quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O intelequituau e a zelite

“O (Luiz Gonzaga) Belluzzo diz que as forças conservadoras estão criando, politicamente, uma crise e eu concordo. O Brasil não está quebrado. A origem desta crise não está em uma crise econômica que gera recessão. É uma crise política criada por uma elite que quer quebrar o sistema, e em grande parte está conseguindo isso.”
Ladislau Dowbor, economista da PUC de São Paulo, um dos 40 presos políticos que, nos primeiros dias de 1971, foram trocados pelo embaixador suiço Giovanni Bucher, numa operação comandada por Carlos Lamarca, eterno militante que insiste em reunir uma “unidade de forças progressistas capazes de empurrar o governo para a esquerda, garantir os avanços conquistados de direitos civis, políticos e sociais desde a Constituinte de 1988 e romper as limitações impostas por uma elite financeira ao desenvolvimento pleno do país”.

 E ainda chamam isso de intelequituau...

Ah, sim, li a entrevista desse sujeito no site do MST. Precisa dizer mais?

A Maldição da Casa Covil

Novo investigado na Lava Jato, o paulista Aloizio Mercadante é outro que não escapa da “maldição” dos que assumiram o cargo de ministro da Casa Civil na era do PT. Como os demais, ele acabou enrolado em escândalos. O mais recente foi a acusação de receber propina de empreiteiras. Mercadante repetiu os demais envolvidos, denominando de “doações” o que a força-tarefa da PF prefere chamar de “propina”.

A “Maldição da Casa Civil” destruiu reputações, a começar por José Dirceu, que era apontado como o mais provável sucessor de Lula.

Pretendente à sucessão, Antônio Palocci foi enxotado da Casa Civil no início da era Dilma sob suspeita de corrupção e enriquecimento ilícito.

Foram ministras da Casa Civil da era petista Erenice Guerra, acusada de tráfico de influência, e Gleisi Hoffmann, enrolada no petrolão.

Isso sem contar com a mandioquista paranoica, que esquentou assento por lá no tempo do Brahma e está por um fio de levar um pé na bunda.

O emprego mais arriscado da República

Ricardo Noblat

Sabe qual é o emprego mais perigoso de Brasília?

Qualquer um que obrigue seu ocupante a conviver diretamente com a presidente Dilma Rousseff. E com uma frequência temerária.

Veja o caso de Francisco Chagas, uma espécie de administrador do Palácio da Alvora, residência oficial do presidente da República. É o encarregado de serviços por lá.

Chagas suporta o mau humor de Dilma desde que ela se elegeu pela primeira vez. Já passou por tudo. Do caso de uma ema que bicou o cachorro de Dilma até a gripe contraída recentemente pela mãe da presidente. Dilma culpou Chagas pela gripe. Gritou com ele. Reclamou do sistema de ar refrigerado do palácio.

Chagas enfartou há quase 30 dias. Está de licença médica.

Veja o caso de Renato Mosca, chefe do cerimonial do Palácio do Planalto. Está de licença médica há 3 meses. Teve um acidente vascular cerebral. Ganhou cinco pontes de safena. Segundo os amigos, uma ponte por cada ano trabalhado ao lado de Dilma, que antes de ser presidente foi chefe da Casa Civil.

Mosca sempre foi um dos sacos preferidos de pancada de Dilma. Pagou por isso.

O interino de Mosca é o diplomata Fernando Igreja. Que outro dia foi repreendido duramente por Dilma diante de um monte de gente no Palácio do Planalto. Igreja cometeu a tolice de tentar barrar a passagem de Dilma para que antes dela passassem atletas paraolímpicos reunidos em um dos salões do Planalto.


Há pouco mais de um ano e meio, Dilma não gostou da arrumação de seus vestidos. E, numa explosão de cólera, jogou cabides em Jane, uma das camareiras do Alvorada. Que, sem se intimidar, jogou cabides nela. O episódio conhecido dentro do governo como ‘a guerra dos cabides’ custou o emprego a Jane. Menos mal que não lhe tenha custado também a saúde.

Somem tudo sobre Dilma e me digam se essa mulher já não deveria estar internada em um manicômio faz tempo.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A foto do dia


Só faltava essa: agora querem ensinar como a gente deve fazer cocô


Tradução do inglês:
Você cagou de forma errada sua vida inteira! Você pode acreditar? Bem, basicamente, se você é uma pessoa ocidental, então você tem feito o seu negócio da maneira errada todo esse tempo! Abaixo a maneira correta de fazê-lo!

Qual a maneira própria de cagar?

Sentado no vaso, para você manter a continência, o músculo puborretal bloqueia reto

Agachado, você relaxa o músculo puborretal e endireita o reto

PhD em chiliques, Lindbergh bate boca com Tasso



Aliás, Lindinho diz que vai provar inocência. Vai ter trabalho, vejam só:

É alvo de inquéritos no STF que apuram crimes previstos na Lei de Licitações no período em que foi prefeito de Nova Iguaçu:

STF - Inquérito nº 3135/2011 - É alvo de inquérito por crimes de responsabilidade, crimes na Lei de Licitações e emprego irregular de verbas públicas.
STF - Inquérito nº 3334/2011 - É alvo de inquérito por crimes de responsabilidade e crimes na Lei de Licitações.
STF - Inquérito nº 3595/2013 - É alvo de inquérito por crimes contra sistema financeiro nacional, emprego irregular de verbas públicas e formação de quadrilha.
STF - Inquérito nº 3616/2013 - É alvo de inquérito por improbidade administrativa e corrupção.
STF - Inquérito nº 3988/2015 - É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.
TRE-RJ - Ação de investigação judicial eleitoral nº 750265.2014.619.0000 - É investigado por abuso de poder econômico em ação movida pelo Ministério Público Eleitoral com pedido de cassação de diploma.
TRF-2 - Seção Judiciária do Rio de Janeiro - Ação civil nº 0022162-35.2015.4.02.5120 - É réu em ação civil de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal.
TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil nº 0004561-02.2010.8.19.0038 - É réu em ação civil de improbidade administrativa e abuso de poder movida pelo Ministério Público referente à distribuição de medicamentos com logotipo da Prefeitura quando prefeito de Nova Iguaçu.
TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil nº 0044322-79.2006.8.19.0038 - É réu em ação civil pública de improbidade administrativa por dano ao erário que analisa processo licitatório entre o Município e empresa de publicidade que participou da campanha eleitoral do prefeito-réu. Apresentou recurso, mas foi negado seguimento: TJ-RJ - Agravo de Instrumento Nº 0007589-29.2009.8.19.0000 .
TJ-RJ - Comarca de Mesquita - Ação civil nº 0044377-54.2011.8.19.0038 - É réu em ação civil de improbidade administrativa e dano ao erário movida pelo Ministério Público referente à contratação irregular de empresa quando prefeito de Nova Iguaçu.
TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil nº 0016201-02.2010.8.19.0038 - É réu em ação civil de improbidade administrativa, movida pelo Ministério Público, por violação aos princípios administrativos. De acordo com a denúncia, durante o seu mandato como prefeito de Nova Iguaçu, foram distribuídos leites acondicionados com o logotipo criado pelo governo do parlamentar e "cadernetas sociais" com o nome 'Prefeito Lindberg Farias', o que caracterizaria promoção pessoal com o uso do dinheiro público.
TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil nº 0055893-08.2010.8.19.0038 - É réu em ação civil pública por improbidade administrativa e dano ao erário movida pelo Ministério Público Estadual. Lindbergh é acusado de nomear para cargos comissionados no âmbito da prefeitura de Nova Iguaçu, quando era prefeito do município, parentes e correligionários do ex-vereador da cidade José Agostinho de Souza (PSC-RJ), para exercerem funções de natureza privada e de interesse do vereador custeados com dinheiro público.
TJ-RJ - Comarca de Nova Iguaçu - Ação civil nº 0016132-91.2015.8.19.0038 - É réu em ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual.

O Estado Islâmico - desvendando o Exército do Terror

Por Carlos Azambuja, historiador e autor do livro A Hidra Vermelha.

Cristãos, yazidis e turcos estão entre os mais perseguidos pelo Estado Islâmico, grupo dissidente da Al Qaeda que ocupou grandes partes do território do Iraque e da Síria. Eles estão mirando sistematicamente homens, mulheres e crianças baseados em sua filiação religiosa ou étnica e estão realizando impiedosamente uma limpeza étnica e religiosa generalizada nas áreas sob seu controle.

O Estado Islâmico surgiu em 2006 depois da invasão dos EUA e seus aliados ao Iraque, com sobreviventes da Al Qaeda no país, e ganhou força entre 2011 e 2013 quando teve início a rebelião na Síria. Seu atual comandante é Abu Bakr al-Baghdad.

Quando o EI invadiu a cidade de Mosul, capital da província de Ninewah, no Iraque – conquistando uma extensão de terras equivalente ao tamanho da Grã Bretanha –, o EI possuía apenas 800 combatentes. Hoje seu efetivo é estimado pela CIA entre 20 mil e 40 mil combatentes com acesso a recursos de 2 bilhões de dólares oriundos de fontes diversas, entre as quais seqüestros, roubos e, principalmente, a exploração e venda de petróleo da refinaria de Beiji, no norte do Iraque. Segundo experts, o Estado Islâmico controla 12 campos de petróleo no Iraque e na Síria, com capacidade de produzir 150 mil barris por dia, com receitas diárias estimadas em até 3 milhões de dólares.

Cinco meses antes da queda de Mosul o presidente Barak Obama havia menosprezado o EI, tachando-o de “um bando inexperiente de terroristas”.

De onde veio o Estado Islâmico e como ele conseguiu fazer tanto estrago em tão pouco tempo?

Os Estados Unidos estiveram em guerra contra o EI por quase uma década, incluindo aí suas várias encarnações, como a Al-Qaeda no Iraq       ue, depois como Conselho Consultivo Mujahidin e, por fim, Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

Muita coisa relativa a esse inimigo totalitário e teocrático permanece esquecida ou simplesmente pouco investigada. Debates a respeito de sua ideologia, estratégia de guerra e dinâmica interna persistem em todos os países comprometidos com a sua derrota. O EI é, na realidade, o último front em uma culminação sangrenta de uma longa disputa dentro da hierarquia do jihadismo internacional.

Examinando o EI como ele é hoje em dia, com base em entrevistas com militantes ativos (alguns já falecidos), espiões, agentes adormecidos e também suas vítimas, chega-se à conclusão de que um dos principais centros de recrutamento de militantes foram os presídios, especialmente no Oriente Médio, que serviram, por anos, como academias do terror, onde extremistas conhecidos puderam congregar, tramar e desenvolver suas habilidades de convencimento e liderança, recrutando uma nova geração de combatentes.

O EI é uma organização terrorista, mas não é apenas uma organização terrorista. É também uma máfia adepta em explorar mercados obscuros internacionais que existem há décadas para o tráfico de petróleo e armas. É um completo aparato de Inteligência que se infiltra em organizações rivais e recruta silenciosamente membros ativos antes do controle total dessas organizações, derrotando-as no campo de batalha ou tomando suas terras. É uma máquina de propaganda eficiente e hábil na disseminação de suas mensagens e no recrutamento de novos membros através das mídias sociais. A maioria dos seus principais comandantes serviu no exército ou nos serviços de segurança de Saddam Hussein.

O EI apresenta-se para uma minoria sunita no Iraque e uma maioria sunita mais perseguida e vitimada na Síria como a última linha de defesa da seita contra uma série de inimigos – os “infiéis” Estados Unidos, os Estados “apóstatas” do Golfo Pérsico, a ditadura alauita ”Nusayri” na Síria, a unidade “rafida” e de resistência no Irã e a última satrápia de Bagdá.

Estima-se que além do Estado Islâmico existam outros 450 grupos rebeldes operando na Síria.

O EI, de forma brutal e inteligente, destruiu as fronteiras dos Estados-Nação da Síria e do Iraque e proclamou-se o restaurador de um império islâmico. Tem como capital a cidade de Mosul, seu idioma oficial é o árabe, o governo é um Califado Islâmico, declarado em 29 de junho de 2014; possui uma bandeira e um brasão de armas. Já criou sua própria bandeira, tribunais, ministérios, passaportes e até placas de carros. Em novembro de 2014 criou a sua própria moeda, parte de um plano para restaurar o Califado que dominou o Oriente Médio a mais de 1.300 anos.

Abu Bakr al-Baghdadi – ungido Califa Ibraim – proclamou o fim do   ISIS (em inglês Islamic State of Iraq and al-Sham) e o nascimento do Estado Islâmico no dia 28 de junho de 2014, o primeiro dia do Ramadã. A partir de então, apenas o Estado Islâmico passaria a existir, dividindo a humanidade em dois campos. O primeiro era “o campo dos muçulmanos e dos mujahidin (guerreiros sagrados) por toda a parte”; o segundo era “o campo dos judeus, dos Cruzados e seus aliados”.

O campo de treinamento do EI e de seus antecessores, na fronteira do Afeganistão com o Paquistão, que treinou os idealizadores dos ataques ao World Trade Center, tem três fases distintas de treinamento e doutrinação. A primeira consiste em “dias de experimentação”, com a duração de 15 dias, durante os quais um recruta é sujeito à “exaustão psicológica e moral” – para separar os fracos dos verdadeiros guerreiros. A segunda é o “período de preparação militar”, com a duração de 45 dias, durante os quais um recruta aprende como empunhar armas leves, evolui para o lançamento de mísseis portáteis superfície-ar e cursos de cartografia.  A terceira e última fase é o “curso de táticas de guerra de guerrilhas”, no qual é ensinada a teoria militar de Von Clausewitz para terroristas.

Em março de 2009, o Departamento de Defesa dos EUA mudou oficialmente o nome das operações contra o EI de “Guerra Global Contra o Terror” para “Operações Contingenciais Externas” e em maio de 2013 o presidente Obama declarou que a “guerra ao terror” havia terminado.

Sete meses depois, em janeiro de 2014, em uma entrevista à revista “The New Yorker” Obama minimizou o poder do Estado Islâmico comparando-o a um “jayvee” (equipe de esportes de estudantes terceiranistas).
Se os EUA quisessem fazer uma demonstração de força no Iraque e na Síria, poderiam expulsar rapidamente o EI de seus esconderijos. Porém, o difícil viria depois, com a provável onda de atentados e guerra assimétrica que certamente duraria anos e teria custos enormes

Obama, dezoito meses depois, em 8 de junho de 2015, disse que sua administração “ainda não tinha nenhuma estratégia” para lidar com o Estado Islâmico. Ao que tudo indica sua administração continua “sem estratégia até hoje”.

Pelo que se observa, o Estado Islâmico sim, tem uma estratégia, pois a guerra jihadista contra o Ocidente e seus aliados continua crescendo.

Em agosto de 2014, Obama declarou que a estratégia dos EUA no combate ao EI está amparada em quatro pilares: ataques aéreos, apoio aos aliados locais, esforços de contraterrorismo para prevenir ataques, e assistência humanitária contínua a civís.

Em setembro de 2014 o presidente Barak Obama em uma sessão na ONU declarou que “os países devem evitar o recrutamento e o financiamento de combatentes estrangeiros”. Segundo ele, “os EUA irão trabalhar para destruir essa rede da morte”, em alusão ao Estado Islâmico. E prosseguiu: “Nós vamos apoiar a luta dos iraquianos e dos sírios para proteger suas comunidades. Vamos treinar e equipar as forças que estão lutando contra esses terroristas em solo. Vamos trabalhar para acabar com o financiamento deles e parar o fluxo de combatentes que se juntam ao grupo. Eu peço ao mundo que se junte a nós nessa missão”. E concluiu fazendo um apelo aos muçulmanos para rejeitarem a ideologia do Estado Islâmico. Obama encerrou seu discurso dizendo que “as palavras que dissemos aqui precisam ser transformadas em ação...com os países e entre eles, não apenas nos dias que se seguem, mas nos anos que virão”.

Uma Resolução proposta pelos EUA foi aprovada por unanimidade no Conselho de Segurança da ONU. Ao final, mais de 40 países se ofereceram para fazer parte da coalizão “anti-EI”, liderada pelos EUA.

Em junho de 2015 Obama voltou a referir-se ao EI declarando que “falta recrutar e treinar mais militares iraquianos dispostos a combater o Estado Islâmico. Não temos ainda uma estratégia completa, pois faltam compromissos dos iraquianos no que diz respeito a como é feito o recrutamento e como é que as tropas serão treinadas”.

Os EUA gastam, em média, cerca de 9 milhões de dólares por dia para combater o Estado Islâmico, e os custos totais já passam de 2,7 bilhões desde o início da campanha de bombardeios contra o EI.

Em qualquer atividade – passando pela organização e pela hierarquia -, o EI está anos-luz à frente das demais facções que atuam na região. Apresenta o que parece ser o início da estrutura de um semi-Estado – ministérios, tribunais e até mesmo um sistema tributário rudimentar -.

Nos campos de treinamento cerca de 300 crianças com idades até 16 anos recebem instrução como combatentes e terroristas suicidas no EI. Aprendem a ideologia fundamentalista e a manusear armas pesadas. Esses campos são anunciados como “Clubes de Escoteiros”,

Uma revista editada pelo Estado Islâmico, intitulada “DABIQ”, que já está na sua terceira edição, publicada em várias línguas, inclusive o inglês, apresenta o EI como a única voz muçulmana no mundo, na tentativa de cooptar estrangeiros para lutarem pelo Califado no Iraque e na Síria. Segundo o Conselho de Segurança da ONU, somente no ano de 2014 cerca de 15 mil estrangeiros de mais de 80 países, viajaram à Síria e ao Iraque a fim de lutarem ao lado do EI e grupos terroristas semelhantes. A ONU ressaltou que o aumento nesse número ocorre em uma escala “sem precedentes”. Segundo a União Européia, mais de 5 mil europeus se uniram à jihad na Síria e no Iraque, mas segundo a Comissária Européia de Justiça, esse número “é muito subestimado”.

O Estado Islâmico foi designado como organização terrorista pelos seguintes países: EUA em 17/12/2004, Austrália em 2/3/2005, Canadá em 20/8/2012, Arábia Saudita em 7/3/2014, Inglaterra em 20/6/2014, Indonésia em 1/8/2014 e Alemanha em 12/9/2014.

Os cristãos que vivem nas áreas dominadas pelo Estado Islâmico têm apenas três opções: se converterem ao islamismo; pagar um imposto religioso (o jizya); ou morrer.

Militantes do Estado Islâmico estariam sendo contrabandeados para a Europa pelas gangues que operam no Mar Mediterrâneo, segundo uma fonte do governo líbio declarou à BBC. Os extremistas são misturados aos migrantes que viajam nos barcos desde a costa africana em direção ao continente europeu, porque a polícia não sabe quem é refugiado e quem é militante do EI, pois isso é extremamente difícil.

Em setembro de 2015, a Polícia Federal descobriu uma rede de apoiadores do Estado Islâmico em São Paulo. A descoberta assusta, ainda mais porque TERRORISMO NÃO É CONSIDERADO CRIME NO BRASIL.

Para concluir, uma análise do general Álvaro Pinheiro, em abril de 2015:
“A possibilidade do Estado Islâmico/ISIS desencadear o terrorismo nos cinco continentes, corroborada pelos recentes atentados na Bélgica, Canadá, Austrália, França e Tunísia, é encarada em todo o mundo ocidental com a máxima responsabilidade. Nesse contexto, a infiltração do EI/ISIS na área da Tríplice Fronteira no Cone Sul da América do Sul é absolutamente consensual no âmbito da Comunidade de Inteligência Internacional. Não encarar esse indício com a devida responsabilidade é mais um verdadeiro CRIME DE LESA PÁTRIA”.

domingo, 6 de setembro de 2015

2002 a 2015: 575% a mais de funcionários na AGU; 1999 a 2015: 387% a mais na Presidência

Assim informa o Instituto de Pesquisa e Estatística Aplicada (IPEA):

A administração direta do governo - Presidência e Ministérios - passou de 485 mil funcionários, em 2002, para 611 mil em 2015; crescimento de 26%. Só a Advocacia-Geral da União pulou de 1,6 mil funcionários em 2002 para 3,8 mil em 2003 e 7,3 mil em 2004. Em 2015, são 9,2 mil na AGU, ou seja, um aumento de nada menos que 575%!

Quando assumiu o 2º mandato, em 1999, Fernando Henrique tinha à sua disposição, na estrutura da Presidência, 4,7 mil funcionários, incluindo a Advocacia-Geral da União. Ao final do primeiro mandato, Lula havia triplicado o tamanho da Presidência para 13,1 mil funcionários, incluindo a AGU. Quando assumiu o mandato, Dilma criou novos cargos. Balanço em 2015: 18,2 mil funcionários, ou seja, um aumento de nada menos que 387%.

O número de cargos comissionados cresceu 38% entre 1999 e 2013: 23,2 mil.

E o tal corte de 3% de cargos comissionados anunciado por Dilma representa menos de 0,1% das despesas criadas pelo governo federal na era PT.

É muita putaria junta!

Existe coisa mais grotesca que Laerte posando nu(a) para a revista Rolling Stone?


O bicho certo no lugar certo


Universal é condenada a indenizar soropositivo em R$ 300 mil por prometer cura da AIDS - É pouco!

Trezentas mil pratas saem da urina do Macedo todos os dias. Eu quero saber quando é que a Justiça vai botar na cadeia todos esses criminosos travestidos de pastores evangélicos que extorquem o dinheiro dos menos esclarecidos e mais desesperados mediante as mais nojentas chantagens!

E, no caso, danos morais é pouco, pouquíssimo, isso foi dupla tentativa de homicídio, já que a orientação da igreja prometeu a cura pela “fé” e abandono do tratamento médico, não só atentou contra a vida do cidadão como também o levou a contaminar sua mulher.

E notem que no final da reportagem a Universal ainda tem o desplante de afirmar à Veja que a sua quadrilha é vítima de intolerância religiosa, quando todo mundo sabe das perseguições e atentados que os crentes protagonizam, chutando santas, espancando umbandistas, destruindo e até mesmo incendiando templos de religiões afro.

É cana para toda essa corja!

Veja: Universal é condenada a indenizar soropositivo em R$ 300 mil por prometer cura da AIDS

A Justiça do Rio Grande do Sul determinou que a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) indenize um homem portador do vírus da AIDS em 300.000 reais por danos morais. A decisão saiu no dia 26 de agosto e foi publicada nesta quinta-feira. De acordo com o processo, o soropositivo foi influenciado pela igreja a abandonar o tratamento contra a doença “em nome da cura pela fé”, e levado a contaminar sua mulher.

Para chegar ao valor da indenização, o colegiado considerou o estado de saúde crítico do paciente, em setembro de 2009, depois que ele deixou de tomar a medicação - o homem descobriu o vírus em 2005. O paciente ficou internado durante quase oitenta dias, sendo quarenta deles sob coma induzido. Quando saiu do hospital, ele estava com apenas 50% de seu peso normal. Nos autos do processo consta também que o homem foi levado a ter relações sexuais com sua mulher sem o uso de preservativos “como prova de fé” - ela também foi infectada pelo vírus - e a ceder bens materiais para Universal.

Entre as provas citadas estão laudos médicos, testemunhos e matérias jornalísticas. Além disso, foram considerada também as postagens de um bispo da IURD nas redes sociais sobre falsas curas da AIDS. O depoimento da psicóloga diz que o abandono do tratamento se deu a partir das visitas aos cultos. O desembargador Eugênio Facchini Neto avaliou que “apesar de inexistir prova explícita acerca da orientação recebida pelo autor no sentido de abandonar sua medicação e confiar apenas na intervenção divina, tenho que o contexto probatório nos autos é suficiente para convencer da absoluta verossimilhança da versão do autor”.

“A responsabilidade da Igreja Universal reside no fato de ter se aproveitado da extrema fragilidade e vulnerabilidade em que se encontrava o autor, para não só obter dele vantagens materiais, mas também abusar da confiança que ele, em tal estado, depositava nos 'mensageiros' da ré, disse Facchini. Ele também falou que, por causa da dimensão de “potência econômica” da Igreja Universal, o valor da indenização deverá ter caráter pedagógico. A igreja vai recorrer da decisão.

Procurada pelo site de VEJA, a Universal informa que o autor da ação já era portador do vírus HIV quando foi acolhido pela igreja, em 2007. “Laudos e depoimentos presentes no processo atestam que, já naquela época, ele não se submetia aos tratamentos terapêuticos na forma indicada pelos médicos”, diz a IURD. “A Igreja Universal lamenta o tratamento preconceituoso reiteradamente demonstrado pelos desembargadores da 9ª Câmara Cível do TJ-RS. Neste, como em outros processos da Universal julgados pelo colegiado, aqueles magistrados demonstraram imenso desprezo pelo Direito, confessando julgar sem provas, com base em vídeos do YouTube, matérias mentirosas de jornal e, mais grave, mediante uma mal disfarçada intolerância religiosa contra as crenças e convicções de milhões de brasileiros, muitos deles gaúchos”.

Recorde de Dirceu: 129 atos de corrupção ativa, 31 de corrupção passiva e 684 de lavagem de dinheiro

Puerra!, isso é um recorde digno do Guiness!

Por Laryssa Borges, na Veja.com:

Ministério Público Federal defendeu nesta sexta-feira que o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, denunciado por corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro, seja condenado a mais de 30 anos de prisão por ter montado um esquema de arrecadação de propina junto a empreiteiras a partir de contratos simulados de consultoria. A Polícia Federal não descarta que ex-ministro possa estar envolvido em outros crimes e possa, no futuro, ser novamente denunciado. As suspeitas são que Dirceu recebeu 11,8 milhões de reais em propina.

“Nossa expectativa é que uma pessoa que tenha praticado crimes tão graves tenha, sim, uma pena superior a 30 anos. Temos uma pessoa que foi a número dois do país envolvida no esquema de corrupção. Foi um capitalismo de compadrio”, afirmou o coordenador da força-tarefa do Ministério Público Deltan Dallagnol. De acordo com as investigações, o esquema de José Dirceu na Lava Jato movimentou cerca de 60 milhões de reais em corrupção e 64 milhões de reais em lavagem de dinheiro. Ao todo, o MP calcula que houve 129 atos de corrupção ativa e 31 atos de corrupção passiva entre 2004 e 2011, além de 684 atos de lavagem de dinheiro entre 2005 e 2014.

“A investigação é sempre baseada em fatos. Nada impede novas denúncias sobre a atuação dele em várias outras áreas de atuação. Essa é uma parte importante da investigação, mas temos que considerar que a cada dia estamos avançando por áreas diferentes de contratação de serviços públicos e se trata do ex-ministro da Casa Civil”, explicou o delegado Igor Romário de Paula.

Os investigadores que atuam na Operação Lava Jato consideram que Dirceu é um criminoso reincidente, porque praticou crimes depois de o processo do mensalão já ter sido concluído. É possível que a Justiça imponha ao petista também o agravante de maus antecedentes, já que, segundo o procurador da República Roberson Pozzobon, ele praticou crimes de corrupção e lavagem de dinheiro pelo menos desde 2006, quando passou a receber dinheiro sujo de empreiteiras. A reincidência e os maus antecedentes são fatores considerados pela Justiça para aumentar a pena do suspeito em caso de condenação. Além da penalização pelos crimes, os procuradores pedem o ressarcimento de 60 milhões de reais.

Segundo Dallagnol, as evidências apontam ter havido um “capitalismo de compadrio” envolvendo a Petrobras para benefício de empresas e enriquecimento de pessoas. “Houve o exercício do poder para fins particulares. José Dirceu representou por muitos tempos os ideais de muitos. Não julgamos as pessoas por vidas, mas por fatos e atos concretos. Não está em questão o que José Dirceu fez pela consolidação da democracia, e sim se ele praticou crimes em contextos determinados”, disse. “A corrupção sistêmica existe no nosso país. A cura para esse problema que sangra a democracia é mais democracia. Somos explorados pela corrupção”, concluiu.

Parabéns aos eleitores alagoanos. Eles se superaram!

Vejam só por quê:

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou nesta sexta-feira (4) ao Supremo Tribunal Federal denúncias contra o deputado federal Arthur Lira (PP-AL), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, e o pai dele, o senador Benedito de Lira (PP-AL). Ambos são acusados de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato. Nas denúncias, Janot pede a condenação dos dois pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Como se não bastasse, além de Benedito de Lira, os alagoanos elegeram também Renan Calheiros e Fernando Collor de Melo para o Senado.

Mas não para por aí. O governador de alagoas é ninguém menos que Renan Calheiros Filho, que foi eleito em 2014 com 52,16% dos votos válidos, sendo que, para presidente, Dilma teve 63% dos votos válidos por lá.

É mole ou querem mais?

Sai um Plasil na veia, urgente!

sábado, 5 de setembro de 2015

Mulheres sauditas vão poder votar nas eleições - oh!, que progresso! -, mas ainda são proibidas de dirigir

Elas vão votar assim e a pé. Quanta liberdade!
Todas as sextas feiras, depois de ler as colunas de Rasheed Abou-Alsamh, me dá vontade de cancelar a assinatura do Globo. Para quem não conhece, Rasheed  é um muçulmano travestido de ocidental que escreve verdadeiros cartapácios tentando defender o Islã usando argumentações estapafúrdias e, por diversas vezes, manifestando seu antissemitismo latente.

Nesta sexta o cara resolveu exaltar a especial deferência da monarquia saudita em permitir o voto feminino nas eleições municipais este ano, no dia 12 de dezembro, como se isso tivesse alguma relevância dentro do quadro de escravidão em que vivem as mulheres no Arábia e adjacências, fato que ele mesmo confessa paradoxal ao revelar que elas “não poderão conduzir um carro para chegar ao recinto de votação porque mulheres ainda são proibidas de dirigir no país”.

O mais engraçado é que Rasheed, em seguida, se apressa em dizer que “antes que botem a culpa no Islã, fiquem sabendo que não há proibição alguma na religião. Essa birra contra mulheres atrás do volante é uma coisa cultural muito específica dos sauditas”, o que não faz o menor sentido. Dizer que alguma “coisa cultural” em países islâmicos é desvinculada do Islã é uma grossa apelação.

A Lei Básica de Governo na Arábia (Constituição), que é concedida por decreto real e serve como o quadro constitucional, é baseada no Corão e na Suna, que narra a vida e tradição do Profeta Muhammad. O sistema legal é a sharia (mais ou menos uma jurisprudência baseada em interpretações do Corão), com alguns elementos da lei egípcia e francesa.

E tem mais. Apesar de ter mais de 30% da população composta por expatriados de várias religiões, a maioria das formas de expressão religiosa pública incompatível com a interpretação sancionado pelo governo do Islã sunita são restritas; não-muçulmanos não são autorizados a ter a cidadania saudita e lugares não-muçulmanos de culto não são permitidas.

Ora, diante disso não há como negar que um povo que não tem nem mesmo o conhecimento de nenhuma outra cultura possa manifestar qualquer “coisa cultural” que não seja absolutamente islâmica.

Mas Rasheed prossegue: “A boa notícia é que dois terços dos lugares nos conselhos [nas eleições municipais este ano, no dia 12 de dezembro] vão ser eleitos desta vez, em vez de somente metade. O outro terço vai ser nomeado pelo governo saudita”.

Putzgrila!, quanta condescendência! Isso é boa notícia? A desculpa dada pelo governo para não abrir as portas da democracia é que, como nas últimas eleições os candidatos religiosos se elegeram facilmente, já que usaram a fé do eleitorado para ganhar votos e os liberais quase não registraram presença nos resultados das urnas, é o pavor de ver ultraconservadores no poder. “Nós somos muito mais progressistas do que essas pessoas que vão chegar ao poder pelas urnas”, diz a monarquia mandante.

E, pasmem, Rasheed concorda afirmando que “de certo jeito, no reino, eles estavam certos”.

Por certo as mulheres vão votar, mas sabe-se lá como, já que a escravidão em que continuarão mantidas reduz a zero a importância do fato, a começar por não haver partidos políticos e por não se ter a mínima informação sobre o secretismo dos votos. Em um país onde uma mulher adulta ainda precisa da permissão do pai, marido ou irmão para viajar para fora do país, aceitar um emprego ou abrir uma conta bancária, sem falar em outros absurdos muito maiores, a permissão do voto das mulheres não significa bulhufas.

Rasheed é definitivamente uma piada de mau gosto.

Golpe! Decreto de Dilma dá plenos poderes ao Ministro da Defesa petralha, Jaques Wagner

Wagner, o plenipotenciário
Na surdina, sem ser divulgado, o decreto nº 8.515, de 3 de setembro de 2015 coloca o Ministro da Defesa como Chefe das Forças Armadas e dá totais poderes ao petralha Jaques Wagner. Entre outras coisas, ele agora pode manipular tudo como bem entender, de soldados rasos a generais e de armas a bagagens.

Ou seja, é golpe!

Vamos lá, milicada! Ninguém vai se manifestar?

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

DECRETO Nº 8.515, DE 3 DE SETEMBRO DE 2015

Vigência         
Delega competência ao Ministro de Estado da Defesa para a edição de atos relativos a pessoal militar.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,
DECRETA:
Art. 1º Fica delegada competência ao Ministro de Estado da Defesa para editar os seguintes atos relativos a militares:
I - transferência para a reserva remunerada de oficiais superiores, intermediários e subalternos;
II - reforma de oficiais da ativa e da reserva e de oficial-general da ativa, após sua exoneração ou dispensa de cargo ou comissão pelo Presidente da República;
III - demissão a pedido, ex officio ou em virtude de sentença transitada em julgado de oficiais superiores, intermediários e subalternos;
IV - promoção aos postos de oficiais superiores;
V - promoção post mortem de oficiais superiores, intermediários e subalternos;
VI - agregação ou reversão de militares;
VII - designação e dispensa de militares para missão de caráter eventual ou transitória no exterior;
VIII - nomeação e exoneração de militares, exceto oficiais-generais, para cargos e comissões no exterior criados por ato do Presidente da República;
IX - nomeação e exoneração de membros efetivos e suplentes de comissões de promoções de oficiais;
X - nomeação ao primeiro posto de oficiais dos diversos corpos, quadros, armas e serviços;
XI - nomeação de capelães militares;
XII - melhoria ou retificação de remuneração de militares na inatividade, inclusive auxílio invalidez, quando a concessão não houver ocorrido por ato do Presidente da República;
XIII - concessão de condecorações destinadas a militares, observada a ordem contida no Decreto nº 40.556, de 17 de dezembro de 1956, destinadas a:
a) recompensar os bons serviços militares;
b) recompensar a contribuição ao esforço nacional de guerra;
c) reconhecer os serviços prestados às Forças Armadas;
d) reconhecer a dedicação à profissão e o interesse pelo seu aprimoramento; e
e) premiar a aplicação aos estudos militares ou à instrução militar;
XIV - concessão de pensão a beneficiários de oficiais, conforme disposto no Decreto nº 79.917, de 8 de julho de 1977;
XV - execução do disposto no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias;
XVI - exclusão de praças do serviço ativo; e
XVII - autorização de oficial para ser nomeado ou admitido em cargo, emprego ou função pública civil temporária, não eletiva, inclusive da administração indireta.
Art. 2º O Ministro de Estado da Defesa editará:
I - os atos normativos sobre organização, permanência, exclusão e transferência de corpos, quadros, armas, serviços e categorias de oficiais superiores, intermediários e subalternos; e
II - os atos complementares necessários para a execução deste Decreto.
Parágrafo único. A competência prevista nos incisos I e II poderá ser subdelegada aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Art. 3º Este Decreto entra em vigor quatorze dias após a data de sua publicação.
Art. 4º Ficam revogados:
I - o Decreto nº 62.104, de 11 de janeiro de 1968; e
II - o Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998.
Brasília, 3 de setembro de 2015; 194º da Independência e 127º da República.

DILMA ROUSSEFF

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Arte?...

Fala sério!

Dando uma olhada nos preços de um leilão recente na Bolsa de Arte do Rio, selecionei dois absurdos entre muitos, sendo que ambos estão longe de poderem ser classificados como arte, em que pese o segundo ser um Pancetti. Pagar oito mil pratas por um rabisco e um borrão de tinta spray em cima de um papel milimetrado e 305 mil pratas por um horror de óleo é para débeis mentais.



Submisso à Venezuela, Brasil dá vexame na OEA - Toptop Garcia nas paradas

Do Claudio Humberto

Sob influência do aspone Marco Aurélio Garcia e ordem da presidente Dilma, o governo deu novo vexame lá fora: associou-se a um grupo de pequenos países de “rabos presos” com a Venezuela, em razão da compra de petróleo subsidiado, para negar número à aprovação de resolução da Organização dos Estados Americanos (OEA) condenando as hostilidades do semi-ditador Nicolás Maduro contra a Colômbia. No vexame da vez, o Brasil se nivelou a países como Antígua y Barbuda, Belize, San Cristóvão e Neves, S. Vicente e Granadinas etc.

Maduro recorreu a um velho truque de ditadores em apuros de procurar “inimigo externo” para desviar a atenção de graves problemas internos. Sob pretextos mentirosos, a Venezuela expulsa colombianos, tentando fazer os venezuelanos esquecerem o desabastecimento que os aflige.

O mais incrível é que a figura abjeta de Toptop Garcia ainda esteja atuando nos bastidores do governo como chanceler informal, ditando as regras das relações exteriores do Braziu do PT.

Aliás, tem alguém que preste para alguma coisa decente nesse governo?

Em ano eleitoral Paes dobra a verba para escolas de samba - canalhice pouca é bobagem

A crise que se dane! Economizar gastos para que, se o idiota do eleitor vai votar nos mesmos canalhas de sempre e continuar pagando impostos para sustentar a eles e às suas tramóias? No caso, o cara é o secretário-executivo de Coordenação de Governo, Pedro Paulo, escolhido por Eduardo Paes para sucedê-lo como prefeito do Rio. E foi ele mesmo que anunciou que vai dobrar o repasse de verbas às escolas de samba para o próximo carnaval. Em ano eleitoral, em vez de R$ 12 milhões, serão R$ 24 milhões destinados às agremiações do Grupo Especial em 2016 (R$ 2 milhões para cada uma).

O pior é que parece que um dos principais adversários de Pedro Paulo para a prefeitura será Marcelo Freixo, esquerdopata chegado a um holofote que tem grande apoio da turminha chegada a um obaoba como Chico Alencar e Jean Wyllys (bleargh!).

É meu Rio... mais uma vez, estamos fodidos!

Marta Suplicy e Sônia (Laerte?) “ensinam” a namorar em livro de Português para crianças

Vocês já imaginaram uma sexóloga esquerdopata-chique de língua presa e um travesti ativista - pró-islã e pró-Dilma, entre outras coisas - ensinando português em um livro para crianças da quinta série de um colégio católico? Não?...

Pois é, mas isso é fato. E só poderia ocorrer no Braziu do PT, é claro! Mais precisamente no livro adotado pelo Colégio Imaculado Coração de Maria, no Rio de Janeiro. O livro é de Português para o quinto ano do ensino fundamental, elaborado por um tal Adson Vasconcelos e faz parte de uma coleção chamada “Aprender Juntos”. Tem 272 páginas e custa a “baba” de R$ 117,00.

Pelo que dá pare se ver pelas fotos, além do autor adotar histórias em quadrinhos, bilhetinhos e textos anônimos de qualidade duvidosa como material didático em vez de literatura de verdade, ele também tem a pretensão descabida de despertar o sexo em crianças de dez anos, falando em relacionamentos, namoros e paixões.

Enfim, o livro é um lixo didático que se intromete perigosamente em assuntos íntimos, delicados e que dizem respeito exclusivamente à educação familiar de crianças. Fica aqui o alerta para os pais para que prestem muita atenção no material que a escola dos seus filhos adota.

Cliquem nas imagens para aumentar

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Como eu concordo, repito o título de quem escreveu o texto: JEAN WYLLYS, O CANALHA

Rodrigo Mezzomo: JEAN WYLLYS, O CANALHA

O Deputado Jean Wyllys, do Psol, partido que se constitui como linha auxiliar do PT (ao lado do PCdoB, PSTU e outros), mostra toda sua EXUBERANTE DEBILIDADE MENTAL e ESPIRITO DITATORIAL.

Wyllys entrou com requerimento para que os membros dos grupos Revoltados ON LINE e Movimento Brasil Livre (MBL) sejam convocados a depor na CPI de Crimes Cibernéticos.

A CPI foi criada para, conforme seu ato de instituição, assinado e datado de 17 de julho de 2015, investigar crimes de desvio cibernético de dinheiro de correntistas do sistema financeiro, bem como eventuais conexões dessas quadrilhas de fraudadores com o tráfico de drogas, armas e outras atividades ilícitas.

Incluir opositores políticos para depoimento em CPI é uma tentativa baixa, torpe e medíocre de intimidação daqueles que expressam discordância ao governo esquerdista.

Essa prática é típica dos CANALHAS, COVARDES e DITADORES.

Essa forma “liberticida” de agir, vale dizer, hostil a liberdade de expressão e ao embate democrático de ideias, é lamentável.

Usar da estrutura do Estado para perseguir oponentes políticos é conduta que não se via desde o tempo dos militares. É inerente aqueles de espírito intolerante! É modo de agir que combina com a ditadura cubana ou venezuelana, não com o Brasil.

Após a democratização, não tenho conhecimento de outro parlamentar que tenha apresentado um perfil tão mesquinho, que tenha demonstrado uma alma tão pequena.

Isso apenas torna explicito o quão vil e desprezível é Jean Wyllys, deputado que personifica a esquerda (e faz questão de se fantasiar de Che Guevara, outro maldito).

Entenda de uma vez por todas ilustre deputado Jean Wyllys: Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.

Ladrão imobilizado por lutadora de MMA chamou Jesus, mas ele não veio...

Piadinha de quinta na quarta

Um neoevangélico pega um pra “vítima”:
- Você continua bebendo?
- Sim.
- Quanto por dia?
- Três doses de whisky.
- Quanto custa uma dose de whisky?
- Marromeno uns R$ 10,00.
- Há quanto tempo você bebe?
- Há 20 anos.
Então o crente faz as contas:
- Uma dose de whisky custa R$ 10,00 e você bebe 3 por dia. Dá R$900,00 por mês e R$ 10.800,00 por ano, certo?
- Correto.
- Se em um ano você gasta R$ 10.800,00, e sem contar a inflação, em 20 anos você torrou R$ 216.000,00 com whisky, certo?
- Perfeitamente!
- Você sabia que com esse dinheiro aplicado e corrigido com juros compostos durante 20 anos, você poderia comprar uma Ferrari?
Neste momento a “vítima” responde ao crente com uma pergunta:
- Você bebe?
- Não!
- Então cadê a porra da sua Ferrari?

Deputado quer punir quem falar mal de políticos na Internet. Nem que seja verdade?...

Segundo informações do site Congresso em Foco, um projeto de lei do deputado Cláudio Cajado (DEM-BA) cujo texto está em fase final de elaboração e deverá ser apresentado em setembro, pretende punir pessoas que criam páginas ofensivas e difamatórias contra parlamentares e políticos em geral na internet. A proposta quer acelerar a identificação dos usuários linguarudos e responsabilizar criminalmente os provedores, portais e redes sociais que hospedam o conteúdo. Caso um usuário crie um perfil falso no Facebook que atinja a honra de algum deputado, por exemplo, a empresa será acionada, assim como o internauta.

Detalhe: a proposta tem o apoio do infausto Eduardo Cunha (PMDB - RJ), presidente da Câmara dos Deputados, e deve ser votada em regime de urgência nos próximos meses.

Então vamos ver quem é Cláudio Cajado. Para começo de conversa, segundo o site Excelências, não parece haver ocorrências envolvendo o parlamentar, o que pode acontecer por ausência de menção a processo em que o parlamentar é réu ou foi punido porque tais informações dependem da disponibilidade de dados em cada Corte, havendo grande disparidade entre elas. Parece ser um bom moço...

Na atual legislatura, que começou este ano, Cláudio Cajado já faltou a 24 sessões plenárias das 74 realizadas até 19/8 (32,9%), sendo que 21 faltas foram em “missões autorizadas”: 8 dias em Paris, no 51º Salão Internacional da Aeronáutica e do Espaço, e 13 dias em Hanói, na 132 ª Assembléia da União Interparlamentar.

Eu gostaria de saber quais foram os benefícios ao País que Cajado trouxe dessas viagens. Aliás nunca soube nada sobre qualquer dessas corriqueira viagens de parlamentares ao exterior, à nossa custa, a não ser a de José Lourenço, deputado federal constituinte de nacionalidade portuguesa, quando foi multado em Lisboa por estar fazendo pipi em uma ponte...

Na atual legislatura, a quarta de Cajado como deputado federal, ainda não propôs coisa nenhuma, mas nas anteriores mostrou pouquíssima produção, com apenas 23 propostas em 12 anos, muitas delas irrelevantes, entre as quais uma “Sessão Solene para comemoração dos vinte anos de vigência do Código de Defesa do Consumidor”, a instituição do ano de 2013 como “Ano da Coreia do Sul no Brasil” e o requerimento de “manifestação de apoio à paz, ao fim da violência e à integridade da soberania e da unidade territorial da Ucrânia, fazendo-se consignar nos anais da Comissão”. É chegado a um obaoba.

Fora o valor das passagens e estadias a Paris e Hanói (que deve ser uma baba), que ainda não foram computadas, Cajado usou R$ 64.160 em cotas parlamentares até o dia 19/8.

Falando em grana, a campanha de Cajado em 2014 arrecadou R$ 1.901.580,00 (R$ 40.000,00 em autodoações), mais de R$ 500 mil acima da média das receitas dos deputados eleitos na Bahia, o que dá o custo de R$ 21,34 por cada um dos seus 89.118 votos, contra uma média de menos de R$ 0,50 entre todos os eleitos (do site Às Claras). Gastador o rapaz...
Gastos de Campanha
Custo de cada voto
Mas o que mais chama atenção, depois da irrelevância das suas propostas, é a sua evolução patrimonial. Senão vejamos:
Em 2006: R$ 3.408.327,00;
Em 2010: R$ 4.289.321,00 (mais 26%);
Em 2014: R$ 7.876.714,00 (mais 83%).

Interessante como a carreira política dá um “realce” no patrimônio das pessoas, não é mesmo? Um sujeito que teve vencimentos de R$ 26,7 mil entre 2010 e 2014 conseguiu aumentar seu patrimônio em exatos R$ 3.587.393,00, ou seja, para cada mês “trabalhado”, R$ 74.737,35 “incorporado” - três vezes seu salário.

Não é um milagre? Acho curioso que, apesar dessa competência toda dos políticos em aumentar seus patrimônios, não apareça um só que dê jeito no País. Por que será, que enquanto eles enriquecem o Brasil empobrece, hem?...

Bom, mas aonde eu estava?... Ah, sim, na censura da Internet. Será que falar a verdade pode? Se eu disser que Eduardo Cunha - que apóia a censura - é um criminoso porque foi condenado juntamente com Domingos Brazão (PMDB-RJ) por captação ilícita de sufrágio e por uso eleitoral de serviços custeados pelo poder público na campanha eleitoral de 2006, vou ser punido?

Aliás, será que alguém já andou fazendo indagações sobre a variação patrimonial de Cláudio Cajado e, e exatamente por isso, ele esteja tão preocupado com a reputação dos políticos? Pergunto porque não me consta que alguém do DEM apoie ideias tipicamente esquerdopatas como a dele, portanto, desconfio que Cajado esteja apenas legislando em causa própria.

terça-feira, 1 de setembro de 2015