorizar “condução coercitiva”.

No entanto, em 15 de outubro de 2015, Lula tomou a iniciativa de contatar o procurador Ivan Cláudio Marx e lhe prestou voluntariamente depoimento acerca de um inquérito aberto pelo Ministério Público do Distrito Federal para investigar as palestras e viagens do ex-presidente ao exterior. Até agora, nenhum outro membro da Procuradoria da República teve o privilégio de colher depoimento voluntário de Lula.

Embora jamais tenha sido marxista, o ex-presidente, que recentemente se definiu como “neoliberal”, tomou a iniciativa de prestar essa homenagem ao procurador Marx. É claro que isso ocorreu só mera coincidência.

Terror em Nice - Cenas fortes


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Mes amis de France: il est temps de prendre position contre les assassins islamiques


Milícias impõem regras à Força Nacional no Rio: a situação é desesperadora. Intervenção no Estado já!

Segundo os jornais, os agentes da Força Nacional que participarão do esquema de segurança da Olimpíada estão tendo de se submeter às “ordens” da milícia na Zona Oeste do Rio.

Para quem não sabe, as milícias aqui no Rio são quadrilhas que governam as favelas. Monopolizam a distribuição de gás, operam a famosa GatoNet distribuindo o sinal de TV a cabo, decidem quem pode ou não circular, frequentar e morar na favela, enfim, são a lei o governo efetivo e ditatorial dessas aberrações urbanísticas.

Os 3.500 PMs, policiais civis e bombeiros de vários Estados do Brasil que integram a Força Nacional não podem circular armados pela Gardênia Azul - favela de Jacarepaguá - e foram impedidos até de instalar internet nos apartamentos onde estão alojados, no condomínio Vila Carioca, do “Minha casa, minha vida”, no bairro do Anil simplesmente porque a milícia local explora o sinal a cabo na região e, de acordo com os agentes, as operadoras de internet fixa são impedidas de atuar.

Os agentes contam ter recebido as orientações sobre as restrições impostas pela milícia de seus coordenadores.
Além disso, os apartamentos foram disponibilizados sem mobília para servir de alojamento, os policiais e bombeiros fizeram “vaquinhas” para equipar as residências com lâmpadas, televisores , geladeiras e beliches.

Além disso, foram relatados atrasos no pagamento de diárias dos agentes. Eles é que são responsáveis por evitar ataques terroristas.

Em tempos de Dilma eu não diria nada, não iria adiantar. Até porque os métodos do governo do PT não diferiam em nada dos métodos das milícias, mas agora que tem um cara um pouco mais esclarecido no comando do País eu espero que o caos completo do Rio de Janeiro o sensibilize de maneira a decretar uma intervenção no estado. Não é mais possível que o povo daqui passe tanto tempo sem governo e à mercê dos canalhas que se sucedem no descomando de Brizola para cá. Qual o lugar do mundo resistiria a Brizola, Moreira, Brizola de novo, Marcello, Garotinho, Rosinha, Cabral duas vezes e Pezão, contando ainda com breves mandatos-tampão de Benedita e Dornelles?

Caiado pede exame anti drogas em Lindbergh

Pois é, hábito antigo... Admira só agora alguém ter notado.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Top-Top Garcia, futuro Sem-Teto, se recusa a sair de seu imóvel funcional

Da IstoÉ

No início de junho, o Palácio do Planalto determinou que auxiliares e ministros da presidente afastada Dilma Rousseff desocupassem seus imóveis funcionais. Mais de um mês depois, grande parte dos inquilinos segue nos apartamentos aproveitando as regalias de morar bem à custa do governo.

O mais resistente em deixar a residência em que mora atualmente é o ex-assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais Marco Aurélio Garcia. Há treze anos, desde o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Garcia vive em um apartamento na quadra 104 norte, em Brasília.

Como não paga um centavo por isso, o petista prefere ficar no imóvel. Não bastasse representar a perpetuação de uma mordomia com dinheiro público, a permanência no imóvel embute uma esperteza ainda maior. Recentemente, um grupo de petistas alojados nos apartamentos do governo lançou uma proposta para lá de indecente: queria prioridade na compra dos imóveis funcionais, o que faria com que eles fossem arrematados a preços muito abaixo do valor de mercado. O projeto legitimaria a combinação explosiva do aparelhamento com o avanço ao patrimônio da União. Os petistas chegaram a sugerir a edição de um decreto a fim de dar ares de legalidade ao privilégio. Percebendo a manobra, no entanto, o Ministério do Planejamento definiu que somente imóveis vagos seriam disponibilizados para venda e que todo o processo passaria pela abertura de editais de concorrência pública.

Até o fim do mês, o Planalto espera que sejam entregues os apartamentos de dez ex-funcionários, além de Garcia. São eles: Luiz Antonio de Azevedo, Renata Emerenciano, Myrian Pereira, Maria do Carmo Delgado, Robinson Almeida, Analine Specht, Marcos César Laguna, Aline dos Passos, Cibele Jacques e Danielle dos Santos. A saída foi negociada diretamente com a Secretaria de Governo, a partir das demandas individuais de cada morador. À ISTOÉ, Garcia disse que aguarda apenas a conclusão dos serviços da empresa de mudança para entregar as chaves, o que, segundo ele, deverá ocorrer nos próximos dias. O ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social Edinho Silva e o ex-secretário Nacional de Justiça Beto Vasconcelos deixaram o imóvel no mês passado, pouco após a publicação da determinação pelo Diário Oficial da União, no dia 02 de junho. Edinho ocupava um apartamento na quadra 309 da Asa Sul desde abril de 2015, enquanto Beto Vasconcelos vivia desde 2014 em um imóvel na quadra 304 da Asa Norte. Assim como eles, já deixaram os imóveis Gabriel Haidar, Simione da Silva, Rodrigo Gonçalves Cabral e Teresa Arruda Barroso. Em tempos de contenção de gastos, a desocupação dos imóveis preocupa o governo interino, que precisa acomodar seus próprios servidores recém-nomeados e economizar na concessão de auxílios-moradia.


A pasquinização da Veja

Segundo o Antagonista, “Vera Magalhães, da coluna Radar, foi demitida da Veja. Para assumir o seu lugar, foi contratado Maurício Lima, ligado a Eduardo Oinegue [não por acaso, Eugenio ao contrário], assessor de imprensa do Banco Rural (durante o mensalão) e da OAS (durante o petrolão).”

Definitivamente a Veja transformou-se em um folheto sem importância, mal redigido e mal intencionado.

Quem sabe agora os petralhas, sempre na contramão da honestidade e do bom senso, passem a elogiá-la?

Aliás, temo por sua circulação. Vai ser difícil trocar a revista na banca por 50 gramas de mortadela...

Jesus volta à terra como sabão em pó e é vendido em saquinhos a R$ 35,00!


Estado rouba empresários e funcionários

Quando era empresário eu costumava dizer que os governos eram meus sócios majoritários e os verdadeiros patrões dos meus funcionários. E olha que isso faz tempo...

FGTS, INSS e Aviso Prévio - um assalto ao trabalhador, disfarçado de direito

Renato Furtado do Instituto Mises

Todo político adora falar que defenderá “os direitos” dos trabalhadores custe o que custar, que jamais cederá, e que manterá os “benefícios conquistados”.

A questão é: há realmente algum ganho para o trabalhador?  Ou há apenas ônus?

Na prática, ao impor encargos sociais e trabalhistas - todos eles custeados pelo próprio trabalhador, como será mostrado mais abaixo -, o governo está dizendo que sabe administrar melhor o dinheiro do que o próprio trabalhador. 

Mais ainda: se o trabalhador é obrigado a pagar por seus “direitos”, então ele não tem um direito, mas sim um dever.

Os tais “direitos trabalhistas” nada mais são do que deveres impostos pelo governo ao trabalhador.  E, para arcar com esses deveres, a maior parte do salário do trabalhador é confiscada já na hora do pagamento.

Somente para bancar os benefícios básicos - férias, FGTS, INSS, encargos sobre aviso prévio - são confiscados R$ 927 mensais de um trabalhador que recebe em suas mãos salário mensal de R$ 1.200.

Um funcionário trabalhando em regime CLT, com um salário contratado de R$ 1.200, custará efetivamente ao seu empregador 80% a mais do que o seu salário.

Confira a tabela abaixo:

Ou seja, por causa dos encargos sociais e trabalhistas impostos pelo governo, o patrão tem um gasto de R$ 2.127 com o trabalhador, mas o trabalhador recebe apenas R$ 1.200.  Toda a diferença vai para o governo (exceto o item férias, o qual, por sua vez, será disponibilizado apenas uma vez por ano, e que seria mais bem aproveitado pelo trabalhador caso tal quantia fosse aplicada).

E há quem acredite que isso configura uma “conquista trabalhista” e um “direito inalienável do trabalhador”.

Mais ainda: esses não são os únicos custos para o patrão.  Em primeiro lugar, os custos podem variar ainda mais conforme o sindicato de classe, o regime de apuração da empresa e o ramo de atividade.  Há ocasiões em que os encargos sociais e trabalhistas podem chegar a quase 102% do salário.  Adicionalmente, a empresa também tem de ter uma reserva para gastar em tribunais, pois sempre há funcionários saindo e acionando a empresa na Justiça do Trabalho.  Há também os custos de recrutamento de funcionários, os quais aumentaram muito em decorrência da política de seguro-desemprego e bolsa- família.  E quem paga todos esses custos são os trabalhadores.

Eu mesmo, na condição de empresário, preferiria pagar R$ 2.200 por mês para um funcionário em um país sem encargos e leis trabalhistas do que R$ 1.200 no Brasil.  Com esse salário mais alto eu teria, no mínimo, funcionários mais motivados.  Mas, como não sou uma fábrica de dinheiro, não tenho condições de fazer isso.

Mas a espoliação do trabalhador é ainda pior do que parece.  Veja, por exemplo, o que acontece com o FGTS.  Essa quantia, que poderia ser incorporada ao salário do trabalhador, é desviada para o governo e só pode ser reavida em casos específicos (ou após a aposentadoria). 

Na prática, o governo “pega emprestado” esse dinheiro do trabalhador e lhe paga juros anuais de míseros 3%.  Dado que a caderneta de poupança rende 7% ao ano, e a inflação de preços está em 7,2% ao ano, o trabalhador não apenas deixa de auferir rendimentos maiores, como ainda perde poder de compra real com a medida. 

E para onde vai o dinheiro do FGTS? Uma parte vai para subsidiar o BNDES e a outra vai para financiar a aquisição de imóveis - algo completamente sem sentido, pois a aplicação desse dinheiro na caderneta de poupança já permitiria ao trabalhar obter o dobro do rendimento e, com isso, ter mais dinheiro para comprar imóveis.

E vamos aqui dar de barato e desconsiderar as cada vez mais frequentes notícias de uso indevido desse dinheiro.  (R$ 28 bilhões de reais do FGTS foram investidos pelo BNDES em várias empresas, mas não há nenhuma informação sobre quais empresas receberam o dinheiro, quanto receberam, e quais as condições de pagamento).

No caso do INSS, R$ 398,46 são confiscados mensalmente com a promessa de que o trabalhador irá receber saúde (SUS), seguro de vida e previdência.  Não irei aqui comentar sobre a qualidade e a confiabilidade destes três.  Irei apenas dizer que, caso o trabalhador tivesse a opção de ficar com este dinheiro, ele poderia recorrer ao mercado privado e voluntariamente contratar um plano de saúde, um seguro de vida e previdência por R$ 300 e ainda receber um serviço melhor do que o do SUS.

(E, se o governo eliminasse os impostos sobre esses setores, bem como abolisse toda a regulamentação, o valor poderia baixar para R$ 200, e o trabalhador poderia obter um serviço de maior qualidade.)

Por fim, o aviso prévio faz com que muitas empresas demitam os funcionários sem necessidade.  Por exemplo, se uma empresa está passando por uma fase difícil e não tem certeza de que poderá manter o funcionário por mais de um mês, será mais racional demitir para não correr o risco de mantê-lo por mais tempo e, consequentemente, não poder honrar suas obrigações trabalhistas depois. 

O aviso prévio também trava as empresas, que podem se ver obrigadas a demitir um funcionário produtivo, mas que ainda está no período de experiência, e ao mesmo tempo manter um funcionário improdutivo, mas que já cumpriu o período de carência.  Tudo isso só para não pagar o aviso prévio.

Esse custo da improdutividade será descontado de todos os funcionários.

E tudo isso para não mencionar os outros impostos que incidem sobre as empresas e que afetam sobremaneira sua capacidade de investir, de contratar e de aumentar salários.  No Brasil, a alíquota máxima do IRPJ é de 15%, mas há uma sobretaxa de 10% sobre o lucro que ultrapassa determinado valor.  Adicionalmente, há também a CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido), cuja alíquota pode chegar a 32%, o PIS, cuja alíquota chega a 1,65% e a COFINS, cuja alíquota chega a 7,6%.  PIS e COFINS incidem sobre a receita bruta.  Há também o ICMS, que varia de estado para estado, mas cuja média nacional beira os 20%, e o ISS municipal.  Não tente fazer a conta, pois você irá se apavorar.

O custo de todo esse sistema para o trabalhador é muito maior do que as eventuais vantagens que ele possa oferecer (se é que há alguma). 

Dado o atual arranjo, seria muito mais proveitoso tanto para o trabalhador quanto para as empresas dobrar o salário-mínimo e eliminar os encargos sociais e trabalhistas.  Haveria mais dinheiro nas mãos de cada trabalhador, haveria uma mão-de-obra mais motivada, e ainda atrairíamos muito mais empresas para o país, o que naturalmente forçaria ainda mais o aumento natural dos salários.  Isso, por si só, tornaria obsoleta a lei do salário-mínimo, levando à sua extinção.