sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Wikipedia ou Brizola: qual é o pior, já que os dois sempre mentiram?

“Lançado na vida pública por Getúlio Vargas, [Leonel Brizola] foi o único político eleito pelo povo para governar dois estados diferentes (Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro) em toda a história do Brasil.”
Wikipedia, onde se publica toda a sorte de asneiras, publicadas por toda a sorte de asnos, que só o filho do Lula usa como fonte confiável.

Brizola foi sim, eleito pelo povo em 1960 por dois estados diferentes (Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro), só que como deputado federal. Infelizmente ele optou pelo meu, o Rio de Janeiro, onde criou suas raízes podres e, 15 anos depois de 1964, quando voltou do exílio, aí sim, conseguiu se eleger governador do Rio de Janeiro por duas vezes em dois mandatos alternados.

Sem tirar nem por, esse pulha foi o responsável pela “criação” de todos os safardanas que o sucederam depois do seu segundo mandato de governador, e que transformaram o meu estado na merda inominável que é hoje. A saber: Marcello Alencar, Garotinho, Rosinha, Sérgio Cabral e Pezão, este por tabela, já que ele é cria do Cabral.

Wikipedia é uma merda!

O mico que paguei hoje

Hoje talvez eu tenha protagonizado a cena mais ridícula e insólita da minha vida.

Fui à Casa&Vídeo, uma loja, como direi, talvez multimarcas, para comprar um rodo de alumínio, desses com esponja “espremível”. Peguei o dito cujo e entrei no fim da fila (grande), normalmente, sem me prevalecer da minha condição de “idoso”. Acontece que um casal de jovens empurrando um bebê no carrinho, furou a fila, valendo-se da prerrogativa que também dá preferência a quem estiver com criança pequena.

Uma senhora dois lugares à minha frente perguntou por que eles tinham passado todo mundo e eu expliquei, comentando que aquilo era um absurdo, pois se havia duas pessoas, o carrinho com a criança entrou como desculpa, já que a suposta mãe poderia muito bem ficar passeando com a criança enquanto o suposto pai (mais suposto ainda: paternidade é sempre uma dúvida...) pagava as compras. Com um detalhe que frisei: como sou “idoso”, eu poderia muito bem furar a fila sem problemas. A senhora, também indignada, respondeu que era o mesmo caso dela.

Mas eis que um rapaz delicado de meia-idade, exatamente à minha frente, prestou muita atenção no que eu havia dito e, na sua hora de pagar, começou a “desabafar” sobre o meu “preconceito” com o caixa em tom baixo, mas, matreiramente, de maneira que eu pudesse ouvir.

Não prestou, e eu perguntei alto: “Você acha que eu estou errado?”

Como todo rapaz alegre, que se não é, se faz de surdo, ele prosseguiu no seu discursinho idiota com o caixa, me ignorando e continuando a falar sobre as minhas observações.

Como aquilo já estava me dando nos nervos - afinal, ele estava falando de mim -, aumentei o tom, parti para uma argumentação, digamos, mais incisiva, entre outra coisas, perguntei por que ele tinha preferido o tititi em vez de falar diretamente comigo e ele, ainda sem me olhar, disse ao caixa: "Quem fala o que quer, ouve o que não quer".

"Exatamente", disse eu, "por isso você vai ouvir: você é um idiota!".

Sem resposta e sem me dar bola, o rapaz alegre continuou a fofoca com o pobre do caixa, até que eu fui chamado por outro, coincidentemente, no mesmo momento que ele foi liberado pelo seu, quando ele passou por mim e me mandou tomar no cu.

Como eu não gosto, mesmo sem nunca ter tomado, e a coisa prestou menos ainda. Eu estava surpreendentemente calmo - é sério -, mas empunhei o rodo que eu ainda não havia pago e o brandi em direção ao “rapaz”, correndo atrás dele, que correu desesperado derrubando tudo que encontrou pela frente, sumindo porta afora.

Sim, eu volto a frisar que eu estava calmo e a minha intenção foi só de dar uma “corrida” no cara, expondo-o ao ridículo - que, aliás, eu também me expus ao optar pelo tipo de ameaça. Mas jamais me passaria pela cabeça levar a cabo uma covardia, ainda mais se tratando de um “rapaz frágil”, quase uma mulher.

Detalhe: a caixa que me atendeu, que ria a bandeiras despregadas, perguntou se eu ia mesmo dar com o rodo no sujeitinho. Expliquei que não, que aquilo tinha sido apenas para espantar as bruxas, no que ela disse, ainda rindo: “eu sabia”.

Enfim, paguei mico, mas estou rindo até agora da corrida do “rapaz delicado”.

Que crise?


Cerveró revela que Lula tinha planos de construir prédio de 400 metros de altura no Rio

As torres já vêm com puxadinhos, como manda o figurino do Lula
Ruy Castro: Vontades do Faraó

O Centro do Rio tem uma região delicada, de prédios baixos e com 250 anos de história, entre a Lapa e a praça Tiradentes. Nas últimas décadas, ela tem sido estuprada por empresas públicas e particulares, com o aval das administrações. Quarteirões foram abaixo para a abertura de grandes espaços estéreis; a abominável nova Catedral humilhou e ananicou os Arcos; e desmontou-se o morro de Santo Antonio para abrir a avenida Chile e fazer dela um feudo das estatais.

Foi nela que a Petrobras plantou a sua sede, um dos edifícios mais horrendos da galáxia. Seguiram-se o do BNDES e o do extinto BNH, hoje servindo à Caixa Econômica, que ferem os olhos à distância. Exceto a Barra, nenhuma outra região do Rio lembra tanto Brasília. É a herança maldita de Le Corbusier e seus discípulos [no que concordo plenamente].

…O faraó queria uma pirâmide, que, por algum motivo, não se concretizou…

Até há pouco, com o dinheiro jorrando do petróleo e enchendo as burras do poder, faziam-se planos faraônicos para a avenida Chile. Um deles, no primeiro governo Lula, era a construção de um anexo para a Petrobras na rua do Senado, ali perto – esta, berço do barão do Rio Branco, da Banda do Corpo de Bombeiros do maestro Anacleto de Medeiros e de conspirações anarquistas.

O anexo – só agora se ficou sabendo – seria um prédio de 150 andares, com 400 m de altura (100 a mais do que o Pão de Açúcar), ao custo de alguns bilhões, a ser construído por uma empreiteira indicada por Lula. A informação é do delator Nestor Cerveró, que a teria ouvido do ex-diretor de Serviços da estatal, Renato Duque, ambos hoje residentes em Curitiba.

O faraó queria uma pirâmide, que, por algum motivo, não se concretizou. Em seu lugar, em 2013, a Petrobras inaugurou um prédio “menor”, mas, ainda assim, o maior centro empresarial do país, com 70 andares divididos em quatro torres. O faraó não se contenta com tumbas modestas.


Cantinho dos Egos Superinflados

“Vocês já notaram que quase todos os jovens promissores que aprendem comigo, despertam para a inteligência e começam a ter alguma atividade pública são imediatamente cercados, paparicados, seduzidos e cooptados por algum Rodrigo Cocô Instantâneo, Alex Catharino, Fábio Osterman, Hélio Beltrão ou similar para fazer deles membros de alguma coisa? Quanta escassez de vida intelectual e quanta profusão de relações públicas neste país! Quanta falta de criatividade e quanto excesso de parasitagem! O novo Brasil que se promete já vem, desde a gestação, tão igualzinho ao antigo...”

Olavo de Carvalho, primeiro e único, criador do céu, da terra e manipulador dos títeres mais brilhantes do planeta.

O Memorial da Anistia deveria ser financiado pela a bolsa-ditadura


Fruto de parceria entre o Ministério da Justiça e a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), firmada em 2009, o Memorial da Anistia Política do Brasil, em Belo Horizonte, já deveria ter sido inaugurado, mas, como tudo que esse desgoverno põe a mão desanda, a porcaria nem começou direito. Inicialmente, ficaria pronto em 2010; depois, foi remarcado para outubro de 2013, junho de 2014 e dezembro de 2015, mas no local vê-se só um conjunto de andaimes amparando um casarão histórico em escombros.

Com orçamento inicial de previsto de R$ 15 milhões, a coisa já está saindo por R$ 25,6 milhões e, segundo a UFMG “o valor orçado para o projeto pode aumentar”. Novidade... Só que o Ministério da Justiça diz que já repassou R$ 13 milhões para a UFMG, a responsável pela execução do projeto e o Ancelmo Gois, hoje em sua coluna, diz que o BNDES, o saco sem fundo do PT, vai entrar com R$ 10 milhões.

Agora imaginem a merda que não vai ser um memorial que foi idealizado para abrigar arquivos da história da ditadura segundo o ponto de vista dos “perseguidos políticos”. Com certeza absoluta vai ter canalhas como marighelas, lamarcas e prestes aos montões exaltados à categoria de heróis da Pátria, genoínos e dirceus como mártires e por aí afora.

Agora, o seguinte: se entre 2001 e 2013 a Comissão de Anistia aprovou 40.300 pedidos com indenizações que chegam a R$ 3,4 bilhões, por que esses “idealistas” - que trocaram seus “ideais” por um monte de grana indecente tirada de quem trabalha e paga imposto - não bancaram o tal projeto? Afinal, o que representaria 0,75% da baba que ganharam esses mequetrefes? Não faria muita falta, já que a “graninha” das indenizações é isenta de impostos, não é mesmo? Você não concordaria, Ziraldo? E você, Jaguar? E Cony, o perigosíssimo terrorista editor da revista Desfile quando passou uma noite no xilindró, o que diz?...

Millôr, ao dignamente recusar a esmola polpuda, disse: “Desconfio de todo idealista que lucra com seu ideal.”

E, para completar, mais uma dele, pertinente: “Os corruptos são encontrados em várias partes do mundo, quase todas no Brasil.”

P.S.: Só para constar, aí vai a lista das dez maiores esmolas e dos respectivos pobres de espírito que as receberam de bom grado, mandando às favas os escrúpulos, como recomendou um dos seus supostos algozes, Jarbas Passarinho, durante a reunião onde se pariu o AI-5 (“Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência.”):

1) José Carlos Arouca: 75 anos- advogado - Foi juiz do Trabalho e se aposentou em 2005 e neste mesmo ano foi agraciado com a indenização milionária da Bolsa Ditadura: R$ 15,6 mil de pensão mensal mais R$2,9 milhões de indenização.
2) Antonieta Vieira dos Santos: Indenização: R$ 2.958.589,08 - Pensão mensal: R$ 15.135,65.
3) Paulo Cannabrava Filho: É o atual Presidente da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual dos Jornalistas Profissionais - Procurado pela revista Veja para falar sobre o assunto Canabrava assim respondeu: “A Veja digo:nada a declarar.Assunto encerrado”. Indenização: R$ 2.770.219,00 - Pensão mensal: R$ 15.754,80.
4) Renato Leone Mohor: Ao ser procurado pela Veja respondeu : “ Este número é confidencial e não vou te atender, amigo”. Indenização: R$ 2.713.540,08 - Pensão mensal: R$ 15.361,11.
5) Osvaldo Alves: Indenização: R$ 2.672.050,48 - Pensão mensal: R$ 18.095,15.
6) José Caetano Lavorato Alves: Indenização: R$ 2.541.693,65 - Pensão mensal: R$ 18.976,31.
7) Márcio Kleber Del Rio Chagas do Nascimento: Indenização: R$ 2.238.726,71 -Pensão mensal: R$ 19.115,17.
8) José Augusto de Godoy: Indenização: R$ 2.227.120,46 - Pensão mensal: R$ 12.454,77.
9) Fernando Pereira Christino: Indenização: R$ 2.178.956,71 - Pensão mensal: R$ 19.115,19.
10) Hermano de Deus Nobre Alves: O jornalista e ex-deputado morreu em julho/2010,em Lisboa onde residia desde 1991. Não desfrutou da mamata e nem seus dependentes poderão fazê-lo.. Pelo menos isto... Indenização: R$ 2.160.794,62 - Pensão mensal: R$ 14.777,50.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Mercadante chantageia prefeito de Belo Horizonte a troco de votos do PSB contra o impeachment

“O PT está usando a educação da minha cidade para salvar a cabeça de uma presidente incompetente que cometeu crime de responsabilidade. Não dá mais gente ! Estão usando a verba das Unidades Municipais de Educação Infantil para salvar um projeto de poder que não tem mais sustentação.”
Marcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte, comentando sobre a chantagem do ministro da Educação, Aloisio Mercadante, que condicionou o repasse das verbas de educação para Belo Horizonte à garantia dos votos do PSB, partido de Lacerda, contra o impeachment.

Não se poderia esperar outra coisa de um desclassificado como Mercadante, o sujeito que revogou o irrevogável, lembram? Não há no mundo uma organização criminosa que apresente tanta variedade de crimes como o PT o faz. E a periculosidade aumenta pela capacidade que têm os quadrilheiros de realizá-los com tanta naturalidade e desfaçatez.

Veja o vídeo da denúncia do vice-prefeito Délio Malheiros.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Babacas da direita e da esquerda usam o mesmo expediente: mentir

Procurando por alguma pesquisa atual sobre os virtuais candidatos à Presidência em 2018, dei de cara com a notícia abaixo escrita por Nellysson Silva (bonito nome) no site “Blasting News” - e não liguem para a desgramada da gramática, ela é comum a imbecis de todas as vertentes políticas.

Bolsonaro e Raquel Sheherazade são possíveis candidatos a presidência em 2018

Diante da crise política e econômica que o Brasil vem enfrentando, uma notícia caiu como uma bomba no meio político. Segundo informações do site Diário do Brasil, Bolsonaro e Raquel Sheherazade seriam possíveis candidatos para concorrer nas eleições para eleger o novo(a) presidente do Brasil em 2018.

Em meio a um processo de impeachment e escândalos envolvendo corrupção no governo atual, os dois nomes são bem aceitos, de acordo com uma pesquisa realizada entre 01 de dezembro a 08 de dezembro de 2015, e registrada sobre o protocolo nº BR-01185/2015. em 147 municípios e um total de mais de 2000 eleitores.

A dupla lidera o ranking da pesquisa com 38,32% dos votos. Em seguida vem Luís Inácio Lula da Silva com 23,16% da intenção dos votos. Em terceiro lugar, o candidato tucano Aécio Neves com 11,07%.

Um outro nome também citado na pesquisa é de Ciro Gomes. Ele aparece em quarto lugar com 8,93% da intenção dos votos. Marina Silva que na eleição passada ocupava segundo lugar das pesquisas, caiu para quinto lugar com 3,42% da intenção de votos.

Os indecisos somam 8,78% e os que não sabe ou não responderam 6,32%.

Analistas políticos afirmam que a dupla ganharia as eleições logo no primeiro turno. Fatos esse que leva a desespero a alta cúpula do PT e PSDB.(...)

Pois é. Como eu disse outro dia, os boquirrotos como os Trumps, Bolsonaros e Olavos da vida cada vez ganham mais espaço em função das suas histrionices que desafiam e politicamente correto, que já encheu o saco da moçada. O problema é que atrás deles vem uma penca de trouxas que se acham no direito de enganar outros trouxas, mentindo desbragadamente tal e qual seus antípodas petralhas. Só que, diferentemente do que ocorre do lado esquerdo, entre os liberais e conservadores não há tantos idiotas.

Essa tal pesquisa é uma mentira deslavada, nunca foi registrada sob o protocolo nº BR-01185/2015, que não existe no TSE. E nem precisava eu passar cinco minutos procurando a legitimidade desse absurdo, já que os “resultados” apresentados são uma piada surrealista. Não dá nem para imaginar um disparate como Bolsonaro/Sheherazade. Aliás, a moça sabe disso? Duvido muito.

Pior é que tem gente que repassa essa barbaridade sem nem se dar ao trabalho de ler direito.

Zeus me livre de um Bolsonaro presidente, a não ser em última instância, contra Lula, Marina ou Ciro em um segundo turno. Como isso é impossível, fico tranquilo. Rezando, mas tranquilo.

Tá certo, eu quero ganhar, eu quero o PT morto, mas não a troco de mentiras. Já não bastam as do lado de lá?

P.S.: Aliás, botem no Google o protocolo nº BR-01185/2015 e vejam quanta gente está repassando essa babaquice.

Esse sabia das coisas faz tempo

“Não é fácil discutir com nossos patrulhadores de esquerda, viciados na ‘sedução do mito e na tirania do dogma’, confortavelmente encrustados na ‘mídia’ e brandindo eficazmente duas armas: a adulação e a intimidação. Cooptam idiotas, chamando-os de ‘progressistas’, e intimidam patriotas, chamando-os de ‘entreguistas’”
Roberto Campos

Entre 1968 e 2016, tudo é igual, só que o bandido virou mocinho e vice-versa

“Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”

O tempo passa e as coisas continuam as mesmas, só que de cabeça para baixo.

Essa parte de um longo poema do brasileiro Eduardo Alves da Costa, escrito em 1968, tem uma história curiosa: Roberto Freire, na epígrafe de um de seus livros, o atribuiu ao poeta russo Wladimir Maiakovski. O equívoco foi corrigido, mas a falsa autoria pegou. Esses versos foram transformados em pôster pelos líderes estudantis que combateram a ditadura militar, nos anos 70, transformados em inscrição da camiseta amarela da campanha pelas Diretas Já, nos anos 80, transformados em corrente na Internet nos anos 90 e, traduzidos para vários idiomas, ganhou o mundo.

Com a internet, a coisa degringolou. Aí o autor já não era nem Eduardo nem Maiakovski, mas Gabriel García Márquez, Bertolt Brecht, Wilhelm Reich e Leopold Senghor, entre outros.

Curiosidades à parte, os versos são mesmo de Eduardo Alves da Costa - até que apareça mais uma atribuição indevida para encher o saco - e faz parte do seu livro de poemas “No Caminho com Maiakóvski”, daí talvez a confusão.


A piada do ano é de Lula, contada hoje de manhã

“Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da igreja católica, nem dentro da igreja evangélica. Pode ter igual, mas eu duvido.”

Lula em “café da manhã com blogueiros”, aqueles animais da esgotosfera, na manhã desta quarta-feira, 20, e ainda sendo transmitido (são 12:13) pelo site do seu prostituto, perdão, instituto, contando a piada que desde já foi eleita a melhor do ano, apesar de 2016 mal ter começado.

E prosseguiu:

“Já ouvi que delação premiada tem que ter o nome do Lula, senão não adianta. Duvido que tenha um promotor, delegado, empresário que tenha a coragem de afirmar que eu me envolvi em algo ilícito.”

“As pessoas deveriam me agradecer. O papel de qualquer presidente é vender os serviços do seu País. Essa é a coisa mais normal em um país. Como se o papel de um presidente fosse ser vaca de presépio.”

P.S. (15:10): Vejam os blogueiros da esgotosfera (e seus esgotos correspondentes regiamente patrocinados pelo governo, é claro) que estavam puxando o saco do apedeuta:

Altamiro Borges (Blog do Miro)
Breno Altman (do Opera Mundi)
Conceição Lemes (Viomundo)
Conceição Oliveira (Maria Frô)
Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania)
Gisele Federicce Francisco (Brasil 247)
Joaquim Palhares (Agência Carta Maior)
Kiko Nogueira (Diário do Centro do Mundo)
Laura Capriglione (Jornalistas Livres)
Miguel do Rosário (O Cafezinho)
Renato Rovai (Revista Fórum)

Além do eterno papagaio de pirata do Lula, Fernando Morais.

Voces sabem o que é um flatulista? É um sujeito que ganha a vida peidando, e ele existiu!

Álvaro Oppermann, por uma dica do Hélio Garcia, do blog do GiulioSanmartini

Corria o ano de 1892. A platéia do teatro Moulin Rouge, em Paris, assistia a um espetáculo insólito. “Agora o disparo de canhão”, anunciava o apresentador. No palco, um artista vestido em cetim negro, com uma capa vermelha e luvas brancas, reproduzia o estrondo com perfeição. Por meio de flatulências. Foi por habilidades como essa que Joseph Pujol ganhou o carinhoso apelido de Le Pétomane (algo como “o peidorreiro”) [pet é peido em francês].

Nascido em 1857, em Marselha, Pujol descobriu ainda moleque que possuía um dom, digamos, pouco convencional: conseguia controlar de tal forma os músculos do abdômen e do ânus que, por via retal, retinha e expelia até 2 litros de água. Viu que, usando a mesma técnica, poderia controlar o ar e reproduzir músicas populares e relinchos de cavalo. Mas, até então, a sua platéia era restrita a amigos e familiares. Pujol permaneceria no anonimato se não fosse por um amigo do ramo do teatro. Em 1887, esse sujeito convenceu-o de que havia público para o seu espetáculo de gosto duvidoso. E Pujol resolveu largar sua recém-inaugurada padaria para investir na carreira artística. Estreou num teatrinho barato de Marselha. Em pouco tempo, passou para um teatro maior e, depois de 5 temporadas bem-sucedidas, foi contratado em Paris. Ali se tornou sensação e conquistou fama na Europa inteira.

Esse tipo de espetáculo não era exatamente inédito: na Irlanda medieval, artistas flatulentos se apresentavam nas feiras populares. No Japão, eram comuns concursos de puns e arrotos entre o povão. Mas ninguém até então havia ficado famoso por tal habilidade. Versátil, Pujol usava seu instrumento de sopro para fazer imitações, fumar cigarro, apagar velas e tocar músicas em uma flauta. A platéia delirava com o quadro “Os puns de uma esposa” – estes, quase inaudíveis na noite de núpcias, mas barulhentos uma semana depois.

Le Pétomane se tornou uma das figuras mais populares de Paris. Charges sobre ele apareciam com freqüência nos jornais franceses. Figuras importantes compareciam aos seus shows, como o rei belga Leopoldo 2º, que viajou incógnito a Paris para vê-lo no Moulin Rouge. Há quem diga que até Sigmund Freud assistiu ao espetáculo. Em 1895, Pujol estava rico. Tão rico que deu-se o luxo de esnobar o Moulin Rouge e abrir o próprio teatro.

A próspera carreira terminou em 1914, com a eclosão da 1ª Guerra Mundial. Depois de ver dois de seus filhos voltar inválidos da guerra, Pujol caiu em depressão e desistiu da vida artística. Vendeu seu teatro e voltou para Marselha, onde abriu uma nova padaria. Morreu cercado dos filhos, noras, genros e netos em 1945, aos 88 anos.

O bolivarianismo venezuelano em fotos que dispensam comentários




O racialismo - eufemismo para o racismo politicamente correto - chega ao Oscar

“A Academia está tomando medidas dramáticas para alterar a formação dos nossos membros. Nos dias que virão, nós vamos realizar uma revisão dos nossos membros, em ordem de trazer uma mais que necessária mudança na diversidade da nossa turma de 2016 em diante. Como muitos de vocês sabem, nós temos implementado mudanças para diversificar nossos membros nos últimos quatro anos. Mas as mudanças não estão chegando na velocidade que desejamos.”
Cheryl Boone Isaacs, presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, se declarando frustrada com a falta de diversidade étnica entre os indicados ao Oscar 2016, depois que várias personalidades protestaram porque apenas atores brancos disputam o prêmio este ano. Cheryl já havia se manifestado sobre o caso logo após a lista de indicações ser divulgada.

Ora, ora... A imbecilidade do racialismo - eufemismo para o racismo politicamente correto - e os artistas badalados idiotas não são privilégios tupiniquins. Lá na matriz também tem apalermado de montão.

Agora querem instituir cotas raciais no Oscar, e da pior maneira possível: bolivarianisticamente. Dona Cheryl quer substituir alguns dos milhares de jurados (brancos e não comprometidos com o politicamente correto, presumo), por gente que acha que negro é coitadinho.

Pelamordedeus!, será que um país que elegeu e reelegeu um negro para presidente da república mais poderosa do mundo precisa disso?


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Cantinho dos Egos Superinflados

Olavo de Carvalho botou hoje no seu Face:

Reinaldo Azevedo escreve:
É muito típico da esquerda vigarista querer o monopólio do colunismo — em que, diga-se, os vermelhos são a esmagadora maioria, embora sejam minoritários na sociedade. É muito típico dos reacionários bolorentos, recendendo a naftalina ideológica e teses putrefatas, acusar a imprensa de dar espaço apenas para o oposicionismo domesticado. Reivindicam que a mídia lhes dê picadeiro para pregar que se rasgue a Constituição. Asco!”

O negrito - ou “vermelhito” - foi o que Olavo não postou, mas o parágrafo inteiro que o Reinaldo escreveu hoje é esse mesmo, num artigo onde ele defende a contratação de Kim Kataguiri como articulista da Folha.

E Olavo segue, resmungando velharias:

Escrevi em 15 de maio de 2000:
“A constância obsessiva com que expressões de repugnância física - asco e desejos de vômito - aparecem nos protestos das pessoas que me odeiam é para mim um motivo de lisonja e satisfação. Assinala que, diante dos meus escritos, essas criaturas se vêem privadas do dom de argumentar. Paralisada a sua inteligência pela obviedade do irrespondível, vem-lhes o impulso irrefreável de uma reação física. Já que lhes arranquei a língua, querem sair no braço. Mas, como bater em mim seria ilegal e ademais as exporia à temível possibilidade de um revide, a última saída que lhes resta é voltar contra seus próprios corpos o sentimento de raiva impotente que as acomete, donde resulta todo um quadro sintomatológico de diarréia, tremores, cólicas e convulsões.”

Como se vê, ambos são casos perdidos. Mais Olavo que Reinaldo.

Tem que ter exéquias, senão é racismo!

O ator Antônio Pompêo morreu essa semana o qual fez várias novelas na Globo, e não foi notícia e nem homenageado...aqui fica a minha indignação, pois ainda dizem que o racismo não existe....aplauso para este belo artista.
AgoraNewsBrasil, uma página do Facebook que um conhecido teve a coragem de "curtir" e que reproduzo com todos os erros lamentáveis de mais um semianalfabeto do braziu do pt.

Agora vejam a que ponto chegamos. Basta um ator de terceira linha, fora da mídia e muito pouco conhecido, morrer sem as devidas exéquias que o politicamente correto obriga por ser ele negro, que essa turminha de imbecis desanda a falar de racismo. Essa gente tinha é que ser processada e presa por incitar idiotices e disseminar a discórdia onde ela não existe.

É por causa deles que os Trumps, Bolsonaros e Olavos da vida estão tendo tanto sucesso: ao atropelar sistematicamente o politicamente correto eles, de certa forma, lavam a alma dos sãos de consciência que não aguentam mais essa vitimização das minorias, apesar dos escrachados da trinca acima sempre extrapolarem a boa educação e o bom senso.

Agora vai mesmo!


Dilma, a idiota, acaba de sancionar a lei que estabelece o “Dia do Tambor de Crioula”. Agora vai!

Segundo informações do Zé Prativai no site Bar deFerreirinha, “Dona Doida sancionou a lei que estabelece 18 de junho como o Dia do Tambor de Crioula. Agora vai!”, o que foi confirmado por mim no site da Presidemência da República.

Aplausos! Não havia nada mais urgente e importante do que assinar essa lei que determina que 18 de junho será o “Dia do Tambor de Afrodescendente do Sexo Feminino”.  Sim, porque como eu sou politicamente correto ao extremo, o vocábulo “crioulo”, que segundo a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” de 2004, é a “antiga designação do filho de escravos, hoje é um termo pejorativo e discriminador do indivíduo negro ou afrodescendente”, não existe no meu vocabulário.

Gozado é que “negro” não é pejorativo se entra como definição de algum outro termo na cartilha, mas se buscarmos “negro” na própria, vamos ter que “a maioria dos militantes do movimento negro prefere esse termo a ‘preto’, que o utilizam com orgulho para afirmar os valores da cultura afro-brasileira. O contexto determina o sentido pejorativo das duas expressões. Em certas situações, tanto ‘negro’ como ‘preto’ podem ser altamente ofensivos. Em outras, podem denotar carinho, por exemplo, nos diminutivos ‘neguinho’, ‘minha preta’ etc.”

Vá se entender...

Mas agora, depois dessa lei o Brasil vai... à merda em ritmo afro.

P.S.: Tambor de crioula ou punga é uma dança de origem africana praticada por descendentes de escravos africanos no estado brasileiro do Maranhão, em louvor a São Benedito, um dos santos mais populares entre os negros.

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Rio de Janeiro em 1565

Designer recria, em 3D, primórdios do Rio de Janeiro de 1565.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

E o governo não se cansa de mentir: PNAD diz que os mais ricos têm 16,7% da renda nacional, mas a Receita indica que são 37,4%

É claro que dona Wasmália Bivar, atual presidente do IBGE, responsável pelo PNAD, foi nomeada por Dilma e está sendo regiamente paga por nós para acochambrar os dados que o desgoverno do PT acham convenientes.

Quando será que isso vai acabar?

Da Veja:

A distribuição de renda no Brasil é pior do que se imaginava. Um estudo elaborado pela Tendências Consultoria Integrada mostrou que a classe A - famílias com rendimento superior a 14.695 reais - detém uma fatia ainda maior da massa de renda nacional.

O levantamento elaborado pelos economistas Adriano Pitoli, Camila Saito e Ernesto Guedes foi feito com base nos dados da Receita Federal e mostrou que as 2,5 milhões de famílias da classe A são responsáveis por 37,4% da massa da renda nacional. Nos dados mais conhecidos, obtidos por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), estima-se que os mais ricos tenham 16,7% da renda nacional.

Os economistas chegaram ao novo número sobre distribuição de renda com base numa espécie de Pnad ajustada. O ajuste foi feito analisando a renda de duas formas. Para as famílias com ganhos de até cinco salários mínimos, foram utilizados os dados tradicionais da Pnad. Para as faixas mais ricas, o estudo levou em conta as declarações de Imposto de Renda.

"Todo mundo sabia que a desigualdade de renda no Brasil era enorme, mas ela é muito maior do que se imaginava", afirma Adriano Pitoli.

A vantagem de analisar os dados da Receita para as classes mais ricas é explicada pelo fato de a Pnad ser declaratória e, portanto, limitada para mensurar dados envolvendo fontes de renda com ativos financeiros e aluguéis.

"As pesquisas declaratórias (como a Pnad) são ineficientes para capturar a renda de aplicações financeiras, aluguéis e ganhos de capital", afirma Pitoli. "Na verdade, ninguém tem esses números de cabeça."

O exercício da Tendências deixa evidente a dificuldade da Pnad em apurar o tamanho da desigualdade brasileira. Nas famílias com renda entre cinco e dez salários mínimos, a massa de renda apurada pela Pnad é 13% menor do que mostra o dado da Receita Federal. A diferença é crescente conforme o topo da pirâmide se aproxima.

Na faixa de brasileiros com ganhos acima de 160 salários mínimos, a massa de renda captada pela Pnad é 97% menor do que os dados obtidos pela análise do Imposto de Renda.

"A desigualdade com base nos dados da Pnad é menor do que mostram os dados da Receita", afirma Naercio Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper. "Existe uma dificuldade da Pnad em captar a renda da fatia mais rica da população."

O estudo da consultoria Tendências também chegou a outras duas conclusões relevantes: o abismo entre as classes sociais é maior do que se imaginava e as classes A e B são um pouco maiores do que indicavam as pesquisas tradicionais.

Pela Pnad tradicional, a classes A responde por 2% do total das famílias brasileiras, e a classe B, por 12,6%. Nos dados ajustados pela consultoria, a fatia das classes aumenta para 3,6% e 15%, respectivamente.

Com relação ao distanciamento entre as classes sociais, o estudo da consultoria apontou que a renda das famílias da classe A é 40,9 vezes maior do que as da classe D/E. Na Pnad original, a diferença apurada era de 23,3 vezes.


Filha de Luiza Trajano, a milionária do Magazine Luiza que apoia Dilma, ganha R$ 512 mil via Lei Rouanet para publicar livro de receitas

Luiza Trajano
De Políbio Braga

“Luiza Trajano, dona da rede de lojas Magazine Luiza, ganhou notoriedade em 2014, quando travou uma forte discussão com o jornalista Diogo Mainardi, no programa Manhattan Connection, ao defender com unhas e dentes o governo Dilma.

Talvez seja apenas uma casualidade, mas sua filha Ana Luiza, que recentemente decidiu fechar as portas de seu sofisticado restaurante em São Paulo, foi contemplada com R$ 512 mil via Lei Rouanet para a publicação de um livro de receitas.”

Quiuspariu! Como tem salafrário nessa porra de braziu do pt...

“Ciro Gomes é um desarranjado de ideias”

“Curioso, você é a primeira pessoa que me pergunta sobre esse assunto. Quase ninguém dá importância ao que ele [Ciro Gomes] fala. Ele é um desarranjado de ideias. Eu nunca darei a ele a honra da minha resposta. Prefiro o caminho da Justiça.”
Michel Temer em breve entrevista que deu a O Globo.

Taí, gostei da definição, ainda mais depois que soube que o rei dos porraloucas, Mangabeira Unger, voltou a se filiar ao PDT só para dar uma força (candidatura a vice) ao Ciro. 

Cantinho Vermelho - Lula, o líder global, para Nobel da Paz!

Fala sério, gente... A imbecilidade dessas viúvas de Marx não tem limites!



A tragédia em Mariana será tão trágica como querem nos fazer entender?

Eu, dentro da minha ignorância sobre o assunto e baseado apenas no que li, tenho certeza que, em nome dos ecochatos e do politicamente correto, estão pintando um simples pecador como sendo o diabo. Já falei isso antes aqui em “Recuperação do Rio Doce não é um bicho de sete cabeças”.

Sacha Calmon: Mineração e histeria ecológica

Terá ocorrido no Brasil um desastre atômico? O vazamento da barragem da Samarco, 10ª exportadora do Brasil, e seus 4 mil empregos diretos viraram acontecimento megacatastrófico, sem sê-lo, e gerou histeria jurídica punitiva irracional, que bem pode ter efeitos sociais danosos, piores que a passagem da enxurrada dos rejeitos.

A enxurrada jamais foi tóxica nem continha metais pesados perigosos. Para sanar tanta desinformação, é útil explicar que o minério extraído pela Samarco é o itabirito, cuja composição é, grosso modo, a seguinte: 54% ferro, 34% sílica (areia), 1% alumina (terra), 0,5% manganês, 0,2% calcário, 0,2% magnésio e 0,05% fósforo - elementos encontrados no corpo humano, afora outros nada tóxicos. Para separá-los e concentrar o teor do ferro, é preciso um processo industrial chamado flotação, feito, simplesmente, com amido de milho.

Onde a toxidade e os metais pesados? O ferro resultante da flotação (65% + 1% de sílica) afunda e a borra sobe com a ajuda do amido de milho. Os rejeitos nas barragens são compostos aquosos de terra e areia (sílica, alumina, calcário), um pouquinho de fósforo, manganês, ferro dissolvido e magnésio, além de resquícios insignificantes de outros elementos.

Os rejeitos são mais parecidos com as terras marginais desbarrancadas pelas enchentes dos rios do que os rejeitos químicos de dezenas de indústrias (couro, plástico, borracha), arsênico das garimpagens de ouro, de siderúrgicas e de fornos de gusa, que ficam na beira do Rio Doce e afluentes, inclusive indústrias de celulose de alto teor de toxicidade, sem falar nos esgotos não tratados de dezenas de cidades e lugarejos da bacia do Rio Doce, em Minas Gerais e no Espírito Santo.

O dramático da enchente foi o volume grande e denso que varreu a superfície dos rios e as margens até o oceano. Enquanto passava a massa de rejeitos, diminuiu o oxigênio das águas matando peixes e depositou-se nas margens. Mas passou uma vez só como tsunami. A cor barrenta posterior sobe do leito e vem da lavagem pelas águas dos barrancos cheios de lama. Houve mortandade de peixes como na Lagoa Rodrigo de Freitas? Nem de longe. O gado morreu em massa nos bebedouros dos rios? Ninguém relatou tamanha destruição.

A água já está potável e os peixes já são vistos em cardumes na água doce. Pescadores, com caniços lançados no rio (a provar que estariam pescando), se queixam da falta do pescado. No mar, o dano foi mínimo, a mancha, com a cor barrenta de todo rio, não ameaça a vida marinha. Nenhum relatório comprova o desastre. O Rio Amazonas entra no oceano 80 quilômetros adentro com a água barrenta vista a olho nu da estação espacial.

O que precisa acabar são os desatinos jurídicos e o perverso intento de que cabe à Samarco, sozinha, salvar o Rio Doce, que está morrendo há muito tempo. Contra a Samarco e, em certos casos, contra a Vale e a BHP Billinton (acionistas), existem 150 ações individuais e 34 coletivas, verdadeira babel. Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) já foi assinado com o Ministério Público e depositados, aqui e acolá, R$ 1,8 bilhão, afora as inúmeras ações reparadoras da Samarco: reforço das barragens, reconstrução de pontes, recuperação de bacias hidroelétricas, dinheiro, casas, roupas, remédios, água mineral ou caminhões-pipa para as cidades ribeirinhas, indenizações e reparações e mais um rol de providências, desnecessário enumerá-las, até porque me falta legitimidade para tanto. Falo por minha conta e risco e pelo que me relatam os engenheiros de minas, meus amigos.

Cumpre agora à União e aos estados de Minas e Espírito Santo pensar no emprego das pessoas e conjuntamente ordenar os procedimentos jurídicos indenizatórios, conceder reduções condicionadas de impostos e abrir linhas de crédito para a Vale, a Samarco e outras mineradoras usarem ou venderem os rejeitos como matéria-prima para fazer ecoblocos (construção civil) e camadas de compactação rodoviária. Fazer do limão uma limonada.

Os aviões caem de vez em quando e nem por isso as companhias aéreas são fechadas. Minas possui cerca de 600 barragens e os melhores técnicos barragistas do Brasil. A impressão que se tem é a de que querem acabar com as mineradoras, preservar a natureza e proibir a mineração. Noutras palavras, parece que se quer acabar com Minas Gerais, cujo nome evoca, desde as bateias de ouro e diamantes, o destino natural: minas, ferro, aço, indústrias de transformação que utilizam o minério e as derivações como matéria-prima, sem esquecer o nióbio de Araxá.

Mineração envolve risco. Os prejuízos devem ser sanados; pessoas morreram e bens produtivos foram destruídos bem como casas. Mas que haja ordem e racionalidade e não o festival desconexo de justiciamentos e multas bilionárias.


O manifesto 171 ou o esperneio da centopeia

Eu cheguei a ler a meia página de jornal com o cartapácio dos chicaneiros que, por módicas quantias que variam de três a dez milhões de reais, se converteram em defensores e amigos dos amigos do alheio, intitulado pomposamente de “Carta aberta em repúdio ao regime de supressão episódica de direitos e garantias verificado na operação Lava Jato”. Bonito pra cacete!

O troço não passa de esperneio de uma centopeia com 105 pares de pernas - a não ser que algum deles seja perneta. Aliás, 104, já que Gilson Dipp, ex-ministro do STJ, afirma categoricamente que não assinou o manifesto contra a Lava Jato, embora sua assinatura apareça entre as de 105 advogados. Disse ele: “Não tinha sequer conhecimento da existência de um manifesto, que dirá assiná-lo. Ninguém me ligou. Fui pego de surpresa, tomei conhecimento ao ser consultado pela repórter do Globo ontem à noite. Forjaram a minha assinatura”

Apenas e tão somente pelo estelionato contra Gilson Dipp, o lero-lero já não deveria ser levado em consideração. No entanto há outras considerações a serem feitas a respeito do teor da bobajada onde os chicaneiros, entre outras coisas, arvoram-se de senhores absolutos da Justiça, e o Estadão as tece.

Editorial do Estadão: Manifesto irrefletido

Um grupo de advogados divulgou manifesto com duras críticas à Operação Lava Jato, na qual haveria um “regime de supressão episódica de direitos e garantias”. Não poupam palavras para externar o sentimento de indignação contra os processos judiciais em curso. “Nunca houve um caso penal em que as violações às regras mínimas para um justo processo estejam ocorrendo em relação a um número tão grande de réus e de forma tão sistemática”, afirmam os subscritores.

O manifesto não é uma expressão de legítimo interesse público, como tenta se apresentar. Nada mais é do que a defesa de interesses privados. O documento faz parte da atividade profissional de renomados advogados. Afinal, vieram a público defender os interesses de seus clientes, muitos dos quais frequentaram e frequentam o noticiário policial. Esses clientes, em resumo, protagonizam as operações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público.

Se fosse apenas isso, nada haveria de reprovável. O documento seria um instrumento para a devida defesa de réus e condenados. Mas ele ultrapassa essa finalidade ao se tornar um libelo acusatório – sem provas que não as palavras dos signatários e à revelia dos fatos – contra instituições. E resvala para a molecagem quando imprime como subscritores nomes de advogados que não assinaram o manifesto.

Os verdadeiros signatários tratam levianamente a imprensa, como se os jornalistas que a compõem formassem uma massa amorfa de manobra, à disposição de quem queira moldá-la. Ousam dizer que há uma “estratégia de massacre midiático”, parte de “verdadeiro plano de comunicação, desenvolvido em conjunto e em paralelo às acusações formais, e que tem por espúrios objetivos incutir na coletividade a crença de que os acusados são culpados”. Ora, seus clientes tiveram amplas e reiteradas possibilidades para explicar as denúncias que vieram a público. A imprensa tem informado lisamente a respeito do que ocorre. E os brasileiros têm o direito de saber, até porque foi do bolso de cada cidadão que saíram os bilhões de reais que os réus e acusados – que, segundo os advogados, padecem os tormentos da injustiça – enfiaram nas suas contas bancárias, aqui e no exterior.

A metralhadora acusatória dos advogados tem um alvo especial – o juiz Sérgio Moro. “É inconcebível que os processos sejam conduzidos por magistrado que atua com parcialidade, comportando-se de maneira mais acusadora do que a própria acusação”, afirmam os advogados. É grave essa distorção dos fatos. Se os acusados e seus causídicos veem parcialidade em Sérgio Moro, os Tribunais Superiores têm confirmado em grande porcentual as decisões daquele juiz.

É lamentável que pessoas responsáveis e consequentes como as que assinaram o documento afirmem que “a Operação Lava Jato se transformou numa Justiça à parte”. A Operação Lava Jato está plenamente inserida nos caminhos institucionais. Se ela não estivesse dentro da mais plena legalidade, certamente muitos dos subscritores do manifesto, de notória capacidade profissional, já teriam obtido a nulidade dos processos. O que os preocupa é a consistência dos passos dados pela Polícia Federal, pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário.

O documento revela diligência profissional por parte dos causídicos, que não poupam esforços na defesa de seus clientes. Mas o discurso acusatório é um equívoco. Causa involuntário mal à democracia usar palavras de forma arrebatada – e irrefletida. O documento afirma que “o Estado de Direito está sob ameaça e a atuação do Poder Judiciário não pode ser influenciada pela publicidade opressiva que tem sido lançada em desfavor dos acusados e que lhes retira, como consequência, o direito a um julgamento justo e imparcial”. Ora, não se vislumbra qualquer ameaça ao Estado de Direito. As leis estão sendo cumpridas. Bem conhecem os subscritores a previsão legal da prisão preventiva e da delação premiada, por exemplo.

Se houve violações e abusos de direitos nas decisões judiciais, a legislação brasileira prevê generosamente amplos caminhos recursais para sua revisão. Nesse sentido, não há que se falar de supressão de garantias e direitos. Há de se reconhecer que poucos réus na História da Justiça brasileira tiveram a possibilidade de ser tão bem assistidos juridicamente quanto os atuais réus e investigados na Operação Lava Jato. Puderam contratar os melhores e mais caros advogados do país.


Corrupção entra no currículo escolar do Acre. E não é brincadeira!

A lei 3.095, sancionada na última semana de 2015, trouxe novidades para o currículo escolar acreano. Para o ano letivo de 2016, dispôs a inserção do tema “Política, Politicagem e Conscientização contra Corrupção” nas salas de aula. Considerada uma temática transversal, o assunto deve ser debatido com os alunos do ensino fundamental e médio em diferentes disciplinas.
Charge surrupiada do Bar de Ferreirinha
O problema é que, já que viemos hoje no Brasil um maniqueísmo sem alternativas, dependendo do professor, a corrupção e a politicagem vão ter exemplos opostos. A petralhada vai citar a oposição e vice-versa. Eu sou capaz de jurar que, com notório o aparelhamento do corpo docente do país, 90% dos alunos não vão ficar sabendo que o PT é o campeão disparado na disputa.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Caroline Parmentier: O Papa não gosta das mulheres?

De Novopress

Por elas, nem uma palavra. Não mais do que se elas jamais tivessem existido, essas centenas de mulheres alemãs, violentadas, agredidas sexualmente por uma turba formada por cerca de mil homens de origem magrebina, em sua maioria “refugiados”. Os votos do Papa ao corpo diplomático (votos quase que inteiramente consagrados aos imigrantes!) não trazem qualquer alusão ao fato. Por outro lado, o soberano pontífice continuou a exortar a Europa a permanecer acolhedora e a perpetuar-se como o “farol da humanidade”.

O Papa Francisco exortou os europeus a “vencer seu medo” aos imigrantes, “apesar das inevitáveis dificuldades”. Será isso uma alusão? As agressões sexuais em massa, utilizadas como arma de guerra para aterrorizar as populações invadidas, serão uma das “inevitáveis dificuldades” da acolhida de imigrantes às quais devemos nos acostumar?

O acontecimento monumental de Colônia (mas também os de Estocolmo, Hamburgo, Düsseldorf, Bielefeld, e ainda os da Finlândia, Áustria, Suécia, a qual reconhece haver mantido oculta uma vaga de casos de agressão sexual) não muda em nada o discurso ideológico e sentimental-humanista do Papa. Nada o mudará no menor detalhe.

A compaixão e a caridade pontificiais atuam apenas em um sentido. Se uma única refugiada tivesse sido violada por um policial alemão, pode-se imaginar a gritaria internacional e as condenações mundiais consequentes. Mas as palavras dolorosas e o pranto dessas mulheres alemãs, seu terror, sua humilhação, e a cólera que nos arrebata, são coisas sem valor. O grito “de Raquel que chora por seus filhos”, citado por Francisco, é exclusivamente o grito dos imigrantes.

Assim como todas as comparações com o Antigo Testamento, do qual o Papa alimentou o seu discurso, o exílio do Paraíso terrestre, a marcha à terra prometida, passando pelo Êxodo e pela fuga do Egito, tudo isso são parábolas para os imigrantes em busca de “uma terra na qual correm leite e mel”. Imagem significativa, quando se sabe como esses bárbaros serviram-se durante o réveillon.

E o soberano pontífice deseja que a Itália dê o exemplo: “Espero que o tradicional senso de hospitalidade e a solidariedade que distinguem o povo italiano não esmoreçam diante das inevitáveis dificuldades do momento, mas que, à luz de sua tradição multimilenar, esse povo seja capaz de acolher e de integrar o aporte social, econômico e cultural que os imigrantes podem oferecer”. Quer dizer, a destruição da cultura multimilenar desse povo acolhedor – pela imigração e pelo multiculturalismo.

Tradução: Alexandre Müller Ribeiro no Mídia sem Máscara. 

sábado, 16 de janeiro de 2016

Stalinismo governamental ameaça a Suécia

Professora obriga menino de 5 anos a passar batom para provar a ele que não existem diferenças entre gêneros

Repito a pergunta: Será que um dia os nossos descendentes vão ser todos viados e sapatões?

O paraíso da língua portuguesa fica no Brasil - mais precisamente no Rio de Janeiro, na Rua Luís de Camões nº 30

Do Ncultura 


Pelo seu prestígio nos meios intelectuais, pela beleza arquitectónica do edifício da sua sede, pela importância do acervo bibliográfico e ainda pelas actividades que desenvolve, o Real Gabinete Português de Leitura é, a todos os títulos, uma instituição notável e que muito dignifica Portugal no Brasil.

Em 14 de Maio de 1837, um grupo de 43 emigrantes portugueses do Rio de Janeiro e deve-se sublinhar que isto ocorre somente 15 anos depois da Independência do país – reuniu-se na casa do Dr. António José Coelho Lousada, na antiga rua Direita (hoje rua Primeiro de Março), nº 20, e resolveu criar uma biblioteca para ampliar os conhecimentos de seus sócios e dar oportunidade aos portugueses residentes na então capital do Império de ilustrar o seu espírito.

Entre esses homens, cuja maioria era composta de comerciantes da praça, estavam alguns que haviam sido perseguidos em Portugal pelo absolutismo e que tinham emigrado para o Brasil. Era o caso de José Marcelino Rocha Cabral, advogado e jornalista, que iria ser eleito primeiro presidente da instituição.

É possível que ao se preocuparem com o nível de instrução de seus compatriotas e ao quererem incutir em muitos o gosto pela leitura, os fundadores do “Gabinete” tenham sido inspirados pelo exemplo vindo da França, onde, logo seguir à revolução de 1789, começaram a aparecer as chamadas “boutiques à lire”, que nada mais eram do que lojas onde se emprestavam livros, por prazo certo, mediante o pagamento de uma determinada quantia.

Seguindo o exemplo dos “gabinetes de leitura” de raiz portuguesa e ainda na segunda metade do século XIX, surgiram, impulsionados pela maçonaria e pela república positivista, em várias cidades do interior do Estado de São Paulo, instituições semelhantes que também eram denominadas “gabinetes de leitura” e que foram transformadas depois em bibliotecas municipais.

É por essa altura que os dirigentes começam a pensar em construir uma sede de maiores dimensões e condizente com a importância da instituição. Para esse fim, é adquirido um terreno na antiga rua da Lampadosa. E as comemorações do tricentenário da morte de Camões (1880) vão ser o grande pretexto para motivar a “colónia” portuguesa e levar adiante o projecto.

Portugal atravessava crises medonhas: eram os deficits da Corte e a ameaça das grandes potências às colónias da África; eram as mazelas de uma sociedade que não reagia às críticas e farpas dos “vencidos da vida”; eram os “escândalos do tabaco” e as lutas dos partidos; eram os “cortejos do bacalhau” na “baixa” lisboeta para depreciar a Epopeia quinhentista; era a falta de interesse pelas ideias novas que vinham da Europa, a apatia do zé-povinho retratado nas caricaturas mordazes de Bordalo Pinheiro. O projecto escolhido foi o do arquitecto português Rafael da Silva Castro, com seu traço neomanuelino a evocar a epopeia camoniana.


Associação Nacional de Editores de Revistas elege Nova Escola como melhor capa do ano de 2015 - Menino de 5 anos vestido de princesa

Aonde nós vamos parar? Será que um dia os nossos descendentes vão ser todos viados e sapatões? 

“O pequeno Romeo Clarke, da foto acima, tem 5 anos e adora usar seus mais de 100 vestidos para as atividades do dia a dia. “Eles são fofos, bonitos e têm muito brilho”, explicou ao tabloide britânico Daily Mirror. Clarke virou notícia em maio do ano passado. O projeto de contraturno que ele frequentava na cidade de Rugby, no Reino Unido, considerou as roupas impróprias. O menino ficou afastado até que decidisse - palavras da instituição - ‘se vestir de acordo com seu gênero’.”

A ANER (Associação Nacional de Editores de Revistas) tem o prazer de anunciar a realização do Concurso de Melhor Capa do Ano 2015. O concurso tem como finalidade valorizar o trabalho dos editores de arte e jornalistas envolvidos na elaboração das capas das revistas publicadas pelas editoras associadas ANER.

Os vencedores são:

“MELHOR CAPA DO ANO 2015 – VOTO DO JÚRI” – Revista Nova Escola – Editora Abril


“MELHOR CAPA DIGITAL DO ANO 2015 – VOTO POPULAR” – Revista Playboy – Editora Abril
Bem melhor, não é?...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

A esculhambação dos tributos

Só de ver os três primeiros itens da tabela abaixo me dá raiva. Qual seria a razão da Vodka ter 81,52% de impostos e a Cachaça 81,87%? É claro que se podendo complicar, para que simplificar, não é mesmo?

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação - IBPT -, conforme o artigo que eu reproduzi antes da tabela, detectou que no que diz respeito à matéria tributária, foram editadas 352.366 normas de 1988 até hoje, ou sejam, 54 por dia, sendo que “mais de a maioria exigente em excesso, e responsável por exaurir os contribuintes, confundindo-os e exigindo de pessoas físicas e jurídicas um trabalho infinito para a compreensão e o cumprimento de todas as regras.”

Além disso, nesses 27 anos, houve 15 emendas constitucionais, e foram criados inúmeros tributos, entre eles: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira – CPMF; Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins; Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – Cide; Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL; Programa de Integração Social Importação – PIS Importação; Cofins Importação; e Imposto sobre Serviços Importação.

Qual país pode sobreviver em meio a tanta balbúrdia?

Percentual de Tributos sobre o Preço Final de Produtos - 2015

Cachaça 81,87%
Casaco de Pele Vison 81,86%
Vodca 81,52%
Cigarro 80,42%
Perfume importado 78,99%
Caipirinha 76,66%
Jogos vídeo 72,18%
Playstation (video game) 72,18%
Arma de fogo (revólver) 71,58%
Maquiagem (Produtos Importados) 69,53%
Perfume nacional 69,13%
Moto (acima de 250 cc) 64,65%
Chope 62,20%
Mesa de bilhar (sinuca) 62,05%
Charutos/ Cigarrilhas 61,94%
Isqueiro descartável 61,87%
Vermute 61,85%
Fogos de artifício 61,56%
Quentão 61,56%
Whisky 61,22%
Cachimbo 60,89%
Champagne 59,49%
Espumante 59,49%
Microondas (forno) 59,37%
Tênis importado 58,59%
Creme de barbear 57,05%
Cremes de beleza 57,02%
Gasolina 56,09%
Cerveja (lata) 55,60%
Cerveja garrafa 55,60%
Cosméticos 55,27%
Vinho 54,73%
Vaporizador elétrico 53,23%
Relógio 53,14%
Água c/ açúcar e edulcorantes (h2o) 53,02%
Patins 52,78%
Moto até 125 CC 52,54%
Secretária eletrônica 52,32%
Gravador (aparelho) 52,20%
Pilhas/ Baterias 51,80%
Binóculos 51,71%
Maquiagem (Produtos Nacionais) 51,41%
Jóias 50,44%
DVD (aparelho) 50,39%
Água de colônia (nacional) 50,38%
GPS 50,30%
Kit de Embreagem 50,29%
Câmera de ré automotiva 50,06%
Central multimídia 49,82%
Encosto de cabeça c/ monitor com tela 49,82%
Bateria para Veículos 49,59%
Bobina de Ignição 49,59%
Central de Injeção 49,59%
Lanterna (farol) 49,59%
Aparelho MP3 ou iPOD 49,45%
Talco 49,42%
Bronzeador 49,08%
Aquecedor de ambientes 48,30%
Casa popular 48,30%
Lavadora de louças 48,29%
Conta de luz 48,28%
Conta de telefone 48,28%
Sidra 48,24%
Chuveiro elétrico 48,23%
Ar condicionado p/ residência 48,22%
Torradeira elétrica 48,21%
Barbeador elétrico 48,11%
Copiadora (máquina) 48,11%
Relógio despertador 48,11%
Vara de pesca 48,11%
Aquecedor de água elétrico 48,06%
Secadoura de roupa 48,05%
Enfeites de Natal 48,02%
Secador de cabelos 47,88%
Máquina automática venda de bebidas 47,84%
Caneta 47,49%
Rolamento 47,16%
Kit alarme com ultrassom 46,75%
Farol Auxiliar 46,72%
Farol Principal 46,72%
Palheta de limpador de parabrisas 46,72%
Querosene para aviação 46,72%
Microfones 46,69%
Caixa acústica 46,68%
Lâmpada de farol automotivo 46,65%
DVD automotivo 46,63%
DVD automotivo de teto 46,63%
Módulo de vidro elétrico (subida simples) 46,63%
Kit lâmpada xenon 46,61%
Amplificador 46,60%
Alto-falante 46,58%
Suporte para celulares e GPS 46,57%
Cera 46,55%
Módulo de potência para som 46,54%
Bola de futebol 46,49%
Refrigerante (lata) 46,47%
Mosquiteiro 46,23%
Serviço de TV por Assinatura 46,12%
Colar havaiano 45,96%
Spray espuma 45,94%
Bicicleta 45,93%
Cruz de madeira 45,93%
Caixas de som amplificadas 45,81%
Flores de plástico 45,68%
Buzina à gás 45,59%
Cofre 45,59%
Óculos (lentes de vidro) 45,31%
Papel filtro 45,31%
Ferro de passar 45,25%
Televisor 44,94%
Abajur 44,75%
Calculadora eletrônica 44,75%
Câmera fotográfica 44,75%
Pente 44,75%
Filmes p/ fotografia 44,73%
Freezer 44,65%
Régua 44,65%
Triângulo p/ veículo 44,65%
Garrafa térmica 44,63%
Refrigerante garrafa 44,55%
Lâmpada elétrica comum 44,54%
Louça 44,52%
Taças 44,40%
Batedeira 44,37%
DVD (cartucho) 44,20%
Shampoo 44,20%
Vídeo-cassete 44,20%
Óculos de sol 44,18%
Tênis nacional 44,00%
Mascara de Plástico 43,93%
Confete/ serpentina 43,83%
Bacalhau importado 43,78%
Regador 43,56%
Liquidificador 43,54%
Tesoura 43,54%
Canivete 43,47%
Navalha 43,47%
Porta retrato 43,47%
Sinos/ campainhas 43,47%
Bijuterias 43,36%
Kit trava elétrica 43,30%
Pen Drive 43,30%
Agenda escolar 43,19%
Apontador 43,19%
Borracha escolar 43,19%
Módulo de vidro elétrico (subida expressa) 43,18%
Acionador de vidro elétrico da porta 43,06%
Amortecedor 43,03%
Bico Injetor 43,03%
Caixa de Marchas 43,03%
Carburador 43,03%
Disco de freio 43,03%
Junta Homocinética 43,03%
Lataria (porta-malas) 43,03%
Pastilhas de Freio Dianteiro 43,03%
Radiador 43,03%
Sistema de suspensão 43,03%
Cola tenaz 42,71%
Mascara de Lantejoulas 42,71%
Aparelho telefônico p/ linha fixa 42,62%
Diamante (pedra bruta) 42,59%
Cafeteira 42,57%
Máquina de Lavar roupas 42,56%
Balanças (uso doméstico) 42,28%
Diesel 42,23%
Biquini com lantejoulas 42,19%
Faqueiro 42,17%
Tapete 42,13%
Rádio Car 42,10%
Avião 42,09%
Banheira 41,93%
Fechadura 41,93%
Luva de boxe 41,84%
Saco de boxe 41,84%
Protetor solar 41,74%
Madeira bruta 41,69%
Bolsa de Couro 41,52%
Carteira para documentos 41,52%
Imagem de santo 41,52%
Paraquedas 41,37%
Graxa p/ sapatos 41,27%
Ração para gato e cão 41,26%
Terço de Plástico 41,25%
Água Oxigenada 41,23%
Fogão 4 Bocas 41,22%
Aspirador de pó 41,20%
Parafuso 41,16%
Prego 41,16%
Vidro 41,05%
Catchup 40,96%
Mostarda 40,96%
Vela 40,90%
Ingressos (tickets) 40,85%
Luva 40,85%
Lareira 40,83%
Sabão em pó 40,80%
Aparelho de barbear 40,78%
Chave de fenda 40,74%
Filtro de ar 40,74%
Martelo 40,63%
Serra manual 40,63%
Cadeira de praia 40,62%
Cinto de couro 40,62%
Esponja de aço (pacote com 4 unidades) 40,62%
Sela 40,62%
Vaso de plantas 40,62%
Geléia 40,39%
Estojos para lápis 40,33%
Saxofone 40,26%
Pastas Plásticas 40,09%
Plástico 40,09%
Chá verde 40,06%
Flauta transversal 40,02%
Pastas em Geral 39,97%
Bolsa (geral) 39,95%
Malas 39,95%
Vaso sanitário 39,95%
Engate veicular 39,92%
Estabilizador computador 39,92%
HD Externo  39,92%
Modem 39,92%
Monitor computador 39,92%
Mouse 39,92%
Teclado computador 39,92%
Xilofone 39,92%
Plástico 0,15 39,89%
Violoncelo 39,89%
Proteína p/ musculação 39,82%
Calça de couro 39,80%
Chapéu de couro 39,80%
Gibão de Couro 39,80%
Peneira de Couro 39,80%
Lancheiras 39,74%
Extintor de incêndio 39,72%
Brinquedos 39,70%
Chicote (acessório veículo) 39,68%
Viola 39,65%
Trombone 39,64%
Cabo de som 39,63%
Mochilas 39,62%
Alicate 39,61%
Bisturi 39,59%
Muleta 39,59%
Gaita 39,58%
Óleo de côco 39,58%
Piano 39,55%
Repelente de mosquitos 39,47%
Clarineta 39,40%
Contrabaixo 39,38%
Fichário 39,38%
Saponáceo 39,30%
Veículo Toyota Corolla 2.0 carro 39,29%
Árvore de Natal 39,23%
Banjo 39,21%
Tamborim 39,20%
Filtro de combustível 39,18%
Óleo Lubrificante 39,18%
Sousafone 39,16%
Bandolim 39,14%
Tablet 39,12%
Colchão 39,06%
Guitarra 39,06%
Postes e vigas de concreto 39,02%
Termômetro 38,93%
Torneira 38,78%
Violão 38,77%
Agogô 38,74%
Bongô 38,74%
Bumbo 38,74%
Trompete 38,72%
Colomba pascoal chocolate 38,68%
Formulários de papel 38,68%
Papel carbono 38,68%
Chocolate 38,60%
Mangueiras p/ água 38,55%
Calça jeans 38,53%
Ovo de Páscoa 38,53%
Teclado música 38,52%
Fondue de chocolate 38,51%
Fermento 38,48%
Guardanapo de papel 38,44%
Medalha de metal 38,36%
Luminária 38,35%
Cavaquinho 38,33%
Violino 38,33%
Bateria 38,30%
Cuíca 38,30%
Prato (Instrumento Musical) 38,30%
Triângulo (instrumento musical) 38,30%
Geladeira 38,21%
Achocolatado 38,06%
Filtro de óleo 38,02%
Sorvete de massa 37,98%
Sorvete picolé 37,98%
Papel Alumínio 37,96%
Água 37,88%
CD (Compact disk) 37,88%
Copos 37,88%
Lâmpada LED 37,84%
Pandeiro 37,83%
Aparelho radiografia (raio X) 37,78%
Cortador de grama 37,78%
Folhas para Fichário 37,77%
Papel Sulfite 37,77%
Microscópio 37,66%
Cartuchos de tinta (impressora) 37,65%
Reco-reco 37,64%
Bombom 37,61%
Lubrificantes 37,55%
Aparador (sala) 37,48%
Bolsa térmica 37,48%
Cartão de páscoa 37,48%
Filtro de Papel 37,48%
Água mineral 37,44%
Aço (forma bruta) 37,43%
Condicionadores (banho) 37,37%
Desodorantes 37,37%
Biscoito 37,30%
Salgadinhos 37,30%
Adoçante 37,19%
Gelatina 37,19%
Guarda-sol 37,14%
Carrilhão com estante 37,08%
Aparelho de som 36,80%
Amendoim 36,54%
Cocada 36,54%
Fivela 36,54%
Fondue de queijo 36,54%
Paçoca 36,54%
Pé de Moleque 36,54%
Nozes 36,45%
Fantasia roupa tecido 36,41%
Refresco em pó 36,30%
Desfile carnaval 36,28%
Máquina de Costura 36,23%
Edredom 36,22%
Tinta Plástica 36,22%
Suco pronto 36,21%
Bandeira (de pano) 36,20%
Bota 36,17%
Sapatos 36,17%
Tinta 36,17%
Tinta guache 36,13%
Ervilhas 36,05%
Milho verde (vidro) 36,05%
Molho de tomate (lata) 36,05%
Margarina (500g) 35,98%
Quadro de Parede 35,97%
Presépio -NATAL 35,93%
Urna Funerária 35,93%
Panelas 35,77%
Tecidos 35,74%
Pneu 35,72%
Pincel 35,70%
Buzina (automóvel) 35,66%
Inalador 35,54%
Gravata 35,48%
Canjica 35,38%
Terno (traje) 35,30%
Veículo Celta 1.0 carro 35,27%
Guarda-chuva/ Sombrinha 35,25%
Ducha Higiênica 35,24%
Boné 35,06%
Caderno universitário 34,99%
Lápis 34,99%
Papel Pardo 34,99%
Pipoca (Microondas) 34,99%
Mertiolate/ mercúrio 34,95%
Xarope para tosse 34,80%
Algodão de limpeza 34,67%
Calça (tecido) 34,67%
Camisa 34,67%
Casaco de couro/ moleton 34,67%
Jaqueta 34,67%
Roupas 34,67%
Traje do Noivo 34,67%
Vestido 34,67%
Vestido da noiva 34,67%
Desfibrilador 34,65%
Panetone 34,63%
Absorvente higiênico 34,48%
Apito 34,48%
Comadre / Papagaio 34,48%
Maca 34,48%
Papel Celofane 34,48%
Peixes 34,48%
Sonda uretral 34,35%
Sopa de Pacotinho 34,35%
Utensílios de jardim 34,35%
Amaciante 34,30%
Pratos (cozinha) 34,30%
Talheres 34,30%
Ventilador 34,30%
Carvão vegetal 34,29%
Suplemento alimentar 34,28%
Vassoura 34,27%
Chicletes 34,24%
Fralda descartável 34,21%
Tampa Caixa D`´Agua 34,19%
Tijolo (milheiro) 34,17%
Pás e picaretas 34,16%
Água de coco 34,13%
Cachecol 34,13%
Malha 34,13%
Pipeta de laboratório 34,13%
Gás de cozinha 34,04%
Balão de borracha (bexiga) 34,00%
Corda 34,00%
Corneta 34,00%
Escova de dente 34,00%
Fita 34,00%
Lupa 34,00%
Bolo de brigadeiro 33,95%
Chapéu de palha 33,95%
Telha 33,95%
Fantasia roupa com arame 33,91%
Lâmina para microscópio 33,90%
Fósforos 33,87%
Maisena (amido de milho) 33,87%
Medicamentos de uso humano 33,87%
Almofadas 33,84%
Aparelho de Pressão Digital 33,83%
Agulha 33,78%
Maionese 33,77%
Manteiga 33,77%
Transporte Coletivo 33,75%
Cereal em lata 33,70%
Vinagre 33,70%
Impressora 33,67%
Computador acima de R$ 3.000,00 33,62%
Micro Lap Top VL. ACIMA DE R$ 3.000,00 33,62%
Biquíni 33,44%
Camarão 33,29%
Telefone celular 33,08%
Iogurte 33,06%
Arame farpado 32,92%
Material de construção (Geral) 32,80%
Álcool (material de limpeza) 32,77%
Papel Higiênico (com 4 rolos) 32,55%
Almoço ou jantar em restaurante 32,31%
Jantar em restaurante 32,31%
Restaurante 32,31%
Trator 31,78%
Pasta de dentes 31,37%
Mel 31,22%
Sabonete 31,13%
Chinelo 31,09%
Avental Médico 30,63%
Açúcar 30,60%
Sanduiche em geral 30,49%
Sanduiche McDonald`s 30,49%
Band-aid (curativo) 30,39%
Detergente 30,37%
Sabão em barra 30,37%
Teatro e cinema 30,25%
Máscara cirúrgica 30,16%
Cimento 30,05%
Soro 30,05%
Coelho de pelúcia 29,92%
Medidor de Glicose 29,92%
Seringa 29,92%
Ursinho de pelúcia 29,92%
Luva Cirúrgica 29,68%
Abaixador de língua 29,57%
Cateter 29,57%
Hospedagem em hotel 29,56%
Pacote Lua de mel (VIAGEM) 29,56%
Gaze 29,44%
Chester/ Perú/ Pernil 29,32%
Perú/ Chester/ Pernil 29,32%
Esparadrapo 28,86%
Barco 28,31%
Leite em pó 28,17%
Academia 26,86%
Adestramento de cães (serviço) 26,86%
Consulta veterinária 26,86%
Hotel para animais 26,86%
Mensalidade do clube 26,86%
Frango 26,80%
Juros bancários 26,39%
Arranjo de cabelo 26,32%
Dia da Noiva (Salão de beleza) 26,32%
Escola Particular e Curso de Inglês 26,32%
Universidade (mensalidade) 26,32%
Lentilha 26,20%
Água sanitária 26,05%
Cobertor 26,05%
Desinfetante 26,05%
Lençol 26,05%
Toalha de Banho 26,05%
Toalha de mesa 26,05%
Travesseiro 26,05%
Álcool combustível 25,86%
Adubo 25,29%
Fubá 25,28%
Cinto de segurança 24,76%
Convite (impresso) 24,32%
Computador até R$ 3.000,00 24,30%
Micro Computador VL. ATÉ R$ 3.000,00 24,30%
Pinhão 24,07%
Conta de água 24,02%
Carne bovina 23,99%
Óleo de cozinha 22,79%
Passagem aérea 22,32%
Ovos de galinha 20,59%
Sonda Aspiração Traqueal 20,56%
Joelheira 20,22%
Coletor de urina 19,98%
Verduras 19,98%
Tipóia 19,51%
Andador 19,27%
Milho cozido 18,75%
Preservativo 18,75%
Revistas 18,73%
Lavadora de louças 18,65%
Cadeira de rodas 18,04%
Buquê (FLORES) 17,71%
Decoração Igreja (flores) 17,71%
Flores naturais 17,71%
Lembrancinha (souvenir) 17,71%
Farinha de Trigo 17,34%
Arroz 17,24%
Feijão 17,24%
Casamento no civil 16,93%
Pão de forma 16,86%
Pão Francês 16,86%
Tomate 16,84%
Queijo 16,59%
Café 16,52%
Macarrão 16,30%
Cebola 15,83%
Livro escolar 15,52%
Livros 15,52%
Cachorro quente 15,28%
Sal 15,05%
Jornal 14,09%
Grama 13,44%
Plantas (pomar) 13,44%
Medicamento de uso animal 13,11%
Frutas 11,78%
Batata 11,22%
Casamento cerimônia na igreja 0,00%