segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Verissimo, você é um pulha! Atenciosamente, AuAuAu

Quinta feira passada O Globo publicou a crônica em que Luis Fernando Verissimo equipara os manifestantes de rua contra o governo a matilhas de vira-latas.  Rosália Saraiva, que foi professora das filhas do pulha, mandou uma carta, endereçada ao falsíssimo, ao blog do Políbio Braga.

Para quem ainda não leu a canalhice do gordinho, eu publico. Abaixo a resposta da professora.

Luis Fernando Verissimo: O vácuo
Os manifestantes contra o governo sabem o que não querem - a Dilma, o Lula, o PT no poder -, mas ainda não pensaram bem no que querem

Houve um tempo em que os cachorros corriam atrás dos carros. Era uma cena comum: vira-latas perseguindo carros, latindo, como se quisessem expulsar um intruso no seu meio. Às vezes viam-se bandos de cães indignados, perseguindo carros que passavam, e dava até para imaginar que um dia conseguiriam alcançar um, dos pequenos, pará-lo, cercá-lo e... E o quê? Comê-lo? Nunca ficou claro o que os cachorros fariam se alcançassem um carro. Era uma raiva sem planejamento. (Hoje, a cena de cachorros correndo atrás de carros é rara. Os cachorros modernizaram-se. Renderam-se ao domínio do automóvel. Ou convenceram-se do seu próprio ridículo).

Os manifestantes contra o governo sabem o que não querem - a Dilma, o Lula, o PT no poder -, mas ainda não pensaram bem no que querem. Se conseguirem derrubar o governo, que cada vez mais se parece com um Fusca indefeso sitiado por cães obsoletos, o que, exatamente, pretendem fazer com o vácuo? A política econômica atual é um sonho neoliberal. Seu oposto seria uma volta à politica econômica pré-Levy? Dependendo de como for impedida a Dilma, o vácuo pode ser preenchido pela ascensão do vice-presidente (tudo bem), pelo eleito num novo pleito (seja o que Deus quiser) ou pelo Eduardo Cunha (bate na madeira). O que os manifestantes preferem? A raiva precisa de um mínimo de previsão.

Uma parte dos manifestantes não tem dúvida do que quer. Da primeira grande manifestação de 2013, passando pelas duas deste ano, o que mais cresceu e apareceu foi a linha Bolsonaro, que pede a volta da ditadura militar e lamenta, abertamente, que os militares não tenham matado a Dilma quando tiveram a oportunidade. Por sinal, o Fernando Henrique talvez se lembre que o Bolsonaro disse a mesma coisa a seu respeito. Mas, enfim, as guerras fazem estranhos aliados.

Sugiro a quem se preocupa com o momento nacional que faça um pouco de arqueologia histórica para manter as coisas em perspectiva. Procure na imprensa da época a reação causada pela marcha da família com Deus pela liberdade contra a ameaça comunista. Também foi uma manifestação enorme, impressionante. E foi o preâmbulo do golpe de 64, e dos 20 anos negros que se seguiram e hoje tanta gente quer ver de novo. Pode-se argumentar que os tempos eram outros, tão distantes que os cachorros de então ainda corriam atrás de carros, e a luta era outra. Mas o triste é que ainda é a mesma luta.


Prezado LF Verissimo:
Na crônica com o título ‘O Vácuo’, comparaste os manifestantes contra o governo aos cachorros vira-latas que, no passado, corriam atrás dos carros, latindo indignados. Dizes que nunca ficou claro o que os cães fariam quando alcançassem um carro, por ser uma raiva sem planejamento. E que os cães de hoje se modernizaram, convenceram-se de seu próprio ridículo, renderam-se ao domínio do automóvel.

Na tua infeliz e triste comparação, os manifestantes de hoje são vira-latas obsoletos sitiando um governo que mais se parece com um Fusca indefeso, que sabem o que NÃO querem – Dilma, Lula, PT – mas não pensaram bem NO QUE querem no seu lugar. Como um velho e obsoleto cachorro vira-lata, quero te latir (não sei se entendes a linguagem de cachorros) algumas coisas:

1. Independentemente das motivações de cada um, tenho certeza de que todos os cachorros na rua correm em busca dos sonhos perdidos, que, em 13 anos, foram sendo atropelados não por um Fusca indefeso, mas por um Land Rover de corrupção, imoralidades, mentiras, alianças políticas espúrias, compras de pessoas, impunidade, incitação à luta de classes, compra de votos com o Bolsa Família , desrespeito e banalização da vida pela falta de segurança e de atendimento digno à saúde, justiça falha, etc, etc.

2. Se os cachorros se modernizaram e pararam de correr atrás do carro, não foi por se convencerem do próprio ridículo. Foi porque não conseguiram nunca alcançar os carros e isso os desmotivou. Falta de planejamento, concordo. Mas os cachorros de agora aprenderam que se correrem juntos, unidos, latindo bastante atrás do carro, cada vez mais e mais, de novo e de novo, chegará uma hora em que o motor vai fundir. Eles vão alcançar o carro. O motorista vai ter que descer do carro e outro assumirá. Pior do que está não vai ficar, embora o conserto vá demorar muito. Não vai ser fácil, mas os vira-latas vão conseguir se organizar, pelo voto. Não pela ditadura.

3. Não é verdade que o latido mais alto entre os cachorros foi o de um chamado Bolsonaro. Acho que estavas na França gozando das delícias de um croissant na beira do Sena (enquanto os vira-latas daqui corriam atrás do osso perdido) e não viste os vídeos das manifestações. Se bem que a TV Globo e o Datafolha também não enxergaram nada. O que mais cresceu na manifestação foi uma certeza, a certeza que vai fazer esse país mudar: com essa Land Rover desgovernada não dá mais. Os cachorros com seus latidos unidos jamais serão vencidos. E sabem que mais dia, menos dia, esse carro vai parar. É assim que começa, pena que eles não acreditem. Não vai ter mais dinheiro pra comprar brioches para o povo. E o número de vira-latas vai aumentar muito. Quem comandará a corrida? Não sei, só sei que prefiro ser um vira-lata à moda antiga do que um vira-lata moderninho que se rende a uma Land Rover.

4. Te enganas quando dizes que os cachorros de antes corriam atrás dos carros porque a luta era outra. Não, a luta é a mesma, o contexto é diferente. Os cachorros não querem um passaporte bolivariano. O vácuo vai ser preenchido, não te preocupes. Por quem for necessário e aceito, desde que não seja pelo exército do Stédile.

5. Em tempo: essa vira-lata que te fala foi professora das tuas filhas no antigo e admirável Instituto de Educação. Lá aprendi que é importante latir não por latir, mas para defender os sonhos possíveis. E tuas filhas devem ter aprendido muita coisa com os meus latidos. Continuo latindo, agora na rua, para derrubar o que acredito ser um mal nesta nação arrasada: a corrupção e, mais do que isso, um governo corrupto, que perdeu totalmente a vergonha. Eles criaram um “vácuo” de imoralidade e de incompetência que vai ser difícil de recuperar. Mas, vamos conseguir!

Atenciosamente, auauau.
ROSÁLIA SARAIVA


Janot contrata agência de publicidade para cuidar da Procuradoria - isso pode, Arnaldo?

Do Elio Gaspari

Boa pista

O doutor Rodrigo Janot terá trabalho na quarta-feira para explicar por que, dispondo de um quadro de servidores pagos pela Viúva, contratou uma agência de publicidade para cuidar da Procuradoria-Geral da República. A PGR não é a Coca-Cola.

Se ele sair da sabatina convencido de que esse tipo de promiscuidade contraria a boa norma da administração, todo mundo ganhará. De longe, ele não é o único.

Dilma e ministros já receberam as antecipações do 13º - os aposentados pelo INSS que se danem!

Do Elio Gaspari

Eremildo, o idiota

Eremildo é um idiota e está convencido de que há alguém no governo querendo derrubar a doutora Dilma. Ele prova:

Enquanto o governo segurou a antecipação do 13º salário dos aposentados, em julho a doutora recebeu sua gratificação natalina de R$ 15.467. Em dezembro, receberá a segunda metade. Ela e todos os ministros, inclusive os que estão cortando despesas.

Eremildo é um cretino, mas sabe que nada foi feito de ilegal. Num outro caso, nada foi feito de legal. A equipe que cuidou da passagem da doutora pela Califórnia contratou 25 motoristas, alugou 19 limusines, três vans, dois ônibus e um caminhão. Uma conta de US$ 100 mil que só foi quitada quando a vítima botou a boca no mundo.

Há alguns anos, um curioso andava pela universidade Harvard, viu uma limusine estacionada em frente ao clube do professores e perguntou a um amigo: “Alguma vez você viu uma limo ali?”. Nunca.

Estava a serviço de um ministro brasileiro.

sábado, 22 de agosto de 2015

Dilmantra

“Nós só podemos ter diferenças difíceis e as fáceis nós superamos.”

Danilo Gentili e juiz Carlos Eduardo Lora Franco botam Instituto Lula em seu devido lugar

Augusto Nunes: Em quatro capítulos, a história que começou com a bomba de festa junina usada para intimidar Danilo Gentili e acabou com um pito do juiz no bando do Instituto Lula

Em quatro capítulos, a história que começou com a bomba de festa junina usada para intimidar Danilo Gentili e acabou com um pito do juiz no bando do Instituto Lula

CAPÍTULO I
No primeiro capítulo, o humorista Danilo Gentili inspirou-se na informação de que o Instituto Lula fora vítima de um atentado a bomba para postar no Twitter, em 31 de julho, a piada reproduzida abaixo:

CAPÍTULO II
Em 13 de agosto, o Instituto Lula entrou com um pedido de interpelação judicial contra Gentili. O redator da notícia divulgada no site do esconderijo oficial de Lula caprichou no dilmês primitivo:

“O Instituto Lula protocolou, nesta quinta-feira (13), um pedido de interpelação judicial contra o apresentador de TV Danilo Gentili. Em seu perfil pessoal no Twitter, o pretenso comediante ironizou o ataque a bomba sofrido pelo Instituto no fim de julho ao afirmar que o atentado teria sido “forjado” para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se “fizesse de vítima”.

Gentili concluiu sua fala grosseira com a afirmação de que o resultado do ataque teria sido que as pessoas lamentarem o fato de a bomba não ter atingido o ex-presidente. Há duas semanas, a Polícia Civil investiga o atentado, ainda sem resultados.

A interpelação judicial é um procedimento anterior à ação judicial, com o objetivo de oferecer a Gentili a oportunidade de explicar suas palavras, provar suas afirmações ou se retratar. Os advogados do Instituto apresentaram seis perguntas que gostariam de ver respondidas por ele:

A conta @DaniloGentili pertence ao suposto humorista?

O comentário publicado nesse perfil é de autoria de Gentili?

Mais alguém participou da elaboração desse comentário?

Gentili tem algum elemento de prova de que o atentado ao Instituto teria sido forjado? Se sim, qual?

Qual foi a intenção de dizer que o atentado foi forjado?

Gentili confirma o comentário ou gostaria de se retratar?

A partir da resposta do apresentador serão avaliadas as possibilidades de processo cível ou criminal contra Gentili”.

CAPÍTULO III
Nesta quarta-feira, 19 de agosto, Gentili publicou em sua página no Facebook a resposta que desmoralizou o chilique dos que sonham com a revogação da liberdade de expressão e da independência intelectual:

“Um pretenso instituto publicou uma nota cobrando de mim (um pretenso humorista segundo eles) esclarecimentos a respeito de uma piadinha no twitter sobre um pretenso atentado a bomba na sede do “instituto” que teve como consequência gravíssima um furinho no portão.

Mesmo sendo do conhecimento de todos que me seguem nas redes sociais que sou humorista e que através dessas plataformas utilizo exageros, nonsense e outros recursos sempre com a intenção de brincar, reforço que levar a sério o que eu escrevo lá é tão racional quanto tentar prender a Cássia Kiss (não a Leila) por ter matado a Beatriz Segall (não a Odete Roitman). Ou tão irracional quanto dizer que não existe uma meta mas que quando atingir a meta dobrará essa meta.

Eu sou comediante. Tudo bem, talvez comediante não seja uma profissão tão nobre assim como tesoureiro do PT ou como Presidente da República (uma cargo tão respeitado por todos os brasileiros no momento). Comediantes fazem P-I-A-D-A-S. E isso (ainda) não é crime. Mas, cabe uma reflexão: a dificuldade de alguns em compreender isso estaria diretamente relacionada ao declínio da educação no país? Afinal, o Brasil ocupa o 60º lugar entre 76 países listados no ranking de educação, ficando atrás de Irã e Cazaquistão. O pretenso governo responsável por tal índice adotou o slogan “Pátria Educadora” (atenção ─ essa piada não é minha). Sendo assim, não é de se espantar que a todo momento um humorista precise vir a público explicar que geralmente quando fala absurdos é com a intenção de brincar. Só para ilustrar, outro dia mesmo, assisti a um pessoalzinho escandalizado com uma piadinha no twitter e, logo depois, vi essas mesmas pessoas defendendo o Zé Dirceu como herói apesar da comprovação de seus crimes. Tudo leva a crer que a péssima qualidade do ensino realmente comprometeu a capacidade cognitiva de alguns. Ou, então, teremos de admitir que vivemos em um ambiente extremamente hostil à liberdade de expressão. Que diga Larry Rohter! Por essas e outras não me assusta mais saber que vivemos em um tempo no qual uma twittada é vista como algo mais grave do que o roubo de dinheiro público, que afeta principalmente a população mais carente – a qual essas mesmas pessoas dizem defender.

Porém, o que me surpreendeu nessa história toda foi a grande importância atribuída a mim, um (pretenso) humorista por uma “instituição” como essa. E se conseguirem coagir um humorista que declaradamente pede para não ser levado a sério, na sequência, irão atrás de quem? Caso seja verdade que o pretenso instituto apresentou medida judicial, responderei em juízo o que me foi perguntado.

No entanto, sabendo agora que entre todas as suas importantíssimas atividades o “instituto” também se dedica a pedir esclarecimentos públicos sobre assuntos de relevância nacional, como brincadeiras no twitter, aproveito a oportunidade neste privilegiado espaço para pedir que ajudem também a responder à outras 6 questões, certamente bem menos graves do que as minhas piadinhas:

1- Conforme noticiado recentemente, um número de telefone deste pretenso instituto proporcionou uma ligação entre Lula e Alexandrino Alencar (preso na Lava-Jato). Quando o Estadão pediu maiores esclarecimentos, negaram-se a dar. Poderiam esclarecer agora as relações de Lula com as empreiteiras envolvidas na operação Lava-Jato?

2- O “instituto” pode esclarecer se tem Zé Dirceu como um herói nacional ou o considera um criminoso tal qual reconheceu o Supremo Tribunal Federal?

3- O pretenso instituto poderia ajudar a esclarecer o enriquecimento astronômico do filho do ex-presidente cujo nome empresta a vocês?

4- O pretenso instituto confirma o relatório do COAF (Controle de Atividades Financeiras do Ministério da Fazenda) considera a movimentação da empresa de Lula incompatível com seu faturamento?

5- O pretenso instituto poderia pressionar os órgãos competentes para ajudar a esclarecer melhor o assassinato de Celso Daniel e todas as pessoas que tiveram contato com ele?

6- Além de pedir esclarecimentos sobre piadinhas de twitter e lançar nota de repúdio contra um boneco gigante do Lula presidiário nas manifestações do último domingo, para que mais serve o “instituto” Lula?

Agradecendo ao pretenso instituto que me proporcionou esse maravilhoso palanque me despeço anunciando que quem quiser ler novas piadinhas pode me seguir no twitter @danilogentili”. 

CAPÍTULO IV
Nesta quinta-feira, 20 de agosto, o juiz Carlos Eduardo Lora Franco, da 3ª Vara Criminal Central, encerrou o caso com um despacho exemplarmente didático:

“Não é possível criminalizar-se, ou censurar-se, a piada.

Só isso já basta, e na verdade impõe, a rejeição liminar do presente pedido de explicações pela evidente ilegitimidade ativa.

Nem se faz necessário, então, mencionar que é notório que o interpelado é um comediante, e assim mais que óbvio que aquela frase nada mais é do que uma evidente piada. Fosse tal afirmação na rede social de um jornalista respeitado e de credibilidade, tais como William Waack, ou Miriam Leitão, por exemplo, sem dúvida alguma se poderia cogitar de algum crime contra a honra. Mas no Twitter de um comediante, como notoriamente é o requerido, ninguém, obviamente, iria levar tal informação a sério imaginando que ele tem informantes e está fazendo uma revelação importante.

Nem se faz necessário, também, mencionar que, por outro lado, num país com histórico de tantos “aloprados” de direita e esquerda forjando fatos para prejudicar grupos opostos, no qual inclusive já houve um caso de ataque a bomba feito por um grupo para incriminar outro (caso Rio Centro), trazer à tona tal possibilidade e discussão é algo até saudável historicamente.

Nem se faz necessário, mais, observar que o Brasil vive um momento de patrulhamento sem precedentes, e que o Poder Judiciário deve estar atento a não se transformar, especialmente através de ações penais privadas, em forma de pressão e intimidação de poderosos contra quem deles diverge ou os incomoda”.

EPÍLOGO
Os censores de piadas quebraram a cara. Os liberticidas descobriram que manifestações de humor estão fora do Código Penal. Os arrogantes sem cura tiveram de engolir sem engasgos a tréplica de Gentili. E ainda por cima foram desmoralizados pelo pito do juiz.

Atropelador estava bêbado e tem coleção de 70 multas: 14 por goró demais

Fala sério! Como é que um sujeito com uma ficha de 23 folhas no Detran-RJ com 70 multas aplicadas nos últimos 5 anos - 14 por dirigir embriagado - e mais de 240 pontos na carteira ainda está habilitado a dirigir?

Ivo Pitanguy Filho tem mais é que ser preso por crime de dolo eventual. Aliás, que se aproveite e se prenda também o(s) “amiguinho(s)” que ele deve ter no Detran.

Mas nada disso invalida minha crítica à reação do irmão da vítima querendo valorizar o cadáver.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Para Berzoini, o aloprado, Whatsapp é um “serviço pirata à margem da lei”

“Eu acho que o termo [serviço pirata] é um termo bom para chamar a atenção para esse debate. Dá para dizer que eles estão à margem da lei.”
Ricardo Berzoini, sinistro das Comunicações e “aloprado” de Lula, defendendo nesta quarta-feira, em audiência na Câmara dos Deputados, a regulamentação de serviços como o Google, WhatsApp, Facebook e Netflix, chamados de OTTs (serviços que são geradores de valor fora do Brasil, mas que captam riqueza e renda no país). Ele lembrou que esses serviços não investem em infraestrutura no país. Perguntado se concordava com avaliação feita pela Vivo que classificou o Whatsapp como um “serviço pirata”, Berzoini considerou este “um bom termo”.

Aliás vocês sabiam que existe um tal de Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust), que foi criado em 2000 para financiar instalação de telefones em áreas remotas e regiões mais pobres, onde não há atrativo para a iniciativa privada e já acumula cerca de R$ 18 bilhões, só que nunca foi usado para esse fim. Pasmem: tem sido bloqueado pela área econômica para ajudar na meta de superávit primário.

Quanto absurdo junto!

Quanto vale uma vida? Quanto vale um cadáver?

Chovia a potes. Ivo Pitanguy Filho, de 59 anos, filho do cirurgião Ivo Pitanguy, perdeu o controle do seu carro, na rua Marquês de São Vicente, na Gávea, invadiu a calçada, atropelou e matou José Ferreira da Silva, 44 anos, que trabalhava na obra da Linha 4 do metrô no bairro. Ivo sofreu trauma de crânio, lesão grave no couro cabeludo e continua inconsciente na manhã desta sexta-feira.

A se lamentar a morte e os ferimentos, claro, mas, independentemente da tragédia, a se lamentar também a declaração do irmão de José, Antônio Ferreira da Silva: “Meu irmão estava na calçada. Não vou deixar barato. A família só disse até agora que lamenta o caso, não entraram em detalhes. Eles vão ter que pagar os danos que causaram”.

Para Antônio, após saber que o atropelador é de família de posses, passaram a não importar mais a dor da perda do irmão e as causas do acidente - imperícia, embriaguez, falha mecânica ou buracos na pista. O cadáver do Zé da Silva agora vale uma baba!

Eu sugiro ao Antônio que, em vez de velório, mande rezar uma missa de Ação de Graças e depois faça uma baita festa com direito a churrasco na laje.

Canalha!

Malafaia, que apoiava Cunha, agora diz que nunca o apoiou

Pois é. Malafa dá uma dessas, Valdomiro, que cura de câncer no cérebro até hemorroida pré-agônica, operou o joelho no Sirio, e Macedo, logo depois de ter ordenado a suas ovelhas que entupiam o Maracanã para que jogassem seus óculos fora, pois estariam curados dos seus problemas de visão, foi flagrado de óculos ao dar uma entrevista e, ao ser alertado pela repórter, limitou-se a dizer que com ele os milagres não funcionavam.

Será que o deus desses pastores “evangelo-midiáticos” não castiga quem mente?

São uns canalhas!

Baseados em imagens podemos afirmar que o mortadelaço foi um sucesso...

Se é que me entendem...

Coitados dos tradutores...

Já pensaram no que sofre um tradutor do dilmês para os outros idiomas se nem nós entendemos o que essa anta fala?

Fim de festa...


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Comunicado importante (2)


Comunicado Importante


Dilmantras

“Em Vidas Secas está retratado todo problema da miséria, da pobreza, da saída das pessoas do Nordeste para o Brasil.”

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Evangélicos aprontam mais uma: quem satirizar religiões paga 270 mil

Eu não canso de repetir: se não se botar um freio nesses evangélicos isso aqui vai virar uma teocracia chefiada por vagabundos exploradores, o que, aliás, também é culpa do governo que por não oferecer as assistências mais básicas à população a obriga a procurar quem lhes dê pelo menos uma esperança, nem que seja - e é - através das mais deslavadas mentiras.

Projeto de deputado evangélico prevê multa a quem satirizar religiões

Multa pode chegar a R$ 270 mil. Para sociólogo, projeto é inconstitucional e fere a liberdade de expressão e de manifestação
Que tal seria se o atentado ao jornal Charlie Hebdo, que deixou 12 pessoas mortas, em Paris, fosse usado para justificar a proibição de brincadeiras ou sátiras com religiões em manifestações públicas no Rio?

O deputado estadual Fabio Silva (PMDB), da bancada evangélica, resolveu desafiar a polêmica e conseguiu colocar em pauta, para ser votado nesta quarta-feira, na Assembleia Legislativa, em regime de urgência, um projeto de lei que veda a “ridicularização” de crenças de qualquer religião durante manifestações culturais, sociais ou de gênero no estado.

No texto, ele menciona que entende como ofensa à crença “encenações pejorativas teatrais e distribuição impressa com charges que ridicularizem religiões”. Na justificativa, o deputado sugere que o desrespeito à religião motivou o ataque ao jornal satírico francês. A multa para os casos citados pelo político seria de R$ 270 mil.

Para o sociólogo Paulo Baía, da UFRJ, o projeto de Fabio Silva é absurdo:

- É um projeto inconstitucional e que fere a liberdade de expressão e de manifestação. Além disso, reforça o clima de intolerância entre as religiões. Se for aprovado, certamente será questionado no Supremo Tribunal Federal (STF). Surpreende que esse projeto seja urgente. Não parece importante assim para passar a frente de outros - disse Baía.

Questionado sobre as críticas de Baía, o deputado não disfarçou a irritação. Ele afirmou que a proposta tem como objetivo proteger as famílias de excessos cometidos, principalmente, em manifestações LGBTs.

- Não se pode confundir liberdade de expressão com libertinagem. Tenho certeza que a maior parte da sociedade está de acordo - disse o político.

O deputado Eliomar Coelho (PSOL) ameaçou ir à Justiça questionar a validade da proposta se ela for adiante:

- Esse projeto reflete a falta de seriedade e de conhecimento da lei pelo deputado. Se for à frente, vamos judicializar a matéria.

A presidente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio (OAB-RJ), Vanuce Barros, disse que são necessárias leis que protejam as religiões:

- Entendo que a liberdade de expressão seja válida, desde que não fira os dogmas e preceitos das religiões.

O deputado Fabio Silva é autor de outra proposta polêmica que envolve religião. Em maio, ele apresentou um projeto que garante a processos relacionados a igrejas ou templos religiosos prioridade na Justiça.

Barbalho escapa de mais uma. É a Lei, fazer o quê?...

Do Globo

Supremo arquiva ação contra Jader Barbalho por suposto desvio

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou nesta terça-feira (18) uma ação penal contra o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) por suposto desvio de verbas públicas por agente público, crime conhecido como peculato.

A decisão, unânime, ocorreu pela prescrição do processo, quando há demora entre o fato suspeito e a apresentação da denúncia à Justiça.

Barbalho foi acusado pelo Ministério Público de ter autorizado pagamento em "montante supervalorizado" pela desapropriação de uma fazenda no município de Parintins (AM) para fins de reforma agrária. Na época, fevereiro de 1988, ele era ministro da Reforma Agrária no governo do ex-presidente José Sarney.

No processo, a defesa contestou que houve supervalorização no pagamento e alegou que o inquérito policial que investigou o caso não mostrou provas do envolvimento do senador. "Já no seu encerramento, quando havia uma conjuntura política adversa ao denunciado, criado por adversários e pela imprensa, resolveu-se, sem mais, dizer que teria havido superfaturamento com a participação do ora requerente", escreveu o advogado José Eduardo Alckmin na defesa.

O caso, no entanto, sequer chegou a ser analisado no julgamento no Supremo. O relator, Marco Aurélio Mello e os demais ministros presentes – Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Rosa Weber e Edson Fachin – concordaram com a prescrição do processo, admitida pela própria Procuradoria Geral da República, responsável pela acusação.

A denúncia foi apresentada pela PGR em novembro de 2003, mais de 15 anos após o fato. Pela lei penal, o prazo de prescrição ocorre em 20 anos, mas quando a pessoa completa 70 anos, o período cai pela metade, para 10 anos. Barbalho foi beneficiado por essa regra, pois chegou aos 70 em outubro do ano passado.

Desde seu aniversário, Barbalho já teve outra uma ação penal e um inquérito arquivados relativos a desvios na extinta Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). Há ainda diversos outros inquéritos contra o senador nos quais, inclusive, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já se manifestou pelo arquivamento.

Dilmantras

“A mulher abre o negócio, tem seus filhos, cria os filhos e se sustenta tudo isso abrindo o negócio.”

Amanhã tem mortadelaço!


“O ladrão chegou”...


“Este espírito de intolerância é manipulado em parte pela oposição, que semeia o ódio, um antídoto da democracia, forjada e construída nas lutas pelas Diretas Já e contra o regime militar. Essa intolerância não é saudável, ela interdita o diálogo, o contraditório e o valor fundamental que tem de estar sempre na democracia: a divergência. Agora, ainda bem que quem faz isso é uma minoria”.
Senador José Pimentel.

Com todo respeito, senador: vá tomar no centro para não gastar as beiradas.

Os chatos do papo

Há algum tempo venho notando o aumento considerável e desagradável de interlocutores que não “interlocutam”, ou seja, estão presentes, mas é como se não estivessem ou como se estivessem em dobro, nunca na medida certa. E não é só por causa esse inferno de aipodes, aipedes, andróides e outras tralhas que mudaram a dinâmica dos papos e alteraram a noção de educação e respeito. Há cada vez mais pessoas que não têm a mais vaga consideração com seus parceiros de papo, mesmo não sendo usuárias dessas drogas e não estando sob o efeito delas. Tem o avoado que “desliga”, tem o cara que te interrompe no meio de uma argumentação para falar de outra coisa, tem o peru de fora que chega tarde e corta tudo sem pedir licença, enfim, a fauna é grande.

Domingos de Oliveira fala hoje sobre o assunto e, embora não esgote o tema, a crônica é uma boa leitura.

Faça o seu clube

Quando você fala com outra pessoa, ela não ouve o que você diz e responde qualquer coisa baseada no que lhe convém. Essa é a realidade do diálogo interpessoal nos tempos que correm. Se você for conversar com um alguém, convém seguir uma técnica rigidamente observada. Tenho achado as conversas de mesas muito chatas, tenho achado chatas as conversas fora das mesas. Tenho o desprazer de anunciar aqui a falência do diálogo, aquilo que permitia o entendimento. Não se assuste, explico, a clareza é a cortesia do filósofo.

Bem verdade que os bares ficaram cheios de proibições: não pode fumar nem tabaco nem maconha, não pode dizer em bom tom palavras relacionadas à cor ou preferência sexual dos fregueses, não pode beber demais nem de menos porque senão o garçom reclama que você sentou à mesa sem consumir. E os aparelhinhos coloridos entraram no cenário. Cada um com seu telefone na mão. Mandam mensagens. Não vê. Não toca o outro. Detalhe: a preciosa pausa! Conseguiram igualmente roubar as pausas. Aquele significativo intervalo que tínhamos entre falar e ser respondido. O mínimo que se pode fazer com esses intrusos é, de vingança, escrevê-los em português: “iscaipe”, “gúgol”, “uatizap”, ”tuíter”, “feicebuque”.

Por essa e por outras, resolvi fundar um clube! Atitude insólita. Os associados reúnem-se uma vez por semana. “Clube dos Artistas”, “dos Autores”, “dos Guerreiros”, “de Estudos”, “dos Bravos”, dos Lúcidos”, “dos Bravos Guerreiros”, “dos Bravos Guerreiros Contra a Morte”. Nenhuma dessas fachadas pegou. Então ficou sendo “O Clube”. Nome mais que suficiente, ao que me parece. Ninguém sabe, nem eu, para que serve o Clube! Seria natural montar peças, ler livros, conversar política, porém descobrimos coisa mais curiosa. Está entrando em decadência a arte da conversação! Estudamos o que é um diálogo interpessoal hoje, de qualquer forma, não importa o conteúdo! Estudamos, quase arqueologicamente, a esquecida “Arte da conversação”. Descobrimos que há no próprio ato de dialogar, atualmente, alguma coisa muito errada. Descobrimos! Às vezes descobrimos defeitos em coisas que fazemos há anos.

Os homens não inventaram essas coisas como palavras, frases, verbos, adjetivos para jogar fora. O diálogo é um código que serviria para permitir o entendimento, a aceitação mútua. Hoje, “o processo da conversa” é um desenvolvimento do jogo infantil do telefone sem fio, da conversa de botequim ao Congresso Nacional. Na verdade, reparem! Não dialogamos. Ouvimos o que o outro diz. E respondemos outra coisa. Coisas que não passam da expressão de sentimentos egoístas. Replicamos com outras coisas que fingem responder à primeira. Tipo: “Que vantagem posso levar dessa conversação?” “Como o mundo me vê?” “Falo sorrindo porém tremo de medo de encontrar o senhor, senhora ou senhorita?”. O medo tem muitos disfarces, poderia dar sozinho um baile à fantasia.

Qualquer diálogo nos dias de hoje, até o amoroso, beira molde semelhante ao descrito acima.

Talvez existam outras coisas que fazemos a toda hora sem perceber os defeitos. O Clube propõe que seja diferente:

1. Que, envergonhados, reconheçamos, todos, que esquecemos a arte ancestral da escuta.

2. Que, num honesto diálogo, somente é permitido responder alguma coisa que enriqueça e informe quem falou. A tréplica deve seguir a mesma lei. E assim iria o diálogo até o fim, até outro assunto. E assim, conseguindo realizar a proeza de manter as consciências paralelas, podemos ser tesouros uns para os outros. É aonde eu queria chegar.

3. Que achar chato e desinteressante o assunto do outro é uma falta de consideração tremenda. Desfaz o diálogo.

Consta uma lenda, que se refere a personagem bem-sucedido e notório na praça. Sempre que lhe perguntavam se ele gostava de artes, livros ou filmes, qualquer tipo, ele se surpreendia: “Gostar? Mas com que finalidade?”

No Clube já experimentamos algumas vezes colocar pessoas conversando e utilizando fielmente os preceitos acima dos nossos arqueólogos culturais de 1 a 3 (escuta, importância da resposta e interesse). E foi surpreendentemente agradável, pode acreditar. Inacreditável mesmo. O vinho correu leve, tudo era sensual e divertido. Era o prazer da conversa. Era claro também para todas as pessoas que observações novas, profundas e belas tinham sido ditas num diálogo corrente.

Estudar a arte da conversação parece uma pesquisa inatual, mas quem sabe muito melhoraria se aprendêssemos a dialogar civilizadamente. Olhem! Atenção! Um grupo disciplinado que treinar bastante, como no circo, e dominar essa arte terá nas mãos inesperados poderes, inclusive políticos. Ficarão famosos e ricos. Será dito pelas esquinas “aqueles se entendem, por isso dá certo tudo o que eles fazem”.

Se você estiver interessado em entrar para um clube assim, tente nos achar. Se não estiver, não faz mal. Funde o seu.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

O pior cego é aquele que quer ver o mundo pelo único olho que não enxerga

O lamentável Laerte...

O Brasil por Sandoval Quaresma


Introdutores do ódio no País, petralhas agora pedem tolerância

“O espírito de intolerância, manipulado em parte pela oposição, é a antítese da democracia.”
José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara, calhorda e emérito doleiro-cuequeiro profissional.

Essa gente petista é muito engraçada. Não tendo mais escada para se sustentar (eles mesmos a derrubaram), estão todos segurando na brocha para ver se ela gruda, e a “cola” da vez é atribuir as suas próprias mazelas ao ódio e à intolerância por parte da “zelite” e, mais recentemente, da classe média.

O problema é que a intelligentsia petista - muito abaixo de qualquer crítica - nunca procurou soluções para nada, limitando-se apenas a eleger culpados por isso ou aquilo, esquecendo-se, convenientemente, que a proposta do PT sempre foi a de “salvador da pátria”, ou seja, que não haveria encrenca que não ficasse sem solução. E, é claro, entre os “culpados” eleitos não houve um só que fosse petista.

Não sou leviano a ponto de afirmar que esse ódio ao PT não existe de todo, porque há uma meia dúzia de gatos pingados da extrema-direita cujo ódio faz parte indissociável do seu caráter, e que exacerbou-se principalmente depois que perderam o poder com o fim da ditadura. Mas daí a generalizar é desespero de causa.

Queiram ou não, não há dúvida que o PT é herdeiro da ideia de “luta de classes” apregoada nas cartilhas de Marx, onde o ódio é justificado pelas “boas intenções”. No entanto, os petistas quando fazem algum exame de consciência - se é que fazem -, se enxergam como os bonzinhos que têm como missão explicar aos outros que tudo será uma maravilha se estes seguirem a sua cartilha. São os imaculados missionários da moral e da tolerância sem ódio no coração.

Mas quem não se lembra do ódio à classe média da Chauí ou do que os petistas fizeram com a blogueira cubana Yoani Sánchez?

Ora, que não me venham de borzeguins ao leito que eu cá não os recebo! Que vão posar de vítimas para outra freguesia! Chega de presepada. Se estão com medo agora, aguentem, estão colhendo o que plantaram.

Aliás, continuam plantando, porque tomar conhecimento das caganifâncias desse beldroegas cuequeiro chamado José Guimarães desperta os mais primitivos sentimentos em qualquer um com QI acima do de uma ameba.

Dilma, convenientemente, nomeia segundo colocado em votação para ministro do STJ

Embora Felipe Moura Brasil seja um olavete daqueles que se julgam incriticáveis, bem a exemplo do mestre, tenho que reconhecer que o cara é atento.

O golpe anunciado: Dilma nomeia para STJ ‘afilhado’ do ministro que aparece nas anotações de Odebrecht  

No fim de julho, o site de VEJA revelou o seguinte:

– o atual presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Francisco Falcão, apareceu nas anotações de Marcelo Odebrecht “como uma das autoridades que, no limite, podiam atuar em seu benefício em caso de problemas judiciais”;

– o pedido de habeas corpus do empreiteiro no STJ foi estrategicamente calculado para cair no turno de Falcão;

– “um despacho de Falcão favorável à liberdade de Marcelo Odebrecht seria devidamente recompensado com a indicação de Navarro Dantas [foto] para o STJ”.

Escrevi aqui no blog:

“O nome disso seria golpe. Mais um golpe no Poder Judiciário para blindar Lula e Dilma Rousseff, com a cumplicidade da petista.”

O juiz Sergio Moro, felizmente, melou o golpe imediato ao decretar nova prisão de Marcelo Odebrecht.

Mas, conforme o esperado, Dilma acaba de cumprir sua parte do golpe.

Ela decidiu indicar o desembargador Marcelo Navarro Ribeiro Dantas para o STJ, na vaga do ministro Ari Pargendler, que se aposentou em setembro do ano passado.

Com 20 votos, Navarro Dantas foi o segundo – repito: o segundo – colocado na lista tríplice encaminhada à petista, que sempre indica o primeiro da lista tríplice no caso do procurador-geral da República, como fez duas vezes com Rodrigo Janot.

Com 21 votos, o vencedor renegado dessa vez foi Joel Paciornik, que era dado como certo em primeiro pois já havia figurado na lista anterior, quando foi nomeado o ministro Reynaldo Soares da Fonseca. Mas pesaram os apoios de Falcão e do cúmplice do PT Renan Calheiros.

Dantas ainda será sabatinado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado e terá seu nome submetido à aprovação do plenário da Casa comandada por Renan.

O escolhido deverá relatar os próximos inquéritos da Lava-Jato que chegarem ao tribunal.

Estaremos de olho nas decisões de afilhado e padrinho.

Craçe operária vai ao paraíso, mas não paga a passagem

Da Veja: Comitiva de Dilma dá calote de U$ 100 mil dólares com aluguel de carros de luxo nos EUA

A craçe operária no paraíso, a bordo de uma penteadeira de puta

Entre os dias 16 de junho e 2 de julho deste ano, o governo brasileiro teve à disposição nos Estados Unidos uma frota de luxo, composta por 25 veículos entre vans, caminhões e carros modernos para acompanhar desde os preparativos da viagem da presidente Dilma Rousseff ao dia a dia da comitiva presidencial. Dois meses dois, a empresa responsável pelos serviços acusa o governo brasileiro de deixar para trás uma dívida de mais de 100.000 dólares - cerca de 350.000 reais.

Em artigo publicado no site CNN iReport, braço da americana CNN que publica textos de cidadãos comuns, o proprietário da NS Highfly Limousine, Eduardo Marciano, afirma que ainda não foi pago “nenhum centavo” referente aos aluguéis. O empresário afirma ter procurado o Consulado do Brasil em São Francisco, mas foi informado de que não haveria dinheiro suficiente para pagar as dívidas e que a presidente Dilma Rousseff tem viajado e gastado mais do que tem guardado nos cofres públicos.

Conforme o texto publicado pelo empresário, a empresa mobilizou uma equipe de 30 funcionários, incluindo motoristas em tempo integral em um serviço VIP, para atender a filha da presidente da República, ministros de governo, integrantes das Forças Armadas e o embaixador brasileiro. Havia ainda dois ônibus para transportar a equipe de imprensa e um caminhão baú para carregar as malas da comitiva.

Marciano destaca que as últimas notícias que obteve do consulado foi que o governo brasileiro tem o dinheiro, mas ainda não pode fazer o pagamento porque está aguardando uma autorização presidencial ou do Ministério das Relações Exteriores. Para o empresário, essa posição oficial explica representa uma verdadeira falta de respeito e honestidade em meio à crescente corrupção no país. E alfineta: “Se a comunista Rousseff não tem dinheiro para alugar um serviço VIP, ela definitivamente deveria buscar por um táxi local ou, talvez, um transporte público da cidade, porque a minha empresa não tem de carregar ninguém de graça”.

Questionada pelo site de VEJA, a assessoria do Itamaraty informou que foram liberados os recursos para o pagamento e que a situação deve ser regularizada nos próximos dias. Outras informações serão fornecidas pela Área internacional da Secretaria de Imprensa da Presidência da República, que ainda não retornou aos telefonemas da reportagem.

E não é que Lula gostou do boneco?...



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Seu Genézio Darci, vá debochar da sua mãe!

O idiota Genézio Darci Boff - vulgo Leonardo - escreveu em “O Tempo”:

Há um fato inegável. Após a reeleição da presidente Dilma, irrompeu muita raiva e ódio contra o PT. Atesta-o um ex-ministro do partido da oposição, do PSDB, Bresser- Pereira, com estas contundentes palavras: “Surgiu um fenômeno que eu nunca tinha visto no Brasil. De repente, vi um ódio coletivo da classe alta, dos ricos, contra um partido e uma presidente. Não era preocupação ou medo. Era ódio. Esse ódio decorreu do fato de se ter um governo, pela primeira vez, que é de centro-esquerda e que se conservou de esquerda. Fez compromissos, mas não se entregou. Continua defendendo os pobres contra os ricos. O ódio decorre do fato de que o governo revelou uma preferência forte e clara pelos trabalhadores e pelos pobres”.
(...)
Tal fato deve ser lamentado por revelar a baixa intensidade do tipo de democracia que temos. Sobretudo deve ser interpretado. Nem chorar, nem rir, mas tentar entender. Talvez as palavras do ex-presidente Lula sejam esclarecedoras:

“Eles (as classes dirigentes conservadoras) não conseguem suportar o fato de que, em 12 anos, um presidente que tem apenas o primário colocou mais estudantes nas universidades do que eles em um século. Que esse presidente colocou três vezes e meia mais estudantes em escolas técnicas do que eles em cem anos. Que levou energia elétrica de graça para 15 milhões de pessoas. Que não deixou eles privatizarem o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Que nos últimos 12 anos nós bancarizamos 70 milhões de pessoas, gente que entrou numa agência bancária pela primeira vez sem ser para pagar uma conta. Acho que isso explica o ódio e a mentira dessas pessoas; pobre fazer faculdade começa a incomodar; tudo que é conquista social incomoda uma elite perversa”.

Como escreveu o economista Ladislau Dowbor da PUC de São Paulo: “Eles querem a volta ao passado, a restrição das políticas sociais, a redução das políticas públicas, o travamento da subida da base da pirâmide que os assusta”. E acrescenta: “A máquina administrativa herdada foi feita para administrar privilégios, não para prestar serviços. E os privilegiados a querem de volta”.
(...)
Esse processo está sendo feito contra o PT, um verdadeiro bullying coletivo. Com isso procura-se invalidar as conquistas populares e reconduzir ao poder aqueles que sempre estigmatizaram o povo como jeca-tatu e ocuparam os aparelhos de Estado para deles se beneficiarem…

Definitivamente esses idiotas perderam o rumo - se é que algum dia tiveram algum. Se hoje há ódio ao PT, ele não é nada mais que uma reação normal de quem vem sendo, não só odiado, mas também roubado sistematicamente por essa quadrilha há 13 anos, senão mais até, já que infiltrados em diversos órgãos públicos eles já estavam bem antes de Lula ser eleito pela primeira vez.

Quem não se lembra de Lula rindo a bandeiras despregadas quando a celerada Marilena Chauí disse que a classe média é fascista, violenta e ignorante e que a odiava por isso?

Mas não é só contra a classe média ou a elite branca - culpada por todos os males do mundo - que esses canalhas demonstram ter ódio. É muito pior: eles têm ódio da população inteira! São ladrões contumazes que não estão nem aí se a cada milhãozinho que roubam correspondem a centenas de pessoas que com alguns trocados teriam suas vidas salvas por um remédio gratuito ou por mais segurança nas ruas, teriam sua saúde restaurada por atendimentos médicos decentes e por acesso a água e esgoto, e teriam um vislumbre de um futuro melhor com seus filhos devidamente escolarizados em verdadeiros estabelecimentos de ensino e não em pocilgas chefiadas por porcos cujo único objetivo é a catequese política esquerdopata.

O que querem esses canalhas que acusam 93% da população de “bulying coletivo”? Que ame quem vai matá-los algum dia? Que idolatre os assassinos dos seus parentes e amigos? A argumentação dessa récua já passou de uma simples defesa de um governo ou de um sistema: virou deboche, escárnio!

E vão debochar da puta que os pariu!

PM calcula em 879 mil manifestantes ontem, sem contar Rio e Recife

Ou seja, quase um milhão.

Só para lembrar, em 12 de abril foram 701 mil.

Aliás, esse preciosismo todo de 879 e 701 a troco de quê? Por que não 880 e 700? Neguinho gosta de complicar...

Diga-se de passagem, a coisa aqui no Rio estava complicada. Com 115 quilômetros de ruas interditadas ma cidade por causa do evento-teste de ciclismo olímpico muita gente não se arriscou a sair de casa.

Enganou-se quem disse que nos protestos de ontem só havia coxinhas

Tinha peitinho também!


Onze conselhos de Bill Gates aos estudantes

Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens. Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero. O que estava escrito é muito interessante, leiam:

1. A vida não é fácil - acostume-se com isso.

2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele antes de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará US$ 20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente nada na vida real. Se pisar na bola, está despedido! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.


Margaridas armadas e tropa de choque da CUT dão “aula de democracia”




sábado, 15 de agosto de 2015

A estatização segundo Churchill

Churchill estava fazendo pipi no banheiro do Parlamento e, quando viu entrar um deputado esquerdista, escondeu o pinto mais que depressa:

– Vocês não podem ver nada que seja grande e que funcione, e já querem logo estatizar.


Ainda o colesterol, por Drauzio Varela

Nunca me convenci de que essa obsessão para abaixar o colesterol, à custa de remédio, aumentasse a longevidade de pessoas saudáveis.

Essa crença – que fez das estatinas o maior sucesso comercial da história da medicina – tomou conta da cardiologia a partir de dois estudos observacionais: Seven Cities e Framingham, iniciados nos anos 1950.

Considerados tendenciosos por vários especialistas, o Seven Cities pretendeu demonstrar que os ataques cardíacos estariam ligados ao consumo de gordura animal, enquanto o Framingham concluiu que eles guardariam relação direta com o colesterol.

A partir dos anos 1980, o aparecimento das estatinas (drogas que reduzem os níveis de colesterol) abafou as vozes discordantes e a classe médica foi tomada por um furor anticolesterol que contagiou a população. Hoje, todos se preocupam com os alimentos gordurosos e tratam com intimidade o “bom” (HDL) e o “mau” colesterol (LDL).

As diretrizes americanas publicadas em 2001 recomendavam manter o LDL abaixo de 100, a qualquer preço. Ainda que fosse preciso quadruplicar a dose de estatina ou combiná-la com outras drogas, sem nenhuma evidência científica que justificasse tal conduta.

Apenas nos Estados Unidos, esse alvo absolutamente arbitrário fez o número de usuários de estatinas saltar de 13 milhões para 36 milhões. Nenhum estudo posterior, patrocinado ou não pela indústria, conseguiu demonstrar que essa estratégia fez cair a mortalidade por doença cardiovascular.

Cardiologistas radicais foram mais longe: o LDL deveria ser mantido abaixo de 70, alvo inacessível a mortais como você e eu. Seríamos tantos os candidatos ao tratamento, que sairia mais barato acrescentar estatina ao suprimento de água domiciliar, conforme sugeriu um eminente professor americano.

Pois bem. Depois de cinco anos de análises dos estudos mais recentes, a American Heart Association e o American College of Cardiology, entidades sem fins lucrativos, mas que recebem auxílios generosos da indústria farmacêutica, atualizaram as diretrizes de 2001.

Pasme, leitor de inteligência mediana como eu. Segundo elas, os níveis de colesterol não interessam mais.

Portanto, se seu LDL é alto não fique aflito para reduzi-lo: o risco de sofrer ataque cardíaco ou derrame cerebral não será modificado. Em português mais claro, esqueça tudo o que foi dito nos últimos 30 anos.

A indústria não sofrerá prejuízos, no entanto, as estatinas devem até ampliar sua participação no mercado. Agora serão prescritas para a multidão daqueles com mais de 7,5% de risco de sofrer ataque cardíaco ou derrame cerebral nos 10 anos seguintes, risco esse calculado a partir de uma fórmula nova que já recebe críticas dos especialistas.

Se reduzir os níveis de colesterol não confere proteção, por que insistir nas estatinas? Porque elas têm ações anti-inflamatórias e estabilizadoras das placas de aterosclerose, que podem dificultar o desprendimento de coágulos capazes de obstruir artérias menores.

O argumento é consistente, mas qual o custo/benefício?

Recém-publicado no British Medical Journal, um artigo baseado nos mesmos estudos avaliados pelas diretrizes, mostrou que naqueles com menos de 20% de risco em 10 anos, as estatinas não reduzem o número de mortes nem de eventos mais graves. Nesse grupo, seria necessário tratar 140 pessoas para evitar um caso de infarto do miocárdio ou de derrame cerebral não fatais.

Ou seja, 139 tomarão inutilmente medicamentos caros que em até 20% dos casos podem provocar dores musculares, problemas gastrointestinais, distúrbios de sono e de memória e disfunção erétil.

A indicação de estatina no diabetes e para quem já sofreu ataque cardíaco, por enquanto resiste às críticas.

Se você, leitor com boa saúde, toma remédio para o colesterol, converse com seu médico, mas esteja certo de que ele conhece a literatura e leu com espírito crítico as 32 páginas das novas diretrizes citadas nesta coluna.

Preste atenção: mais de 80% dos ataques cardíacos ocorrem por conta do cigarro, vida sedentária, obesidade, pressão alta e diabetes. Imaginar ser possível evitá-los sentado na poltrona, à custa de uma pílula para abaixar o colesterol, é pensamento mágico.

A campanha do colesterol é o maior escândalo médico do nosso tempo

Entrevista a Uffe Ranskov, investigador dinamarquês e fundador da Liga Internacional dos Céticos do Colesterol

Como começou o seu interesse no colesterol?
Quando a campanha anti-colesterol começou na Suécia, em 1989, fiquei surpreendido porque nunca tinha visto indicações na literatura médica que mostrassem que o colesterol elevado ou as gorduras saturadas fossem prejudiciais. Como sabia pouco do assunto comecei a ler de forma sistemática e rapidamente percebi que o rei ia nu.

Parece haver uma guerra de estudos nesta matéria...
Quase todas as pesquisas nesta área são pagas pelas farmacêuticas e pela indústria das margarinas. É também um facto triste que muitos investigadores que mostraram que o colesterol elevado não é mau, não o percebam eles próprios. Por exemplo, dois grupos de investigação norte-americanos mostraram recentemente que o colesterol de doentes que deram entrada no hospital com ataque cardíaco estava abaixo do normal. Concluíram que era preciso baixar o colesterol ainda mais. Um dos grupos fez isso mesmo. Três anos depois tinha morrido o dobro dos pacientes a quem tinham baixado o colesterol, comparativamente aqueles em que o colesterol foi deixado na mesma.

Se o colesterol não tem influência na doença coronária como se explica que haja tantos estudos a mostrar efeitos positivos das estatinas em pessoas com historial de doenças coronárias?
A razão prende-se com o facto das estatinas terem outros efeitos, anti inflamatórios, além de baixarem o colesterol. O seu pequeno benefício só foi demonstrado em pessoas jovens e homens de meia- idade que já tiveram um ataque cardíaco. Nenhum ensaio de estatinas foi capaz de prolongar a vida às mulheres ou pessoas saudáveis cujo único ‘problema’ é terem o colesterol alto. E há mais de 20 estudos que demonstram que pessoas mais velhas com colesterol vivem mais tempo. Há quem não desvalorize completamente o papel do colesterol, nomeadamente o LDL, mas enfatize a importância do tamanho das partículas. O investigador norte-americano Ronald Krauss descobriu que o LDL existe em vários tamanhos e que um número elevado de partículas pequenas e com maior densidade está associado a um maior risco de ataque cardíaco, enquanto que um numero alto de partículas de LDL grandes está associado a um risco menor. Também demonstraram que ao comer gordura saturada o número de partículas pequenas no sangue descia e que o número das grandes subia. Isto não significa que as partículas pequenas sejam a causa dos ataques cardíacos. Haver uma relação não implica que seja de causa efeito. O que estes estudos demonstraram foi que comer gorduras saturadas não causa doenças coronárias. De qualquer forma, uma análise do colesterol diz pouco. O nível de colesterol depende de muitas coisas. O stresse pode aumentar o nível de colesterol em 30% a 40% em meia hora.

Diz ainda que as gorduras saturadas não são um problema mas sim a comida processada, com gorduras hidrogenadas, e o açúcar...
Sim, o triste é que até os autores do mais recente relatório da OMS/FAO admitiram que a gordura saturada é inocente e apesar disso continuam com as recomendações de dietas com baixos teor de gordura e altos teores de hidratos de carbono. O relatório diz ‘As provas disponíveis de ensaios controlados não permitem fazer um juízo sobre efeitos substantivos da gordura na dieta no risco de doença cardiovascular’. Na Suécia, milhares de diabéticos obesos puderam deixar a medicação para a diabetes evitando os hidratos de carbono e comendo alimentos ricos em gordura saturada.

O que recomenda às pessoas relativamente à toma de estatinas?
Não usem estatinas! O seu benefício é mínimo e o risco de efeitos adversos é muito mais alto do que o que as farmacêuticas dizem. Vários investigadores independentes mostraram que há problemas musculares em25 a 50% das pessoas, especialmente nos mais velhos. Pelo menos 4% ficam com diabetes e parece haver também ligação a perdas de memória ou Alzheimer. Os problemas de fígado também são um risco. A campanha do colesterol é simplesmente o maior escândalo médico do nosso tempo.