quarta-feira, 26 de março de 2014

Aécio e repórteres: que diferença!

A comparação é inevitável: que tal votar para presidente em um cara que, pelo menos, sabe se expressar?

Video: Roberto D’Ávila entrevista Joaquim Barbosa

O antissemitismo de uma tal “Revolução Quilombolivariana do Brasil”

A “Organização Negra Nacional Quilombo” e a “Revolução Quilombolivariana do Brasil”, na pessoa de Jama Libya Taryk Al Jamahiriya, resolveram fazer uma visita, ontem, ao TMU. E que visita! Jama acusa praticamente todos os judeus do Rio de discriminação racial contra os negros, em dois comentários pra lá de confusos e absurdos que reproduzo abaixo.

Aliás, “revolução quilombolivariana” é o cacete e palhaçada tem limites! O que se vê no texto é um paranoico arvorando-se em defensor dos negros, vitimizando-os, querendo achar pelo em ovo e sendo, ele sim, um racista antissemita dos diabos!

Vai pousar em outro canto, seu Jama! E fica aqui a minha denúncia do seu racismo.

Jama Libya 25 de março de 2014 21:09
1]Conspiração judaica tupiniquim contra os negros afro-brasileiros

O GLOBO ditadura vandalista da comunicação, leviana ardilosa e racista inimiga do povo brasileiro. No Brasil os judeus monopolizam a TV discriminam e humilham as mulheres negras? A MEGALOBO RACISMO? A violência do preconceito racial no Brasil personagem (Uma negra boçal degradada pedinte com imagem horrenda destorcida é a Adelaide http://globotv.zorra-total/v/adelaide-e-briti-pedem-dinheiro-no-metro/, do Programa Zorra Total, TV Globo do ator Rodrigo Sant’Anna? Ele para a Globo e aos judeus é engraçado, mas é desgraça para nós negros afros indígenas descendentes, se nossas crianças não tivessem sendo chamadas de Adelaidinha ou filha, neta e sobrinha da ADELAIDE no pior dos sentidos, é BULLIYING infeliz e cruel criado nos laboratórios racistas do PROJAC (abrev. de Projeto Jacarepaguá da Central Globo de Produção) da Rede Globo é dominado por judeus diretores, produtores e apresentadores ( OBS. além destes judeus e judias citados existem centenas de outros e mais de 200 atores, atrizes, comediantes, artistas e apresentadores judeus e judias e milhares de empregados e colaboradores da “ Rede Globo Judaica Midiática Brasileira” ) como Arnaldo Jabor, Carlos Sanderberg, Luciano Huck, Jairo Bauer, Alan Fiterman, Luis Erlanger, Marcos Losekann, Marcius Melhem e Leandro Hassum, Vladimir Brichta, Tiago Leifert, Pedro Bassan, Pedro Bial, Jitman Vibranovski, William Waack, William Bonner & Fátima Bernardes, Ernesto Paglial & Sandra Annenberg, Pedro Doria & Leila Sterenberg, Mateus Solano & Paula Braun, Yvonne Maggie, Mônica Waldvogel, Renata Malkes, Sandra Passarinho, Amora Mautner, Lillian W. Fibe, Esther Jablonski, Patrícia Taufer, Glenda Kozlowski Fernanda Grael, Leila Neubarth,Beatriz Thielmann,Gilberto Braga,Wolf Maya, Mauro Halfeld, Mário Cohen, Ricardo Waddington, Max Gehringer, Maurício Kubrusly, Mauro Molchansky, Maurício Sirotsky, Marcelo Rosenbaum, Michel Bercovitch, Luiz Gleiser, Fábio Steinberg, Carlos de Lannoy, Roberto Kovalick, Guilherme Weber, Régis Rösing, Caio Blinder, Daniel Filho, Gilberto Braga, Gilberto Leifert, Gilberto Dimenstein , Walcyr Carrasco, Carlos H. Schroder e o poderoso Ali Kamel diretor chefe responsável e autor do livro Best seller o manual segregador (A Bíblia do racismo,que irônico tem por titulo NÃO SOMOS RACISTA baseado e num monte de inverdades e teses racistas contra os negros afrodescendentes brasileiros) E por Maurício Sherman Nisenbaum (que Grande Otelo, Jamelão , Luis Carlos da Vila e Geraldo Filme chamavam o de racista porque este e o Judeu sionista racista Adolfo Bloch dono da Manchete discriminavam os negros)responsável dirige o humorístico Zorra Total. Foi dono da criação de programas e dos programas infantis apresentados por Xuxa(Luciano Szafir)e Angélica(Luciano Hulk) ambas tendo seus filhos com judeus,apresentadoras descobertas e lançadas por ele no seu pré-conceitos de padrão de beleza e qualidade da Manchete TV dominada por judeus sionistas,este BULLYING NEGLIGENTE PERVERSO da Globo.


Jama Libya 25 de março de 2014 21:10
2] BULLYING NEGLIGENTE PERVERSO da Globo.

Humilhante absurdo e desumano que nem ADOLF HITLER fez aos judeus, mas os judeus sionistas da TV GLOBO faz para a população negra afro-descendente brasileira isto ocorre em todo lugar do Brasil para nós não tem graça, esta desgraça de humor racista criminoso, que humilha crianças é desumano para qualquer sexo, cor, raça, religião, nacionalidade etc. o pior de tudo esta degradação racista constrangedora cruel é patrocinada e apoiada por o S.R. Ali KAMEL fascista sionista (marido da judia Patrícia Kogut jornalista do GLOBO que liderou dezenas de judeus artistas intelectuais e empresários dos 113 nomes (Manifesto Contra as contra raciais) defendida pela radical advogada Procuradora judia Roberta Kaufmann do DEM e PSDB e o Senador Demóstenes Torres que foi cassado por corrupção) TV Globo esta mesma que fez anúncios constantes do programa (27ª C.E. arrecada mais de R$ 10, milhões reais de CENTARROS para esmola da farsa e iludir enganando escondendo a divida ao BNDES de mais de três bilhões dólares dinheiro publico do Brasil) que tem com o título ‘A Esperança é o que nos Move’, show da “Criança Esperança” de 2012 celebrará a formação da identidade brasileira a partir da mistura de diferentes etnias) e comete o genocídio racista imoral contra a maior parte do povo brasileiro é lamentável que os judeus se divirtam com humor e debochem do verdadeiro holocausto afro-indigenas brasileiro o Judeu Sergio Groisman em seu Programa Altas Horas e assim no Programa Encontro com a judia Fátima Bernardes riem e se divertem. (A atriz judia Samantha Schmütz em papel de criança um estereótipo desleal e cruel se amedronta diante aquela mulher extremamente feia) para nós negros afros brasileiros a Rede GLOBO promove incentiva patrocínio (O soció,olopata Demétrio Magnoli e os jornalopata$$$tas Luiz Carlos Azenha, Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo arautos das elites conservadores patrocinados da Casa Grande contrários a empenhos positivos a favor da sociedade dos afrodescendentes. ) preconceitos raciais que humilha e choca o povo brasileiro.

Organização Negra Nacional Quilombo ONNQ 20/11/1970 – REQBRA Revolução Quilombolivariana do Brasil - quilombonnq@bol.com.br

Apenas como curiosidade: Manifesto pede Abertura de Processo de Impeachment contra Dilma Rousseff

Apenas como curiosidade mesmo.

Não há quem seja mais contra o PT do que eu, mas não acho correto que se pense que à hora que bem se entenda possamos depor um presidente da República eleito democraticamente, a não ser que haja fortes motivos para tal. E não os há.

Está certo quem afirma que Collor foi deposto por muito menos - perto dos petralhas ele foi um poço de probidade. O problema é que Collor pecou pela soberba, achando que poderia governar sozinho, e deu no que deu, mas um erro não justifica outro. Da próxima vez - no fim do ano -, que em vez de pedirem impeachment, votem melhor, que sejam mais políticos, que deem maior importância às eleições e que sejam convincentes o suficiente para conseguir mais votos em favor das suas causas.

Abertura de Processo de Impeachment contra Dilma Rousseff

Para: Deputados e Senadores da República

Iniciando-se em janeiro o décimo primeiro ano de Governo Petista no Brasil, já não há mais termos, já não encontramos mais adjetivos suficientes para descrever a vergonha que é, hoje em dia, apresentar-se como brasileiro. Sangram os joelhos da nossa Nação, senhores! Sangram porque ela rasteja como aqueles que, lesados em sua espinha dorsal, já não podem mais caminhar como homens e mulheres de bem. É a nossa moral, a nossa dignidade que esse Partido Criminoso, escândalo após escândalo, insiste em retirar nos reduzindo à condição de escravos de um governo totalitário e de seu delírio bolivariano. Entendemos que caracteriza-se como crime de responsabilidade, dessa ex-assaltante de bancos e terrorista dos anos 60, hoje desgraçadamente Presidente da República, aquilo que foi feito com a PETROBRÁS. Bradamos que é censura clássica aquilo que hoje foi votado em relação à internet e definimos como traição os empréstimos feitos à Cuba e países cujo nome a maioria da nossa população pobre, doente, e analfabeta, sequer sabe pronunciar. Apelamos àquilo que lhes resta de dignidade pois, para que tenham, senão consciência cívica, um mínimo de vergonha na cara como homens que tem a obrigação de encarar seus filhos e netos: Abram o processo de cassação de mandato dessa criminosa: o país já não aguenta mais! Os senhores tem obrigação conosco, consigo mesmos, e com a nossa História !

Atenciosamente,

Cidadãos Brasileiros.

link para assinar - http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR70638

Maconha e bolivarianismo: uma mistura explosiva na UFSC


O campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, virou um verdadeiro campo de guerra na tarde desta terça-feira. Uma ação da Polícia Federal, que deveria coibir o uso de entorpecentes e o tráfico de drogas na universidade, resultou em um confronto entre 300 estudantes e policiais.

A Tropa de Choque foi acionada e gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral foram jogadas contra os estudantes. Cinco alunos foram presos e dois policiais ficaram levemente feridos. De acordo com o delegado Júnior, os cinco alunos foram conduzidos para a Superintendência da PF em SC, onde assinariam um termo circunstanciado por uso de maconha e depois seriam liberados.

Eles chegaram na PF por volta de 18h40min em uma viatura da Tropa de Choque da Polícia Militar. Um representante da UFSC e a presidente da comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, deputada Luciane Carminatti os acompanharam.

Os manifestantes invadiram a reitoria e pretendem ficar lá até que um documento que proíba a ação da força policial no campus seja assinado.

A deputada Luciane Carminatti é aquela que Ana Campagnolo reduziu a pó de traque no vídeo postado ontem.

terça-feira, 25 de março de 2014

Será que Jandira Feghali vai reduzir a jornada de trabalho dos funcionários do seu restaurante?

Segundo o Claudio Humberto, a líder do PCdoB, Jandira Feghali (RJ), uma das muitas sem vergonhas que ficam lambendo o saco dos petralhas e  que prega a censura explícita e punição ao SBT por exibir uma jornalista que não tem medo de cara feia, quer espaço na campanha de Dilma para discutir reforma política e redução da jornada de trabalho.

Então tá, Jandira, reduza a jornada de trabalho dos funcionários do seu restaurante para ver se dá certo e depois me conta...

Duas perguntas, dona cara-de-pau: como é que uma comunista pode ser dona de um restaurante? E no seu capitalismo não vai nada?

Pimenta no furifunfas dos outros é refresco...

A merda é tanta que mandam um músico para avaliar o sistema de defesa antiaérea do Brasil

Por Otavio Cabral, da Veja:

São Jorge e o Dragão, ou, como queiram, Jeferson e Ideli.
Marido da ministra Ideli Salvatti, o subtenente músico do Exército Jeferson da Silva Figueiredo participou em janeiro de sua primeira missão internacional. Passou duas semanas na Rússia como integrante de uma comissão técnica de compras. Mas o militar músico não desembarcou em Moscou para renovar os instrumentos do Exército. Ele foi escalado pelo ministro Celso Amorim para avaliar o sistema de defesa antiaérea que o Brasil pretende comprar da Rússia.

O Pantsir-S1, a escolha de Amorim, custa quase o triplo dos modelos preferidos pelos militares brasileiros que, ao contrário do marido de Ideli, realmente entendem do assunto.

P.S.: Quanto é que o nanoministro do Celso Amorim está levando nessa?

Cabral, o emplacador de porcarias

Deu no Radar OnLine que Sérgio Cabral articula para botar o seu braço-direito, Wilson Carlos, no Tribunal de Contas do Estado. Só que Wilson é personagem central de um escândalo sobre pagamento de propina na obra do metrô no Rio. Inquérito da Polícia Federal apura se a propina teria sido paga depois que a Opportrans, controladora da Metrô Rio até 2008, quitou dívida do governo do Rio junto à Camargo Corrêa.

Muito embora Wilson Carlos negue que vá assumir uma vaga no TCE, o que importa é que o próprio Cabral não nega.

Wilson é dessa turminha de Paris, em que secretários do estado e Fernando Cavendish apareciam dançando com guardanapos na cabeça.

Aliás, Cabral é mestre em emplacar porcarias em tribunais. Uma delas foi seu pai, protagonista de um episódio nada ortodoxo. Numa sexta-feira, quando tomava chope com amigos, Serjão teve seu carro oficial - privilégio de conselheiro do Tribunal de Contas do Município - roubado na Rua Bolívar, em Copacabana.

Petrobras - Como é que essa josta ainda não explodiu?

Dora Kramer diz hoje que “a ideia de usar a Petrobrás para fins políticos já podia ser identificada claramente no primeiro grande encontro do PT logo após a eleição de Luiz Inácio da Silva, no Hotel Nacional, em São Paulo. Nos bastidores travava-se uma batalha pela presidência da empresa e os interessados comentavam o quanto o posto lhes seria útil para os planos futuros de eleições a governos de Estados”.

Eu pergunto: que fins políticos são esses em que se justifica o roubo de dinheiro público e dos acionistas? Que diabo de política é essa, inventada pelo partido que foi criado se dizendo o guardião da moralidade e decência? Chamar isso de política é chamar urubu de meu louro - é caso de polícia. Aliás, chamar PT de partido também - aquilo é uma quadrilha.

O artigo abaixo dá mais nomes aos bois da Petrobras. Vejam como é enrolada essa teia:

José Casado: Estranhas transações

A Petrobras amplia seu espaço no noticiário policial. Nas próximas horas o Ministério Público decide se pede a prisão preventiva do ex-diretor da empresa Paulo Roberto Costa. Ele foi detido em casa, quinta-feira passada, sob acusações de lavagem de dinheiro. A prisão preventiva (mínimo de 30 dias) costuma ser usada para induzir à colaboração no inquérito.

Costa foi diretor de Abastecimento da estatal durante oito anos. Chegou à diretoria em 2004 na esteira dos acordos de Lula e José Dirceu com líderes de partidos aliados, que resultaram no mensalão. Foi apadrinhado por José Janene, então líder do PP na Câmara, que recebeu US$ 2 milhões, via corretoras como a Bônus-Banval, operada por Enivaldo Quadrado, condenado no mensalão, em ligação com o doleiro paranaense Alberto Yussef.

Janene morreu em 2010, antes do julgamento, com o mandato de deputado que a Câmara se recusou a cassar. Com o desgaste do padrinho, Costa passou à órbita de um consórcio integrado por frações de PR, PT e PMDB.

Dilma Rousseff e Graça Foster, presidente da estatal, gastaram dois anos em negociações - com o PT e o PMDB - para demitir Costa e os diretores Renato Duque, de serviços de engenharia, e Jorge Zelada, da área internacional.

Duque era o mais antigo do trio na diretoria. Assumiu em 2003 sob o patrocínio de José Dirceu, chefe da Casa Civil. Dirceu passou um mês (de 1º de janeiro a 2 de fevereiro) no Conselho de Administração da Petrobras. Saiu ao perceber riscos no acúmulo dessa posição com o mandato de deputado federal. Duque permaneceu, com a credencial de militante do PT, via núcleo Novo Brasil.

Jorge Zelada ascendeu à área internacional em 2008, no lugar de Nestor Cerveró indicado por PT e PMDB. Lula e o então presidente da estatal, José Gabrielli, negociaram a troca de guarda com núcleos do PMDB do Rio e de Minas Gerais. Desde a demissão de Zelada em 2012, a função é acumulada por Graça Foster, presidente da empresa. Cerveró foi levado ao caixa da BR Distribuidora, e expurgado na semana passada.

Sob Cerveró e Zelada e Gabrielli, o conselho da Petrobras presidido por Dilma sancionou a compra com prejuízos da refinaria de Pasadena (Texas) e negociou ativos na Argentina com um dos financistas da família Kirchner, Cristóbal López, concessionário de cassinos.

A transação teria sido intermediada no Brasil à taxa de 20%. O “destravamento” do negócio custou US$ 10 milhões a López, como divulgou o repórter Hugo Alconada Mon no “La Nación”, de Buenos Aires, em agosto do ano passado. Na mesma época, um ex-funcionário da Petrobras, João Augusto Rezende Henriques, contou ao repórter Diego Escosteguy, da revista “Época”, que não havia negócio internacional sem pagamento de “pedágio”, com 60% a 70% do dinheiro “repassado ao PMDB”.

Dilma enfrenta críticas do PT pela tentativa de “limpeza” na Petrobras - “disciplina na utilização dos recursos financeiros da companhia”, como definiu Graça Foster.

Ela tem a chance de iluminar obscuros negócios realizados na estatal. O detergente institucional é sempre o melhor remédio. A omissão significa assumir riscos, como o de assistir à “delação premiada” de escândalos em plena luta pela reeleição.

Maria da Conceição Tavares deveria chorar de vergonha

Maria da Conceição Tavares, aquela economista petralha que chorou de emoção no lançamento do Plano Cruzado, em 1986, hoje, em entrevista publicada no Globo, mostra que continua a mesma. Leiam algumas pérolas extraídas da entrevista:

Só voltamos a crescer com Lula.

Estamos investindo em infraestrutura basicamente.

Ninguém come PIB, come alimentos.

O governo [Dilma] está combatendo a inflação da melhor forma que pode.

Não vejo pressão inflacionária.

Estou moderadamente otimista.

Não leio mais economia para não me aborrecer. É um festival de besteiras.

Concordo apenas com a última linha, principalmente quando é a Maria da Conceição que as diz.

Só para lembrar, o Plano Cruzado foi “tão bom” que esculhambou a balança de pagamentos de tal maneira que acabou com as nossas reservas internacionais, o que levou o nefasto Zé Sarney a decretar a moratória da dívida externa em 1987 por falta de condições para honrar os compromissos externos.

O Plano Cruzado não só fracassou, mas também se tornou inesquecível por causa das ações judiciais até hoje em curso, na qual cidadãos comuns exigem de bancos e governos a reparação das perdas monetárias então sofridas.

Hoje, Maria deveria chorar de vergonha, mas como todo bom petralha, essa palavra não consta do seu vocabulário.

Rabo preso de Eduardo Campos não deixa PSB apoiar CPI da Petralhobras

Eduardo Campos recomendou ao PSB cautela na condução do caso Petrobras. Por ora, a ordem é não assinar o pedido de CPI. A sigla vai defender depoimento conjunto do ministro Edson Lobão (Minas e Energia) e da presidente da empresa, Graça Foster, em sessão conjunta no plenário do Congresso.


O prejuízo da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco - aquela que Hugo Chavez disse que ia rachar as despesas, mas saiu de banda -, saltou de U$ 2,3 bilhões para U$ 20 bilhões, mas é claro que o rabo preso recomenda cautela, porque a refinaria foi um dos presentinhos que Lula deu a Eduardo Campos, enquanto alimentava a ideia do governador ser sucessor de Dilma em 2018.

Aliás e a propósito: por que será que José Serra não apoia a CPI da Petrobras? Sei não, mas algo me diz que esse nosferatu paulista ainda vai aprontar alguma...

Professora Ana Campagnolo bota deputada comunista e doutrinação escolar em seus devidos lugares: lixo!

Há alguns dias eu postei um vídeo feito na Câmara dos Deputados de Santa Catarina, onde o deputado Kennedy Nunes (PSD) mostra a professora Ana Campagnolo denunciando a doutrinação marxista em salas de aula. O vídeo mostra também a indignação da deputada estadual comunista Luciana Carminatti (PT), ardorosa defensora da doutrinação escolar gramsci-freireana em salas de aula.

Pois bem, no vídeo abaixo, a professora Ana Campagnolo refuta passo a passo, de maneira simples e cabal, a torrente de asneiras da deputada na ocasião.

Assistam:

segunda-feira, 24 de março de 2014

A pantomima das UPPs de Cabral só fez aumentar o tráfico de drogas

Carlos Newton, da Tribuna, diz o seguinte:

Era como se os traficantes subitamente tivessem desistido da criminalidade. E o governador se jactava, dizendo: “Dei o prazo de 24 horas para que os traficantes abandonassem as favelas do Cantagalo, Pavão e Pavaõzinho”. E eles, tremendo de medo, obedeceram. Era o que os jornais noticiavam, sem perguntar como Sérgio Cabral teria feito esse ultimado aos traficantes: se fora pessoalmente ou através de quem?

Na época, comentei com Helio Fernandes que essa situação era muito estranha, porque em todas as favelas o fenômeno se repetia, monotonamente, com os traficantes se retirando sem dar um só tiro. Helio Fernandes então saiu em campo, colheu informações e escreveu uma série de artigos na Tribuna, denunciando que Cabral havia feito um acordo com os traficantes, nos seguintes termos:

1) A PM ocuparia sem resistência as favelas.

2) Os traficantes desmobilizariam suas milícias, não haveria mais “soldados do tráfico” com suas máscaras ninjas (eles são precursores dos black blocs, digamos assim), não  exibiriam fuzis e metralhadoras, não haveria disparos e balas perdidas, os moradores das comunidades não seriam aterrorizados, a paz reinaria em cada favela.

3) Em troca, os traficantes poderiam seguir suas atividades sem repressão, desde que o fizessem discretamente, através do sistema de entrega a domicílio (droga delivery).

Lamentavelmente é a mais pura verdade. Tenho amigos e conhecidos que moram na Rocinha, Vidigal, Cantagalo, Pavão, Pavaõzinho e Manguinhos que confirmam isso. Os traficantes continuam traficando livres leves e soltos nas favelas, só que, simplesmente, eles não andam mais armados, para poder desempenhar seus papéis a contento na pantomima inventada por Cabral e Beltrame, sabe-se lá com a conivência de quem mais.

Muito embora os crimes com armas de fogo tenham realmente diminuído por causa desse “acordo de cavalheiros”, o custo da brincadeira é muito alto, primeiro porque os marginais não foram desarmados e, a qualquer hora, podem lançar mão dos seus arsenais contra tudo e todos, depois, porque essa liberdade dos traficantes funciona como atrativo aos consumidores, já que muitos dos que não arriscavam a uma visitinha às bocas por causa do aparato bélico que os bandidos ostentavam, hoje vão lá, tranquilos. É lógico que com essa palhaçada, o consumo só tende a subir.

Quando a Lei só serve para alguns, não serve para ninguém

Enio Mainardi: Brasil perdeu a guerra

Os bandidos-mixos ficam jogados em celas imundas, superlotadas, comem comida que até porco ia refugar, são violentados fisicamente e podem ver que só eles se dão mal. Chamam esses refugos humanos de re-educandos... Re-educandos, no sentido que só aprendem mais sobre crime, nas penitenciárias. Hipocrisia. O sistema faliu. A cultura dos pobres então é de ódio contra a polícia, contra tudo. Pega o caso da Petrobrás, você acha que aqueles diretores sacanas, ladrões, vão puxar cana? A Dilma, o Lula, o Gabrielli etc., serão duramente julgados e condenados? Vão para a cadeia? Nem pensar. E todos sabem disso. A classe política mafiosa espertamente se cobre, uns aos outros e os advogados repartem o lucro dos apliques, usando recursos processuais que, no fim, vão deixar tudo parado...os bandidos de terno-e-gravata com montões de dólares fora do país, eles tranquilos, em paraísos fiscais. Talvez essa seja a maior desgraça de tudo, neste país: a consciência assumida coletivamente de que a lei serve só para massacrar os pobres. Os ricos, os influentes, os corruptos poderosos ficam sempre na melhor. Então a garotada marginal pensa: vou botar a mão num 38 e buscar o meu. Se eles podem, por que eu não posso? Eles vão de caneta, eu vou de revolver. É assim que uma sociedade se desmancha, perdendo seus valores, virando terra de ninguém.

Quando a Lei só serve para alguns, não serve para ninguém.

domingo, 23 de março de 2014

Meu parabéns, Dilma! Não foi só Pasadena. No Japão já foram mais de US$ 200 milhões pro ralo (ou pro seu bolso)!

Como roubam os petralhas! Ou será que alguém acredita mesmo que neguinho fez negócio sem ler, pelo menos o que ia ganhar de comissão nas paradas?

Do Globo de hoje:

Além da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), a Petrobras fechou outro polêmico negócio com os japoneses. A refinaria Nansei, em Okinawa, foi comprada em abril de 2008 por US$ 71 milhões, mas a estatal já gastou o triplo desse valor para resolver problemas ambientais e fazer melhorias operacionais na unidade, que é antiga e processa 100 mil barris diários. Segundo uma fonte, a companhia teria investido mais de US$ 200 milhões na refinaria desde a aquisição.

O negócio foi fechado na gestão de José Sérgio Gabrielli e dos então diretores de Abastecimento Paulo Roberto Costa (preso pela Polícia Federal na por suspeita de lavagem de dinheiro) e de Internacional Nestor Cerveró, que foi exonerado da BR Distribuidora na sexta-feira, após a presidente Dilma Rousseff ter revelado que aprovou a compra de Pasadena com base em documento de sua autoria que não contemplava cláusulas controversas. Entre elas a “put option”, que prevê que o sócio compre a parte do outro em caso de divergência.

A Petrobras tentou vender a refinaria do Japão nos últimos anos. Uma das últimas ofertas teria sido de US$ 150 milhões, e a estatal não aceitou. Hoje, a refinaria opera com carga mínima. Segundo a fonte, o Japão não tem interesse em comprá-la. Procurada, a Petrobras não comentou.

Em nota divulgada ontem, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República confirmou que no resumo executivo elaborado pela diretoria Internacional da Petrobras, e apresentado ao Conselho de Administração da empresa, continha a “existência de cláusulas contratuais que materializavam a Put Option”, no caso da refinaria Nansei, como revelado ontem pelo “Estado de S. Paulo".

O governo afirmou que a aquisição era um bom negócio, pois a unidade tinha um grande terminal de petróleo e derivados.

Meus parabéns ao governo do PT! No ranking das 40 cidades mais violentas do mundo eles contribuem com 14!

Dos 14 municípios do Brasil no ranking das cidades mais violentas do mundo, cinco vão receber jogos da Copa do Mundo: Fortaleza, Natal, Salvador, Manaus e Recife. Veja as cidades, com informações de O Globo:

Maceió (5ª colocada) - 79,76 homicídios por 100 mil habitantes
Fortaleza (7ª) - 72,81 homicídios por 100 mil
João Pessoa (9ª) - 66,92 homicídios por 100 mil
Natal (12ª) - 57,62 homicídios por 100 mil
Salvador (13ª) - 57,51 homicídios por 100 mil
Vitória (14ª) - 57,39 homicídios por 100 mil
São Luís (15ª) - 57,04 homicídios por 100 mil
Belém (16ª) - 48,23 homicídios por 100 mil
Campina Grande (25ª) - 46 homicídios por 100 mil
Goiânia (28ª) - 44,56 homicídios por 100 mil
Cuiabá (29ª) - 43,95 homicídios por 100 mil
Manaus (31ª) - 42,53 homicídios por 100 mil
Recife (39ª) - 36,82 homicídios por 100 mil
Macapá (40ª) - 36,59 homicídios por 100 mil

O Brasil é o país com mais municípios no ranking de 40 cidades: 14. O México aparece em segundo, com nove. Apenas sete cidades da lista não estão na América Latina: quatro dos Estados Unidos (Detroit, Nova Orleans, Baltimore e Saint Louis) e três da África do Sul. O levantamento leva em conta a taxa de homicídios por grupo de 100 mil habitantes no ano passado. De acordo com a ONG, foram levantados dados disponibilizados pelos governos em suas páginas na internet e consideradas só cidades com mais de 300 mil. Essa foi a quarta edição do ranking.

Em relação ao levantamento de 2012, Brasília e Curitiba deixaram a lista. Por outro lado, três cidades brasileiras ingressaram no grupo: Campina Grande (PB), Natal (RN) e Aracaju (SE). As duas maiores metrópoles do país, São Paulo e Rio de Janeiro, não estão no ranking. Segundo especialistas, há 10 anos o país vê os homicídios migrarem para os municípios de médio porte. - A violência deixa de ocorrer nos polos tradicionais a partir da virada do século - afirma Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador do Mapa do Violência do Brasil.

Julio cita como fatores que provocaram o fenômeno a mudança do modelo econômico, com o fim da migração para as principais capitais do Sudeste, além dos investimentos federais nas cidades que tinham grandes taxas de assassinato. - O crime organizado se nacionaliza e encontra nessas capitais de estados menores um sistema de segurança precário - diz o pesquisador. No caso de Maceió, a cidade brasileira mais violenta, o problema ainda foi agravado por que o estado de Alagoas enfrentou seguidas greves de policiais nos anos 2000.

sábado, 22 de março de 2014

Três piadas prontas

Fala sério!

Os médicos passam a receber 64 dólares ao mês!

In memoriam...

Jandira Feghali, comunista, fala em liberdade e democracia para pedir censura ao SBT

PT e censura II: PCdoB quer suspender verba estatal para o SBT por declarações de Sheherazade


Segundo o site Congresso em Foco, o PT e o PCdoB (cachorrinho de estimação do primeiro) estão tentando executar outra instância de “soft censorship” contra o SBT.  O discurso é a mesma farofa de sempre: rancor absoluto pela âncora Rachel Sheherazade por ela ter achado compreensível a reação do cidadão civil contra criminosos.

Alguns pontos da matéria são bastante pertinentes, como este abaixo:

O governo federal estuda suspender a verba publicitária que repassa à terceira maior emissora de TV do país, o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). O caso é examinado pela equipe do ministro Thomas Traumann, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, a pedido da líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ).

Esta é a confissão do crime: ameaça de retirada de verba publicitária (dinheiro público, diga-se, de passagem, para quem não percebeu) para forçar com que emissoras de TV e jornais deixem de publicar conteúdo que os desagrade. Não há como negar mais. Oficialmente, os amigos do PT reconhecem a prática de censura, ou, ao menos, sua ameaça. O que já é uma forma de coagir a imprensa livre.

A deputada acusa a emissora de ter praticado apologia e incitação ao crime, à tortura e ao linchamento ao exibir comentários da apresentadora Rachel Sheherazade que, segundo a parlamentar, exaltavam a ação de chamados “justiceiros” no Rio de Janeiro contra um jovem de 16 anos, acusado de furto. “A Secom me deu um primeiro retorno dizendo que concorda com o conteúdo do nosso pedido e que estuda quais providências tomar”, disse Jandira Feghali ao Congresso em Foco.

Como de costume, Jandira Feghali pratica difamações e denunciações caluniosas, usando o mesmo recurso do PSOL (o que prova o alinhamento entre o PT e o PSOL). Isso não é novidade alguma. O importante é ela afirmar que o Secom (parte do aparelho petista) concordou com esse tipo de estratégia.

Em 2012, o SBT recebeu R$ 153,5 milhões em publicidade de verba publicitária do governo federal. Ficou atrás apenas da Globo (R$ 495 milhões) e da Record (R$ 174 milhões). O valor destinado à TV de Silvio Santos corresponde a 13,64% do bolo publicitário das emissoras. “Como o governo pode subsidiar um canal que tem uma editorialista que incita à violência e à justiça com as próprias mãos?”, questiona Jandira Feghali.

O que Jandira quer dizer é o seguinte: aquele que disser qualquer opinião que desagrade os criminosos violentos deve parar de receber dinheiro estatal. Alias, já passou do momento de tentarmos entender qual o motivo pelo qual apoiar os criminosos violentos é tão vital para PT, PCdoB e PSOL.

A explicação é simples até demais. O fato é que o apoio ao criminoso violento é apenas uma crença de suporte para ajudar a manter enraizada no sistema límbico profundo de uma boa parte da opinião pública a noção de que o criminoso violento é sempre uma “vítima” da sociedade. Portanto, a sociedade deve financiar inchaços estatais, que seguirão dando a promessa de “corrigir a sociedade”. Assim, a crença que leva a sustentação do apoio ao criminoso violento, criada pela esquerda, é sustentáculo para um baita de um negócio.

Em síntese: apoiar criminosos violentos ajuda a manter um grande negócio (inchar o estado). E para manter esse negócio em alta, basta usar o próprio estado inchado para promover censura contra aqueles que ataquem esse sustentáculo. Simples assim.

A líder do PCdoB na Câmara trabalha em duas frentes contra o SBT. Além do ofício enviado diretamente à Secom, no dia 20 de fevereiro, ela também apresentou um requerimento à Procuradoria-Geral da República (PGR) em que pede a abertura de inquérito contra a TV e Rachel Sheherazade e o corte da verba enquanto durarem as investigações. Como mostrou o Congresso em Foco, em caso de condenação, Jandira solicita que o SBT perca até o direito à concessão pública. Caberá ao procurador-geral, Rodrigo Janot, dar andamento ou não aos pedidos.


É claro que o SBT não vai perder concessão pública. E dificilmente perderá a verba federal. Tudo iria ficar muito ridículo e acintoso. O que importa é a propaganda gerada.  Neste sentido, a principal técnica usada pelos governistas e seus aliados é o método de influência chamado “porta na cara”, onde se pede uma proposta acintosa, para que posteriormente o senso comum aceite como normal propostas de menor escala.

E falando em propaganda, até mesmo a abertura de inquérito já é uma instância da tradicional guerra de processos, onde o lançamento de um processo, por si só, já serve como propaganda para a causa. Mesmo que não dê em nada.

Em artigo publicado em 11 de fevereiro, na Folha de S. Paulo, a apresentadora diz que apenas expressou sua opinião e que não defendeu os chamados “justiceiros”. “Em meu espaço de opinião no jornal SBT Brasil, afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio”, escreveu Rachel. Em nota divulgada à época, o SBT alegou que a opinião da apresentadora era de responsabilidade dela, e não da emissora.

Jandira não concorda. Para ela, como concessão pública, a TV tem total responsabilidade em relação ao que leva ao ar. “A emissora vai ter de assumir. Não estamos provocando a Rachel Sheherazade, é o SBT que está em questão. Não é uma questão dela especificamente, mas dela vinculada ao canal. A gente espera que isso sirva de parâmetro para outras TVs”, disse a deputada.

Em 2000, o SBT chegou a ficar com 20% do “bolo” publicitário do governo entre as emissoras de TV. Naquele ano, ainda na gestão Fernando Henrique Cardoso (PSDB), a emissora recebeu R$ 135 milhões para divulgar ações do governo federal. Na época, era vice-líder de audiência, posto que perdeu, de lá para cá, para a Record, de Edir Macedo.

Note que Jandira disse que a ação deve “servir de parâmetro” para as outras TVs. Isto é, ela diz que nenhuma expressão de repreensão ao criminoso violento, ou até mesmo a compreensão da dura situação das vítimas do crime, será tolerada.

O recurso da extrema-esquerda é tradicional: lançar a ameaça não contra Rachel Sheherazade, mas contra o contratante dela. O intuito é tentar forçar sua demissão. Outro objetivo é lançar uma mensagem clara ao SBT, dizendo que opiniões que desagradam a extrema-esquerda não serão toleradas.

Enfim, existem vários métodos para a guerra política que defendo como úteis para a direita: a arte da guerra política, de Horowitz, a contra-estratégia gramsciana, as regras para radicais (de Saul Alinsky) e o controle de frame lakoffiano. Nada menos que um combo. Mas também uso um método pouco tradicional: o template neo-ateu. (Usar este template significa usar a mesma assertividade que autores como Richard Dawkins e Sam Harris usam contra a religião, mas agora contra a religião política, ou seja, o esquerdismo)

Por exemplo: imagine que um grupo religioso decidisse banir da televisão um comediante por este criticar a crença em Deus. Como reagiriam os neo-ateus? Será que eles ficariam apenas tristes? Se limitariam a resmungar, conformados? Será que diriam “ó ceus, ó vida, que censura ruim”? Ou será que eles denunciariam em público (e em larga escala), nos termos mais fortes possíveis, o quanto é nociva a crença do oponente por tentarem censurar o seu lado?

Com certeza, eles tentariam essa última opção, pois capitalizariam em cima da tentativa de censura do outro lado. É o momento da direita fazer exatamente o mesmo com os cães de guarda do PT. Eu não sou otimista como o Percival Puggina no vídeo abaixo, mas com certeza devemos agir nas redes sociais como um exército, nos moldes do que ele afirma. Assista: 


É imperativo criarmos uma consciência pública mostrando o quanto é abjeto o comportamento da extrema-esquerda na tentativa de censurar seus opositores apenas por nós discordarmos de ideias tão torpes quanto a apologia de criminosos. A reação à tentativa de aplicação do “soft censorship” contra o SBT deve ser tratada de forma assertiva, no mesmo nível que tratamos casos de pedofilia e crises de tomada de reféns.

Ademais, também podemos aprender com Gene Sharp. Uma das formas com que devemos tratar a situação é o lançamento de uma campanha de larga escala propondo boicote aos anunciantes do SBT caso eles cedam ao jogo governista. Se os esquerdistas querem atacar Rachel ameaçando o SBT podemos ameaçar os anunciantes do SBT caso a emissora resolva ceder às suas ameaças.

Enfim, se não formos capaz de expor eficientemente mais essa baixeza governista, eles vencerão.

Joaquim Barbosa denuncia Noblat por crimes de injúria, difamação e preconceito. Segue o texto em questão.

Sei não, mas acho que Ricardo Noblat pisou na bola ao querer tomar o partido errado e de forma mais errada ainda, em mais uma das inúmeras discussões entre Barbosa e Lewandowski ocorrida em agosto do ano passado durante o julgamento do mensalão.

Quem o ministro Joaquim Barbosa pensa que é?

Que poderes acredita dispor só por estar sentado na cadeira de presidente do Supremo Tribunal Federal?

Imagina que o país lhe será grato para sempre pelo modo como procedeu no Caso do Mensalão?

Ora, se foi honesto e agiu orientado unicamente por sua consciência, nada mais fez do que deveria. A maioria dos brasileiros o admira por isso. Mas é só, ministro.

Em geral, admiração costuma ser um sentimento de vida curta. Apaga-se com a passagem do tempo.

Mas enquanto sobrevive não autoriza ninguém a tratar mal seus semelhantes, a debochar deles, a humilhá-los, a agir como se a efêmera superioridade que o cargo lhe confere não fosse de fato efêmera. E não decorresse tão somente do cargo que se ocupa por obra e graça do sistema de revezamento.

Joaquim preside a mais alta corte de justiça do país porque chegara sua hora de presidi-la. Porque antes dele outros dos atuais ministros a presidiram. E porque depois dele outros tantos a presidirão.

O mandato é de dois anos. No momento em que uma estrela do mundo jurídico é nomeada ministro de tribunal superior, passa a ter suas virtudes e conhecimentos exaltados para muito além da conta. Ou do razoável.

Compreensível, pois não.

Quem podendo se aproximar de um juiz e conquistar-lhe a simpatia, prefere se distanciar dele?

Por mais inocente que seja quem não receia ser alvo um dia de uma falsa acusação? Ao fim e ao cabo, quem não teme o que emana da autoridade da toga?

Joaquim faz questão de exercê-la na fronteira do autoritarismo. E por causa disso, vez por outra derrapa e ultrapassa a fronteira, provocando barulho.

Não é uma questão de maus modos. Ou da educação que o berço lhe negou, pois não lhe negou. No caso dele, tem a ver com o entendimento jurássico de que para fazer justiça não se pode fazer qualquer concessão à afabilidade.

Para entender melhor Joaquim acrescente-se a cor – sua cor. Há negros que padecem do complexo de inferioridade. Outros assumem uma postura radicalmente oposta para enfrentar a discriminação.

Joaquim é assim se lhe parece. Sua promoção a ministro do STF em nada serviu para suavizar-lhe a soberba. Pelo contrário.

Joaquim foi descoberto por um caça talentos de Lula, incumbido de caçar um jurista talentoso e... negro.

“Jurista é pessoa versada nas ciências jurídicas, com grande conhecimento de assuntos de direito”, segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.

Falta a Joaquim “grande conhecimento de assuntos de direito”, atesta a opinião quase unânime de juristas de primeira linha que preferem não se identificar. Mas ele é negro.

Havia poucos negros que atendessem às exigências requeridas para vestir a toga de maior prestígio. E entre eles, disparado, Joaquim era o que tinha o melhor currículo.

Não entrou no STF enganado. E não se incomodou por ter entrado como entrou.

Quando Lula bateu o martelo em torno do nome dele, falou meio de brincadeira, meio a sério: “Não vá sair por aí dizendo que deve sua promoção aos seus vastos conhecimentos. Você deve à sua cor”.

Joaquim não se sentiu ofendido. Orgulha-se de sua cor. E sentia-se apto a cumprir a nova função. Não faz um tipo ao destacar-se por sua independência. É um ministro independente. Ninguém ousa cabalar seu voto.

Que não perca a vida por excesso de elegância. (Esse perigo ele não corre.) Mas que também não ponha a perder tudo o que conseguiu até aqui.

Julgue e deixe os outros julgarem.

Pausa para sorriso

Inclui Neruda?
Poder de síntese

Marcha da Família com Deus


Senador Delcídio Amaral também entrou no rachuncho de Pasadena

Segundo Claudio Humberto

O operador da compra superfaturada da refinaria americana, Nestor Cerveró, é mesmo ligado ao senador Delcídio Amaral (PT-MS). São amigos e trabalharam juntos. Cerveró era diretor Internacional quando a Petrobras pagou US$ 1,180 bilhão pela refinaria, avaliada em US$ 42,5 milhões (28 vezes menos). Em março de 2008, foi substituído por Jorge Zelada, indicação coletiva de deputados federais do PMDB mineiro.

Além da ligação a Cerveró, Delcídio tem intimidade com a própria Petrobras, onde foi diretor de Gás e Energia durante o governo FHC.

A área de Delcídio na Petrobras foi acusada de elaborar contratos com termelétricas que causaram prejuízo de R$ 2 bilhões à estatal. Os contratos da era Delcídio teriam favorecido as termelétricas Eletrobolt e Macaé Merchant, controladas pelas americanas Enron e El Paso. Pelas mãos do senador Delcídio, Cerveró virou diretor da Petrobras no início do governo Lula, quando José Eduardo Dutra presidia a estatal.

PeTrobras? É tudo mentira e fofoca das elites capitaneadas por FHC!

A PeTrobras perdeu mais de 80 bilhões de dólares em valor de mercado.

A PeTrobras caiu do 12º para o 120º lugar entre as maiores empresas do mundo.

A PeTrobras assinou sete novos contratos com ONGs no DF, sem divulgar quanto será roubado dos bolsos do acionistas majoritários: nós.

A PeTrobras tem ex-diretor preso com mais de um milhão em casa. Imagina no banco da Suiça.

A PeTrobras, nas pessoas dos seus conselheiros, não costuma ler relatórios - talvez por eles não saberem ler - e, por isso, compra sagu por caviar.

A PeTrobras foi lesada em mais de um bilhão de dólares em 2006, e neguinho só se deu conta oito anos depois.

Mas nada disso tem a menor importância, porque segundo o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores em sua resolução política de anteontem, o problema é que:

“Mais uma vez estamos presenciando a oposição e os setores conservadores da nossa sociedade fazer ataques para atingir a imagem da Petrobras. É importante relembrarmos que a nossa maior empresa pública foi alvo da política de privatizações no governo liderado pelo PSDB, apoiado pela elite nacional, representado por FHC.

A Petrobras é a mais sólida das empresas brasileiras com um lucro superior a 23 bilhões de Reais, e a sétima empresa de energia do mundo, tornando-se competitiva no mercado internacional e simbolizando o arrojo do nosso projeto de Nação. A tentativa da oposição e do conservadorismo nacional em atacar a Petrobras é mais uma iniciativa daqueles que sucatearam o Estado brasileiro e aprofundaram as desigualdades sociais.

A defesa intransigente da Petrobras é a defesa do nosso projeto de Nação que tem resultado no crescimento econômico e na justiça social. Um projeto que colocou o Brasil ‘em pé’ perante o mundo.”

Entenderam? O que eu disse acima é tudo mentira.

sexta-feira, 21 de março de 2014

O assalto que Dilma ajudou a planejar

Relendo alguns arquivos meus, dei de cara com um que conta a tal história do assalto que a quadrilha de Dilma fez na casa de Ana Benchimol Capriglione, amante do ex-governador paulista Adhemar de Barros. Vou reproduzir aqui porque, além do texto ser histórico e além do fato ser uma séria ameaça à própria Dilma, caso vingue o intento da ministra Maria do Rosário de acabar com a Lei da Anistia, Gustavo Schiller, sobrinho de Ana Benchimol, meu colega de classe durante uns dois ou três anos, foi o informante da VAR-Palmares que possibilitou o assalto.



O assalto que Dilma ajudou a planejar, por Domitila Becker

A noite estava chegando quando as duas camionetes estacionaram numa ladeira do bairro de Santa Tereza, no Rio. Armados de revólveres e granadas, 11 homens e duas jovens desembarcaram e, em movimentos rápidos, invadiram o casarão onde morava Ana Benchimol Capriglione, amante do ex-governador paulista Adhemar de Barros, famoso pelo bordão “rouba, mas faz”. Na hora do crepúsculo de 18 de julho de 1969, começava o maior assalto praticado durante a ditadura militar por grupos partidários da luta armada.

Disfarçados de policiais à caça de documentos considerados subversivos, os invasores se espalharam pela mansão. Enquanto alguns subiam ao segundo andar para localizar o cofre, outros imobilizaram moradores e empregados, furaram os pneus dos carros estacionados na garagem e cortaram as linhas telefônicas. A operação durou exatamente 28 minutos. E enriqueceu em US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 30 milhões em valores atuais) a VAR-Palmares, organização comunista que tinha entre seus mais ativos militantes a universitária mineira Dilma Rousseff. “A gente achava que o golpe ia ser grande, mas não tinha noção do tamanho”, disse Dilma numa entrevista publicada em 2006.

O cofre de mais de 200 quilos rolou pela escadaria de mármore, foi colocado numa das camionetes e levado até um “aparelho” ─ termo que identifica os endereços onde moravam ou se reuniam os partidários da luta armada ─ em Jacarepaguá. Ali, com o uso de maçaricos, consumou-se o arrombamento do cofre que fora previamente inundado para evitar que o dinheiro se queimasse. As cédulas secaram depois de estendidas em varais e expostas a ventiladores. Eram parte da fortuna do ex-governador de São Paulo. A informação de que estavam sob a guarda da amante foi transmitida à VAR-Palmares por Gustavo Buarque Schiller, um sobrinho de Ana Benchimol que acabara de filiar-se à organização.

Entre os participantes da ação estavam Carlos Minc, deputado estadual e ex-ministro do Meio Ambiente do governo Lula, e Carlos Franklin Paixão de Araújo, segundo marido e pai da única filha de Dilma Vana Rousseff Linhares, ou Estela, ou Wanda, ou Marina, ou Maria Lúcia, ou Luiza. Embora tenha ajudado a planejar todos os assaltos do grupo, Dilma não figurou entre os invasores do casarão. Providenciou o armamento, guardou o dinheiro e ajudou a distribuir o produto do roubo.

O assalto foi concebido para evitar a falência financeira da VAR-Palmares, fruto da fusão da  Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), liderada por Carlos Lamarca, com o Comando de Libertação Nacional (Colina), onde Dilma debutou na luta armada aos 20 anos, a convite do primeiro marido, o jornalista Galeno Magalhães Linhares. “O Colina foi uma das poucas organizações a fazer a pregação explícita do terrorismo”, escreveu o historiador Jacob Gorender, que esteve preso com Dilma no presídio Tiradentes, em São Paulo.

O destino dos US$ 2,4 milhões permanece envolto em mistério. Uma das versões mais difundidas garante que vários militantes receberam US$ 800 cada um “para emergências” e cerca de US$ 1 milhão foi consumido na aquisição de armas e carros, no pagamento do aluguel dos aparelhos e na compra de áreas para adestramento de guerrilheiros. O embaixador da Argélia no Brasil, Hafif Keramane, foi contemplado com mais US$ 1 milhão para continuar fazendo a ponta com os militantes exilados. Outros US$ 250 mil foram depositados em contas secretas da Suíça e, posteriormente, divididos entre os remanescentes da VAR-Palmares. No livro “A Ditadura Escancarada”, o jornalista Elio Gaspari informa que o cofre do Adhemar permitiu que parte da cúpula da VAR-Palmares deixasse de vagar por pequenas casas de subúrbio e se instalasse numa chácara em Jacarepaguá, equipada com carro estrangeiro e falso motorista.

A fortuna precipitou a desunião. Três meses depois da mais lucrativa ação desde o início da luta armada, a VAR-Palmares foi rachada ao meio. Carlos Araújo e Dilma se juntaram aos companheiros da Vanguarda Armada Revolucionária (VAR), liderada por Antonio Espinosa. Os militantes fieis a Lamarca ressuscitaram a VPR. Consumada a ruptura, Dilma foi encarregada de encontrar em São Paulo um abrigo seguro para o arsenal da VAR. Nesse tempo, a mulher de Carlos Araújo dividiu um quarto de pensão com Maria Celeste Martins na Avenida Celso Garcia, na Zona Leste. O banheiro era coletivo e as acomodações bastante precárias.

“Eu e a Celeste entramos com um balde”, contou Dilma numa entrevista à revista Piauí de abril de 2009. “Eu me lembro bem do balde porque tinha munição. As armas, nós enrolamos em um cobertor. Levamos tudo para a pensão e colocamos embaixo da cama. Era tanta coisa que a cama ficava alta. Era uma dificuldade para nós duas dormirmos ali. Muito desconfortável”. A ex-ministra continua: “Os fuzis automáticos leves, que tinham sobrado para nós, estavam todos lá. Tinha metralhadora, tinha bomba plástica. Contando isso hoje, parece que nem foi comigo”. Presa no início de 1970 com documentos falsos e armas de fogo, Dilma ficou três anos na cadeia.

A história de outros participantes do roubo foi resgatada pelo Grupo Tortura Nunca Mais: João Domingos da Silva morreu em setembro de 1969, depois de submetido a sucessivas sessões de tortura. Em abril do ano seguinte, quando o carro que dirigia foi cercado pela polícia, Juarez Guimarães de Brito matou-se com um tiro na cabeça. Gustavo Buarque Schiller atirou-se de um edifício em Copacabana em 22 de setembro de 1985.

Ana Capriglione e os herdeiros do governador nunca reivindicaram os milhões furtados. Os descendentes da guardiã da fortuna continuam jurando que o cofre estava vazio.

Alvíssaras: NET presta serviço de Primeiro Mundo

Hoje eu estou bonzinho e vou elogiar um serviço que até bem pouco tempo era digno de Procon.

Trata-se da NET, minha TV a cabo. Como o sinal das TVs daqui de casa estivessem com problemas, ajeitei o saco e liguei, preparado para uma meia hora entre esperas e procedimentos, mas fui imediatamente atendido por um robô que ia fazendo perguntas e eu, por meio das teclas do telefone, selecionando as opções e, na quinta, quando eu pedi uma vista técnica, a máquina me deu os horários disponíveis. Fiquei surpreso com a disponibilidade de uma visita entre oito e onze horas de hoje, porque já eram nove horas. Desconfiado, fiz essa opção, e não é que vinte minutos depois o cara já estava aqui?

Mas a coisa não termina por aí. Ainda na porta de casa, o técnico me cumprimentou e - pasmem - calçou, por cima dos sapatos, aquelas meias descartáveis que os médicos usam em cirurgias. Feito isso, entrou, verificou o sinal dos quatro pontos, identificou o problema, trocou todas as conexões da casa e deixou as TVs nos trinques. Sem contar que, durante a visita, a NET me ligou para saber sobre o atendimento e, logo depois do técnico sair, ligou novamente para saber se tudo tinha sido resolvido a contento.

Talvez em outras partes mais civilizadas do mundo esse seja o padrão, mas em se tratando de Brasil, principalmente do Rio de Janeiro, isso é novidade e merece elogios sim!

Foi-se o capitão de 1958.

Belini
Djalma Santos, Zito, Belini, Nilton Santos, Orlando, Gilmar, Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagalo e o massagista Mário Américo. Ê timão!

Aecio Neves, segundo o The Economist

Bom, vou dar uma de cabo eleitoral do Aecio, já que ele é virtualmente a nossa única opção de voto para a Presidência da República, e reproduzir uma matéria do The Economist de março de 2013 que fala sobre o excelente governo que ele fez em Minas Gerais.

Brazil’s opposition - The Minas medicine

Aécio Neves ran his state well. But he may struggle to convince voters that his formula is right for the presidency

IN 2002, when Aécio Neves was elected governor of Minas Gerais, Brazil’s second-most-populous state was close to bankruptcy. It had an annual deficit of 940m reais ($270m at the time); three years earlier it had briefly defaulted on its debt, a move which inadvertently triggered a devaluation of Brazil’s currency.

Mr Neves set a team of public-management experts under Antonio Anastasia, an academic, to work. They boosted tax revenues, streamlined procurement and cut costs in what they called a “management shock”. The state government’s 21 secretariats were merged into 15 (they have since crept back up to 19). Mr Neves took a 45% cut in salary, capped public-sector pay and left 3,000 jobs unfilled, rather than using them in the traditional way to reward political allies.

With the deficit gone, Mr Neves won a second term before stepping down in 2010 to run for Brazil’s Senate. Such was his electoral pulling-power in his state that his stand-in, Mr Anastasia, was elected governor that year with almost twice as many votes as the runner-up, who had been in politics for a quarter of a century.

Businessmen rate Minas as the country’s best-managed state, according to a recent poll by Macroplan, a consultancy. The state spends over 8% of its budget on public investment, down from 13.2% before the world financial crisis in 2008 but up from 5.1% in 2003. Poverty has fallen faster than in Brazil as a whole. Minas has the best-performing schools and comes fourth in health care. Its performance-related pay system for state employees, which rewards teams rather than individuals, is held up as a model by the World Bank.

Over the past decade mineiros, as residents of Minas are known, have become used to the notion that they deserve good services in return for their taxes. All the state’s schools must display their results in national tests by the front door and hold open days to tell parents how they intend to improve.

Thanks partly to his success in governing Minas, Mr Neves is close to becoming the candidate of the Party of Brazilian Social Democracy (PSDB), the main opposition, in next year’s presidential election. The PSDB’s Minas branch sums up the management shock as “spending less on government and more on citizens”. That message could appeal at a national level. Greater prosperity means that non-economic issues, such as poor public schools and health care, have moved to the top of the list of Brazilians’ concerns.

The slimming of Minas under Mr Neves stands in contrast to the bloating of the federal government since the centre-left Workers’ Party (PT) dislodged the PSDB from power in 2002. Since then, the number of federal ministries has risen from 26 to 40. The federal payroll grew relentlessly until Dilma Rousseff, the president since 2011, called a halt last year.

But the PSDB has failed to put across the message from Minas effectively. That has allowed the PT to misrepresent it. Last year Luiz Inácio Lula da Silva, Ms Rousseff’s predecessor, said that a “management shock” meant lay-offs, pay cuts and neglecting the poor. It put him in mind of torture and military dictatorship, he added.

Mr Neves is likely to struggle against Ms Rousseff, who is preparing to run for a second term. In opposition the PSDB has often sounded petulant and elitist. It complained this month when the government lifted federal taxes from staple foods, on the grounds that it had the idea first. Mr Neves argued against slashing electricity bills, saying it would stifle investment. That is true, but it allowed Ms Rousseff to reply that her party cared more for ordinary voters than for business interests.

When she increased federal handouts for the poorest Brazilians last month, Mr Neves said she was merely “administering poverty”, not working to end it. That looked like a misstep. The lives of tens of millions of poorer Brazilians have improved under the PT, and they are grateful. On the national stage, Mr Neves has shown little sign of being the leader whom Mr Anastasia describes as “revolutionary, extraordinary, heroic”. Mr Neves’s allies say he is waiting for the right moment to start campaigning flat-out (he did not respond to The Economist’s requests for an interview).

In 2002, with their state in a mess, mineiros welcomed Mr Neves’s strong medicine. Brazil’s economy has also looked frail recently. GDP grew by just 0.9% last year, after 2.7% in 2011. Inflation hovers around 6% a year. Although Ms Rousseff promised to boost growth by squeezing current spending and increasing public investment, she has managed neither. At present, though, wages are rising and unemployment is low. Household spending remains robust. The president is very popular: a poll this month found that 78% approved of her. A dose of the Minas medicine might do Brazil good. But unless the symptoms worsen fast, Mr Neves will struggle to convince the patient to give it a try.