Marco Feliciano recebeu o apoio de mais líderes evangélicos
caso se candidate ao Senado. Esta semana, o pastor Silas Malafaia garantiu que
pedirá votos para Feliciano caso tope a ideia. O Apóstolo René Terra Nova e o
pastor Samuel Ferreira, da poderosa Assembleia de Deus, também declararam para
o deputado que se engajarão caso venha candidato ao Senado pelo PSC.
Como se não bastassem os petistas, a cada dia que passa
aumenta mais a militância dos evangélicos na política do Brasil. Sinceramente
eu não sei o que é pior, já que ambas as “vertentes” se embasam no fanatismo e na
picaretagem, o que só pode resultar em uma mistura podre e fedorenta.
Sem querer passar por inquisidor, no sentido de julgar esta
ou aquela religião, eu considero a legislação brasileira muito vaga e mal aplicada
ao permitir total liberdade de cultos, sem sequer averiguar sobre a seriedade
dos mesmos, já que qualquer cidadão pode fundar a sua própria “igreja” gastando
pouco e sem ter que obedecer a nenhuma exigência, e já que não há nada
específico no Código Penal.
Charlatanismo, curandeirismo e estelionato nunca são aplicados nesses casos, embora todos sejam práticas diárias adotadas por quase todos os “pastores” evangélicos. Ou será que vão querer me dizer que eles não inculcam ou anunciam “cura por meio secreto ou infalível” (charlatanismo), que eles não exercem o curandeirismo “usando gestos, palavras ou qualquer outro meio”, que eles não obtêm, “para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento” (estelionato) ou ainda que eles não abusam, “em proveito próprio ou alheio, da inexperiência ou da simplicidade ou inferioridade mental de outrem”?
Charlatanismo, curandeirismo e estelionato nunca são aplicados nesses casos, embora todos sejam práticas diárias adotadas por quase todos os “pastores” evangélicos. Ou será que vão querer me dizer que eles não inculcam ou anunciam “cura por meio secreto ou infalível” (charlatanismo), que eles não exercem o curandeirismo “usando gestos, palavras ou qualquer outro meio”, que eles não obtêm, “para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento” (estelionato) ou ainda que eles não abusam, “em proveito próprio ou alheio, da inexperiência ou da simplicidade ou inferioridade mental de outrem”?
Será, ainda, que a riqueza e ostentação desses donos de “igrejas”
não despertam a curiosidade da Receita Federal, já que ela é tão minuciosa com
os cidadãos comuns, ao ponto de ter chamado uma tia minha para esclarecer um
erro de soma de dois reais na sua declaração?
Muito embora a maioria dos evangélicos seja oposição ao PT,
nós, cidadãos comuns não fanáticos, não podemos contar com eles de maneira
nenhuma, já que pregação não é política, seus hábitos e costumes são
restritivos ao extremo e, principalmente, porque seus mandatários são, em sua
grande maioria, grandes picaretas. Isso tudo sem falar nos seus pobres
seguidores, rebanhos e mais rebanhos de lorpas, pascácios e bovinos.
Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.




